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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cataclismo financeiro, em poucas palavras

Os Estados Unidos, ainda está mergulhado na Grande Recessão, mas os responsáveis pela bagunça tomaram para si um prêmio recorde de US $ 144,000 milhões, pela alta de compensação e benefícios para 2010.

É muito simples em apenas um minuto e meio.

Onde estamos e como chegamos lá:

1. Bancos (com líderes de torcida e dinheiro da família de propriedade privada Fed) preços das casas inflacionados, empréstimos insano para qualquer comprador que estivesse respirarando.

2. O inevitável aconteceu e as pessoas acordaram com uma conta de uma casa de madeira compensada em um pântano na Flórida, que não vale nada.

3. Os banqueiros têm suas taxas e, agora, os devedores tem que se dobrar ante eles, quer eles queiram ou não.

4. Para garantir que o bancos de Wall Street sejam pagos, o governo dos EUA socorreu a AIG assegurado que centenas de bilhões de dólares de um empréstimo criado fraudulentamente em pacotes que foram vendidos aos investidores em todo o mundo, sejam recebidos.

5. Trilhões de dólares estão a ser vaporizado como nós falamos e os banqueiro-criminosos responsáveis não estão sendo responsabilizados.

Vídeo para refletir.



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sábado, 27 de junho de 2009

Reunião sobre crise financeira da ONU termina dividida e sem rumo

Resumo: Mais uma vez a consulta divina multilateral não chega a nenhum resultado prático. O governo iluminista dos EUA (Ap 17:4) não aceita o futuro sistema bahaista da Assembléia Geral da ONU (Ap 17:16) como fórum mundial (Habacuque 2:5). Muitos países (como o Irã), organizações não governamentais e sindicados ficaram de fora. Por outro lado, a conferência foi um passo para uma maior participação da ONU e do ECOSOC, onde a comunidade Bahá’i presta consultoria e poderá cuidar da espiritualização dos governantes: “A Ordem Mundial de Bahá’u'lláh liberou estas forças e continuará, em Sua sabedoria inescrutável e por seu poder onipotente, a moldar e dirigir o curso deles para a glória, a emancipação final, e o reconhecimento absoluto de Sua Fé.” (Shoghi Effendi- A Ordem Mundial de Bahá’u’llah)

Notícia:

Encontro da ONU pede reforma financeira; EUA criticam

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) – Um encontro da ONU sobre a crise financeira mundial adotou nesta terça-feira propostas de reforma do sistema financeiro mundial, mas os Estados Unidos disseram que a entidade não tem autoridade para ordenar mudanças.

Depois de meses de negociações, mais de 140 países-membros da Assembléia Geral da ONU aprovaram por consenso uma resolução de 15 páginas repleta de generalidades, mas que inclui um chamado pelo aumento do envolvimento da ONU na elaboração de políticas econômicas globais.

“Hoje estabelecemos nosso consenso mundial sobre as respostas à crise, priorizamos as ações necessárias e definimos um papel claro para as Nações Unidas”, diz o texto.

“Estamos fazendo isso no interesse de todas as nações para alcançar um desenvolvimento mais inclusivo, equilibrado, justo e orientado para o desenvolvimento, e para o desenvolvimento econômico sustentável que ajude a superar a pobreza e desigualdade”, assinala a resolução.

Como era esperado, um membro da delegação norte-americana leu um comunicado no qual os EUA se distanciam de trechos do documento, incluindo os referentes a medidas para reforma dos órgãos financeiros como Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial.

“Nosso firme ponto de vista é que a ONU não tem a perícia ou o mandato para servir como fórum para diálogo significativo ou apontar direção em questões como sistema de reservas e as instituições financeiras internacionais”, disse o enviado dos EUA John Sammis no encontro.

Entre outros pontos, a resolução pede maior representação de países em desenvolvimento e maior equilíbrio entre os sexos no FMI e Banco Mundial.

A resolução diz que alguns países solicitaram um “sistema de reservas mais eficiente”. O texto também pede novos estudos sobre a possibilidade de substituição do dólar norte-americano pelos Direitos Especiais de Saque do FMI (SDRs) como a unidade principal de reserva monetária. Tanto a Rússia como a China deram apoio à proposta de uso dos SDRs como reservas.

Sammis rejeitou a ideia de que a conferência de três dias tenha dado um mandato à ONU para consertar o sistema financeiro e instituições como o FMI e Banco Mundial.

“As instituições financeiras internacionais têm estruturas de governo…que são independentes das Nações Unidas” e somente poderiam ser modificadas por seus conselhos de governança e acionistas, disse ele.

“DEFICIÊNCIAS”

Diplomatas do grupo dos 77, que reúne países em desenvolvimento, se queixaram de que o documento final é decepcionante, mas disseram ser positivo o fato de tratar de todos os assuntos essenciais.

O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, declarou a repórteres que a resolução provou ser “possível para as Nações Unidas, para seus 192 países, ter uma discussão séria e racional sobre a crise internacional”.

Um delegado venezuelano afirmou no encontro que a resolução tem “grandes deficiências”, acima de tudo seu fracasso em determinar um papel preciso para a ONU na economia mundial.

Organizações não-governamentais que se concentram no combate à pobreza no mundo apoiaram a ideia de maior envolvimento da ONU na economia global, mas disseram que a declaração é inadequada.

O Global Social Economy Group (ou GSEG), uma organização que representa mais de 200 sindicatos, movimentos sociais e ONGs, afirmou em um comunicado que está “seriamente desapontado com o documento final produzido pelo evento”.

O GSEG disse que a declaração é pouco mais do que um apelo, sem a obrigatoriedade de ser cumprido, por medidas de estimulo fiscal mais fortes no mundo, efetivação das promessas de ajuda, alívio de dívidas e novas doações a países pobres.

Embora o encontro tenha sido chamado de cúpula, nenhum líder ocidental compareceu. Menos de uma dezena de presidentes e primeiros-ministros, na maioria latino-americanos e caribenhos, estiveram presentes. Os outros países enviaram delegados.

http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE55P0MQ20090626?pageNumber=3&virtualBrandChannel=0

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Assembléia geral da ONU realizará discussão história sobre a crise financeira em junho

A cidade de Nova York, que foi escolhida por Baha’u’llah (Ap 17:8) para ser o parlamento mundial (Ap 13:1); do qual o seu filho Abdu’l’bahá criou os alicerces e “abençoou” finalmente se prepara para uma reunião histórica.

“Sua entrada portuária, suas pontes, prédios e largas avenidas são magníficos e belos. É realmente uma cidade maravilhosa. Como Nova Iorque teve todo esse progresso na civilização material, espero que também progrida espiritualmente no Reino e no Convênio(…)que esta cidade se torne a cidade do amor e daqui as fragrâncias de Deus sejam difundidas para todas as partes do mundo. Eu vim para isso. Rezo para que vós sejais as manifestações do amor de Bahá’u'llá…”(A paz universal- 11 DE ABRIL DE 1912 Palestra de Abdu’l’Bahá na Residência do sr. e sra. Edward B. Kinney Avenida West End, 780, Nova Iorque)

Crise econômica e financeira em discussão na ONU em junho de 2009

A cúpula, promovida pelas Nações Unidas para discutir a crise financeira mundial, é “oportuna e histórica”, afirma o Presidente da Assembléia Geral, Miguel D’Escoto.

“A presença de todos os representantes dos Estados-Membros é indispensável para que o encontro consiga atingir todo o seu potencial. Acredito sinceramente que se trata de uma oportunidade única que o mundo não pode deixar passar”.

Ele enfatizou que durante a Conferência de Alto Nível sobre a Crise Econômica e Financeira Mundial e seu Impacto no Desenvolvimento – que acontece entre 1º e 3 de junho – será produzido um documento que vai refletir o desejo dos Estados-Membros. “É preciso falar para as centenas de milhares de pessoas em todo o mundo que não existe nenhum outro fórum onde se possa expressar suas concepções, ainda que frequentemente existam divergências”.

“Tenho esperanças que seremos um instrumento para trazer tranquilidade para o mundo no meio de tanta ansiedade causada por diversas crises, mas principalmente pelo tumulto financeiro e econômico”, disse D’Escoto. ( http://rio.unic.org/index.php?option=com_content&task=view&id=1796&Itemid=73 )

Fonte