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sábado, 25 de dezembro de 2010

Pesquisadores desenvolvem reator que converte luz solar em combustível líquido

Oreator usa a luz solar para produzir hidrogênio e monóxido de carbono.

Um protótipo de gerador que pode transformar a luz do sol em combustível foi demonstrado com sucesso em laboratório por pesquisadores dos Estados Unidos e da Suíça.

Em um processo semelhante à fotossíntese, a máquina usa raios solares e o metal cério para quebrar as moléculas de dióxido de carbono ou água e transformá-las em combustíveis líquidos que podem ser armazenados e transportados.

A pesquisa, que foi publicada na revista Science, explica que o novo dispositivo é diferente dos painéis fotovoltaicos (que aproveitam a luz para gerar energia) normais.

Os painéis fotovoltáicos convencionais só podem usar a eletricidade que geram no mesmo local em que estão instalados e não conseguem gerar combustível à noite.

O novo reator de energia solar, no entanto, consegue gerar combustível que pode ser armazenado e transportado. E também poderia continuar funcionando no fim do dia.

Modelo

A máquina tem uma janela feita de quartzo e uma cavidade que concentra a luz do sol e a direciona para um cilindro revestido com óxido de cério, um metal de terra rara.

O cério tem uma propensão natural a liberar oxigênio quando aquece e absorvê-lo quando esfria.

Depois que o metal é aquecido pela luz do sol, dióxido de carbono ou água são bombeados para dentro do recipiente.

O cério retira o oxigênio presente nestes elementos enquanto esfria, em uma reação química que cria monóxido de carbono ou hidrogênio.

O hidrogênio produzido pode ser usado para abastecer células de hidrogênio em carros, enquanto a combinação de hidrogênio e monóxido de carbono pode ser usada para criar uma espécie de "gasolina sintética.

Segundo os inventores do reator solar, o aproveitamento das propriedades do cério é o grande avanço científico da pesquisa.

Por ser o metal de terra rara mais abundante que há, o cério torna a fabricação do dispositivo mais barata e sua produção mais viável.


Melhorias

No entanto, os pesquisadores dizem que o protótipo ainda é ineficiente, já que o combustível criado aproveita somente entre 0,7% e 0,8% da energia solar que entra no recipiente.

A maior parte da energia é perdida pela parede do reator ou pelo desvio da luz solar para fora do aparelho, através da abertura.

Mas eles acreditam que a eficiência pode chegar a 19% com melhor isolamento de calor e redução da abertura.

Nesse momento, a máquina já poderia ser produzida comercialmente, segundo a professora Sossina Haile do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, que chefiou a pesquisa.

"A química do material é perfeita para este processo", diz.

Ela afirma que o reator pode ser usado para criar combustíveis para transporte ou ser adotado em usinas de energia, onde o combustível criado com energia solar poderia ficar disponível também à noite.

No entanto, ela acredita que o destino deste e de outros dispositivos em desenvolvimento dependerá de os países adotarem uma política de baixo carbono.

"Se tivéssemos uma política de baixo carbono, uma pesquisa desse tipo avançaria muito mais rapidamente", disse ela à BBC.

Fotossíntese

Foi sugerido que o dispositivo imita as plantas, que também usam dióxido de carbono, água e luz do sol para criar energia como parte do processo de fotossíntese, mas a professora Haile diz que a analogia é muito simplista.

"No sentido mais genérico, há semelhanças, mas elas acabam por aí", afirmou.

Daniel Davies, o chefe de tecnologia da companhia fotovoltaica britânica Solar Century, envolvida na pesquisa, diz que o processo foi "muito empolgante".

"
Acho que a pergunta é onde colocá-lo. Você colocaria seu reator solar no telhado ou seria melhor mantê-lo como uma grande indústria no deserto do Saara e transportar o combustível por navios?", disse.

Haile acredita que um reator no telhado poderia produzir até aproximadamente 14 litros de combustível por dia.

Apesar do rápido avanço de dispositivos de energia solar, a eficiência, a economia e o armazenamento destes dispositivos ainda são problemas.

outra tentativa de contorná-lo são as usinas solares de nova geração, que foram construídas na Espanha e nos Estados Unidos.

Elas utilizam um conjunto de espelhos para concentrar a luz solar em receptores em forma de torres. A luz do sol que entra nas torres movimenta turbinas a vapor.

Um novo projeto espanhol usará sais derretidos para armazenar o calor do sol por até 15 horas, para que a usina possa potencialmente operar à noite

BBC Beasil

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Atividade Solar - Vídeo - Fantástico


Em fevereiro, 2010, a Nasa lançou o telescópio espacial Solar Dynamics Observatory, que dizem que vai se tornar tão importante para o estudo do Sol quanto o Hubble foi às estrelas distantes. 1,5 terrabytes por dia estão sendo entregues para a NASA, e as imagens são fantásticas.

Solar espetacular: novo da NASA Solar Dynamics Observatory  apresentou uma série de novas imagens espectaculares do Sol

Ring of fire: Conhecida como a 'erupção destaque, este é um loop de gás aquecido a uma temperatura extremamente elevada. Campos magnéticos na superfície do Sol é a causa do gás Esta imagem foi captada pelo satélite em 30 de março

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Imagens Impressionantes do sol.

Objetos estranhos (por hora) ao redor do sol, as fotos são de 28.02.2010, podemos ver claramente, objetos saindo do sol para o espaço e do espaço para o sol. Impressionantes onde os humanos já chegaram!!! Vejam que as imagens são de hoje, 28.02.2010


terça-feira, 21 de abril de 2009

Sol enfraquecido

O sol passa por um de seus períodos mais quietos por quase um século, praticamente sem manchas solares (explosões na atmosfera solar) e emitindo poucas chamas.

A observação da estrela mais próxima da Terra está intrigando os astrônomos, que estão prestes a estudar novas imagens do sol captadas no espaço na Reunião Nacional de Astronomia do Reino Unido.

O sol normalmente passa por ciclos de atividade de 11 anos. Em seu pico, ele tem uma atmosfera efervescente que lança chamas e "pedaços" gasosos super quentes do tamanho de pequenos planetas. Depois deste pico, o astro normalmente passa por um período de calmaria.

Em meados do século 17, um período de calmaria - conhecido como Maunder Minimum - durou 70 anos, provocando uma "mini era do gelo".

Por isso, alguns especialistas sugeriram que um esfriamento semelhante do sol poderia compensar os efeitos das mudanças climáticas.

Mas segundo o professor Richard Harrison, do Rutherford Appleton Laboratory, o atual período de baixa atividade do sol poderá durar pouco.

"Não sabemos até quando esse período vai durar. Pode ser que amanhã o sol já fique mais ativo, não temos como saber," diz Harrison.

Há evidências que mostram que o sol está enfraquecendo desde 1985, mas isso não ajudou a baixar as temperaturas causadas pelo aquecimento global.

Fonte


domingo, 15 de fevereiro de 2009

O primeiro celular a energia solar

A Samsung vai apresentar, na próxima semana, o primeiro celular com tela táctil que funciona apenas com energia solar.

Samsung «Blue Earth»

O Blue Earth pode ser carregado em apenas uma hora, com um painel solar colocado na traseira do aparelho. A duração da bateria será igual à de qualquer outro celular.

A capa do telefone é feita de plástico reciclado de garrafas de água, reduzindo assim o consumo de combustível e as emissões de dióxido de carbono do processo de produção.

O novo celularl da Samsung terá ainda uma opção Eco mode, que permitirá um consumo de energia muito reduzido.

Outra das novidades é a função Eco walk, um medidor de passos que o dono vai dando enquanto caminha, permitindo calcular as emissões de CO2 que está deixando de produzir.

O Blue Earth é o resultado de uma política ecológica seguida pela empresa, sendo que até a embalagem é feita de papel reciclado.

Fonte