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sábado, 22 de agosto de 2020

Programa da OMS para crianças menores de 4 anos: homossexualidade, pornografia, masturbação com outras pessoas

BREAKING ISRAEL NEWS) O currículo sugerido pela organização de saúde da ONU promove sexualidade aberrante para crianças, alegando que suas diretrizes substituem as diretrizes dos pais. Isso traz implicações assustadoras quando consideramos o histórico de estupro e pedofilia dentro da ONU.
Depois que a ONU lidou mal com a pandemia de COVID-19 em andamento, o Presidente Trump removeu o financiamento dos EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS). Muitas pessoas criticaram a decisão, mas um exame mais detalhado mostra que a OMS não apenas é incompetente no desempenho da função para a qual foi criada, mas também tem agendas paralelas que são realmente chocantes. Um desses programas, iniciado há mais de dez anos, tem como foco doutrinar crianças com menos de quatro anos no “gozo e prazer da masturbação” e que, mesmo para crianças, a sexualidade é uma “parte normal da vida de todos.”
O Centro Colaborador da OMS para Saúde Sexual e Reprodutiva, criado em 2003 no Centro Federal Alemão para Educação em Saúde (BZgA), focou em estabelecer padrões para a educação sexual, fornecendo orientações para a implementação e apoiando a implementação de programas de treinamento para educadores. O programa foi traduzido para vários idiomas e usado internacionalmente. O programa foi produzido em um documento-modelo para o desenvolvimento da educação sexual. Foi usado em pelo menos 14 países para desenvolver ou adaptar currículos para educação em sexualidade e/ou defesa da educação sexual para os tomadores de decisão.
O currículo da OMS sugere que as crianças de quatro a seis anos recebam informações “sobre amizade e amor com pessoas do mesmo sexo” e “relações entre pessoas do mesmo sexo” e sejam orientadas a desenvolver “uma atitude aberta e sem julgamento.”
De acordo com esse programa, as crianças menores de quatro anos são introduzidas à masturbação, inclusive “brincando de médico” (ou seja, atividade sexual com outra pessoa de idade não especificada). Crianças de 4 a 6 anos são introduzidas em “relações entre pessoas do mesmo sexo” (isto é, homossexualidade).
A OMS também remove a autoridade dos pais em tais assuntos, estabelecendo seus padrões como substituindo-os.
“Como já foi discutido” o documento diz, “pais, outros membros da família e outras fontes informais são importantes para aprender sobre relacionamentos humanos e sexualidade, especialmente para grupos etários mais jovens.
“No entanto, na sociedade moderna, isso geralmente é insuficiente, porque essas fontes informais geralmente não possuem o conhecimento necessário, principalmente quando são necessárias informações técnicas e complexas (como as referentes aos métodos de contracepção ou transmissão das DST).”
Em 2018, Andrew MacLeod, ex-chefe de operações do Centro de Coordenação de Emergências da ONU, afirmou que cerca de 60.000 casos de exploração sexual foram cometidos na última década por 3.300 pedófilos trabalhando na ONU.
“Os crimes de estupro infantil estão sendo inadvertidamente financiados, em parte, por cidadãos que pagam impostos no Reino Unido,” disse ele em entrevista ao tablóide britânico The Sun. Ao mesmo tempo, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, admitiu que a ONU “lutou por muitos anos com a questão da exploração e abuso sexual,” conforme informado pelo jornal britânico The Times. No início de 2017, o Secretário-Geral das Nações Unidas admitiu 145 incidentes envolvendo 311 vítimas apenas em 2016, principalmente em operações de paz.
Em um caso que é perturbadoramente relevante para o programa educacional da OMS, o funcionário humanitário canadense Peter Dalglish, que ajudou a fundar a instituição de caridade Street Kids International, foi preso pela polícia do Nepal por alegações de que estava envolvido em atividades pedófilas no distrito de Kavre, a cerca de 50 quilômetros norte da capital, Katmandu.
“Sob o disfarce de funcionário comunitário, alegando educar crianças pobres e fornecer o apoio necessário, ele estava explorando sexualmente essas crianças. Desenvolvemos uma rede de som para rastrear e prender pedófilos que entram no Nepal. Estávamos acompanhando as atividades de Dalglish nas últimas duas semanas, depois que fomos informados sobre as atividades dele,” afirmou Pushkar Karki, chefe do CIB e vice-inspetor geral de polícia, de acordo com o jornal Kathmandu Post.
Antes de sua passagem pelo Nepal, ele trabalhou para várias agências da ONU e foi o representante da ONU-Habitat no Afeganistão.
Ele também fez parte da Missão das Nações Unidas para a Resposta de Emergência ao Ébola na Libéria até janeiro de 2016 e foi consultor da Organização Mundial da Saúde para ajudar a combater a propagação dessa doença.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Livro Infantil do MEC Mostra Pedofilia, Violência Doméstica e Adultério



É assustador ver como a ideologia de desconstrução nacional está tomando contra de nosso País, de forma sorrateira, promovendo a DESTRUIÇÃO dos valores da sociedade brasileira.

E a história se repete, desta vez no âmbito federal. Um livro distribuído pelo MEC (Ministério da Educação) às escolas públicas de São Paulo contém cenas de violência, sexo explícito, estupro e até pedofilia. A linguagem de “Um Contrato com Deus” é a dos quadrinhos, porém indicados para os alunos do ensino médio –a partir de 15 anos.

A obra, no entanto, chegou a colégios onde há turmas a partir da 5ª série, quando os alunos têm, em média, 11 anos.

A publicação faz parte do acervo do PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) e é enviada diretamente para os colégios cadastrados. No Estado, são 5.682 participantes, das redes estadual e municipal, que recebem as caixas.

O livro não é didático e, por isso, não segue direto para as mãos dos alunos. Fica à disposição nas bibliotecas como instrumento complementar de leitura. O autor, Will Eisner, é considerado o artista mais importante dos quadrinhos e da cultura pop do século 20.

Os textos e ilustrações exigem um elevado poder de interpretação. Em “Um Contrato com Deus”, uma criança levanta a roupa para um adulto após pagamento em dinheiro. Não há violência física, mas sugestão de pedofilia.


Em outro capítulo, uma mulher é estuprada, outra é espancada e um bebê, arremessado em um sofá por um homem bêbado, aos gritos desesperados da mãe. Para a professora Marta Scarpato, da pós-graduação da PUC-SP, um contexto extremamente violento que exige discussões politizadas na sala de aula.

“Está havendo mesmo um descuido. A realidade de nossos alunos e nossas escolas não colabora para o desenvolvimento de um trabalho crítico, necessário nesse caso. Os alunos mal sabem ler e escrever, os professores têm de cuidar de turmas superlotadas e as bibliotecárias não têm preparo para recomendar livros de acordo com a idade.”

Para Vitor Paro, da Faculdade de Educação da USP, falta respeito e conhecimento e sobra ignorância. “As pessoas têm um conceito vulgar da coisa. Acham que é preciso apelar para estimular a criança ou o jovem a ler. Não sabem que a educação é muito mais complexa, que, para ensinar, é preciso ter conhecimento técnico. Que comissão é essa que escolhe esse livro? Por que dar preferência a isso? Esse tipo de educação é de entretenimento”, diz.

Caça às bruxas

“Por que os livros de Jorge Amado ou Machado de Assis não recebem indicação para adultos? Por que a censura com os quadrinhos? Isso só mostra o maravilhoso poder de comunicação deles”, afirma Rogério de Campos, diretor da Conrad, editora especializada no segmento.

Para Campos, a atual “caça às bruxas” pode levar a uma censura extrapolada. “Quantos livros, quadros ou filmes sugerem violência? Mesmo a Bíblia tem muitas passagens que podem ser censuradas.”

A Devir, editora de “Um Contrato com Deus”, diz que não faz classificação etária do livro.

Fiquei horrorizada
Por Gilberto Yoshinaga:
Ao folhear os livros enviados pelo governo federal no início do mês, a diretora de uma escola estadual da Grande SP se assustou com “Um Contrato com Deus”. Por conta própria, tirou o volume da biblioteca, frequentada por alunos da 5ª série de 11anos.

A vistoria prévia aconteceu por causa de outros livros polêmicos, enviados pelo governo estadual . Com palavrões e referências a estupro, as obras estavam num kit para a 3ª série –alunos de nove anos. “Eu tinha esses livros recolhidos pelo Estado e fiquei com isso na cabeça. Resolvi ver a caixa do MEC, mas não esperava encontrar uma coisa dessas. Fiquei horrorizada”, disse.
“Por sorte, não tínhamos catalogado esse livro e, por isso, nenhuma criança viu. A capa é muito bonita, o título dá a entender que se trata de algo meio religioso”, afirma. “O conteúdo é totalmente diferente do que parece. E não acho que seja educativo.”

Ref.
Veja.com Blog Reinaldo Azevedo: Livro para biblioteca escolar exibe até pedofilia. Agora é do governo federal
Cenas do Livro

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