Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Conteúdo imoral na escola

Publicado em 18/11/2012 | Miguel Nagib

“Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” É isso que estabelece o artigo 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), da qual o Brasil é signatário. Ocorre que esse direito não vem sendo respeitado por nossas escolas. Burocratas e “especialistas” em educação decidiram educar nossos filhos por nós. Decidiram acabar com a formação moral que lhes damos em casa. Para eles, tudo não passa de “preconceitos” e “tabus”. Do MEC e das secretarias de Educação partem as diretrizes. Nas salas de aula, professores despreparados, perturbados ou pervertidos – é difícil saber – as colocam em prática.

  Em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, um professor de Educação Física resolveu fazer uma “brincadeirinha” com seus alunos: quem errasse a jogada tinha de responder a perguntas como “você é virgem?” ou “já fez sexo oral em Fulano?” Em Recife, crianças de 7 a 10 anos aprendem em sala de aula que “brincar com o pênis e com a vulva é gostoso” e que “o papai acha muito gostoso quando seu pênis fica duro”. Em Contagem (MG), o dever de casa dos alunos do 4.º ano de uma escola municipal – falamos de crianças de 10 anos – é responder “o que é sexo anal”, “o que é boquete“ e “como dois homens fazem sexo”.

Os episódios se sucedem. O que chega ao nosso conhecimento é apenas uma fração do que acontece no interior das salas de aula; é o que “vaza” por acidente. Mas pelos “vazamentos” podemos estimar o volume e a qualidade do esgoto moral que circula pelas tubulações do sistema de ensino.
Quem já tentou sabe que é inútil argumentar com esses “educadores”. Os pais que reclamam são tratados como ignorantes e retrógrados.

Qual a solução? Simples: basta que o MEC e as secretarias de Educação proíbam a veiculação de temas como sexualidade – que envolve inevitavelmente uma abordagem moral – nas disciplinas obrigatórias. Se o governo quiser usar as escolas para tratar desses assuntos, que crie uma disciplina facultativa, como se dá com o ensino religioso. É a única saída compatível com o art. 12 da CADH.

Isso vai acontecer? Não neste governo, com certeza. Embora a presidente da República tenha declarado, ao vetar o “kit gay”, que “nós não podemos interferir na vida privada das pessoas”, o MEC continua trabalhando de modo incansável para destruir a autoridade moral dos pais sobre seus filhos. É possível obrigar o governo a agir, mas na Justiça isso pode levar anos.

A boa notícia é que os pais não precisam esperar de mãos atadas. Nosso conselho é processar por danos morais as escolas e os professores que transmitirem aos seus filhos conteúdos que se chocarem com os seus valores e convicções. Além do dano moral causado aos seus filhos – o que precisa ser avaliado caso a caso –, há o dano decorrente da violação a sua autoridade moral. Em situações como essas, dependendo do caso, as indenizações podem passar de R$ 20 mil.

Ou, se quiserem agir preventivamente, ajuízem, com base no art. 12 da CADH, ações para que as escolas e os professores dos seus filhos sejam obrigados a se abster, sob pena de multa, de veicular conteúdos morais nas disciplinas obrigatórias; e orientem seus filhos a lhes reportar em casa o que virem e ouvirem na sala de aula. Se os professores e as escolas começarem a ser processados e condenados, é possível que pensem duas vezes antes de ensinar a crianças de 10 anos “o que é boquete” e “como dois homens fazem sexo”.


Miguel Nagib
, advogado, é coordenador do grupo Escola Sem Partido (
www.escolasempartido.org).


Gazeta do Povo
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Entendendo o ''Fórum Social Mundial Palestina Livre''


O Fórum Social Mundial Palestina Livre acontece em Porto Alegre, Brasil, de 28 de novembro a 1 de dezembro de 2012, à luz das tempestuosas mudanças que se tornaram conhecidas como “Primavera Árabe”, em que governos muçulmanos foram substituídos por governos islâmicos radicais, com horrendas consequências para os cristãos.

Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.
Números 24:9
Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.
Números 24:9
Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.
Números 24:9
Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.
Números 24:9
Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.
Números 24:9
Deus o tirou do Egito; As suas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações, seus, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e suas setas o atravessará. Ensurvou-se, deitou-se como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençõarem, e malditos os que te amaldiçoarem. Números 24:8-9

E habitarão nelas seguros, e edificarão casas, e plantarão vinhas, e habitarão seguros, quando Eu executar  juizo contra todos os que estão ao seu redor e que os desprezaram; e saberão que Eu Sou o Senhor seu Deus. Ezequiel 28:26

E habitarão nela seguros, e edificarão casas, e plantarão vinhas, e habitarão seguros, quando eu executar juízos contra todos os que estão ao seu redor e que os desprezam; e saberão que eu sou o SENHOR seu Deus.
Ezequiel 28:26
E habitarão nela seguros, e edificarão casas, e plantarão vinhas, e habitarão seguros, quando eu executar juízos contra todos os que estão ao seu redor e que os desprezam; e saberão que eu sou o SENHOR seu Deus.
Ezequiel 28:26
A Matéria
Dentre os objetivos dos apoiadores do terrorismo disfarçados de pacifistas está acabar com a parceira entre Israel e o Brasil, que precisa manter-se atualizado em tecnologia de ponta na área militar.

A acusação feita contra Israel de prática de apartheid é infame. O que os organizadores deste Fórum não aceitam é a própria existência do estado judeu.

O encontro internacional de milhares de militantes anti-israelenses, que ocorrerá em Porto Alegre, com o patrocínio do governo Tarso Genro e do PT, no final deste mês, não deve ser compreendido apenas sob uma ótica ideológica. É certo que uma das finalidades do Fórum Mundial Palestina Livre é apresentar Israel como um estado criminoso e racista, de acordo com o histórico cânone da propaganda oficial palestina, difundido por partidos e organizações esquerdistas de todo o mundo há décadas e reverberado no documento de referência do Fórum. 

É seguro, também, que, no momento em que Israel lança uma ofensiva militar na Faixa de Gaza, para proteger sua população contra as centenas de mísseis disparados pelo Hamas e outros grupos terroristas palestinos, a organização do tal Fórum fará de Porto Alegre um centro difusor de mistificações e distorções antissemitas ainda mais intensas.

Ninguém pode esperar menos que a satanização de Israel e a exaltação da “resistência” dos terroristas palestinos islâmicos da Faixa de Gaza, num contexto mais amplo de denúncias e demandas alucinadas, que têm alimentado o imaginário esquerdista desde o final da Guerra dos Seis Dias, em 1967. Estas constatações são suficientes para repudiar o apoio que Tarso Genro está emprestando ao Fórum Palestino, transformado por ele num evento oficial do estado.

Mas os problemas que decorrem da realização deste encontro mundial em Porto Alegre são ainda mais graves do que se poderia esperar de uma algaravia de inimigos de Israel, ainda que disfarçados de pacifistas e moderados. Entre as exigências que os organizadores do Fórum anunciam como decisivas para a pressão junto a governos da Europa, Ásia e América Latina, está a adoção de medidas BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) contra Israel, em conformidade com o que apregoa a própria Organização para a Libertação da Palestina.

As medidas BDS destinam-se às populações e aos governos. Na Europa e nos Estados Unidos, há ONGs especializadas na pregação do boicote ao consumo de produtos israelenses. No Brasil, uma ala considerável do PT tenta convencer o governo a adotar as medidas BDS e persuadir a presidente Dilma Rousseff a agir, na cena internacional, no sentido de isolar Israel.

Os organizadores do Fórum Palestina Livre e os grupos políticos internacionais de esquerda que lhes dão sustentação, entre eles a parte do PT a que pertence Tarso Genro, consideram o Brasil um país chave para sua atuação. Na América do Sul, o Brasil é o maior parceiro comercial de Israel. Os dois países mantêm acordos de cooperação tecnológica e de segurança importantes e, mais ainda, várias empresas israelenses estão instaladas no Brasil, inclusive no Rio Grande do Sul.

A Elbit Systems, por exemplo, uma das grandes indústrias de tecnologia militar de Israel, possui contratos de cooperação com as Forças Armadas brasileiras e fornece equipamentos militares para a Marinha e a Aeronáutica. Sua subsidiária, a Aeroeletrônica Indústria de Componentes Aviônicos S.A (AEL) tem sede em Porto Alegre e atua como centro de produção e apoio logístico de equipamentos eletrônicos de defesa avançada. A AEL é fornecedora de produtos para programas militares e de segurança no Brasil e em vários outros países. 

Além disso, atua com a Embraer para produzir sistemas de aeronaves não tripuladas de uso militar, como o Harpia Sistemas, que tem sede em Brasília. São empresas estratégicas para o Brasil manter-se atualizado em tecnologia de ponta na área militar. A organização do Fórum Palestina Livre afirma que principalmente as parcerias das empresas israelenses com o setor militar brasileiro contribuem para manter o que eles chamam de “regime de apartheid” de Israel. 

Por isso, prepara a denúncia da presença destas empresas no Brasil, como forma de auxiliar, segundo os organizadores do Fórum Palestina Livre, na luta maior contra a “limpeza étnica” praticada por Israel. Não há mentira maior. A acusação feita contra Israel de prática de apartheid é infame. O que os organizadores deste Fórum não aceitam é a própria existência do estado judeu. A sua agenda de propaganda anti-israelense é, também, uma agenda política previamente delineada para influenciar a opinião pública e pressionar o governo brasileiro, de modo a fazer com que se altere a percepção diplomática e negocial tradicionalmente construtiva com relação aos israelenses. 

Tudo isto faz parte de um movimento global degradante que, há muito tempo, dedica-se a deformar a imagem de Israel e das comunidades judaicas que o apoiam. Porto Alegre, que colhe os benefícios de possuir uma empresa israelense de ponta e com inserção global, no final das contas, receberá impostores, profissionais da fraude, militantes islamitas e comunistas do mundo inteiro, num Fórum preparado para atacar Israel de todas as formas. É o novo antissemitismo cínico aportando por aqui, com o patrocínio de Tarso Genro.

Luis Milmann é jornalista.
Via: MSM

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sábado, 17 de novembro de 2012

Um Estudo sobre o Islamismo

TEXTO

“Estas, porém, são as gerações de Ismael, filho de Abraão, que a serva de Sara, Agar, egípcia deu a Abraão” (Gn 25:12)
VERDADE
O Islamismo é uma religião legalista, contraria ao cristianismo e cujos adeptos são os filhos espirituais de Ismael.
OBJETIVOS:
         Interceder pelos países islâmicos.
         Compreender as doutrinas do islamismo.
         Descrever a história da religião islâmica.

SUMÁRIO:
         INTRODUÇÃO:  (Gálatas 4.22, 23, 28-31)
         DESENVOLVIMENTO:
         I – A HISTÓRIA DE MAOMÉ E O SURGIMENTO DO ISLAMISMO
         II – A HISTÓRIA DO ISLAMISMO DEPOIS DE MAOMÉ
         III – AS DOUTRINAS DO ISLAMISMO
         IV – OS PILARES DO ISLAMISMO
         V – REFUTAÇÃO DO ISLAMISMO E A QUESTÃO DA EVANGELIZAÇÃO DOS MUÇULMANOS
         VERIFICAÇÃO:
         CONCLUSÃO:

INTRODUÇÃO

(Gl 4.22, 23, 28-31)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Fraude? Eleições? EUA? Não é que parece mesmo...

obamafraudOs matemáticos hão de concordar comigo: ou houve fraude em Ohio, Colorado, Illinois, Filadélfia e companhia, ou só brasileiro vota por lá.

Eu tento esquecer as eleições dos EUA, mas elas não me deixam, o que posso fazer? Senão eu, quem vai informar vocês dos suspeitíssimos resultados em favor de Obama, após o término da contagem em cada estado? Arnaldinho Jabor? Jorge Pontual? Globo Online?

Das 66 zonas eleitorais da Filadélfia, Obama obteve mais de 97% dos votos em 20; 99% ou mais em 6, incluindo uma vitória por 9.955 votos a 55 (!) de Mitt Romney; e, em 59 (!) seções de até mil eleitores, Romney não obteve 1 (hum!) voto sequer. Somando essas 59, Obama chegou a 19.605 votos contra 0 (zero!) do adversário republicano.
Em algumas áreas centrais de Illinois, os totais de votos foram semelhantes aos da Filadélfia. Das 50 zonas de Chicago, Obama obteve 98% ou mais em 10; sendo 99% em 6. Em Ohio, estado decisivo na eleição, o caso foi ainda mais aberrante. Em 44 distritos de Cleveland, chegou a 99,8%. Em mais de 100 seções do Condado de Cuyahoga, Obama venceu com uma contagem superior a 99%, sendo que em mais de 50 Romney recebeu no máximo 2 (dois!) votos, incluindo as 16 onde seu nome saiu com um redondíssimo 0 (zero!). E acredite: Romney venceu algumas seções em Cuyahoga. Isso mesmo: o candidato que ZEROU em muitas, VENCEU em outras, em áreas próximas.

Em 2 condados de Ohio - assim como em 10 do Colorado -, o número de votantes excedeu o da população com idade para votar, chegando milagrosamente a 104% e 109% do número de eleitores registrados. (Muitos votantes não só de Ohio, mas também de Nevada, Texas e Carolina do Norte reclamaram ainda que, quando selecionavam Romney nas máquinas de touch-screen, o "X" era marcado em Obama.) Isto sem contar outros 31 condados que passaram de incríveis 90%, sendo a média nacional pouco superior a 70%.

Não vou nem falar dos fiscais republicanos expulsos dos locais de votação na Filadélfia, da parede de uma seção pintada de Obama, das cédulas negadas aos militares da ativa, das doações estrangeiras ilegais à campanha democrata; muito menos repetir que o "presidente" só venceu onde não foram exigidos documentos com fotos e que ele mesmo, quando diretor do Project Vote da ACORN, empenhou-se em afrouxar as exigências, como se elas desestimulassem os votos em geral, e não os votos ilegais.

Nem ditadores como Saddam Hussein, Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Chávez obtiveram 99% ou 100% dos votos nas urnas de seus países, como bem lembrou o radialista Rush Limbaugh, mas ninguém melhor do que Obama, lembro eu, o presidente que se autoriza por lei a mandar prender ou matar qualquer cidadão americano e que não é incomodado pelos jornalistas quando deixa morrer quatro no exterior, representa o progresso: o progresso definitivo das ditaduras.

Enquanto a imprensa e os próprios conservadores se limitam a atribuir a reeleição do "presidente" a fatores demográficos, estratégicos, financeiros e até tecnológicos, e o Partido Republicano vai dando mais uma de PSDB em matéria de complacência masoquista, os matemáticos hão de concordar comigo: ou houve fraude em Ohio, Colorado, Illinois, Filadélfia e companhia, ou só brasileiro vota por lá.

*****

NOTA DE RODAPÉ: As declarações de Paula Broadwell, biógrafa e amante do agora ex-diretor da CIA, David Petraeus, de que o anexo da agência no consulado em Benghazi havia sido usado como prisão secreta de dois membros de milícias líbias e que o ataque terrorista ao prédio era parte de um "esforço para resgatá-los" nem precisam ser confirmadas para que se possa tirar delas duas lições básicas, além da obviedade de que Obama tem muito mais motivos do que parece para continuar empurrando o episódio com a barriga e a lábia, mesmo após as eleições. São elas: 1) nunca conte segredos de Estado à sua amante; 2) a imprensa mundial de hoje só atenta minimamente para fatos relevantes quando eles vêm embrenhados em escândalos sexuais.

"A verdade é filha do tempo", dizia Santo Tomás de Aquino. Mas agora os tempos são outros. Para os jornalistas atuais - quando muito -, a verdade é filha do adultério. 


Via: MSM

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Patentes americanas para tecnologias de "controle do espírito" e manipulação mental (em massa)


Loucuras científicas ...
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Manual islâmico para um casamento feliz

O crescimento do islamismo nos EUA e na Europa é fato inegável. E com sua crescente influência, livros com temas islâmicos começam a aparecer, revelando a realidade dos costumes islâmicos.
O livro “A Gift For Muslim Couple” (Um Presente para o Casal Muçulmano), disponível no Canadá, chocou o público canadense por trazer instruções de como maridos islâmicos podem bater nas esposas com a mão ou com uma vara, ou puxá-la pela orelha. 
O livro de 160 páginas, escrito pelo acadêmico muçulmano Maulavi Ashraf Ali Thanvi, é dedicado a recém-casados muçulmanos.
O manual dá instruções de como ter um casamento feliz e evitar problemas, e avisa que o marido deveria se controlar para não bater excessivamente na esposa.
Embora o livro tenha recebido reações indignadas do público canadense, está amplamente disponível em lojas virtuais muçulmanas, sem maiores consequências.
Bater na esposa como instrução matrimonial pode parecer estranho para pessoas no Brasil, EUA e Canadá, mas é uma prática comum e generalizada no mundo islâmico. Evidentemente, os líderes muçulmanos negarão que sua religião seja violenta ou que permita que as esposas apanhem, mas a realidade…
A escalada de violência contra as mulheres muçulmanas foi revelada recentemente por um relatório que afirma que quase 1.000 mulheres e meninas foram assassinadas por “honra” no ano passado só no Paquistão. Não há dados oficiais dos outros países muçulmanos, ainda mais que casos de esposas assassinadas são acobertados pelos próprios parentes e pela polícia.
As esposas que não são assassinadas podem ser banhadas em ácido pelo marido islâmico se cometerem o “crime” de aprenderem a ler e escrever, como foi o caso da paquistanesa Fakhra Younus, que se suicidou recentemente com a idade de 33 anos, depois de viver 12 anos cega de um olho, surda e com vários outros problemas físicos ocasionados pelo banho de ácido efetuado pelo marido. Só em 2011, mais de 8.000 ataques com ácido foram praticados contra moças e mulheres, por vários motivos, no Paquistão. Se uma jovem, por exemplo, se recusa a casar com um islâmico, o próximo passo pode ser uma chuva de ácido.
Fakhra Younus, antes e depois do ácio
Contudo, não é só nos países islâmicos que as mulheres são submetidas a certos costumes islâmicos. Na Inglaterra, mais de 1.000 meninas, algumas com 10 anos de idade, já passaram por operações de mutilação genital, onde os órgãos sexuais externos são removidos, a fim de impedir que mais tarde as moças tenham prazer sexual, mesmo depois do casamento. Tal mutilação, de acordo com os que a praticam, servirá como prova da “pureza” da mulher quando ela casar. Líderes islâmicos da Inglaterra já foram flagrados defendendo essa mutilação.
Essa mutilação, ao que se supõe, tem como alvo as filhas das famílias muçulmanas. O tratamento para as filhas das famílias não muçulmanas é totalmente diferente.
Na Inglaterra, gangues de estupradores — predominantemente muçulmanos — aliciam meninas muito novas, geralmente de sangue inglês, para se tornarem propriedade sexual para uso pessoal e para prostituição. A crise alcançou agora proporções epidêmicas. De acordo com a Secretaria dos Direitos das Crianças da Inglaterra, um número elevado de 10.000 meninas brancas menores de idade podem estar sendo vítimas.
Se uma gangue muçulmana é pega e seus integrantes conseguem fugir da Inglaterra para seu país islâmico original, a polícia inglesa simplesmente cruza os braços a fim de não perturbar autoridades islâmicas de outro país.
Por causa das leis antipreconceito, as autoridades inglesas não podem lidar com o problema de forma decisiva, mostrando que homens muçulmanos estão literalmente estuprando milhares de meninas inglesas. Tal exposição colocaria a Inglaterra na mira da ONU, que os acusaria de preconceito contra a religião islâmica e contra homens de pele não branca.
Na Inglaterra, o estupro islâmico de meninas brancas já é quase normal. Agora, a epidemia está alcançando até mesmo os EUA, onde gangues muçulmanas também estão mirando meninas brancas.

Gangue muçulmana presa nos EUA: atrás de meninas brancas
Os direitos das mulheres e das meninas são pisoteados, em favor dos direitos humanos e a dignidade de homens muçulmanos, por causa de loucas leis antipreconceito. Por causa dessas leis, os ingleses pouco podem fazer para deter os estupradores islâmicos. Por causa dessas leis, os estupradores islâmicos muito fazem contra as meninas inglesas.
Contudo, o que aconteceria se 10.000 meninas islâmicas estivessem em poder de gangues evangélicas de estupradores ingleses na Arábia Saudita ou Paquistão? As autoridades muçulmanas teriam igualmente medo de lançar uma feroz campanha policial contra os estupradores ingleses por causa de leis antipreconceito? Os jornais e TVs falariam vagamente de certo problema com meninas, sem citar a origem especifica dos estupradores? Ao serem pegos, os ingleses poderiam fugir do país com a consciência tranquila de que as autoridades islâmicas nunca teriam coragem de exigir a extradição deles?
Em qualquer país islâmico, uma gangue de estupradores ingleses seria dispensada de julgamento e cadeia.  A própria população, sob os olhos e consentimento das autoridades, lincharia sumariamente os criminosos.
No entanto, o que ocorre na Inglaterra é o inverso. Jornais e TVs não podem falar diretamente do grave problema de gangues de estupradores que mantém 10.000 meninas inglesas sob seu poder. Não podem falar a fim de não violar a dignidade, honra e direitos humanos dos muçulmanos envolvidos nos crimes.
A cegueira do multiculturalismo da Inglaterra não os deixa ver que as gangues de estupradores não só cometem violência física e psicológica contra as meninas, mas também contra a dignidade, a honra e os direitos humanos delas.
Meninas têm menos dignidade, honra e direitos humanos do que homens islâmicos? Ao que tudo indica, sim, pois até em países islâmicos eles fazem o que querem com suas mulheres e meninas. E agora, pelo visto, podem também fazer o que querem com mulheres e meninas de países que não são islâmicos.
Enquanto homens como Jimmy Carter dizem que há opressão contra as mulheres no Ocidente somente porque há igrejas cristãs que não ordenam mulheres, o islamismo já vai mostrando como será o futuro das mulheres nos EUA e Europa: hoje, meninas condenadas à prostituição, amanhã moças condenadas aos haréns islâmicos, marcadas pela “pureza” da mutilação genital. Se tentarem abrir a boca para reclamar de alguns dos tratamentos, o chicote — ou o ácido — descerá sobre elas. Seu destino, quer gostem ou não, será a escravidão sexual.
Com informações do Daily Mail.
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

'Não precisamos impor Jesus Cristo como único salvador'', diz Dom João


"Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte" (Provérbios 16:25)

"Eu sou o Caminho, e a verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6)

Para serem salvas, as pessoas se esforçam, procuram ser pessoas boas, honestas, íntegras mas ... nada disso poderá levá-las para o céu, pois a Palavra de Deus nos diz claramente que somente JESUS é ... O ÚNICO CAMINHO, A ÚNICA PORTA e o ÚNICO MEIO de nos dar a vida eterna.

A Notícia

''Não precisamos impor Jesus Cristo como único salvador'', diz Dom João
Marcos Zanutto
Na aula inaugural do curso de Teologia da PUC, Dom João Braz de Aviz abordou o Ano da Fé
Londrina - Recuperar a dimensão da fé na própria vida, incluindo o diálogo com a ciência, com a vida cotidiana e com todas as realidades humanas. Esta é a proposta do papa Bento XVI para o Ano da Fé, que começa em outubro. E foi justamente sofre esse assunto que o cardeal dom João Braz de Aviz abordou ontem durante a aula inaugural do curso de Teologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) em Londrina. 

Catarinense de Mafra, Dom João é o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica no Vaticano. Para ele, o Ano da Fé é uma oportunidade que a Igreja Católica tem para incentivar o diálogo com outras denominações religiosas.

''Para nós, cristãos, é importante essa retomada. A abertura para a cultura é um diálogo que temos que fazer, não dá para dialogar em grupos isolados. Nesse sentido é um período que pode ser muito rico. O convite é não só para os cristãos, podem estar todos, podemos dialogar juntos'', definiu o cardeal, que já foi padre em Apucarana (Norte), bispo de Ponta Grossa (Campos Gerais) e arcebispo de Maringá (Noroeste).

Sobre a diminuição do número de católicos observada em todo o mundo, Dom João de Aviz acredita que esse movimento é um indicativo de que está em curso uma ''mudança profunda na sociedade''. ''Hoje se precisa ver qual é a exigência que está no coração da humanidade. Temos que dar testemunho da nossa fé, como algo autêntico, mas não contra ninguém. Não precisamos impor Jesus Cristo como único salvador'', recomendou.

Dom João comentou ainda sobre o episódio envolvendo o mordomo do papa, Paolo Gabriele, que é suspeito pelo vazamento de documentos internos do Vaticano e pelo pelo roubo de um cheque de 100 mil euros (R$ 240 mil) e de uma pepita de ouro pertencentes ao pontífice. Para ele, tudo o que ocorre no no Vaticano é ''posto em evidência''. 

''Para muitos há um aspecto de decepção. (Mas) Há coisas que podem ser motivo de crescimento. Nós ficamos contentes porque o papa reconfirmou sua confiança em todos os seus assessores. É um momento de sofrimento, mas será um momento de purificação. É um momento com o qual a gente tem que conviver com o rosto que a gente tem. Isso não tira da Igreja a beleza da sua santidade, mas é um momento de revisão. A Igreja tem muitas coisas problemáticas porque os homens e as mulheres são problemáticos, têm pecados'', avaliou.


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