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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Vergonha nenhuma Assumida...

Brasília - O deputado Pedro Novais (PMDB-MA), futuro ministro do Turismo no governo de Dilma Rousseff, anunciou no fim da tarde de ontem que devolveu aos cofres da Câmara o dinheiro usado por ele para pagar um motel em São Luís, no Maranhão.

''O deputado, verificando o erro da inclusão indevida da nota fiscal, pediu que o documento fosse retirado do lote de indenização e ressarciu o valor aos cofres da Câmara. O erro foi corrigido'', disse, em nota, seu chefe de gabinete, Flávio Nóbrega. A nota fiscal não está mais no site da Câmara.

Reportagem do Estado de S.Paulo de ontem revelou que o deputado Pedro Novais pediu à Câmara o ressarcimento de despesa no Motel Caribe, em São Luís (MA). O parlamentar apresentou uma nota fiscal de R$ 2.156,00 do local referente ao mês de junho.

Em nota, ele reafirmou na terça-feira que foi um ''erro'' de sua assessoria e negou que tenha participado de alguma festa no motel. Em entrevista ao Grupo Estado, uma gerente do Caribe afirmou que Pedro Novais reservou uma suíte em junho para uma festa com amigos.

Bonde/folha


quarta-feira, 6 de maio de 2009

Cin­co lu­ga­res que vo­cê não de­ve dei­xar de vi­si­tar

Sous­se, um dos prin­ci­pais bal­neá­rios da Tu­ní­sia, con­ta com be­los re­sorts à bei­ra-mar
Au­tên­ti­ca, a ci­da­de Mah­dia é um pas­seio im­per­dí­vel e apai­xo­nan­te
Gran­de Mes­qui­ta Si­di Ok­ba, em Kai­rouan, foi er­gui­da por vol­ta de 670 d.C.
   Tú­nis - Em ­área, a Tu­ní­sia é me­nor que o Es­ta­do de São Pau­lo. Mas ­suas ri­que­zas cul­tu­rais dei­xam no vi­si­tan­te a jus­ti­fi­cá­vel sen­sa­ção de que o ­país é bem ­maior. Co­nhe­ça al­gu­mas de­las:

Kai­rouan

  Es­tá na lis­ta de ci­da­des sa­gra­das dos mu­çul­ma­nos, de­pois de Me­ca, Me­di­na e Je­ru­sa­lém. Ape­sar dis­so, à pri­mei­ra vis­ta pa­re­ce ape­nas ­mais uma lo­ca­li­da­de tu­ni­sia­na do­ta­da de uma be­la me­di­na – uma das me­lho­res, ­aliás, pa­ra fa­zer com­pras e ­boas fo­tos.

   Vo­cê vai des­co­brir da ­pior for­ma que ela é real­men­te es­pe­cial: às 5 ho­ras, o al­to-fa­lan­te que cha­ma os ­fiéis pa­ra a pri­mei­ra re­za da ma­nhã (o Al­co­rão or­de­na aos mu­çul­ma­nos cin­co ora­ções diá­rias) vai sa­cu­dir seu so­no. Po­de não ser a coi­sa ­mais di­ver­ti­da do mun­do, mas acre­di­te: gra­ças ao ri­tual vo­cê per­ce­be­rá que es­tá, de fa­to, em um lu­gar sa­gra­do.

   A Gran­de Mes­qui­ta Si­di Ok­ba, a prin­ci­pal da ci­da­de, é tão im­por­tan­te que, pa­ra os mu­çul­ma­nos, se­te pe­re­gri­na­ções a ela equi­va­lem a uma a Me­ca. Cen­tro de en­si­na­men­tos do is­lã, foi er­gui­da na épo­ca da fun­da­ção de Kai­rouan, por vol­ta de 670 d.C., e re­cons­truí­da e am­plia­da ao lon­go dos ­anos. Ape­nas mu­çul­ma­nos po­dem en­trar no re­cin­to de ora­ções, mas é pos­sí­vel ob­ser­var as sa­las do am­plo pá­tio cen­tral.

Sous­se

  Um dos prin­ci­pais bal­neá­rios da Tu­ní­sia, Sous­se con­ta com re­sorts all in­clu­si­ve à bei­ra-mar. Mo­der­na e tu­rís­ti­ca, tem até ca­sas no­tur­nas, fre­quen­ta­das ­mais por eu­ro­peus que pe­los lo­cais. Pa­ra ­quem não aguen­ta ­mais re­ga­tear com os ven­de­do­res, há mui­tas lo­jas de pre­ço fi­xo. Re­ser­ve ao me­nos um jan­tar na ma­ri­na (­Port El Kan­taoui), re­ple­ta de lo­jas char­mo­sas e óti­mos res­tau­ran­tes.

Mo­nas­tir

Uma bo­ni­ta or­la cir­cun­da Mo­nas­tir, ci­da­de-na­tal do pre­si­den­te Ha­bib Bour­gui­ba, o res­pon­sá­vel pe­lo pro­ces­so de aber­tu­ra po­lí­ti­ca do ­país. Ado­ra­do até ho­je, o pre­si­den­te es­tá se­pul­ta­do em um sun­tuo­so mau­so­léu cons­truí­do sob seu pró­prio co­man­do. As fa­mí­lias le­vam as crian­ças pa­ra co­nhe­cer o le­ga­do do pre­si­den­te, nu­ma de­mons­tra­ção de afe­to se­me­lhan­te à de­di­ca­da aos mo­nar­cas.

  Co­mo boa par­te das ci­da­des tu­ni­sia­nas, Mo­nas­tir tam­bém tem seu le­ga­do his­tó­ri­co. O Ri­bat de Har­thou­ma, lo­cal on­de o gru­po ­Monty ­Python fil­mou ‘‘A Vi­da de ­Bryan’’ (1979), é um dos des­ta­ques. Da for­ta­le­za, cons­truí­da no ano 796, tem-se uma be­la vis­ta da cos­ta e do cen­tro da ci­da­de.

Mah­dia

   Es­que­ça a at­mos­fe­ra tu­rís­ti­ca que vo­cê viu em ou­tras lo­ca­li­da­des li­to­râ­neas. Mah­dia é au­tên­ti­ca e, por is­so, apai­xo­nan­te. É pos­sí­vel vi­si­tá-la de ­trem a par­tir de Sous­se – ou­tra ex­pe­riên­cia in­te­res­san­te pa­ra os ­mais aven­tu­rei­ros –, mas fi­que aten­to aos ho­rá­rios de che­ga­da e de par­ti­da das com­po­si­ções.

   O que ­mais in­tri­ga em Mah­dia é co­mo a es­pe­cu­la­ção imo­bi­liá­ria não a atin­giu. A me­lhor vis­ta da ci­da­de, à bei­ra-mar, é a do ce­mi­té­rio mu­çul­ma­no, de tum­bas bran­cas, que des­cem a co­li­na até qua­se en­cos­tar no Me­di­ter­râ­neo. Po­de pa­re­cer té­tri­co, mas acre­di­te: o ce­ná­rio é in­crí­vel. O to­que fi­nal fi­ca por con­ta do cam­pi­nho de fu­te­bol, ao fun­do, emol­du­ra­do pe­lo res­quí­cio de um por­to pú­ni­co.

Sfax

  A se­gun­da ­maior ci­da­de da Tu­ní­sia tem uma das ­mais pre­ser­va­das me­di­nas do ­país, cu­jas mu­ra­lhas co­me­ça­ram a ser er­gui­das no sé­cu­lo 9. Den­tro, um ema­ra­nha­do de ­ruas e co­mer­cian­tes, que ven­dem de pei­xes, car­nes e es­pe­cia­rias a ­jeans e ócu­los es­cu­ros, cui­da­do­sa­men­te fal­si­fi­ca­dos com a mar­ca Dol­ce & Gab­ba­na.

   Uma es­pé­cie de fei­ra li­vre, por as­sim di­zer. Cui­da­do com as ca­ne­las: vez ou ou­tra, os fei­ran­tes pas­sam apres­sa­dos com ­seus car­ri­nhos. ­Eles gri­tam, avi­sam que vão pas­sar, mas se vo­cê se dis­trair a trom­ba­da é cer­ta.­

Fonte

quinta-feira, 19 de março de 2009

Turismo de luxo...na favela

Uma das favelas no Rio de Janeiro prepara-se para mudar radicalmente. No cimo do morro da favela do Vidigal vai nascer um empreendimento de luxo para turistas. Afinal, as favelas do Rio de Janeiro são as que têm a melhor vista do mundo.

A ideia é do alemão Rolf Glaser que pretende construir 10 vilas de luxo. os turistas vão poder desfrutar da vista única da cidade maravilhosa e ao mesmo deslumbrarem-se com «o verdadeiro» sabor do Rio de Janeiro.

Filmes como Tropa de Elite e a Cidade dos Anjos mostram ao mundo a imagem do quotidiano sangrento e miserável das favelas. O projecto de Glaser pretende também mudar essa imagem.

IOL