Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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domingo, 25 de setembro de 2011

"Nióbio" - A Palavra proibida para os Brasileiros

E tem brasileiro que acha que as reservas indígenas são feitas para proteger o pobre do índio... o texto abaixo não fala também do ouro...
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?

EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.

Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?

O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.

Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.

As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.

Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.

Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.

Cadê a OAB, o MFP, o Congresso Nacional ???
Os bandidos são mais honestos.

O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligas de metais não ferrosos. Estas ligas devido à resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias.

  • Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutronstermais.
  • Usado em soldas elétricas.
  • Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de jóias como, por exemplo, os piercings.
  • Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos , subconjuntos defoguetes , ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências acombustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados noprograma Gemini.
  • O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores.
O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica, tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores, 9,3 K. Além disso, é um dos três elementos supercondutores que são do tipo II ( os outros são o vanádio e o tecnécio ), significando que continuam sendo supercondutores quando submetidos a elevados campos magnéticos.
URGENTE!
Muitos que receberão este e-mail simplesmente dirão;"o que eu tenho a ver com Nióbio?"e esquecem de ver o LADO PODRE desta questão: gente do Governo envolvida com desvios desse mineral e "comendo por fora".
Gente graúda, lá da "cabeceira" do Governo federal e órgãos como a FUNAI. Leia e repasse, vamos tentar acabar com mais essa fonte de roubalheira. (Via: E-mail)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Assustador

World of Warcraft é o mundialmente famoso RPG online, também conhecido por deixar seus usuários completamente dependentes, mas o vídeo a seguir vai colocar você num patamar mais próximo da realidade.
Uma breve descrição: O garoto do vídeo, teve sua conta de World of Warcraft cancelada por sua mãe e o seu irmão gravou toda sua reação, que lembra as cenas mais assustadoras de O Exorcista.

Veja

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Dependência de internet pode se tornar problema de Saúde Pública

­Excessos diante do computador geram doença passível de tratamento; brasileiros lideram ranking de conexão à rede e já são afetados.
­João Má­rio ­Góes

Há relatos de jovens que passaram 48 horas conectados e desenvolveram quadros de fobia social


Muitas das pessoas que abusam estariam passando por problemas de auto-estima e familiares, acentua psicólogo Cristiano Nabuco


Recente ranking divulgado pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil) afirma que os brasileiros são os campeões mundiais em permanência na internet. Com 23 horas e 51 minutosmensais dedicados a surfar nas ondas virtuais, os internautas tupiniquins aparecem à frente de franceses e norte-americanos, por exemplo. No universo que aponta projeções de 25 milhões de usuários únicos até o final de 2008, soa o alerta: muitos brasileiros podem estar desenvolvendo quadros de dependência de internet.

O uso da internet encarado como patologia já não é novidade em países da Ásia. E adquire contornos idênticos em solo verde-amarelo, tendo tratamento. É o que explica Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (AMITI), integrado ao Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas de São Paulo.

Em entrevista à FOLHA, o psicólogo lista os efeitos negativos da exposição em excesso ao universo do www e sugere o uso saudável da ferramenta de trabalho e comunicação. Aviso aos internautas de plantão: não será necessário jogar seus computadores pela janela. Confira.

Por que os brasileiros buscam tanto a internet? Afinal, segundo o IAB, ficamos quatro horas a mais conectados que os norte-americanos, por exemplo...

A percepção que se tem é que as pessoas buscam a internet como forma de se proteger das experiências do dia-a-dia, do cotidiano.

Então podemos dizer que essa legião de brasileiros que criam contas no Orkut, MSN e demais redes de relacionamento estão fugindo da realidade?

O que observamos é que, dentro da rede, não existe a crítica que a vida real daria a essas pessoas. À medida que ficam conectados, de uma forma ou de outra, os internautas podem mudar suas características pessoais, no sentido de se apresentar de uma maneira distinta, criando outra perspectiva de enfrentamento dos problemas, de forma bastante diferente ao que seria na realidade.

A pessoa dependente da internet é necessariamente mais infeliz?

Não, nem sempre. O que vemos é que muitas das pessoas que acabam entrando na internet dessa forma mais abusiva estariam passando circunstancialmente por um problema maior, seja de auto-estima, familiar, ou dificuldade de envolvimento social. Existe algum aspecto que é pontual e empurra o indivíduo para esse limbo. Ele não só seria depressivo, mas abusivo, de forma a perder totalmente o controle.

O vício de internet no Brasil é um problema de saúde pública?

Ainda não. Alguns países que tiveram o advento da internet anteriormente ao Brasil já criaram outra explicação para a dependência de internet. Por lá, não é só a dependência de internet, mas a dependência de cybercafés virtuais. Na Coréia do Sul, as lan houses têm um horário de funcionamento e não podem avançar a partir de determinada hora da noite, exatamente para coibir esse tipo de uso que está sendo feito por lá. No continente asiático, o uso em excesso da internet já é um problema de Saúde Pública, aqui ainda não. É muito difícil você combater algo num país onde nem se tem noção do problema, como ocorre no Brasil.

Proibir ou restringir o uso da internet é a solução?

Não. Mas precisamos ficar atentos às possíveis consequências, como já vimos relatos que jovens passaram quase 48 horas conectados e desenvolveram quadros de fobia social.

A fobia social é o efeito mais nocivo dessa exposição?

Não somente. Uma das características que descreveríamos, hoje, como um dos elementos que dão sustentabilidade à auto-estima da pessoa é a capacidade dela tolerar a frustração e a capacidade para reverter as coisas do ambiente que não estão bem. Na internet, percebemos que isso deixa de existir. O indivíduo se frustra, aperta o delete e apaga qualquer possibilidade de enfrentamento.

No AMITI, como funciona o tratamento para a dependência da rede virtual?

O tratamento tem duração de 18 semanas e os pacientes são encaminhados para psicoterapia de grupo e acompanhamento psiquiátrico, no caso de ser detectada alguma depressão, fobia social. Na psicoterapia, temos como objetivo expor esses indivíduos a outros que tenham o mesmo problema e, à medida que o tempo passa, essa psicoterapia vai ensinando os indivíduos a desenvolver novamente o controle e um uso saudável. A idéia não é fazer com que esses pacientes joguem o computador pela janela ou acabem banindo a internet de suas vidas. Sabemos que isso é praticamente impossível. A questão gira em torno de os usuários não se tornarem vítimas ou reféns da tecnologia.

Folha de Londrina