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sábado, 18 de outubro de 2008

O Som do Inferno

Sons gravados por pesquisadores que tentavam estudar o som das placas tectonicas, e ao introduzirem uma sonda em um vulcão captaram gritos, segundo eles vozes como de seres humanos gemendo de dor.



Se tiver medo ainda há tempo, para não fazer parte desse coral melancólico. Jesus é a solução.


4 comentários:

  1. ô loco, que q é isso meu?...que garantias vc tem isso aí é o som de lá???

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  2. André Luiz Fiori26 de maio de 2009 19:32

    Many Years From Now - de Barry Miles.

    A biografia autorizada de Paul McCartney

    Além da história dos Beatles propriamente dita, o livro se atém bastante à toda a atmosfera da época: as outras bandas, a "Swinging London" (que é como é chamada toda a efervescência que rolou na capital inglesa lá pelos anos de 66 / 67 / 68, por aí... ) e todas as mudanças daquele período.

    Em um certo momento, Paul declara que "Os anos 60 foram uma época tão avançada e com tantas coisas acontecendo, que eu sempre penso nos anos 60 no futuro, é como se eles ainda fossem acontecer... "

    Este livro é uma tentativa de resolver o problema das atribuições, dissipar alguns dos erros que tem passado de biografia a biografia e oferecer um retrato atento de Paul e seu círculo, na Londres dos anos 60. Paul era o único beatle que morava na cidade.

    Ele fez seus próprios experimentos no campo dos loops e das superposições de imagens de filme, coisas que acharam lugar na obra dos Beatles, mas que geralmente são atribuídas a John. Uma vez que Paul nao tornou isso público, trata-se de um lado pouco conhecido de sua figura, algo que este livro aspira a revelar.

    Infelizmente, após o assassinato, qualquer tentativa de avaliar com objetividade o papel de John Lennon nos Beatles se tornou inevitavelmente iconoclástica. Lennon virou 'São John', um papel que iria diverti-lo tanto quanto horrorizá-lo. Embora John não esteja mais aqui para contar seu lado da história, o puro e simples volume das entrevistas com ele existentes implica que Lennon já abordara grande parte das questões contenciosas.

    A partir de 1969, quando iniciaram sua campanha pela paz, John e Yoko chegaram a dar dez entrevistas por dia, ao passo que os outros Beatles raramente falavam à imprensa. Por isso, temos as opiniões de John sobre a maioria dos assuntos importantes, aí incluídos, felizmente, seus comentários a respeito de muitíssimas composições de Lennon e McCartney.

    A leitura de 'Many Years From Now' corre leve e límpida, e é uma delícia para qualquer fã de música pop. Realmente é o relato mais detalhado sobre Paul e os Beatles até hoje, pelo menos até a publicação esse ano, de "Antology", que até o momento, não tem edição em português.

    Esse livro poderia ter duas partes. Fala-se muito sobre os Beatles, mas quando chega a hora da carreira solo, esta é tratada apenas de relance, deixando de fora muita coisa legal de se saber. Quase não se fala da boataria "Paul is Dead', quase não se cita os Wings (e Denny Laine, seu principal músico ) ou mesmo seus melhores discos da fase solo.

    (Texto de André Luiz Fiori)

    http://www.screamyell.com.br/literatura/manyears.htm

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  3. Sgt. Pepper’s ou A lenda do pacto com o "Doutor Malagueta"

    No início da década de 60 a banda já tinha um empresário e excursionava na Inglaterra e Alemanha. Começou nesta época a ligação entre os beatles e as drogas, a início anfetaminas, única coisa que permitia que a banda tocasse durante horas seguidas mantendo um ritmo alucinante.

    A lenda do pacto com o fantasma de um médico “malagueta”, emissário do diabo, assinatura do contrato com sangue, suposta venda da alma em troca de sucesso ilimitado. Sendo que a sucessão de eventos terminaria no assassinato de John Lennon.

    A tal estória do "Homem na torta flamejante" citada por Lennon, no início da fama da banda, por exemplo, ilustra bem uma das grandes cismas que sempre deixaram encucados místicos e seitas fundamentalistas acerca do caráter sobrenatural na carreira da banda – para alguns, mais acentuado até mesmo que o da carreira do Led Zeppelin!

    O fato é que circulam especulações sobre uma das várias excursões que a banda, em seu duro início de carreira, teria feito à Alemanha, quando ainda faziam cinco shows por noite, lutando para sobreviver de sua música e desenvolver seu estilo, e o acontecimento relatado por Lennon teria ocorrido nesta época, quando os Beatles se hospedaram em uma antiga mansão nas proximidades de Hamburgo, que passara a ser um albergue.

    O problema é que esta antiga casa, uma velha construção aos moldes vetustos do séc. XIX, haveria pertencido, segundo burburinhos locais, a um tal de Dr. Pepper (isso mesmo que você leu! – Dr. Pepper... algo a ver com o personagem criado anos depois pelos Beatles em um de seus mais célebres LPs, o Sgt. Pepper?). O pior de tudo: o tal Dr. Pepper, um médico de renome nos velhos tempos, teria sido um estudioso de ciências ocultas e magia negra, segundo muitos, havendo feito parte até mesmo da sociedade secreta desenvolvida e mantida, por muitos anos na Europa, pelo lendário Aleister Crowley – coincidência ou não, outra figurinha tarimbada no mundo sobrenatural, que teria um lugar de honra garantido... ehr... bem, justamente na capa do disco Sgt. Pepper’s Lonley Hearts Club Band.

    Mas não pára por aí. Os boatos e suposições vão mais fundo e, para uma boa parte de gente que estuda essas relações assombrosas, o tal “homem na torta flamejante” que teria aparecido para Lennon, provavelmente embriagado de bebida e bolinhas de anfetamina em mais uma madrugada infernal, cansado daqueles shows vagabundos em Hamburgo e à espera de um sucesso com sua música que nunca vinha, seria o próprio Dr. Pepper, em uma aparição etérea, que vinha agora propor a Lennon um acordo irrecusável...

    Teria sido este repentino êxito da banda alavancado, então, por um pacto de Lennon com o diabo naquele dia fatídico, como tantos acreditam haver ocorrido? O próprio "coisa ruim" haveria sugerido o nome da banda, de sonoridade fácil e contagiante (Beatles também aludia a “beat” – batida, ritmo quente). E com Lennon tendo vendido a sua alma ao demônio em troca do sucesso, tudo se explicaria...

    Em 1969, nova mensagem, clara e evidente, na composição “The Ballad of John and Yoko” – em que Lennon, inclusive, mostra dons premonitórios, prevendo sua morte! “The way things are going, they’re gonna crucify me” (Do jeito que as coisas vão indo, eles ainda vão me crucificar). Lembremo-nos que a morte de Lennon é até hoje vista, no subconsciente coletivo, como uma grande crucificação – o ato final de expurgação dos exageros do rock e de suas conseqüências trágicas em um momento de despertar, atentando a todos para o quanto a maldade poderia estar entremeada em seus corações sem se aperceberem disto. Ironia das ironias: e pensar que, como um moderno mártir da era pop, Lennon dissera que seriam (ele e os Beatles) “mais famosos que Cristo”...

    (texto original)
    http://whiplash.net/materias/especial/000256-beatles.html

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  4. Logo antes de um vulcão entrar em erupção, a Terra emite uma série de ondas de choque, os terremotos em miniatura que se propagam através do alicerce, geram aumento das frequências que a pressão do vulcão constrói.

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