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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Obama Tomando Posse

O desprezo?

Os Brown e os Obama a julgar por essa imagem do presidente E.U. firmemente agarrado a mão Sarah Brown, durante uma noite passada.

A pose incomum foi colhida quando os dois casais antes de entrar num jantar do G20 em Pittsburgh.

O casal não estava desacompanhado, sendo ladeado por Gordon Brown e Michelle Obama.

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Obama de mãos dadas com Sarah Brown, durante uma foto com seus cônjuges antes do jantar do G20 em Pittsburgh na noite passada.

Gordon Brown cumprimenta Michelle Obama antes do jantar.

Os quatro cumprimentou um outro elaborado com abraços e beijos, talvez tentando atenuar as acusações de uma brecha no "relacionamento especial".

Estas demonstrações públicas de afeto veio no final de uma semana em que ambos os lados foram forçados a negar um esfriamento no relacionamento especial na sequência de aparente desprezo de Obama ao Primeiro Ministro.

A viagem do primeiro-ministro para os E.U. tem sido dominada pelas revelações de que a Casa Branca rejeitou cinco pedidos de um encontro com o Presidente.

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Barack e Michelle Obama, Gordon e Sarah Brown, em Pittsburgh

O racha? Obama e Brown atender rapidamente no Conselho de Segurança da ONU - os esforços da <<<span class=
O racha? Obama e Brown também se reuniu brevemente em Conselho de Segurança ontem.

Em uma tentativa de mostrar unidade, juntamente com a exibição de ontem à noite de beijos, Obama e Brown tinha uma coreografia cuidadosamente cuidada no Conselho de Segurança da ONU ontem.

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Os Obama também posou para fotos similar com o presidente francês Nicolas Sarkozy e a mulher Carla Bruni, à esquerda, e o presidente russo, Dmitry Medvedev, e Svetlana mulher, direita.

Eles similarmente colocados com o primeiro-ministro japonês Yukio Hatoyama e esposa Miyuki, esquerda, e o presidente indonésio Susilo Bambang Yudhoyono e esposa Kristiani, direito

terça-feira, 31 de março de 2009

A “grande” reunião do G20 começa no dia 2 de abril

Em Daniel 7:7 nos diz que uma das principais funções da besta de 10 chifres é devastar qualquer país que se opor ao seu governo. Mas antes que isso aconteça, é necessário a criação de uma legislação financeira mundial que deve ser obedecida por todos os países.

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A reunião do G20 marcada para o dia 2 de Abril de 2009 serve para adestrar os líderes mundiais até que eles aprendam a usar as 5 etapas do plano de consulta divino de Baha’u’llah que foi cuidadosamente elaborado para políticos desorientados , onde raramente se chega a uma conclusão.


Ela também serve para que os governantes sejam condicionados a aceitarem futuramente [1] o exército mundial de Bahá’u’llah, liderado pelo Anticristo e seus nove mestres eleitos, como a suposta solução para a especulação financeira mundial.


Notícia: SÃO PAULO - A reunião de cúpula do G20, que ocorrerá na quinta-feira, em Londres, será um dos eventos que deverá chamar mais atenção do mercado nesta semana, mesmo que os analistas não alimentem a expectativa de que grandes decisões sejam tomadas. Isso porque assuntos como novos pacotes de estímulo fiscal e regulação do mercado financeiro serão discutidos.


O jornal britânico “Financial Times” publicou um rascunho do encontro e divulgou que há a expectativa no grupo de projetar a volta do crescimento da economia a partir do final de 2010. Além dessa reunião, a semana trará, principalmente a partir da quarta-feira, importantes dados e anúncios econômicos. Números referentes ao mercado de trabalho, produção industrial e decisão sobre juros estão dentre os destaques.


Na reunião do G20, a Europa questionará a posição soberana do modelo americano, numa discussão inflamada perante a responsabilidade da crise atual. Espera-se, com isso, que o debate traga sinalizações importantes, principalmente para a reformulação do sistema financeiro internacional, afirma, em análise, a corretora Planner.


Hoje, o mercado brasileiro irá conhecer o IGP-M de março. Como esse é o primeiro índice de preços do mês a ser conhecido, os investidores estarão atentos a seu resultado. A expectativa é que o indicador aponte deflação de 0,33%. Haverá também a apresentação do Relatório Trimestral de Inflação, elaborado pelo Banco Central. A agenda norte-americana reserva na quarta uma série de indicadores, com destaque para os gastos com construção, o índice de atividade da indústria e as vendas dos veículos.


Por aqui, o destaque fica com o resultado da produção industrial de fevereiro, a ser divulgado pelo IBGE. Em janeiro, a produção da indústria nacional registrou retração de 17,2% em relação ao mesmo mês de 2008. Foi o pior resultado em 19 anos nessa base de comparação. A produção industrial nacional trará impactos relevantes se fugir do consenso, de queda em torno de 15%, após a queda 17,2% em janeiro. Ao que parece, a recuperação da indústria automobilística pode amenizar a queda, avalia a Planner. O dado de fevereiro pode dar uma mostra melhor do desempenho do PIB no trimestre. Espera-se para hoje o anúncio oficial da prorrogação da redução de IPI para o setor.


Na quinta-feira, as atenções se voltam para a Europa, onde ocorrerá a reunião periódica do BCE (Banco Central Europeu). A expectativa é que a autoridade monetária reduza a taxa básica de juros da região de 1,5% para 1% anuais. Os juros estão em queda pelo mundo, como forma de tentar evitar que a desaceleração econômica se aprofunde. Nos EUA, os juros básicos já estão no piso, oscilando em uma faixa que vai de 0% a 0,25%.


DESEMPREGO


Para fechar a semana, as atenções mais uma vez se concentram nos EUA. Por lá vão ser divulgados os dados do mercado de trabalho.


A expectativa é a de que a taxa de desemprego norte-americana tenha subido de 8,1% para 8,5% em março. O número de fevereiro já representava a mais elevada taxa de desemprego desde 1983. Em 12 meses, o número de pessoas sem trabalho no País havia saltado em 5 milhões. O número total de desempregados já alcançava 12,5 milhões. A reunião do BCE e o encontro de cúpula do G20 podem acrescentar bastante volatilidade e movimentos bruscos para as moedas pelo mundo, avalia Miriam Tavares, diretora de câmbio da corretora AGK.


BID quer US$ 180 bi a mais


MEDELLÍN - A crise financeira global terá consequências desastrosas para as democracias da América Latina e pode levar 12 milhões de pessoas a viverem abaixo da linha de pobreza e colocar em risco a estabilidade política da região, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).


Para enfrentar o problema, o banco reuniu representantes de 48 países no fim de semana em Medellín (Colômbia) com o objetivo de mais que duplicar os recursos para financiar a região. Com capital de US$ 100 bilhões, o BID quer elevar em mais US$ 180 bilhões os recursos para investir em projetos sociais e de infraestrutura na América Latina e no Caribe, segundo o ex-premiê peruano Pedro Pablo Kuczynsky, que coordenou os estudos para o BID com o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci.


O problema é que a capitalização do banco depende do aporte de todos os países-membros. O último aumento de capital do banco aconteceu em 1995 e demorou três anos para ser concretizado.

Só os EUA devem colocar 30% dos recursos, mas ninguém conhece a posição do País. Os participantes queriam obter do secretário americano do Tesouro, Timonthy Geithner, presente à assembleia, o compromisso de aprovar o aporte no Congresso dos EUA. Mas o aval não estava definido.


Segundo o ministro brasileiro do Planejamento, Paulo Bernardo, o BID tem poucos recursos disponíveis para empréstimos neste ano e não terá quase nada para 2010.

O Brasil levou ao BID a proposta de destinar 10% dos recursos para financiar empresas privadas. Companhias brasileiras têm demanda para crédito entre US$ 350 milhões e US$ 400 milhões do BID, a maioria para obras do Programa de Aceleração de Crescimento, mas não há certeza se o banco terá dinheiro, segundo Bernardo. “Se o BID não emprestar, vamos colocar dinheiro do BNDES.”

www.jc.com.br

[1]- http://estudosdafe.wordpress.com/2009/03/19/o-exercito-mundial-de-baha%e2%80%99u%e2

Apocalipsetotal

Advogados RJ