Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Debate - Levy Fidelix diz que não apoia a união homoafetiva

Mundo tem 2 mil bilionários e 1,5 bilhão de esfomeados - Brasil tem 61

NeoliberalismoDiário Liberdade - Um estudo sobre o aumento do número de bilionários no mundo divulgado semana passada pelo banco suíço UBS e pela consultoria de Hong Kong Wealth-X nos permite refletir sobre o quão assustadora é a realidade do capitalismo a nível mundial.

De acordo com a pesquisa, o número de biolionários no mundo aumentou 7% e atingiu 2.325 em 2014. Somada, sua fortuna atingiu US$ 7,3 trilhões neste ano, um aumento de 12% em relação a 2013. O patrimônio médio de cada bilionário aumentou 4,4% em 2014, para US$ 3,1 bilhões.
Isso significa que essas pouco mais de 2 mil pessoas acumulam aproximadamente 3% da riqueza das 7 bilhões de pessoas que compõem a população mundial.

Esses números contrastam totalmente com a realidade da esmagadora maioria da população mundial, especialmente da classe trabalhadora, que, ou está desempregada, ou vive em situação de constante humilhação.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) aponta, em um documento divulgado em maio, que o número de desempregados no mundo cresceu em 30,6 milhões desde a crise de 2008.
Enquanto a consultoria Wealth-X estima que, até 2020, serão mais de 3.800 bilionários no mundo, o relatório da OIT afirma que "para 2019, considerando as atuais tendências, o desemprego alcançará 213 milhões de pessoas" e que 85% da força de trabalho nos países em desenvolvimento continuará a viver em 2018 abaixo do que é considerado a linha de pobreza nos Estados Unidos.

Segundo a OIT, mais da metade dos trabalhadores dos países em desenvolvimento (que são cerca de 1,5 bilhão de pessoas) encontram-se em situação trabalhista vulnerável. Cerca de 839 milhões de trabalhadores nesses países ganham menos de 2 dólares por dia, calcula a organização.
No Relatório para o Desenvolvimento Humano da ONU (Organização das Nações Unidas), publicado em julho, foi revelado que existem atualmente 1,5 bilhão de pessoas vivendo na pobreza (a chamada pobreza multidimensional, que leva em conta a renda e o acesso dos indivíduos e famílias a serviços básicos como saúde e educação).

Se for considerada apenas a renda, há hoje no mundo 1,2 bilhão de pessoas vivendo com menos de 1,25 dólar por dia e 2,7 bilhões com menos de 2,50 dólar.
Ainda conforme o constatado pela ONU, 842 milhões de pessoas (12% da população mundial) passam fome cronicamente, 200 milhões estão desempregadas e mais de 1,5 bilhão têm emprego informal ou precário.

A própria OIT admite que é preciso garantir uma "evolução equilibrada da renda para evitar os prejuízos que acarretam as desigualdades" e que a desigualdade de renda cada vez maior é um fato que afeta tanto os países em desenvolvimento quanto os desenvolvidos.
Brasil

A pesquisa UBS/Wealth-X revelou que existem 61 bilionários no Brasil, com fortuna de US$ 182 bilhões no total. Os 11 novos bilionários (crescimento de 22% em um ano) fizeram com que o Brasil entrasse na lista dos dez países com o maior número de bilionários no mundo, somando mais bilionários que países como França, Itália, Canadá e Japão.

A fortuna somada dessas 61 pessoas corresponde a 8% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e é maior que a economia de 100 países diferentes, incluindo a Nova Zelândia, que tem um dos melhores índices de IDH do mundo.
Enquanto isso, o País tem 6,1% da população (12 milhões de pessoas) vivendo com menos de 1,25 dólar por dia e seu índice de pobreza multidimensional é de 3,1% da população (6,1 milhões de pessoas).

Analisando os dados, percebe-se mais uma vez que a crise capitalista atual faz com que os grandes burgueses sejam imensamente beneficiados, aumentando seus lucros, enquanto os trabalhadores de todos os cantos do mundo capitalista sofrem na pele as desigualdades inerentes ao sistema.

Diario Liberdade

Brasil: Como sobreviver?

por Adriano Benayon
As TVs e a grande mídia promovem intensamente a candidata que surgiu com a morte do desaparecido na explosão. Marina da Silva costuma ser apresentada como defensora do meio-ambiente e como diferente de políticos que têm levado o País à ruína financeira e estrutural, como foram os casos, em especial, de Collor e de FHC. 

Mas Marina não representa ambientalismo algum honesto, nem qualquer outra coisa honesta. O que tem feito é, a serviço do poder imperial angloamericano, usar a preservação do meio ambiente como pretexto para impedir – ou retardar e tornar absurdamente caras – muitas obras de infra-estrutura essenciais ao desenvolvimento do País.

Pior ainda, a tirania do poder mundial, com a colaboração de seus agentes locais, já ocupa enormes áreas, notadamente na região amazônica, para explorar não só a biodiversidade, mas os fabulosos recursos do subsolo, verdadeiro delírio mineral, na expressão do falecido Almirante Gama e Silva, profundo conhecedor da região e, durante muitos anos, diretor do projeto RADAM. 

Além da pregação enganosa sobre o meio ambiente, o império vale-se de hipocrisia semelhante em relação à pretensa proteção aos direitos dos indígenas, a fim de apropriar-se de imensas áreas, que os três poderes do governo têm permitido segregar do território nacional, pois brasileiro não entra mais nelas.

As ONGs ditas ambientalistas, locais e estrangeiras, financiadas pela oligarquia financeira britânica, como a Greenpeace e o WWF (Worldwide Fund for Nature) trabalham para quem as sustenta, não estando nem aí para o meio-ambiente. 

Isso é fácil de notar, pois não dão sequer um pio contra a poluição dos mares, produzida pelo cartel anglo-americano do petróleo: a mais terrível poluição que sofre o planeta, pois os oceanos são a fonte principal do oxigênio e do equilíbrio da Terra.

Marina foi designada ministra do meio ambiente, em Nova York, quando Lula, antes de sua posse, em janeiro de 2003, foi peitado por superbanqueiros, em reunião após a qual anunciou suas duas primeiras nomeações: Meirelles para o BACEN e Marina Silva para o MME. 

Empossada no MME, Marina, nomeou imediatamente secretário-geral do ministério o presidente da Greenpeace, no Brasil.

Marina foi dos poucos brasileiros presentes, quando o príncipe Charles reuniu, na Amazônia, outros chefes de Estado da OTAN e caciques das terras que ele e outros membros e colaboradores da oligarquia mundial já estão controlando por meio de suas ONGs e organizações "religiosas", como igreja anglicana, Conselho Mundial das Igrejas etc. 

Todos deveriam saber que os carteis britânicos da mineração praticamente monopolizam a extração dos minerais preciosos, e a maioria dos estratégicos, notadamente no Brasil, na África, na Austrália e no Canadá.

Os menos desavisados entenderam porque Marina desfilou em Londres, nas Olimpíadas de 2012, única brasileira a carregar a bandeira olímpica. 

É difícil inferir que o investimento da oligarquia do poder mundial em Marina da Silva visa a assegurar o controle absoluto pelo império angloamericano das riquezas naturais do País?

Algo mais notório: a mentora ostensiva da candidatura de Marina é a Sra. Neca Setúbal, herdeira do Banco Itaú, o que tem maiores lucros no Brasil, beneficiário, como os demais, das absurdas taxas de juros de que eles se cevam desde os tempos de FHC, insuficientemente reduzidas nos governos do PT. 

Não há como tampouco ignorar as conexões do Itaú e de outros bancos locais com os do eixo City de Londres e Wall Street de Nova York.

D. Marina nem esconde desejar que o Banco Central fique ainda mais à vontade para privilegiar os bancos a expensas do País, que já gasta 40% de suas receitas com a dívida pública, sacrificando os investimentos em infra-estrutura, saúde, educação etc. 

Contados os juros e amortizações pagos em dinheiro e os liquidados com a emissão de novos títulos, essa é despesa anual com a dívida pública, a qual, desse modo, cresce sem parar (já passa de quatro trilhões de reais).

Ninguém notou que Marina – além de regida pelo Itaú – já tem, para comandar sua política uma equipe de economistas tão alinhada com a política pró-imperial como a que teve o mega-entreguista FHC, e como a de que se cercou Aécio Neves? 

Como assinalou Jânio de Freitas, Marina e Aécio se apresentam com programas idênticos. Na realidade, é um só programa, o do alinhamento com tudo que tem sido reclamado pela mídia imperial, tanto pela do exterior, como pela doméstica.

Da proposta de desativar o pré-sal – a qual fere mortalmente a Petrobrás, que ali já investiu dezenas de bilhões de reais, e beneficia as empresas estrangeiras, as únicas, no caso, a explorá-lo - até à substituição do MERCOSUL por acordos bilaterais - como exige o governo dos EUA - Marina e o candidato do PSDB estão numa corrida montando cavalos do mesmo proprietário, com blusas idênticas, diferenciadas só por uma faixa. 

Por tudo, a figura de Marina antagoniza o pensamento do patrono do PSB, João Mangabeira, e o de seu fundador, Miguel Arraes, cujas memórias estão sendo rigorosamente afrontadas.

Não há, portanto, como admitir que os militantes do PSB fiquem inertes vendo a sigla tornar-se instrumento de interesses rapinadores das riquezas nacionais e prestando-se a que oligarcas internos e externos se aproveitem do crédito que os grandes nomes do Partido granjearam no coração de milhões de brasileiros de todos os Estados. 

Há, sim, que recorrer a medidas apropriadas, previstas ou não, nos Estatutos do Partido, para que este sobreviva e ajude o Brasil a sobreviver.

De fato, estamos diante de um golpe de Estado perpetrado por meios aparentemente legais, incluindo as eleições. Parafraseando o Barão de Itararé, há mais coisas no ar, além da explosão de avião contratado por um candidato em campanha. 

A coisa começou quando políticos e parlamentares notoriamente alinhados com os interesses da alta finança, e outros enrustidos, articularam a entrada de Marina na chapa do PSB, acenando a Eduardo Campos com o potencial de votos e de grana que ela traria.

Fazendo luzir a mosca azul, a Rede o pegou como peixes de arrastão. 
Velório de Eduardo Campos.Alguém viu a foto de Marina sorrindo no funeral do homem? Alguém notou que, imediatamente após a notícia da morte dele, a grande mídia, em peso, dedicou incessantemente o grosso de seus espaços à tarefa de exaltar D. Marina?

Os golpes, intervenções armadas e outras interferências, por meio de corrupção, praticadas a serviço da oligarquia financeira angloamericana, em numerosos países, inclusive o nosso, desde o Século XIX, deveriam alertar-nos para dar mais importância a contar com bons serviços de informação e de defesa. 

Golpes de Estado podem ser dados através de parlamentos, poderes judiciários, além de lances como os que estão em andamento. Agora, a moda adotada pelo império angloamericano, como se viu em Honduras e no Paraguai, na suposta primavera árabe, na Ucrânia etc, é promover golpes de Estado, sem recorrer às forças armadas, as quais, de resto, no Brasil, têm sido esvaziadas e enfraquecidas, a partir dos governos dirigidos por Collor e FHC.
 Doutorado em economia, autor do livro "Globalização versus Desenvolvimento" e ainda filiado ao PSB

RESISTIR/Diario Liberdade

Madeira: combustível “renovável” do futuro?

A madeira, na forma de lenha, constitui, juntamente com o esterco, a dupla de combustíveis mais antigos conhecidos pela humanidade. Por isso, em pleno século XXI, é surpreendente que, na civilizada e avançada Europa, ela esteja sendo promovida como uma importante fonte de energia “renovável” e instrumento para o questionável projeto europeu de transição para uma “economia de baixo carbono”.
De fato, em países como a Polônia e a Finlândia, a madeira representa mais de 80% de toda a energia consumida nesses países gerada por combustíveis não-fósseis. Mesmo na Alemanha, onde se alardeava que a promoção da economia “verde” levaria a um salto tecnológico, com a promoção de fontes como as usinas solares, a madeira ainda representa 38% do consumo de combustíveis “renováveis” (Opinião e Notícia, 10/04/2013).
Ademais, a despeito de ser uma fonte energética literalmente pré-histórica e não agregar nada em termos tecnológicos, a União Europeia (UE) decidiu aportar dispendiosos subsídios à geração de energia com base na combustão de uma granulados de madeira (que não passam de uma forma mais sofisticada da lenha), assimilando-a à sua controvertida política climática de redução das emissões de dióxido de carbono (CO2). Ironicamente, a medida, além de se somar a outras que oneram cada vez mais o combalido setor produtivo do bloco, pode resultar num aumento das emissões, já que o processo de produção dos granulados de madeira inclui etapas como a moenda, a transformação em massa e a pressurização do material. Como todos estes procedimentos requerem um considerável consumo de energia, o balanço das emissões acaba sendo incrementado, em vez de diminuir.
A ênfase na madeira como sendo parte da salvação do projeto de “economia verde” da UE é mais uma ilustração da grande influência dos “eurocratas verdes” na formulação das políticas energéticas do bloco. A “brilhante” proposta de gerar eletricidade de madeira para as avançadas sociedades industriais europeias, alegando-se uma suposta “proteção” do meio ambiente, mostra bem o descolamento entre a ideologia ambientalista e a realidade.

Enganos eleitoreiros

A actual conjuntura eleitoral brasileira empurra para um difícil dilema: votar em quem? Perigosamente em Marina, duvidosamente em Aécio ou temerosamente em Dilma?
ResexCazumbá__Aurelice_Vasconcelos
A rápida ascensão de Marina Silva nas pesquisas eleitorais, que no momento a apontam como vencedora em um hipotético segundo turno com a presidente Dilma Rousseff, tem levado indivíduos e setores da sociedade geralmente refratários às suas ideias a apoiá-la, motivados pelo desejo de encerrar o reinado do PT no Palácio do Planalto. Embora muitos destes eleitores tenderiam, normalmente, a apoiar o candidato do PSDB, a ultrapassagem de Marina sobre o senador Aécio Neves – aparentemente, consolidada – os está conduzindo a uma opção pragmática em favor da ex-ministra do Meio Ambiente.
Nesse contexto, vale enfatizar alguns aspectos potencialmente de grande importância sobre a trajetória política e os compromissos da ex-ministra com as agendas ambientalista e indigenista, fortemente marcadas por um componente internacionalista, cuja influência nas políticas setoriais brasileiras, nas últimas décadas, apresenta um saldo visivelmente negativo para os interesses maiores da sociedade nacional. Como a grande maioria dos adeptos de tais causas, Marina é uma internacionalista, no sentido de que a sua visão utópica da importância da proteção do meio ambiente e dos “povos da floresta” a situa entre os que consideram que as agendas de desenvolvimento socioeconômico devem ser fundamentalmente subordinadas à proteção ambiental e aos “direitos naturais” daquelas populações (geralmente, consideradas separadamente das sociedades nas quais se inserem), conforme os critérios determinados pelo aparato ambientalista-indigenista internacional. É um fato notório que toda a sua trajetória política se deu sob a proteção deste aparato de poder, encabeçado por organizações não-governamentais (ONGs) estadunidenses e britânicas, que a transformou em uma personalidade de grande visibilidade internacional, como se depreende das numerosas premiações internacionais recebidas por ela, bem como pela sua ruidosa participação na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, quando foi convidada para ser um dos porta-bandeiras do pavilhão olímpico (Alerta Científico e Ambiental, 28/08/2014).
Com tais precedentes, uma presidente Marina tenderia a colocar uma ênfase desproporcional nos temas ambientais, na formulação da política externa, em especial, com a sua obsessão com os chamados objetivos de redução das emissões de carbono – item no qual poderá criar atritos com os parceiros do grupo BRICS. Em uma entrevista à revista EU&Fim de Semana do jornal Valor Econômico (5/09/2014), o coordenador do programa de governo de Marina, o ex-deputado federal Maurício Rands, deu uma pista desta perspectiva, afirmando: “Não é porque os países desenvolvidos têm maior responsabilidade com o estado de degradação a que chegou o planeta que os países em desenvolvimento podem ser desobrigados de cumprir metas.”
A propósito, os poderes hegemônicos deverão pressionar uma presidente Marina em dois itens em que desejam esvaziar a posição e a influência do Brasil: a integração sul-americana, com um esvaziamento do Mercosul, intuído nas sugestões de assessores seus sobre uma “aproximação” com a Aliança do Pacífico (cujo PIB conjunto é inferior ao brasileiro), e a consolidação do grupo BRICS como um contraponto à hegemonia financeira do eixo anglo-americano.
Por outro lado, Marina tem acenado que poderia fazer concessões contrárias às suas preferências em itens como a energia nuclear, os organismos geneticamente modificados (transgênicos) e outras, mas dificilmente se poderia esperar dela qualquer iniciativa contrária à meta principal da agenda ambientalista-indigenista – a conversão da Região Amazônica em uma virtual “zona de exclusão econômica”, com a obstaculização do seu pleno potencial de desenvolvimento socioeconômico, a partir da exploração dos seus vastos recursos naturais. Isto é o que espera dela a oligarquia transnacional que tem promovido a sua carreira – nada menos que a consolidação de um regime de “soberania restrita” sobre a Amazônia, preservando-a como uma “reserva de recursos naturais” para usufruto futuro dos seus interesses exclusivistas.
Não é casual que assessores importantes de Marina, como o biólogo João Paulo Capobianco, considerado o seu braço direito, tenha utilizado o discurso que fez em nome da demissionária ministra, na posse de seu sucessor no Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Minc, para transmitir o que pensam esses radicais do ambientalismo: “A soberania do Brasil sobre a Amazônia é algo relativo, pois até a lei brasileira prevê que os pais percam a guarda dos filhos, no caso de não os tratarem condignamente (Hora do Povo, 4/06/2008).”
Assim, o pragmatismo que tem percorrido o Centro-Sul do País, quanto às perspectivas eleitorais de Marina, deixa de lado todo o potencial de ameaça que um eventual governo seu representa para a integração plena do País, algo impossível sem uma política de desenvolvimento e modernização econômica para a Amazônia.
Neste particular, é preciso ressaltar que nenhum presidente, desde o governo Collor, se atreveu a confrontar a agenda daquele aparato transnacional, mas, indiscutivelmente, foi na gestão de Marina no MMA (2003-2008) que a sua influência atingiu o auge – não por acaso, a pasta ganhou a alcunha de “Ministério das ONGs”.
É um fato notório que o movimento ambientalista-indigenista é apoiado por grandes carteis transnacionais de alimentos e minérios, em especial, os que gravitam na órbita da aristocracia europeia – na qual a Casa de Windsor atua como uma espécie de primus inter pares. Não por acaso, as casas monárquicas do Velho Continente são grandes promotoras das causas ambientais, atuando por meio de ONGs como o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) – que, em 2008, agraciou Marina Silva com a Medalha Duque de Edimburgo, entregue pessoalmente pelo próprio consorte da rainha Elisabeth II do Reino Unido.
Sem qualquer concessão a “teorias conspiratórias”, a presença de Marina no Palácio do Planalto poderá conceder a esse aparato hegemônico uma influência ainda maior na formulação das políticas ambientais e indígenas do País. E, dificilmente, os brasileiros poderão esperar iniciativas e empreendimentos, inclusive, de infraestrutura, que signifiquem perspectivas de progresso para os habitantes da Amazônia.
Por tudo isso, sempre é oportuno recordar o marqueteiro de Bill Clinton, criador do vitorioso mote que impulsionou a sua candidatura à Casa Branca – apenas, em vez de “economia”, podemos dizer: “É a Amazônia, estúpido!”

EUA: Um estado inimigo da Humanidade


A contra-ofensiva imperialista iniciada logo após o final da II Guerra Mundial intensificou-se na década de 80 do século passado e atingiu dimensão global com as derrotas do socialismo no leste europeu. Desenvolve-se em todos os continentes. A escalada terrorista de agressão e ocupação e o rasto de caos que gera põem em risco o próprio futuro da humanidade. Mas começa a depara-se com sucessivos atoleiros.


O chamado Estado Islâmico-ISIL, que se apresenta como refundador do Califado é a ultima aberração gerada pela estratégia de terrorismo de estado do imperialismo estado-unidense.

Essa estratégia surgiu como consequência de efeitos não previstos da execução do projeto de dominação perpétua e universal sobre a humanidade, concebido ainda em vida de Roosevelt, no âmbito do War and Peace Program, um projeto que identificava nos EUA o herdeiro natural do Império Britânico.

O Médio Oriente foi a área escolhida pelo Pentágono e o Departamento de Estado para a arrancada do ambicioso Programa, precisamente por o Reino Unido, muito enfraquecido pela guerra, ter iniciado ali a sua política de retirada escalonada de bastiões imperiais no mundo islâmico.

Nas décadas seguintes, a CIA promoveu golpes na Região com destaque para o que derrubou Mossadegh e restabeleceu no trono do Irão o Xá Reza Pahlavi.

O PÂNTANO AFEGÃO

A partir de 1980, o governo Reagan financiou e armou as organizações terroristas sunitas de Peshawar que combatiam a Revolução Afegã. Alguns dos seus dirigentes foram recebidos como heróis na Casa Branca como «combatentes da liberdade»; Reagan saudou-os como combatentes da liberdade e «novos Bolívares». Os bandos desses heróis cortavam os seios a mulheres que não usavam a burka ou cegavam-nas com ácido sulfúrico.

Nessa época, o saudita Bin Laden interveio ativamente como aliado de confiança dos EUA (seu pai fora amigo da família Bush) nas campanhas que visavam o derrubamento do governo revolucionário de Kabul.

Quando Mikhail Gorbatchov abandonou o Afeganistão e os 7 de Peshawar tomaram o poder no país, essas organizações desentenderam-se e iniciou- se um período de guerras fratricidas.

No final da Presidência de Bush pai, os EUA, que tinham patrocinado a guerra de Saddam Hussein contra o Irão, reagiram à ocupação do Koweit, desencadeando a primeira guerra do Golfo em l991. Com o apoio de uma grande coligação avalisada pelo Conselho de Segurança, os iraquianos foram rapidamente derrotados. Bagdad foi submetida a bombardeamentos destruidores, mas Washington não se opôs a que Saddam permanecesse no poder.

No Afeganistão, cujo subsolo encerra recursos fabulosos, a situação assumiu aspetos tão caóticos, com os senhores da guerra a digladiarem-se, que Washington abriu a porta à entrada em cena dos Taliban, uma organização terrorista que a CIA havia criado no Paquistão como «reserva».

Os autointitulados «estudantes de teologia» conquistaram facilmente o país e, instalados em Kabul, assassinaram Muhammad Najibullah, o ultimo presidente legítimo, asilado na Sede da ONU, e promoveram uma política de fanatismo religioso que fez regressar o país à Idade Média. Bin Laden, mudando de campo, surgiu então como aliado preferencial do mullah Omar, chefe espiritual dos Taliban.

Os EUA recolhiam frutos amargos da sua política agressiva contra o Islão e de apoio incondicional ao Estado sionista de Israel.

Mas foi somente em 2001, após os atentados contra o World Trade Center e o Pentágono, que a Casa Branca, onde então pontificava Bush filho, tomou a decisão de invadir e ocupar o Afeganistão. Bin Laden foi guindado a inimigo número 1 dos EUA e a Al Qaeda, por ele fundada, adquiriu na propaganda americana as proporções de um polvo demoníaco cujos tentáculos envolveriam todo o mundo islâmico.

Mas, contrariando as previsões de Washington, o povo afegão resistiu à ocupação do país pelos EUA e pela NATO.

O Presidente Obama, que prometera acabar com aquela guerra impopular, enviou para o país mais 100 000 militares. Sucessivas ofensivas de «pacificação» fracassaram e generais prestigiados foram demitidos. Anunciada para este ano a total retirada das forças de combate, a promessa não será cumprida.

Transcorridos 13 anos da invasão, a Resistência Afegã (que transcende largamente os Talibans) controla quase todas as províncias, com as tropas estrangeiras concentradas em Kabul e nas principais cidades. O país, devastado pela guerra, está mais pobre do que antes da chegada dos americanos, mas a produção de ópio aumentou muitíssimo.

O assassínio de Bin Laden no Paquistão numa operação de comandos nebulosa, montada pela CIA e o Pentágono, não contribuiu, alias, para melhorar a imagem de Obama.

IRAQUE, LÍBIA, SÍRIA

Longe de extraírem lições da sua política para a Região, os EUA desencadearam em março de 2003 a segunda guerra do Iraque, desta vez sem o aval da ONU.

O pretexto invocado – a existência de armas de extermínio massivo - foi forjado por Bush e Tony Blair. Tais armas, como foi provado, não existiam.

Na invasão foram utilizadas armas químicas proibidas pelas convenções internacionais. Crimes monstruosos foram cometidos e as torturas (incluindo abusos sexuais) infligidas pela soldadesca americana aos prisioneiros iraquianos tornaram-se tema de escândalo de proporções mundiais.

Saddam Hussein foi executado, apos um julgamento sumário, com o aplauso de um governo fantoche, mas, transcorrida mais de uma década, o Iraque regrediu meio século. Centenas de milhares de iraquianos morreram de doenças curáveis e de desnutrição.

Hoje, ocupado por dezenas de milhares de mercenários ao serviço de empresas mafiosas, o Iraque é na prática uma terra humilhada e ocupada, onde o poder real é exercido pelas transnacionais que se apropriaram do seu petróleo e do seu gás.

Incapazes de encontrar soluções para a sua crise estrutural, os EUA prosseguiram com a sua agressiva estratégia (ampliando-a) de dominação imperial.
A política de cerco à China e à Rússia intensificou-se. De documentos secretos do Governo federal, tornados públicos por influentes media, constam planos para arruinar e desmembrar a Rússia, reduzindo-a a potência de segunda classe.
A multiplicidade de objetivos a atingir quase simultaneamente tem contribuído, porém, para que os resultados dessa política não correspondam às esperanças da Casa Branca.
As mal chamadas «primaveras árabes» foram ideadas para produzirem no Islão um efeito comparável ao das «revoluções coloridas». E isso não aconteceu. No Egito, apos uma cadeia de crises complexas e um golpe de estado que derrubou o presidente Morsi, os EUA conseguiram o que pretendiam. No Cairo ocupa o poder um governo militar do agrado do imperialismo norte-americano e que Israel encara com simpatia.

Mas o balanço da intervenção militar na Líbia é desastroso. Derrubaram e assassinaram Kadhafi, numa guerra de agressão imperial, viabilizada pela cumplicidade da ONU, guerra em que participaram ativamente a França e o Reino Unido, preparada com antecedência pela CIA e os serviços secretos britânicos e a Mossad israelense, destruíram as infra-estruturas do país para se apossarem do seu petróleo e do seu gás.

Mas o desfecho da operação criminosa não correspondeu ao previsto no organigrama da agressão.

A Líbia é hoje um país ingovernável. Uma parte significativa dos «rebeldes», treinados e armados pelo imperialismo para lutar contra Khadafi, passaram a atuar por conta própria, em milícias que desconhecem o governo títere de Trípoli. O terrorismo tornou-se endémico. O atentado terrorista contra a missão diplomática dos EUA em Bengasi confirmou o estado de anarquia existente e a incapacidade de Washington para controlar as organizações terroristas que o imperialismo introduziu no país.

Do caos líbio não foram porém extraídos também os ensinamentos neles implícitos.

A escalada de agressões prosseguiu. A Síria foi o alvo seguinte. Washington repetiu a fórmula. Uma campanha mediática ampla e ruidosa demonizou o presidente Assad, apresentado como ditador brutal. Depois, «rebeldes» patriotas – muitos dos quadros são estrangeiros – iniciaram a luta contra o governo legitimo do pais.

Contrariando as previsões da CIA, as forças armadas, unidas em defesa do presidente Assad, resistiram e as organizações terroristas, ostensivamente apoiadas pela Turquia e pela Arabia Saudita, sofreram severas derrotas.

Dezenas de milhares de civis, sobretudo mulheres e crianças, foram vítimas da guerra patrocinada pelos EUA. Compreendendo finalmente que o plano elaborado em Washington estava a fracassar, Obama, numa guinada tática, informou num discurso ameaçador que tinha decidido bombardear a Síria.

A firme atitude assumida pela Rússia obrigou-o, entretanto, a recuar e a desistir da intervenção militar direta. Essa inocultável derrota política tornou necessária uma revisão da estratégia global dos EUA para todo o Medio Oriente.

Apercebendo-se de que haviam avaliado mal a relação de forças, a Casa Branca e o Pentágono adiaram sine dia o projeto de agressão à Republica Islâmica do Irão, e abriram negociações sobre o tema nuclear com um governo que o imperialismo identificava como polo do «eixo do mal».

A CATÁSTROFE UCRANIANA

A derrota sofrida pelo imperialismo na Síria coincidiu praticamente com o desenvolvimento de outro projeto imperial, mais ambicioso, que visava a integração a medio prazo da Ucrânia na União Europeia e na NATO.

Dispenso- me de recordar, por serem amplamente conhecidos, os acontecimentos que conduziram ao poder em Kiev um governo neofascista apos o derrubamento do presidente Yanukovich. Era um aventureiro, mas havia sido eleito democraticamente.

Mais uma vez o plano golpista foi minuciosamente preparado em Washington.
Mas, novamente, a Historia seguiu um rumo diferente do previsto pelo sistema de poder imperial. A integração da Crimeia na Rússia demonstrou que o governo de Putin e Medvedev‎ não se deixava intimidar pela agressiva estratégia de Washington.

A recusa das populações russófonas dos leste da Ucrânia a submeter-se aos golpistas de Kiev levou observadores internacionais a admitir que a ofensiva das forças armadas da Ucrânia contra os «separatistas» de Donetsk e Lugansk poderia ser o prólogo de uma III Guerra Mundial. Mas a prudência e serenidade de Putin contribuíram para uma redução de tensões na área, evitando o alastramento de um conflito que poderia ter trágicas consequências para a humanidade.

A crise persiste, mas a própria incapacidade militar do bando de Kiev conduziu ao atual cessar-fogo e às negociações de Minsk.

Na Ucrânia, o tiro saiu também vez pela culatra ao governo dos EUA cuja aliança com fascistas assumidos ilumina o desprezo pela ética política da Administração Obama.

O PESADELO JIHADISTA

Atolado no pantanal ucraniano, o imperialismo estado-unidense (e os seus aliados) enfrenta nestes dias um desafio assustador para o qual sabe não ter solução.

Inesperadamente, uma organização de islamitas fanáticos irrompeu no noroeste do Iraque e em poucas semanas ocupou um amplo território naquele país e no norte da Síria.

Assumindo-se como intérpretes intransigentes da sharia, tal como a concebem, proclamaram a restauração do Califado árabe e declaram a intenção de promover a sua expansão territorial e espiritual.

Logo nas primeiras semanas, a passagem desses jihadistas por cidades e aldeias conquistadas ficou assinalada pela prática de crimes hediondos, inseparáveis do fanatismo exacerbado da seita jihadista.

O imperialismo sentiu que o empurravam para um impasse. Obama não pode aceitar a ajuda do governo de Bashar al Assad, nem a do Irão. Perderia a face também se recorresse a forças terrestres para combater os jihadistas depois de ter festejado como acontecimento histórico a retirada do Iraque das tropas de combate. Optou então pelo recurso a bombardeamentos aéreos. Recebeu o apoio dos governos de Hollande e de Cameron, mas os especialistas do Pentágono acham que esses bombardeamentos, ditos «cirúrgicos», terão uma eficácia muito limitada.

Os jihadistas responderam degolando dois reféns britânicos em seu poder e ameaçam abater outros se os bombardeamentos prosseguirem.

É imprevisível no momento o desfecho do confronto. Mas os generais do Pentágono afirmam que o exército iraquiano e as milícias do Curdistão autónomo, aliado de Washington, não têm capacidade militar para derrotar os jihadistas.

Em Washington a Administração está mergulhada num pesadelo. Os media mais influentes, do New York Times à CNN, também.

Muitos quadros jihadistas são, afinal, provenientes de organizações terroristas criadas e financiadas pelos EUA para combater regimes que não se submetiam à dominação imperial. Alguns foram treinados por oficiais do US Army.

O desconforto dos media também é compreensível. As guerras de agressão que atingiram o Afeganistão, o Iraque, a Líbia e a Síria foram precedidas de gigantescas campanhas de desinformação. Durante semanas, os povos dos EUA e da Europa foram massacrados com um tipo de propaganda que apresentava as intervenções militares como exigência da defesa da liberdade e dos direitos humanos em prol da democracia, contra a ditadura e a barbárie.

Goebbels, o ministro da Propaganda de Hitler, afirmava que uma mentira à força de repetida é aceite como verdade. As técnicas de desinformação utilizadas na época parecem hoje brincadeira de crianças se comparadas com a monstruosa máquina mediática controlada pelo imperialismo para anestesiar a consciência dos povos e justificar crimes abjectos.

O presidente Obama cumpre neste jogo criminoso o papel que lhe foi distribuído. Na realidade o poder nos EUA está nas mãos do grande capital e do Pentágono. Mas isso não atenua a sua responsabilidade; a máscara não funciona, o presidente desempenha com prazer e hipocrisia a sua função na engrenagem do sistema. Comporta-se na Casa Branca como inimigo da Humanidade.

Nos últimos séculos somente a Alemanha de Hitler criou uma situação comparável pela monstruosidade dos crimes cometidos à resultante hoje da estratégia de poder dos EUA. Com duas diferenças fundamentais: a política do III Reich suscitou repúdio universal, mas apenas a Europa foi cenário dos seus crimes.

No tocante aos EUA, centenas de milhões de pessoas são confundidas pela fachada democrática do regime, mas os crimes cometidos têm dimensão planetária.

Qual o desfecho da perigosa crise de civilização que ameaça a própria continuidade da vida na Terra?

Vivemos um tempo, após a transformação da Rússia num país capitalista, em que as forças da direita governam com arrogância em quase toda a Europa. Em Portugal sofremos um governo em que alguns ministros são mais reacionários que os de Salazar.

Mas a Historia é há milénios marcada pela alternância do fluxo e do refluxo. O pessimismo não se justifica. A maré da contestação ao capitalismo está a subir.
Não esqueço que Marx, após a derrota na Alemanha da Revolução de 1848 -49, quando uma vaga de desalento corria pela Europa, criticou com veemência o oportunismo de esquerda e o de direita, que contaminava a Liga dos Comunistas. Dirigindo-se à classe operária, afirmou que os trabalhadores poderiam ter de lutar 15, 20 ou mesmo 50 anos antes de tomarem o poder. Mas isso não era motivo para se desviarem dos princípios e valores do comunismo.

A revolução socialista tardou 70 anos. E não eclodiu na Alemanha ou na França, mas na Rússia autocrática e atrasada.
O ensinamento de Marx permanece válido. Mas neste inicio do seculo XXI não será necessário esperar tanto tempo.

A vitória final depende das massas como sujeito da História.
A advertência de Rosa Luxemburgo - Socialismo ou Barbárie - não perdeu atualidade. Ou o capitalismo, hegemonizado pelo imperialismo norte-americano, empurra a humanidade para o abismo, ou a luta dos povos o erradica do planeta. A única alternativa será então o socialismo.

Debate dos Presidenciáveis

Que dó!

Tigre Indefeso

Assim é Mole.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Goroto more em Batismo em rio, No Rio Grande do Sul

'Não era a vontade dele', diz mãe de desaparecido durante batismo no RS. 

 Menino de 15 anos participava de celebração evangélica em Restinga Seca. Adolescente foi levado pela correnteza durante ritual no Rio Jacuí. A mãe do jovem de 15 anos que desapareceu enquanto era batizado no Rio Jacuí em Restinga Seca, na Região Central do Rio Grande do Sul, disse que o menino não estava pronto para ser batizado.

Ao lamentar a morte do filho, a mulher, no entanto, afirmou que a Igreja Evangélica Nosso Senhor Jesus Cristo insistiu que o adolescente participasse da cerimônia. “Ele dizia que não estava pronto ainda, não era a vontade dele, mas... insistiu, e ele veio”, lamenta Zenilda Carvalho. 

Segundo testemunhas, o adolescente escapou das mãos de um dos religiosos durante o ritual e foi levado pela correnteza. Desde a última sexta-feira (19), parentes e amigos do adolescente não saem da beira do rio. Com dois barcos, auxiliam o Corpo de Bombeiros nas buscas. “É um local de difícil acesso. Temos aqui muitas árvores submersas, e é uma região de bastante pedras também.

Com certeza não é recomendado para nada, nem para prática de banho”, descreve o tenente Jônatas Gabriel, comandante dos bombeiros de Restinga Seca. O nível do Rio Jacuí estava alto quando um missionário da igreja evangélica Nosso Senhor Jesus Cristo começou o ritual de mergulhar um grupo de sete pessoas na água. Quando chegou a vez do menino, ele foi levado pela forte correnteza. 

A Igreja Evangélica Nosso Senhor Jesus Cristo não quis se manifestar sobre o caso. A Polícia Civil vai investigar o caso. G1