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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Primeiro eclipse solar de 2011 será nesta terça-feira

RIO - O primeiro eclipse solar de 2011 poderá ser visto nesta terça-feira da Europa, do Norte daÁfrica e da Ásia Central.

O eclipse será parcial e poderá ser observado primeiro por volta das 6h40m no norte da Argélia (4h40m de Brasília) para depois se deslocar para o leste e ser visto na Europa durante a manhã.

O eclipse também poderá ser visto na cidade do Cairo, em Jerusalém, Istambul e Teerã, antes de desaparecer às 11h (9h de Brasília). Em seguida, será visto na Rússia, no Cazaquistão, na Mongólia e no noroeste da China, onde poderá ser observado no pôr-do-sol.

O próximo eclipse solar será total e acontecerá em 13 de novembro de 2012, podendo ser visto na Austrália, na Nova Zelândia, no Oceano Pacífico e na América do Sul.


O globo

domingo, 30 de agosto de 2009

Finalmente o Lançamento da Discovery

O ônibus espacial Discovery finalmente foi lançado em órbita ontem à noite para a sua missão à Estação Espacial Internacional.

Ele decolou do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, com sete astronautas a bordo um minuto antes da meia-noite local.

Foi a terceira tentativa de lançamento do ônibus espacial depois do mau tempo e problemas técnicos esforços paralisadas no início da semana.

Third time lucky: The space shuttle Discovery lifts off from the Kennedy Space Centre in Florida for its 13-day mission to the International Space Station

Veja o Vídeo



Fonte

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Está provado: Os extraterrestres existem (vídeo)


Edgar Mitchell, antigo astronauta da NASA, que já esteve na Lua, garante que os extraterrestres existem e que durante a sua carreira teve conhecimento de várias visitas de OVNI ao planeta Terra, todas elas escondidas, noticia o jornal inglês «The Telegraph».

OVNI

O homem de 77 anos, membro da tripulação do «Apollo 14» afirmou que fontes da agência espacial descrevem os alienígenas como «pessoas pequenas que a nós nos parecem estranhas».

Em entrevista para a rádio «Kerrang» revelou que a tecnologia humana «não é nem um pouco tão sofisticada» como a dos alegados visitantes. Alertou ainda para o facto de serem hostis, mas que «a esta altura já foram embora».

O antigo astronauta acredita que «não há dúvidas de que existe vida no universo. Nós não estamos de todo sozinhos. Estou certo disso». Edgar Mitchell considera-se «privilegiado por saber que já fomos visitados por extraterrestres no nosso planeta. O fenómeno dos OVNI é real».

O motivo para a generalidade das pessoas não estar ciente daquilo que o astronauta acredita ser uma realidade deve-se ao facto de «ter sido abafado por todos os governos nos últimos 60 anos», no entanto «lentamente foram existindo algumas fugas de informação e alguns de nós fomos privilegiados por termos sido informados sobre esse facto».

Edgar Mitchell conta que esteve «nas reuniões dos serviços secretos militares» e sublinha que «fomos visitados».

A NASA reagiu prontamente e afirmou que a organização «não vigia OVNI. A NASA não está envolvida em nenhuma espécie de camuflagem acerca da existência de vida extraterrestre neste planeta ou noutro sítio qualquer do Universo».

Fonte
Contador de visitas


terça-feira, 21 de abril de 2009

Descoberto planeta com tamanho próximo ao da Terra

SÃO PAULO - O astrônomo Michael Mayor anunciou nesta terça-feira, 21, a descoberta do mais leve planeta já encontrado fora do Sistema Solar. O planeta foi catalogado como o astro "e" do sistema Gliese 581 e tem pouco menos de o dobro da massa da Terra. A mesma equipe refinou op cálculo da órbita do planeta Gliese 581 d, descoberto em 2007, determinando que ela fica dentro da chamada zona habitável do sistema, onde pode existir água no estado líquido.

Ilustração do sistema de Gliese 581, com o novo planeta em primeiro plano

As descobertas foram feitas com o uso do telescópio do Observatório Europeu baseado em La Silla, no Chile.

"O santo Graal da pesquisa atual de planetas fora do Sistema Solar é a detecção de um planeta rochoso, semelhante à Terra, na zona habitável", disse Mayor, em nota sobre a descoberta.

O planeta Gliese 581 e gira em torno de sua estrela - localizada a 20,5 anos-luz, na constelação de Libra - em 3,15 dias. "Com apenas 1,9 massa terrestre. é o menos massivo dos exoplanetas já detectados e é, muito provavelmente, rochoso", disse um dos coautores da descoberta, Xavier Bonfils. O mundo recém-descoberto fica muito perto da estrela, e por isso está fora da zona habitável.

Observações anteriores já haviam revelado que a estrela Gliese 581 possui três outros planetas. Os demais mundos são Gliese 581 b, com 16 massas terrestres; Gliese 581 c (cinco massas terrestres); e Gliese 581 d (sete massas terrestres).

O planeta mais distante da estrela, Gliese 581 d, completa uma órbita em 66,8 dias. "Gliese 581 d é provavelmente pesado demais para ser feito só de rocha, mas podemos especular que este é um planeta gelado que migrou para Amis perto da estrela", disse outro membro da equipe que estuda o sistema, Stephane Udry. Novas observações revelaram que este planeta está, inegavelmente, na zona habitável. O 'd' pode até mesmo estar coberto por um grande oceano profundo. É o primeiro sério candidato a um 'mundo de água'", disse.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Explosões do Sol

Ulisses Capozzoli

Quase sempre, de forma indefinida, nos mantemos à espera do futuro. Mas, com freqüência maior que estamos dispostos a acreditar, o futuro já chegou.

Não nos damos conta de um fluxo, a “seta do tempo” que, ao menos de um ponto de vista psicológico, escava uma fenda contínua e nos mantém aparentemente separados do passado e do futuro.

O futuro à frente, como se fosse a proa de um barco imenso, e o passado atrás, como a popa da embarcação do tempo.

Nos mantemos à meia-nau, para utilizar uma expressão clássica das navegações portuguesas, e esse parece ser o presente.

A meia-nau, normalmente a posição dos aposentos do capitão, tem a vantagem de ser o ponto mais confortável.

Ao menos quando o barco “caturra”, ou seja, navega contra o vento, e soca incessantemente o mar com golpes violentos de proa.

Se o vento é de “través”, ou seja, lateral, pouca diferença faz abrigar-se à meia-nau, na proa ou na popa.

A tempestade não poupa ninguém

Nas navegações do futuro, que já integram o presente, daí as percepções difusas que temos no oceano do tempo, o vento é mais complexo e perigoso.

O vento solar, uma chuva de partículas letal a uma tripulação espacial, deve ser previsível com a maior antecedência e acuidade possível. Com isso, a tripulação pode recolher-se em abrigos bem protegidos e esperar a tormenta passar.

Os observatórios Stereo, da Nasa, lançado em 2006, conseguiram, nesta semana, fazer a primeira observação mais precisa estrutura tridimensional de uma explosão solar.

Um sistema binário, o Stereo, como um par de olhos humanos (em vez de um único que equiparia os Ciclopes, figuras mitológicas a que Homero se refere na Odisséia) é capaz de fazer paralaxe e, assim, criar a noção de tridimensionalidade.

As imagens com precisão inéditas obtidas pelo sistema Stereo devem permitir, com maior facilidade, a previsão de futuras tempestades solares. Essa é uma conquista vital tanto a astronautas/cosmonautas do presente (a bordo da estação espacial, ou nos ônibus espaciais americanos e as naves russas Soyuz) quanto do futuro.

Explosões solares, seguidas de poderosas lufadas de vento, resultam do mecanismo nuclear no coração tanto do Sol quanto de outras estrelas (vento estelar).

O Sol, em particular, é uma gigantesca bomba de hidrogênio (“queima” 600 mil toneladas desse gás a cada segundo para produzir hélio e eliminar o excesso de massa sob a forma de energia) atuando há 5 bilhões de anos.

Do reator de fusão do coração solar, onde a temperatura atinge 15 milhões de graus Celsius, a energia ascende numa viagem lenta até a superfície solar e daí flui para todo o Sistema Solar até interagir com os domínios de estrelas vizinhas (heliosfera).

Mas a ascenção da energia está sujeita a contrações produzidas pelo poderoso campo magnético do Sol.

Eventualmente, linhas magnéticas retêm esse fluxo de energia e, então, no ponto em que a linha emerge, na superfície solar, forma-se um ponto escuro onde as temperaturas são menores que nas áreas circunvizinhas.

Mas, quando essas linhas se “rompem”, o fluxo interrompido de energia é rapidamente restabelecido e o que ocorre são explosões imensas, com o que os físicos solares chamam de ejeção da massa coronal.

Pontes chamejantes de plasma, a matéria solar, alcançam altitudes de até 500 mil quilômetros (mais que a distância média entre a Terra e a Lua) e então despencam espetacularmente de volta à superfície do Sol.

O Sol tem um período médio de 11 anos, entre um máximo e um mínimo, nas explosões e esse processo afeta intimamente o ambiente terrestre.

Explosões mais intensas não só produzem auroras polares (quadros bizarros de luzes que tingem o céu em elevadas latitudes) até derrubar linhas de transmissão de energia e interromper transmissões de dados de satélites.

As explosões solares podem até derrubar objetos em órbita da Terra, como aconteceu com o Solarmax, ironicamente um observatório destinado a observar as explosões do Sol.

Neste momento estamos reiniciando um ciclo de explosões (com ligeiro atraso) e o que deve acontecer num período de 5,5 anos é uma seqüência de poderosas explosões com manchas escuras aparecendo na superfície da estrela.

Essas manchas, eventualmente, podem ser observadas a olho nu, no momento do pôr-do-sol, quando a atmosfera mais espessa, para um observador que contempla esse fenômeno, faz com que apenas os comprimentos de onda vermelhos, menos energéticos, atravessem a atmosfera da Terra.

Isso faz com que o Sol não só possa ser observado a olho nu, como faz dele uma majestosa esfera rubra, como uma gigantesca moeda em fusão.

Disso tudo, apenas dois cuidados para eventuais observadores.

Proteja-se sempre sob o Sol, na praia ou em trabalhos do campo, entre outros.

E jamais observe o Sol com um equipamento óptico (binóculo ou telescópio). Isso pode queimar sua retina e produzir cegueira.

Um risco de nunca mais voltar a observar o céu.

Fonte

sexta-feira, 27 de março de 2009

Explosão Misteriosa

Nasa detectou explosão Misteriosa do Espaço :

radiotelescopio A NASA detectou um som no espaço profundo que desafia crenças ou qualquer explicação.
Eles não têm a mínima ideia sobre a sua origem, de acordo com Alan Kogut do Centro Espacial Goddard, nos EUA.

Segundo o cientista, ao invés de receberem um sinal fraco como esperavam, eles ouviram um som de explosão seis vezes mais alto do que qualquer um previa.De acordo com a NASA “a fonte deste ruído de radio de fundo permanece um mistério”.

De acordo com a NASA “a fonte deste ruído de radio de fundo permanece um mistério”. Não veio de estrelas primordiais, não é de nenhuma fonte de rádio conhecida e na realidade o problema aqui é que “não há galáxias de rádio (como quasares, por exemplo) suficientes que expliquem o sinal”.

Por outras palavras, não há nada que conheçamos no cosmos que seja capaz de produzir este som ensurdecedor.

Segundo a Universidade de Maryland, nos EUA, para formar este tipo de sinal “você precisaria juntar [as galáxias de rádio] do universo como sardinhas.

Não haveria nenhum espaço restante entre uma e outra galáxia”.
Também não sabem de onde veio esta luz misteriosa.

O som foi detectado pela ARCADE, uma sonda carregada por um balão que é resfriada a quase zero absoluto.

O instrumento em si fica dentro de um tanque com quase 2 mil litros de hélio líquido para chegar a esta temperatura, que é a mesma temperatura a radiação microondas de fundo..


fonte: NASA