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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Extraordinária intervenção divina

Quando um furacão ataca, quatro séculos de história da imprensa passam diante dos meus olhos.

Os jornalistas adoram eventos incomuns: Notícias como "Homem morde cachorro" são sensação. Então, como é que os repórteres reagiram a uma surpresa que ocorreu na cidade de Minneapolis no mês passado?

Fatos: Uma assembléia da Igreja Evangélica Luterana nos Estados Unidos (conhecida pela sigla ELCA) aprovou em votação a ordenação pastoral de homossexuais praticantes no mês passado. A meteorologia havia indicado que não estava para ocorrer nenhuma tempestade pesada. Além disso, nenhum furacão havia atingido o centro da cidade de Minneapolis por um longo tempo - pelo menos, por 90 anos, de acordo com um arquivista. Apesar disso, quando os líderes luteranos se reuniram, um furacão danificou o teto do centro de convenções de Minneapolis onde eles estavam reunidos e derrubou a cruz da igreja ao lado, que era a anfitriã do evento.

Nos dias seguintes, li uma variedade de relatos sobre o evento. Eis uma pesquisa rápida da cobertura, desde a direita (certeza da ação justa de Deus) até a esquerda (qualquer menção de furacão tem de ser omitida, pois é certo que qualquer deus que exista não agiria dessa forma):

* John Piper, pastor e escritor de Minneapolis, fez uma análise da notícia com base na Bíblia, no padrão do jornalismo do século XVII. (Em 1681 uma reunião geral de pastores de Massachusetts exortou cuidadosa cobertura de "conhecidas providências [ou eventos]", inclusive "juízos divinos, tempestades, inundações, terremotos e raios como incomuns...") Citando a análise que Cristo fez da queda fatal da torre de Siloé (Lucas 13), Piper escreveu que "o furacão em Minneapolis foi um aviso gentil mas firme para a ELCA e todos nós: Arrependam-se da aprovação ao pecado. Arrependam-se da promoção de condutas que levam à destruição... Regozijem-se no perdão da cruz de Cristo e seu poder para transformar pecadores esquerdistas e direitistas".

* Uwe Siemon-Netto, blogueiro e ex-editor de assuntos religiosos da UPI, disse que a assembléia da ELCA foi "vergonhosa", mas não concluiu de forma absoluta que Deus enviou o furacão. Ele escreveu: "Não consegui deixar de sorrir: Isso foi realmente algo do estilo do Antigo Testamento: Deus às vezes usa a natureza para falar diretamente sobre um assunto. É claro que teremos de crer nessas coisas a fim de entender suas conseqüências. Se por outro lado aceitarmos as verdades da Bíblia só seletivamente, como fez a maior parte dos líderes luteranos em Minneapolis, então esse incidente poderia ter sido apenas uma ocorrência casual - sabe: tão casual quanto o início do universo".

* O jornal The Philadelphia Inquirer noticiou o evento e fez uma interpretação, com um toque negativo com a palavra "até": "Alguns conservadores até viram sinais de ira divina quando um furacão atingiu o Centro de Convenções de Minneapolis horas antes da votação". A Associated Press também noticiou o incidente, mas de um modo mordaz: "Era inevitável que se fizessem algumas piadas sobre a ira de Deus. 'Estamos confiantes de que o quadro meteorológico não seja indício de que Alguém esteja querendo dizer algo sobre o que estamos fazendo', disse o Rev. Steven Loy, que estava ajudando a supervisionar a assembléia".

* O jornal Minneapolis Star Tribune noticiou o furacão, mas fez pouco caso: "De forma geral, a tempestade passou despercebida dos 2.000 luteranos envolvidos". (Humm... Julia Duin do jornal Washington Times comentou que "dentro do centro, o Bispo Mark Hanson, presidente da ELCA, leu o Salmo 121 - que fala sobre o cuidado e amor de Deus - para a tensa assembléia".) O jornal The New York Times deu a opinião da extrema esquerda: Omitiu completamente toda menção do furacão, muito embora tenha publicado dois artigos totalizando 1.462 palavras e concluído o segundo com palavras de um pastor luterano a favor ordenação de pastores gays: "Vamos parar de deixar as pessoas para trás e vamos ser a família que Deus está nos chamando para ser".

Em que posição você estaria nessa variedade de opiniões? Onde é que estou? Piper está certo: Deus controla os ventos. Portanto, qualquer furacão é um aviso para todos nós de que não controlamos nem mesmo a hora seguinte de nossas vidas. Mas precisamos ser cautelosos antes de citar ataques ou ausências de furacões como provas de que Deus está de forma específica favorecendo o não. Os pastores episcopais que aprovam o pecado não deveriam descansar tranqüilos só porque suas assembléias não estão sendo atingidas por furacões. Na revista WorldNew York Times, que ignora as extraordinárias intervenções divinas. evitamos declarar como fato aquilo que não pode ser provado a partir da Bíblia ou de observação cuidadosa, mas não seguimos o New York Times, que ignora as extraordinárias intervenções divinas.

O fato de que o furacão que atingiu Minneapolis não tenha matado ou ferido seriamente ninguém é mais um exemplo da miraculosa misericórdia e persistente paciência de Deus. A Bíblia avisa a todos nós, de modo que não precisamos de furacões - mas às vezes precisamos. Obrigado, Deus, por não nos dar o que merecemos. Ajude mais de nós a nos apegarmos a Cristo de forma que não colhamos furacões, nesta vida ou na próxima.

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sábado, 29 de agosto de 2009

Negociata com políticos “evangélicos” facilita a aprovação da concordata do Vaticano

bancada evangélica

Resumo da notícia: Brasília – A Câmara dos Deputados aprovou há pouco projeto de decreto legislativo que aprova o acordo internacional entre o Brasil e o Vaticano que trata do estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil. O acordo foi assinado em 2008. O documento conta com 20 artigos, que na maior parte dos casos, consolida os procedimentos que já estão sendo aplicados, dando à Igreja Católica a segurança de que serão mantidos no futuro. A matéria segue agora ao Senado Federal para apreciação.

Para permitir a votação, os líderes partidários tiveram que fechar acordo com os evangélicos no sentido de aprovar um projeto de lei do deputado George Hilton (PP-MG), que é evangélico. O projeto dispõe sobre as garantias e direitos fundamentais ao livre exercício da crença e dos cultos religiosos. (Agência Brasil)

Aqui fica uma pergunta…Qual a diferença dos políticos tradicionais para os políticos “evangélicos”? Ora, nenhuma! Os políticos “evangélicos” são tão corruptos como os demais. Segundo a teoria de política geral, eles deveriam ser os representantes do povo, mas as suas metas são bem diferentes.

A bancada dita evangélica na câmara dos deputados apenas defendem interesses próprios e de suas denominações, ou seja, apenas querem ficar mais ricos:

Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. (I Timóteo 6:9)

A concordata do Vaticano começou a tramitar em 2007 sendo assinada pelo atual presidente em 2008, mas somente na última hora alguns políticos “evangélicos” tentaram de forma inútil recolher assinaturas contra esse estatuto poderoso. Nossos nobres deputados foram vencidos pela preguiça de se informar, a luxuria e a vida fácil que um alto salário pode proporcionar:

Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; (Apocalipse 3 : 17)

As principais igrejas que controlam a mídia como: A IURD e sua Rede Record, a Igreja Internacional da Graça com sua RIT TV e Igreja Mundial do Poder de DEUS (que fica 22 horas no ar com sua programação irritante) nem se quer falaram algo sobre as concordatas. O motivo é simples nenhuma dessas igrejas poderosas está disposta a perder suas barganhas políticas e a concessão de transmissão da sua grade de programação que nada se difere da mídia globalista , pois elas apresentam as mesmas notícias fabricadas e tendenciosas.

Para tentar arrancar algum benefício com as concordas, o deputado George Hilton criou uma cópia muito mal feita desse documento (talvez ele deveria fazer uma catequese básica com os Cardeais Católicos para melhorar) que visa apenas alguns direitos já garantidos por constituição.

Goerge Hilton esqueceu que o Papa possui três faces e não apenas uma. Ele pode usar a Igreja Católica Romana para se apresentar um líder religioso mundial, a Santa Sé como um monarca absolutista e o Estado do Vaticano como chefe de Estado. Isso dá poderes jamais vistos ao Papa através das concordatas, pois ele pode alternar na hora que bem quiser entre essas instituições.

Por exemplo: A Santa Sé possuir status único de observadora na ONU, mas para que ela possa criar suas concordatas é necessário que seja um estado, nesse caso a Santa Sé usa o Estado do Vaticano. Isso faz com que o Papa mude de personalidade três vezes para colocar seus planos em prática.

Na primeira parte ele se apresenta como legislador internacional usando a Santa Sé dentro da ONU . Para implantar o seu estatuto criado pela Santa Sé, o Papa se apresenta como Chefe do Estado do Vaticano, foi isso que ele fez quando veio ao Brasil em 2008, e para manipular as massas se apresenta como o supremo pontífice da Igreja lendo uma das suas diversas e sonolentas liturgias transmitidas por todos os canais de TV.

O status de observador da ONU dificilmente será dado a qualquer outra instituição religiosa ( É importante lembrar que um acordo internacional está livre da tradicional barganha política via Câmara dos Deputados e Senado Federal), pois esse poder de transformar a Santa Sé em observadora da ONU foi dada por Baha’u’llah em sua Epístola Lawh in Pap, escrita durante o século 19, que escolhe o Papa como líder supremo de todas as religiões.

Mas a bancada supostamente evangélica também facilitou as coisas para a aprovação da Concordata criando o – Dia Nacional do Evangélico – que deveria se chamar dia Nacional da vergonha evangélica, pois a concordata passou graças a essas trocas de favores também.

O dia nacional do evangélico criado pelo deputado Cleber Verde do PRB- MA visa apenas o interesse nos 20,3 % de evangélicos, segundo os dados do IBGE, que movimenta uma boa fatia de venda dos produtos chamados goslpel (assim fica mais americanizado e “babilonizado”) como: macarrão, refrigerante, passagens áreas, cartão de crédito, livros, CDs, DVDs, camisetas e muitas outras formas de mecanismo de avareza:

E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita. (II Pedro 2 : 3)

É de conhecimento que a Santa Sé é uma instituição poderosa e que facilmente pode derrotar uma minúscula bancada evangélica (ainda mais corrupta como essa), mas nossos políticos deveriam lutar de forma limpa, representando o povo, obedecendo a palavra de DEUS e não se venderem por migalhas de forma tardia como fizeram na câmara escandalizando o caminho da verdade para todos aqueles que não conhecem.

Porque, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós. (Romanos 2 : 24)

Referência:

http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=399108

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/08/26/materia.2009-08-26.2620048800/view

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/mastop_publish//?tac=536

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