Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.

terça-feira, 14 de março de 2017

Isso é no Japão.

Osaka é a terceira cidade mais populosa do Japão, ficando somente atrás de Yokohama e da capital, Tóquio. Como qualquer grande cidade, os transportes públicos são indispensáveis para a população.
São vários os transportes à disposição, mas um dos que mais se destaca é este sistema de monocarril que foi inaugurado em 1990.
São 84 as composições que utilizam apenas estas 2 linhas por onde passam diariamente mais de 100 mil passageiros ao longo das 18 estações.

Trabalho de História - Aluno descobriu avião da II Guerra e restos mortais do piloto

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Um jovem de 14 anos encontrou os destroços de um avião alemão da II Guerra Mundial, com restos mortais do piloto no "cockpit", durante uma pesquisa para uma aula de História.

Daniel Kristiansen fez a descoberta inesperada acompanhado do pai, Klaus, na sua quinta em Birkelse, no norte da Dinamarca.

"Saímos para o campo com um detetor de metais. Esperava que talvez conseguíssemos encontrar alguns pratos antigos ou alguma coisa que o Daniel pudesse mostrar na escola", explicou Klaus à CNN.

Acabaram por encontrar os destroços de um avião. Pediram uma escavadora emprestada a um vizinho e escavaram até sete a oito metros de profundidade.

"Ao início desenterramos muita terra com fragmentos metálicos. Quando, de repente, surgiram ossos e peças de roupa", recorda o jovem de 14 anos.

Daniel lembra-se de uma história que o avô lhe contava, sobre um avião tinha caído lá na quinta durante a II Guerra Mundial. "Terá sido em novembro ou dezembro de 1944", acrescentou, pois o avô dizia que na altura estava a fazer bolachas de natal com a avó e o tio de Daniel. Mas a avó tinha dito que as forças alemãs removeram o aparelho. "Eu pensei apenas que era uma história gira", confessa Daniel.

As autoridades acreditam que se trata de um avião de combate Messerschmitt. Uma equipe de especialistas está a avaliar se a quinta da família Kristiansen é segura e se não existem munições ou outros materiais perigosos enterrados.

Os destroços do avião e os restos mortais do piloto foram transferidos para o Museu de História da Jutlândia do Norte, região da Dinamarca onde foi feito o achado. O responsável do museu acredita que em breve será possível confirmar a identidade do homem. "Encontramos os documentos do piloto e pensamos ter um nome", indicou o curador Torben Sarauw.

Suspeita-se que o avião terá saído da base de treino para pilotos alemães em Aalborg, uma cidade nas proximidades. Além das roupas do piloto, foram encontrados o chapéu, três preservativos e a carteira com duas moedas dinamarquesas e algumas senhas da cantina de Aalborg. A embaixada alemã já foi informada do achado.

Daniel espera que os restos mortais possam ser identificados e devolvidos à respectiva família. "Talvez ele possa ter um funeral".

Fonte: Jornal de Notícias - Via Arquivos Insolitos

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Banho de sangue

Multiplique por três o número de mortos no presídio de Manaus. É muito, é escandaloso? Pois 164 mortos é a média diária de homicídios no Brasil. E isso não nos escandaliza. Reagimos quando acontecem no mesmo lugar. Ou quando ocorre a invasão de uma casa em Campinas no réveillon por um tresloucado a matar todos, inclusive o próprio filho de oito anos. O banho de sangue não é apenas o do presídio manauara; é o dia-a-dia do nosso país tropical, habitado pelo brasileiro cordial de que falou Sérgio Buarque de Hollanda.
Foi uma guerra entre facções. O PCC, importado de São Paulo para a Amazônia e a FDN – a Família do Norte – que mostrou quem manda, matando 56 integrantes do grupo inimigo. A polícia decidiu não intervir, por decisão sábia do Secretário de Segurança, um delegado federal. Se interviesse, seria responsabilizada pelas mortes, tal como no Carandiru, em 1992, em que os PMs foram condenados a mais de 600 anos de prisão. A síndrome do Carandiru poupou a polícia de mais um ônus, embora já a estejam criticando por não intervir. Paga por ir e paga por não ir.
Aliás, é incrível essa nossa preferência por bandidos e nossa antipatia em relação à polícia. Paradoxalmente, reclamamos da falta de segurança. Parece uma posição psicótica. Aos noticiarmos a ação de bandidos, não poupamos para eles adjetivos elogiosos. “Numa ação audaz, assaltaram o carro forte”; ou: “Quadrilha especializada em explosão de caixas eletrônicos”. No país de amedrontados e amadores, audaz e especializado são elogios raros, em geral reservados para bandidos, nas nossas páginas e microfones. Em vez de quadrilha de ladrões de automóveis, a notícia sai assim: “Quadrilha especializada em roubo de automóveis.” Os bandidos agradecem e devem pôr os recortes na parede.
O povo está acuado e amedrontado. As autoridades recomendam que não reajam. A leis desarmou as pessoas de bem, impedindo o elementar direito de defesa e dando tranquilidade ao bandido, enquanto a polícia carece de meios e de apoio dos governos e dos meios de informação. As leis, feitas por nossos representantes, mais parecem ter sido feitas por representantes de foras-da-lei. Depois do presídio de Manaus, ainda há quem sugira soltar condenados, por causa da superlotação. Pois os que estavam no semi-aberto  levaram as armas que mataram.  Só tem um lugar em que o bandido pára de assaltar e matar: atrás das grades. Para isso, é preciso perguntar de que lado estamos. Pois o banho de sangue pode aumentar.
Sónoticias