Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
A notícia da retirada do estilhaço parece que foi melhor que a do "Fim da Guerra".
Sem nunca suspeitar, um britânico de 87 anos de idade, descobriu a causa das dores que o atormentaram durante os últimos 65 anos. Alfred Mann ficou com um estilhaço alojado no seu maxilar durante a Segunda Guerra Mundial até aos dias de hoje.
Enfermeiro no conflito, Alfred Mann ficou ferido na explosão de uma mina, em Itália, em 1944, enquanto tentava ajudar soldados feridos. Nessa altura, o britânico teve perda de audição e sofreu ferimentos no rosto, nos ombros e nas pernas. Desde então tem tido problemas constantes na boca, obrigando-o a ingerir comida mais macia.
Não me lembro de nada do que aconteceu. Acordei dois dias mais tarde num hospital de Nápoles, explicou Mann.
O britânico ficou com um estilhaço de 1,3 centímetros preso no seu maxilar, o qual se soltou a 4 de Maio.
Só podia comer comidas macias e agora como de tudo», contou o antigo enfermeiro.
Alfred Mann, que vive com a sua esposa Constance, em Birmingham, no centro de Inglaterra sente-se agora um «homem novo».
Não consegui acreditar quando saiu», disse o britânico, "estou tão aliviado".
Essa Matéria, me fez lembrar algo de Grave que aconteceu uma vez...
A expressão "Torres de Babel", nos leva a imaginar que tudo pode acontecer. Quando as nações e povos se unem, alcançam tal poder que pode ser perigoso. Temos visto os estragos causados quando pessoas que detém o poder o usam de modo errado. Deus, que detém o poder maior, dispersou todo o povo da terra para enfraquecer o poder destrutivo que isso iria causar. Um grande numero de pessoas em um mesmo lugar com a mesma língua, como sabemos, aumentam os crimes, o mal social e as catástrofes parecem parece estar mais presentes. E a dispersão feita por Deus, nos leva a pensar que foi para o bem delas mesmas, protegendo-as. Veja o que Deus disse: "Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer".
E o homem, hoje, parece estar trilhando o mesmo caminho de antes, abra o jornal, o que lemos? guerras e conflitos em toda parte, pestes e pragas por todos os lados, a Internet transformou o mundo numa pequena vila, pessoas se matam virtualmente. Todos falam com todos onde que que estejam. E isso, me parece, não ser bom e muito perigoso. Será que Deus vai causar Tilt em tudo isso, de novo? Se sim, pode acreditar Ele muitíssimo misericordioso.
Veja O que Deus diz:
E ERA toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali. E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; E o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro. Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade. (Gn. 11:1 a 8)
A Matéria:
O Parlamento de Estrasburgo (e a Comissão Europeia em Bruxelas) está a utilizando vinte e três línguas de trabalho. A compreensão entre os povos é assegurada pelos intérpretes. Resistentes à tensão, entusiastas, curiosos e, sobretudo, confiantes.
Vinte e sete Estados-membros, com 785 deputados eleitos pelos cidadãos europeus de cinco em cinco anos, trabalham com constância sobre questões cujo impacto sobre a vida dos habitantes da União Europeia é imediato. Exprimir-se na sua própria língua é um dos direitos inalienáveis dos deputados europeus. As línguas oficiais são vinte e três, uma verdadeira cacofonia de Babel, não fosse o pequeno exército discreto e eficaz das pessoas que, quase imateriais e invisíveis, traduzem nas suas cabinas de vidro os discursos dos oradores, à medida que os recebem nos seus auscultadores.
Olga Cosmidou é a diretora-geral dos serviços de interpretação. Com a sua equipe, cabe-lhe, entre outras coisas, recrutar bons intérpretes nos diversos países: "A minha equipa assegura que o direito de cada deputado a exprimir-se na sua língua se concretize, e que o serviço de traduções disponha dos documentos em cada uma das línguas da União. Em comparação, o serviço de tradução das Nações Unidas, com as suas seis línguas oficiais, é uma brincadeira. Além disso, temos também sistemas combinados: o intérprete estónio, por exemplo, traduz para inglês os discursos do deputado do seu país, que outros traduzem do inglês para outras línguas. A qualidade tem uma grande importância, porque a interpretação é uma cadeia, cuja força depende do seu elo mais fraco. As semanas de sessões plenárias, em Estrasburgo, são tão sobrecarregadas que, entre funcionários e ‘free-lances’, recorremos a quase quatro mil intérpretes.”
A selecção é impiedosa e os padrões são os mais altos do mundo. "Um intérprete deve dominar todos os assuntos sem ser perito no que quer que seja (deve ser mestre em tudo e perito em nada)”, diz sorrindo Rita Silva, responsável, desde 1986, pela Unidade de Programação Central da equipe de intérpretes portugueses. “Devemos estar constantemente informados sobre os assuntos mais variados, susceptíveis de serem abordados no Parlamento. Acabamos por ficar com uma estranha cultura enciclopédica. Afinal, é a curiosidade intelectual que leva alguém a enveredar por este tipo de carreira. Mas é necessária também uma grande humildade. É necessário estar disposto a admitir erros, porque pode sempre acontecer enganar-se ou compreender mal. Neste caso, pede-se desculpa, solicita-se ao deputado que repita e prossegue-se.”
Sempre que um novo país entra para o Parlamento Europeu, é preciso encontrar novos intérpretes que estejam à altura. Procuram-nos nas universidades, escolas de intérpretes e entre professores de línguas. Anna Grzybowska é a chefe da “cabina polaca” e é também responsável pelas missões no estrangeiro do grupo de intérpretes que entrou com o alargamento a mais dez países, em 2003.
“A entrada da Polónia e outros nove países (República Checa, Estónia, Letónia, Chipre, Lituânia, Hungria, Malta, Eslovénia e Eslováquia) foi, para este organismo vivo que é o Parlamento Europeu, como uma passagem para a adolescência. E sabe-se que, para os pais, esse período nunca é fácil. Lamento que certas pessoas tenham ficado desiludidas, talvez as expectativas fossem demasiado altas. Há muitas coisas que não estão na mão do Parlamento Europeu, que são apenas privilégio dos Estados-membros".
Elisabetta Palmieri começou como “freelance” e, ao fim de vinte anos, conseguiu entrar para o corpo de funcionários, que conta quatrocentos intérpretes. "O nosso trabalho não consiste apenas em traduzir em tempo real o que a pessoa diz, mas tratar do ato de comunicação como um todo, o que é feito frequentemente, para além das palavras, de subentendidos, da dimensão física e do contexto em que o orador pronuncia o seu discurso. É um trabalho cansativo, sobretudo nas sessões plenárias, em que os deputados têm um ‘tempo de palavra’ que vai de um a cinco minutos. E tentam explorá-lo ao máximo. Frequentemente, os discursos são debitados a uma velocidade que é, para nós, um verdadeiro desafio”.
Por vezes, são confrontados com incidentes embaraçosos, como no dia em que Berlusconi chamou “kapo” a Martin Schultz. (Um kapo era normalmente um prisioneiro escolhido pelos nazistas para supervisionar os internos em campos de concentração, e era geralmente odiado). Susanne Altenberg, da Escola de Intérpretes de Colónia, estava presente em cabina nesse dia. “Vi a minha colega empalidecer e ter de traduzir o insulto lançado a Schultz. Mas são coisas que acontecem. A política acende paixões e, às vezes, os espíritos inflamam-se".
Durante décadas, milhares de crianças internadas em instituições católicas foram vítimas de violência psicológica e abusos sexuais. O cronista Fintan O'Toole classifica o fenómeno de "práticas quase totalitárias" depois de analisar um relatório que dá a dimensão do drama.
A dimensão do sadismo organizado que a Igreja Católica e o Estado infligem às crianças e revelada no relatório da Comissão sobrre Crianças Vítimas de Maus-Tratos é demasiado vasta para poder ser entendida. Entre 1936 e 1970, 170 mil crianças foram confiadas às cerca de 50 escolas industriais – mais de uma em cada 100 das pertencentes à faixa etária em questão.
Os números apresentados gelam a imaginação e, por isso, a mente procura centrar-se em pequenas imagens.
Um membro dos Irmãos Cristãos enfureceu-se [com a incapacidade de uma criança com dificuldades de aprendizagem em dar as respostas correctas]: "Agrediu o miúdo e bateu-lhe com a cabeça… no banco. Os tinteiros saltaram e o miúdo ficou coberto de tinta, ranho, sangue, tudo."
A imagem que uma criança teve do homem que o espancava: "Parecia um lobo. Os seus maxilares ficaram literalmente salientes e ele arreganhou os dentes…"
O membro dos Irmãos Cristãos que pôs o volume do rádio no máximo, quando um rapaz entrou na sua sala, disse-lhe: "Despe essa camisa de dormir e podes gritar à vontade, meu sacaninha."
O que se terá passado com a nossa sociedade, que lhe permitiu condenar crianças a um sistema de terror? Basicamente, a Irlanda que acedera havia pouco à independência manteve um sistema de campos de detenção para crianças, dirigidos com violência arbitrária, pura crueldade e um sentimento de impunidade absoluta.
Em geral, este tipo de instituições é associado ao totalitarismo. A Irlanda não tinha um regime totalitário mas criou os efeitos deste, em especial para as crianças pobres. Os métodos utilizados nas escolas industriais fazem lembrar os campos de concentração: as cabeças rapadas; o recurso à humilhação e à desorientação para aniquilar o sentimento de identidade pessoal do recluso; o atiçar de cães contra os reclusos; o espancamento de prisioneiros suspensos de ganchos na parede.
Como foi que criámos este sistema totalitário? A resposta mais fácil é falar de monstros. Mas as freiras e os frades que dirigiam estes campos de reclusão eram originários de quintas, lojas e ruas vulgares. Eram bons rapazes e raparigas de famílias de gente boa, que deram aos pais a alegria de tomar as ordens sagradas.
A maior parte deles não nasceram sádicos. Tal como todos os torturadores, aprenderam a desumanizar as vítimas e a encarar o horrível como normal. Esse sentido de normalidade foi reforçado pela dinâmica de grupo, no qual aqueles que já foram iniciados influenciam os que não o foram. Um frade contou à Comissão "um incidente em que os seus companheiros aplaudiram veementemente, ao saberem que ele tinha castigado um dos seus alunos dando-lhe socos na cara – antes, não tinha aplicado nenhum castigo tão duro".
Verificou-se também um fluxo constante de conhecimento. O Ministério da Educação tinha plena consciência da cultura de violência e o mesmo acontecia com os pilares do Estado e da igreja. Nos anos 60, tanto o primeiro-ministro Eamon De Valera como o arcebispo de Dublin, McQuaid, tinham sido pessoalmente informados.
Com este grau de conhecimento externo, a cultura interna da brutalidade só pode ter continuado por três razões: poder, sexo e classe. O poder dos responsáveis pelos maus-tratos resultava do enorme peso da igreja, que se tornou uma capa de impunidade. A violência das instituições era uma expressão do poder absoluto. Um frade disse à Comissão que "poder espancar os rapazes lhe dava um sentimento de poder".
Contudo, o grau de perversão através do qual esse poder se exprimia frequentemente aponta para um grupo de pessoas não habituadas a ter poder. Originárias de uma sociedade colonizada, com um forte sentimento de inferioridade e vivendo elas próprias no quadro de uma estrutura religiosa autoritária, algumas dessas pessoas acabaram por encarar esse poder como liberdade para tudo. Num dos casos referidos, um frade obrigou um rapaz de 12 anos a lamber excrementos dos seus sapatos. Uma cultura na qual se pode fazer tudo o que nos apetecer torna-se inevitavelmente uma cultura em que não há nada que não se faça.
A segunda força foi o sexo, o ódio de base religiosa pelo corpo, expresso na forma que os frades encontraram de magoar os corpos dos que tinham a seu cargo. Houve também uma sexualidade pervertida, que oscilava entre a obsessão pela pureza e a predação sexual obsessiva. Uma testemunha relatou à Comissão: "Sexo? A minha iniciação sexual foi numa cozinha, esmagado contra uma caldeira, com a perna a ser queimada e a ser violado pelo irmão Dax."
A terceira força foi uma questão de classe. Tratava-se de uma sociedade na qual a classe média expressava a sua insegurança quanto ao seu estatuto através de um desprezo histérico pelos pobres. A violência era alimentada por um ódio psicótico por tudo quanto não se incluía no modelo da família cristã respeitável. Em Goldenbridge, diziam às raparigas que eram «sujas» e «piores do que os soldados que crucificaram Cristo». Aos rapazes filhos de mães solteiras era dito que as suas mães eram "prostitutas velhas".
Estas relações distorcidas com o poder, o sexo e a classe social eram praticadas com uma precisão de pesadelo nas instituições mas tinham a sua origem no conjunto mais vasto da sociedade. Eram os fantasmas de uma República da Irlanda que nunca tinha chegado realmente a existir.
O Momento em que Boris Johnson, quase sofre um acidente com caminhão, no lançamento do l ciclismo de verão, em Londres, com o medalhista olímpico James Cracknell e um grupo de alunos em Trafalgar Square. A câmera de um prédio vizinho capturou o momento em que arrastou o veículo ao longo da estrada por alguns metros.
O caminhão aproxima de um grupo de ciclistas, incluindo o prefeito, com o sua porta aberta, um carro estacionado é lançados em direção aos ciclistas.
Boris Johnson (esquerda), vestindo terno e gravata e levando seu capacete, vistoria os destroços depois do seu quase acidente.
O prefeito analisa a cena do acidente.
Boris Johnson pode ser visto andando de bicicleta com o seu capacete, pouco tempo após o acidente.
Um hotel de cinco estrelas, 18 quartos luxuosos. É o Soviético Mil-V-12. Tem 42 metros e uma altura de 28 metros, carga máxima de 105.850 kg e velocidade até 255 km.
Um modelo de scooter de três rodas, mais estável e de motor potente virou febre em Paris, mas está provocado polêmica na França.
Ativistas temem que uma brecha legal aumente o número de acidentes nas ruas, já que para guiar uma scooter de três rodas de até 400 cilindradas, não é preciso tirar carteira de moto, basta a habilitação para carros.
Os novos modelos de três rodas chegaram ao mercado francês em 2006, e as vendas dispararam de apenas 800 a mais de cinco mil no ano passado.
Os modelos mais recentes aumentaram a distância entre as rodas da frente de 42 centímetros para 46 cm, aproveitando uma brecha legal que as transforma em triciclos motorizados perante a lei.
Com isso, fica dispensada a habilitação para motocicletas.
As estatísticas da polícia parisiense indicam que scooters e motos estiveram 20 vezes mais envolvidos em acidentes em 2008 e tiveram participação em 60% dos acidentes da capital.
A igreja da Cientologia está em tribunal na capital francesa. A organização foi acusada de fraude organizada, avança a BBC.
O caso é baseado no depoimento de uma mulher que diz que foi pressionada a dar largas somas de dinheiro à igreja de Cientologia, depois de lhe terem oferecido um teste de personalidade grátis. O advogado diz mesmo que a igreja procurou angariar dinheiro, ao pressionar psicologicamente a sua cliente a usar curas científicas duvidosas.
A mulher que entrou com a acção contra o grupo diz que foi abordada por membros da organização há dez anos, em Paris, e estes lhe deram um teste de personalidade grátis. Mas acabou por gastar cerca de 21 mil euros em aulas, livros e medicamentos. Produtos que lhe disseram que iriam curar o estado da sua mente.
Contudo, a organização recusa a acusação e garante que nenhuma manipulação psicológica foi efectuada. Caso perca o caso, a organização pode perder o direito ao exercício da actividade.
Esta é a primeira vez que uma igreja, como organização, está a ser julgada, em França, num caso de fraude organizado.
Um casal britânico, de Plymouth, Devon, completou 81 anos de casamento no que pode ser a união mais longa da Grã-Bretanha.
Frank e Anita Milford, que moram juntos em uma casa de repouso em Plymouth, Devon, se casaram no dia 26 de maio de 1928.
Frank tem 101 anos e Anita deve completar 101 em junho. Em fevereiro eles poderão quebrar o recorde de casal britânico com a mais longa união.
O casal afirma que ainda tem pequenas discussões, mas sempre se beijam e abraçam antes de dormir.
O par se encontrou em um clube de dança da YMCA (Associação Cristã de Moços) em Plymouth em 1926 e se casaram dois anos depois. O casal afirma que não há "segredo mágico" para manter um casamento por tanto tempo.
Segunda Guerra
Frank Milford trabalhou nas docas de Devonport até sua aposentadoria, aos 60 anos.
O casal permaneceu em Plymouth durante a Segunda Guerra Mundial e os ataques alemães contra a Grã-Bretanha, escapando por pouco das bombas em duas vezes. Em uma das vezes uma bomba acertou a casa onde eles moravam.
Eles têm dois filhos, cinco netos e sete bisnetos.
O filho de 74 anos, que também se chama Frank, afirmou que o principal segredo da felicidade dos pais é que, simplesmente, os dois são felizes juntos.
"Eles se divertiram, aproveitaram muito a vida e sempre foram satisfeitos com o que tinham", afirmou.
A Reforma Protestante foi o resultado da passagem do livro manuscrito (Livro 1.0) para o livro impresso (Livro 2.0). Assim como vivemos hoje, havia uma luta básica pela liberdade.
Hoje, o que muda para valer no mundo 2.0 é a forma que consumimos. Estivemos ontem terminando de assistir juntos no curso da Facha o filme Lutero.
Dividimos a sessão em duas para termos bons debates.
Vimos algumas características da evolução das redes de conhecimento. E ainda constatei que a Reforma Protestante foi o resultado da passagem no ambiente de conhecimento da escrita do livro manuscrito (Livro 1.0) para o livro impresso (Livro 2.0).
O interessante a se observar nessa passagem, igual a que vivemos hoje, é que há uma luta básica pela liberdade. O novo ambiente de conhecimento na época de Lutero, basicamente, permitiu a ele e seus seguidores irem à Igreja com mais informações.
Note que no filme ele não quer uma nova Igreja, mas o direito de ler e interpretar as escrituras com liberdade.
Como não deixaram, quiseram, inclusive, colocá-lo na fogueira, surgiu a concorrência – uma nova Igreja, com uma leitura diferenciada da mensagem de Jesus.
O que vemos naquela época, durante o filme, é basicamente a luta pelo direito da liberdade religiosa, que não havia. A Igreja queria ter o monopólio da conversa com Deus, que só falava Latim. ;)
Lutero, pelo menos no filme, não luta por uma nova Igreja, a princípio, mas ele quer ter o direito de:
ler as escrituras no original;
ter a sua própria interpretação;
escrever sobre o que ele acha sem que seja chamado de herege;
e publicar em alemão as suas conclusões.
Ou seja, basicamente a mudança na cabeça dele começa a partir do acesso aos livros manuscritos, que poucos podiam ler.
Ele passa, assim, a “consumir” religião de uma outra maneira, em função do que leu e se informou. Assim, se libertou de todo o obscurantismo que a falta de informação impunha a ele e a todos os seus contemporâneos.
Nada mais didático para entendermos o mundo atual, a chegada da internet (Web 1.0) e a explosão da colaboração (Web 2.0).
Veja que já conquistamos vários novos direitos com a rede, que começam uma grande reforma na relação do fiel (consumidor) com a sua Igreja (fornecedor de produtos e serviços), vários deles grandes monopólios, a saber:
temos hoje informações sobre a empresa pela web, seus diferentes produtos, o atendimento disponível, dados do manual, etc;
podemos comparar preços entre eles (vide sites como Bomdefaro, Buscapé, etc…);
conseguimos ler o que outros consumidores acham daquele mesmo produto;
ler mais opiniões da mídia especializada sobre o mesmo produto, tanto em português, como em outros idiomas;
podemos nós mesmos, ao consumir, expressar nossa opinião;
e, por fim, podemos comprar fora da nossa cidade ou do país.
Esse conjunto de informações pré-consumo e ações no mercado como também fornecedores faz do consumidor 2.0 um outro tipo de cliente completamente diferente para sacar o cartão de crédito do bolso.
Em resumo:
Não consumimos mais com a informação da Idade Mídia (termo usado pelo Luli). Temos mais informação para consumir. Estamos aprendendo a consumir com a informação da Idade da Rede Colaborativa! Sabemos mais do que o próprio fornecedor (corretor, médico, professor), que não está muitas vezes pronto para esse mundo.
E quando temos mais informação, estamos abertos à revolta, pois há uma raiva latente acumulada da exploração que sofremos no ambiente de conhecimento anterior.
Temos raiva de termos sido obrigados a comprar um CD com 20 músicas, a um preço abusivo, quando queríamos uma só;
temos ódio de termos pago a cada nova versão do Windows ou do Office um preço absurdo por algo cheio de bugs;
não gostamos de pagar por algo quando existe similar mais barato e melhor;
e vemos, por exemplo, parlamentares e governantes menos 2.0 fazendo gato e sapato com o nosso suado dinheiro.
As revoltas latentes se transformam e se transformarão em atos de rebeldia presentes e futuros.
Inventamos o software livre;
trocamos músicas e filmes pela Web;
pesquisamos, pesquisamos, comentamos, comentamos, ajudamos aos outros a terem cada vez mais informação para não serem enganados;
fazemos blogs e comunidades independentes criticando marcas, empresas, produtos, serviços, etc.
Os políticos terão também o seu troco. É uma questão de tempo e de Luteros 2.0 que aparecerão. Pelo simples prazer de nos vingar, de ajudar, de melhorar, de mudar. O recente escândalo das passagens no Congresso é algo nessa direção. As informações foram disponibilizadas na rede e o pessoal começou a estudar o assunto. Abriu-se a caixa de Pandora.
O consumidor 2.0 quer Empresas, Congressos, Governos 2.0 num mundo 2.0. Ou seja, ele antes de comprar, vai se informar muito mais do que na Idade da Mídia. Estamos abrindo as caixas lacradas do ambiente anterior, como é típico na passagem de um ambiente de conhecimento para outro.
Nesses momentos, com a rede, ganhamos a troca (consumidor-consumidor) e o acesso à informação antes secreta, fechada a sete chaves. E muito, muito mais opções no mercado.
Assim, projetos 2.0 não são formas de enrolar o novo consumidor, mas devem ser voltados para uma mudança de atitude da empresa, que terá que se reformar, para lidar com esse novo homos_informadus_consumus_est.
Essa nova espécie é informada e informante como nunca fomos no passado. Se não cair essa ficha, é melhor nem passar perto do orelhão 2.0. Índio já não quer mais só apito, quer apitar também e bem alto!
Veja o filme, chegue às suas conclusões e comente.
Carlos Nepomuceno (nepomuceno@pontonet.com.br) é professor, pesquisador e co-autor do livro Conhecimento em Rede (Editora Campus), coordenador do ICO, Instituto de Inteligência Coletiva e diretor da Pontonet. Mais dele no blog CNepomuceno
Susan Boyle se classificou para a final do programa, no sábado
Um dos jurados do programa de calouros Britain's Got Talent, Piers Morgan, disse ter sido beijado na boca por Susan Boyle nos bastidores após ela ter sido confirmada na final, que acontece no próximo sábado.
Em seu blog na página do programa, Morgan diz que "nunca esquecerá" o que aconteceu com ele "às 22h32 de domingo", quando Boyle o teria tomado pelo braço para dar-lhe um beijo em seus lábios durante cinco segundos.
O jurado ironiza o "acontecimento" dizendo que as pessoas podem sempre lembrar onde estavam "quando momentos realmente históricos ocorrem", citando as mortes de Elvis Presley e da princesa Diana e a eleição de Barack Obama.
Celebridade mundial
A comparação feita por Morgan demonstra, de forma bem humorada, a dimensão alcançada pelo "fenômeno" Susan Boyle.
A primeira apresentação da escocesa desempregada de 48 anos no programa, há menos de dois meses, tornou-se um dos vídeos mais vistos na história no site YouTube, com 58 milhões de visitas, e fez dela uma celebridade mundial.
Desde então, ela já foi entrevistada nos programas de Oprah Winfrey e de Larry King, nos Estados Unidos, foi citada em episódios de desenhos como Os Simpsons e South Park e ganhou fãs declarados como Demi Moore e Jon Bon Jovi.
A popularidade de Boyle, que dizia nunca ter sido beijada na vida, a levou até mesmo a ser considerada como personagem de um filme de Hollywood sobre sua história pessoal. A atriz Catherine Zeta-Jones é vista como favorita para o papel de Boyle.
Primeiro beijo
Na descrição postada em seu blog na manhã desta segunda-feira, o jurado Piers Morgan diz que o beijo que recebeu de Boyle no dia anterior "não foi inteiramente inesperado".
Poucos minutos antes, em frente às câmeras e ao vivo para toda a Grã-Bretanha, a escocesa havia tornado público seus sentimentos pelo jurado, requebrando a cintura e afirmando: "Isso é pra você, Piersy baby".
Morgan diz tê-la encontrado nos bastidores, após o programa, e afirmado: "Você conseguiu (classificar-se para a final)!".
"Ela gritou ‘Oh, Piersy', desceu as escadas correndo, pulou sobre mim e me beijou os lábios por algum tempo", relatou o jurado.
Segundo ele, Boyle então riu e repetiu a dança feita no palco do programa, depois de afirmar: "Agora já fui beijada".
'Conclusão antecipada'
Morgan conclui seu texto no blog elogiando a conduta e a performance de Susan Boyle, mas advertindo que ninguém deve achar que sua vitória na final do programa, no próximo sábado, é "uma conclusão antecipada".
Segundo ele, há pelo menos cinco ou seis outros participantes, entre os 40 classificados para a final, que podem vencer o programa e receber o prêmio de 100 mil libras (cerca de R$ 324 mil).
A escolha do vencedor do Britain's Got Talent é feita por meio de votação do público, por telefone.
A possível vitória de Susan Boyle também é considerada "barbada" pelas casas de apostas britânicas, que estão oferecendo menos do que o valor apostado caso a vitória se confirme.
Porque farei com que os egípcios, se levantem contra os egípcios, e cada um pelejará contra o seu irmão, e cada um contra o seu próximo, cidade contra cidade, reino contra reino. (Isaias 19:2)
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"Os melhores escravos são os que pensam estar livres"
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" Na verdade, as necessidades biológicas básicas do homem são apenas cinco, todas com A: Ar, Água, Alimento, Agasalho e Abrigo." ( Eduardo Marinho)
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"É preciso ter uma imaginação bastante fértil para dizer que a figura mais influente, não apenas nestes dois milênios, mas em toda a história humana, não tenha sido Jesus de Nazaré." (Reynolds Price - escritor e erudito bíblico americano)
"Peça ao Filho que o Pai Atende" (Adesivo)
"Igreja curada, Nação restaurada." Neuza Itioka
"A Cana dá Álcool e o Álcool dá Cana..."
"Melhor ser Velho, idoso que morrer novo e joven".
"Deus é fiel".
''O crente Virtual tem uma Igreja Virtual, um Culto Virtual, Um céu Virtual, um Cristo Virtual e um Inferno Real'' (S.B Dias)
"Coma, não Coma, não Coma, Coma". (Aviso na UTI de um Hospital.)
"Criança tem cada uma". (Raquel 8 anos)
''Vendo, vendo, não Vendo, não Vendo". (Aviso em Mercearia Nos EUA)
"Nós que cremos, vemos a Morte da Morte na Morte de Jesus". (Vilson)
"O mais importante é não parar de questionar." (desconhecido)
"Nada nos deixa tão solitário quanto nossos segredos". (Paul Tournier)
"Oremos para que a raça humana jamais escape da Terra para espalhar sua iniqüidade em outros lugares". (C.S.Lewis)
"Não há sofrimento na Terra que o Céu não possa curar". (desconhecido)
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