Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Opinião Pública


ASSEMBLEIA DE DEUS - COMO ESTAMOS SENDO OBSERVADOS PELA SOCIEDADE? APENAS UM EXEMPLO: DOUTRINAS QUE CORROMPEM A SÃ, SE INFILTRARAM E GANHAM ESPAÇO A CADA DIA. PODEMOS E TEMOS QUE MUDAR ESSA SITUAÇÃO,  VEJAM ABAIXO,  SÓ UM EXEMPLO.

Os irmãos da Assembleia de Deus do Maranhão ficam escandalizados quando chamo a igreja de "Assembleia do Adeus", mas não se incomodam quando os líderes dessa igreja fazem alianças políticas com comunistas em troca de cargos no governo. 

Não se escandalizam quando políticos do partido comunista entram em suas igrejas e discursam, usando o púlpito para proclamar sua ideologia moribunda.

Não estão nem aí quando sabem que os governos que mais mataram cristãos, destruíram igrejas e queimaram Bíblias, em todo o mundo, foram os comunistas/socialistas. 

Os irmãos da Assembleia de Deus não são ovelhas, são gado conduzido por líderes cegos e amantes do dinheiro.

Se fossem de Cristo, rejeitariam todo e qualquer acordo com um governador que apoia o regime assassino da Coreia do Norte, onde missionários evangélicos são levados a campos de concentração e condenados à morte. 

Infelizmente, não posso chamar esta igreja de "Assembleia de Deus". Não posso porque seus pastores e demais líderes abandonaram o amor a Deus e aos verdadeiros cristãos. Essa Igreja é, na verdade, a "Assembleia do Adeus". E eles receberão seu galardão.


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Consagração

REALIZADA NO PALÁCIO DO PLANALTO, A RESIDÊNCIA OFICIAL DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO, UMA CERIMÔNIA OFICIAL DE CONSAGRAÇÃO DO BRASIL À MARIA, COMUMENTE CHAMADA PELOS CATÓLICOS DE “NOSSA SENHORA.” A CERIMÔNIA ACONTECEU NO DIA 21 DE MAIO DE 2019.

Católicos e evangélicos reagiram de forma diferente à consagração. Em sua reportagem Presidência da República assinou hoje consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria,” o site católico Aleteia disse:



“Segundo organizadores, o ato procuraria reforçar o atendimento do pedido feito por Nossa Senhora de Fátima de que o mundo seja consagrado ao seu Coração Imaculado.”

A Aleteia acrescentou que a cerimônia contou “com a participação do presidente Jair Bolsonaro e do bispo dom Fernando Arêas Rifan, atual ordinário da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney” e foi oficialmente assinada pela Presidência da República, que concordou com a consagração oficial do Brasil à “Nossa Senhora.”

Em contraste, o GospelPrime, o maior site evangélico do Brasil, publicou uma reportagem suavizada intitulada “Bolsonaro participa de consagração do Brasil a Jesus por meio do ‘coração de Maria.’”
Enquanto na versão católica Jesus foi apenas um acessório para a missão maior de exaltar Maria, na versão evangélica do Gospel Prime Maria foi apenas um acessório para exaltar Jesus.
Com tal confusão, quem está certo, o grande site católico Aleteia, que exaltou Maria, ou o GospelPrime, o grande site evangélico, que exaltou Jesus? Toda essa confusão poderia ter sido evitada se Jesus tivesse sido exclusivamente exaltado, sem nenhum acessório.
Considerando que o evento foi exclusivamente católico, seria muita pretensão nós evangélicos o interpretarmos diferente da Aleteia, que é católico e sabe interpretar suas cerimônias e consagrações católicas. Portanto, a tentativa do GospelPrime de suavizar o evento católico, como se a intenção máxima fosse exaltar Jesus Cristo, não faz o mínimo sentido, nem mesmo como propaganda política.
Apoiadores de Bolsonaro comentaram que, como presidente, Bolsonaro teria uma suposta obrigação de participar de todas as cerimônias religiosas sem discriminação. Assim, nessa visão, Bolsonaro deveria, para agradar aos católicos, consagrar o Brasil para “Nossa Senhora”; para agradar aos evangélicos, consagrar o Brasil para o Senhor Jesus Cristo; para agradar aos adeptos das religiões afro-brasileiras, consagrar o Brasil para Iemenjá e os exus; e por aí vai.
Contudo, tais consagrações têm profundas consequências espirituais, para bênção ou maldição. Quando uma nação é oficialmente consagrada pela presidência para determinados deuses, deusas e demônios, nada é levado na brincadeira por esses deuses, deusas e demônios.
Mesmo sendo eleitor de Bolsonaro, não tenho direito nenhum de determinar a fé dele. Tudo o que posso fazer é oferecer minha mera opinião.
A cerimônia na residência de Bolsonaro me faz recordar o governo militar. A crise estava tanta no início da década de 1980 que um dos primeiros atos do presidente João Figueiredo foi consagrar o Brasil para a Aparecida, estabelecendo oficialmente 12 de outubro como Dia da Aparecida, que ele designou oficialmente como padroeira do Brasil. De nada adiantou. A inflação aumentou. A crise econômica cresceu, e o governo militar se desmoronou sob muitas pressões e crises.
Mas por que consagrar o Brasil para Maria, copiando o erro dos militares? Tanto católicos quanto evangélicos sabem que na Bíblia não existe um único relato de Maria salvando uma nação, uma família ou mesmo um só indivíduo. Mas há abundantes relatos de Deus salvando nações, famílias e pessoas. Jesus é Deus!
Por que não consagrar o Brasil para o Senhor Jesus Cristo e proclamar um Dia de Oração e Jejum para Ele?
Os presidentes americanos do passado costumavam proclamar um Dia de Oração e Jejum para Jesus Cristo. É por isso que os Estados Unidos prosperaram tanto.
Se consagrar o Brasil para “Nossa Senhora” fosse a resposta para todos os problemas do Brasil, o dia 12 de outubro instituído pelos militares teria transformado o Brasil numa potência econômica e militar maior do que os Estados Unidos.
Precisamos orar pela salvação de Bolsonaro. Precisamos também, como evangélicos, parar de amenizar a realidade, como se em vez de consagração à “Nossa Senhora,” Bolsonaro tivesse ajudado a consagrar o Brasil para Jesus Cristo. Como ele conhecerá a verdade se a suavizarmos para lhe fazer agrados?
Aliás, dois lemas que fizeram e fazem parte da campanha de Bolsonaro são:
* “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” — palavras do próprio Jesus Cristo no Evangelho de João.
* “Deus acima de todos.”
Jesus Cristo é Deus. Ele está infinitamente acima de mim e de Bolsonaro. E, sim, Ele está também infinitamente acima de Maria, que não tem parte em seu trono, glória e majestade. Embora agraciada com a missão terrena de ser mãe de Jesus, ela sempre foi uma pecadora, como todos nós, em necessidade da redenção e perdão de pecados oferecido por Jesus.
Obviamente, Bolsonaro desconhecesse essa importante realidade.
Portanto:
Ore por Bolsonaro para que, sob pressão de crises, ele não copie os militares do passado que entregaram o Brasil à idolatria e viram como resultado mais crises e problemas.
Ore para que Bolsonaro consagre o Brasil a Jesus Cristo, declarando que o Brasil pertence a Jesus Cristo. Acredito que nenhum católico e evangélico se oporia a essa consagração.
Só por meio da nossa oração e jejum ele conhecerá a verdade que liberta e depois reconhecerá Jesus Cristo como Deus acima de todos.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Tiro no pé

Qual é a intenção de um pastor assembleiano em reapresentar lei de uma comunista para proibir cantores de produzir músicas contra a homossexualidade quando se sabe que quem mais tem propensão de fazer músicas contra esse pecado são os cristãos, não os músicos seculares?

Julio Severo

quinta-feira, 7 de março de 2019

Cuidado, Você pode ser um Judeu

Pesquisas genéticas sem precedentes realizadas por dezenas de professores de todo o mundo forneceram evidências de que quase um quarto dos latinos e hispânicos têm DNA judaico significativo.

Há algumas semanas, aconteceu algo extraordinário que poderia afetar para sempre o futuro do povo judeu e do Estado de Israel. 

Há muito tem havido especulação de ascendência judaica significativa entre as populações da América Latina, América do Norte e Europa. Muito disso foi consistente com os dados históricos, na medida em que sabemos que um número extremamente grande de judeus que foram convertidos à força na Espanha e em Portugal - chamados de Anusim, Marranos, Conversos e Cripto-Judeus - fugiu da Península Ibérica para o Novo Mundo durante a Era dos Descobrimentos, começando no final do século XV.

Ao longo dos anos, muitos tentaram encontrar o número de descendentes desses judeus, próximo a duzentos mil que foram forçados ao batismo para recuperar suas crianças   mantidas como reféns,  como resultado de legislação e opressão repressivas. 

Agora, uma pesquisa genética sem precedentes realizada por dezenas de professores de todo o mundo forneceu evidências de que quase um quarto dos latinos e hispânicos têm DNA judaico significativo. O estudo, publicado na Nature Communications em dezembro de 2018, revelou que o número de descendentes de comunidades judaicas espanholas e portuguesas é muito maior do que as maiores estimativas anteriormente sugeridas.

A última aproximação oficial do número de pessoas na América Latina, realizada pelas Nações Unidas em 2016, resultou em mais de 650 milhões. Acrescente a esse número, cerca de 60 milhões de latinos e hispânicos nos EUA, bem como os dados de pesquisas genéticas anteriores que mostram que cerca de 20% da população atual de 60 milhões de pessoas na Península Ibérica tem ascendência judaica e a estatística torna-se impressionante . Poderia haver até 200 milhões de descendentes das comunidades judaica espanhola e portuguesa em todo o mundo hoje.

Até que ponto essa população está ciente ou interessada em uma afinidade com o povo judeu? Ao procurar um meio que facilitaria a reconexão dos descendentes de comunidades judaicas espanholas e portuguesas ao mundo judaico, conduziu uma série de estudos explorando as atitudes de dezenas de milhares desses descendentes em relação a seus ancestrais. 

Descobriu-se que em alguns lugares cerca de 30% estão cientes de alguns ancestrais judeus, seja através de testes de DNA, descobertas genealógicas ou simples pesquisas no Google sobre origens e tradições familiares, e que 14% gostariam de identificar-se com o povo judeu.

Isso significa que dezenas de milhões de pessoas fora da comunidade normativa judaica estão buscando maneiras de se reconectar a ela e à sua herança, desde a pesquisa de raízes ancestrais até a busca ativa do retorno ao Povo Judeu. Enquanto isso, há ampla evidência de que quando esses descendentes se familiarizam com seus ancestrais judeus, aprendem sobre a história judaica e estão expostos à vida judaica hoje, eles se tornam muito mais simpáticos e até envolvidos nas causas judaicas e em Israel.

Reconectar esses descendentes com o mundo judaico formativo, então, pode ser de imenso benefício para nós nas esferas diplomática, política, econômica e demográfica, entre outros, e pode ajudar na luta contra o anti-semitismo, especialmente nos EUA, onde um grande número de Hispânicos e latinos são descendentes de judeus convertidos à força. Tais benefícios, no entanto, são ofuscados pelo imperativo moral de cumprir essa missão irresistível. Nosso povo foi desmembrado à força muitas gerações atrás e agora é a hora de corrigir essa injustiça histórica. De acordo com muitos dos nossos maiores rabinos - incluindo Rav Yosef Caro, Rav Ovadia Yosef e Rav Aharon Soloveichik - também é um mandato.

Para ter sucesso na tarefa, precisamos mobilizar as duas comunidades, despertando-as para a existência e aceitação mútua. Precisamos enviar uma mensagem aos descendentes das comunidades judaicas espanholas e portuguesas que buscam uma reconexão com o mundo judaico. Há aqueles que estarão lá para ajudá-los, guiá-los e abraçá-los. Em relação à corrente principal da comunidade judaica - incluindo, e talvez mais importante, dentro de Israel - precisamos conscientizar e gerar uma empatia pelo fenômeno.


Enquanto o sionismo, o retorno de um povo exilado à sua pátria ancestral, permanece tão relevante como sempre e não precisa ser redefinido ou reformado, deve ser restaurado ao seu significado mais amplo. Em um dos primeiros Congressos Sionistas, Theodor Herzl, o pai do sionismo político moderno, declarou que “o sionismo é um regresso ao seio judeu mesmo antes de ser um regresso à terra judaica”. O sionismo, dizia-nos, pertence o coletivo e requer um esforço comunitário e que, no espírito da fórmula latina nemo resideo (não deixa ninguém para trás), não pode ser cumprido a menos que a visão também abranja aqueles dos quais perdemos ou nos desconectamos durante 2.000 anos de exílio.

O povo judeu enfrenta muitos desafios graves e continuará a fazê-lo nos próximos anos. As decisões que tomamos hoje determinarão como responder a elas e moldarão nosso futuro. A janela de oportunidade para abraçar aqueles que há tanto tempo estão separados de nós não é ilimitada. Devemos agir resolutamente e com unidade de propósito para fazer exatamente isso e, ao fazê-lo, servir nossas necessidades práticas, bem como cumprir nossas obrigações morais e religiosas. 

O escritor é presidente da Reconectar, uma organização que facilita a reconexão dos descendentes de comunidades judaicas espanholas e portuguesas com o mundo judaico. Ele também é o diretor do Knesset Caucus for Reconnection e ex-conselheiro sênior do governo.


Jerusalém Post