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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Uma dança para os banqueiros

Palco de algumas das maiores roubalheiras do mundo, mas também é terra de pessoas movidas pelas emoções.

Quando essas emoções assumem a razão da forma apropriada, eis que surge a força que move a transformação.

E foi na Espanha que pessoas resolveram expressar sua opinião e também se fazerem notar, para que os controladores do sistema saibam que sua bancarrota está mais próxima do que imaginam.

O vídeo abaixo foi gravado na sede dentro do banco mais corrupto do mundo, o Santander. Poderíamos fazer o mesmo por aqui.


Nós dançamos é fora mesmo...


Via: Eco


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Swatch fechou contas no UBS e no Crédit Suisse

O patrão do maior grupo relojoeiro suíço, Nicolas Ayek, revelou que o Grupo Swatch retirou boa parte dos depósitos em dinheiro que tinha nos dois maiores bancos suíços.

“Por causa de banqueiros cretinos e desonestos, corríamos o risco de perder bilhões”, declarou Ayek, em seu tom habitualmente franco e polêmico, ao jornal econômico suíço Agefi.

“Se o UBS e o Crédit Suisse falissem, perderíamos vários bilhões de francos suíços”, explica Ayek, acrescentando que os depósitos em dinheiro foram repartidos entre vários bancos estaduais e os correios. “Compramos até ouro”, precisou Ayek. Ele diz ainda que ficou com medo da dimensão da crise.

Acerca das reservas em dinheiro vivo, o patrão da Swatch afirmou que o grupo não investe para ganhar 3, 5% ou 10% em outros papéis, mas sim manter as reservas para investir em suas próprias empresas. Ele considera que é necessário redimensionar os dois grandes bancos, para “diminuir sua dominação sobre a economia real.”

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