Como a população de rato continua crescendo em algumas partes da Índia, grupos de caçadores de ratos profissionais estão vendo seu negócios com bons olhos. Um rato é torrado para uma refeição na vila Degholdong, no nordeste da Índia, em 14 de março de março de 2010.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Shish-Ke-Rato
Como a população de rato continua crescendo em algumas partes da Índia, grupos de caçadores de ratos profissionais estão vendo seu negócios com bons olhos. Um rato é torrado para uma refeição na vila Degholdong, no nordeste da Índia, em 14 de março de março de 2010.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Três casas de cristãos são incendiadas por extremistas
As três casas pertenciam a Manoj Pradhan, Lankeswar e Sunil Digal, e fica a 3 km da central de polícia (Crf). Testemunhas oculares afirmam que o grupo extremista comemorou a retirada das tropas atacando as casas.
A retirada coincide com o fechamento dos campos de refugiados, e com o apelo do governo de Orissa para que os cristãos se preparem para voltar para seus vilarejos. Hoje, a administração de Kandhamal organizou. Uma reunião pacífica entre os cristãos nos campos e suas comunidades. Fontes afirmam que o incêndio nas casas foi uma tentativa de interromper com o processo.
Sajan K George, presidente do Conselho global de cristãos indianos (GCIC), explica que “Os cristãos de Sirsapanga ainda não retornaram para suas casas, e estão nos campos de refugiados. As pessoas voltarão para suas casas e restabelecerão, então, os cristãos irão para suas casas e farão alguns reparos. A comunidade dominante se opôs à volta dos cristãos, e o incêndio das casas é uma tentativa de controlar nosso povo.”
A situação continua instável. Os proprietários das casas queimadas já prestaram queixa na polícia. Fontes afirmam que o responsável pelo incidente liderou muitos outros ataques a cristãos.
“Os culpados pela violência ainda estão livres. Alguns deles ameaçam nosso povo, dizendo que se não retirarem as queixas, não poderão retornar para suas casas.”
Fonte
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Estado indiano queria criar ratos para alimentar pobres
O projecto era dirigido à comunidade musahar, cujo nome provém da prática tradicional de se alimentar de ratos, embora os seus líderes assegurem que a criação desses animais em viveiros não aliviaria a sua miséria.
O chefe do governo regional, Nitish Kumar, assegurou que o projecto foi abandonado a seu pedido. O projecto visava proporcionar alimentação e uma actividade económica aos musahar, mas despertou fortes protestos da oposição de Bihar e de organizações de apoio social.
A comunidade de intocáveis, também conhecidos como «Dalits», a quem Mahatma Ghandi designou como «harijans» («Filhos de Deus», em hurdu) representa 16 por cento da população indiana, e agrupa pessoas que estão fora do sistema de castas e sofreram discriminações ao longo dos séculos.
Nas zonas rurais os intocáveis vivem normalmente em áreas separadas, bebem de poços diferentes, não podem entrar em templos hindus e não podem misturar-se com comunidades com casta.
Cerca de dois milhões de musahar vivem em condições de pobreza extrema na região de Bihar, e segundo números oficiais só cinco por cento sabem ler e escrever e a maioria é vítima de discriminação.
A par com as quintas de ratos, o governo regional de Bihar tinha anunciado um projecto piloto para incentivar o consumo de carne como parte para melhorar a situação da comunidade musahar.
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