Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Custo da Internet em vários lugares do mundo, em Euro.


Cidade
Internet (2 Mbps ADSL flat)
custo mensal em Euros
Abu Dhabi, United Arab Emirates
59.53
Algiers, Algeria
20.00
Almaty, Kazakhstan
22.73
Amman, Jordan
45.66
Amsterdam, Netherlands
13.33
Ankara, Turkey
15.17
Asuncion, Paraguay
108.23
Athens, Greece
19.28
Baghdad, Iraq
901.94
Baku, Azerbaijan
21.65
Bangkok, Thailand
14.48
Beijing, China
10.62
Beirut, Lebanon
54.12
Belgrade, Serbia
19.25
Berlin, Germany
30.00
Bern, Switzerland
14.90
Bogota, Colombia
14.43
Brasilia, Brasil
57.85
Bratislava, Slovakia
13.50
Brussels, Belgium
35.00
Bucharest, Romania
7.97
Budapest, Hungary
20.93
Buenos Aires, Argentina
22.92
Cairo, Egypt
33.91
Canberra, Australia
30.37
Cape Town, South Africa
62.21
Caracas, Venezuela
12.81
Coimbra, Portugal
30.00
Colombo, Sri Lanka
12.63
Copenhagen, Denmark
26.74
Craiova, Romania
4.79
Delhi, India
16.38
Dubai, United Arab Emirates
68.72
Dublin, Ireland
27.50
Geneva, Switzerland
29.27
Guatemala, Guatemala
36.68
Harare, Zimbabwe
162.35
Helsinki, Finland
21.95
Ho Chi Minh City, Vietnam
10.82
Hong Kong, Hong Kong
13.67
Islamabad, Pakistan
8.90
Jakarta, Indonesia
31.62
Johannesburg, South Africa
46.78
Karachi, Pakistan
9.88
Kathmandu, Nepal
21.28
Kiev, Ukraine
11.54
Kuala Lumpur, Malaysia
23.62
Lima, Peru
26.34
Lisboa, Portugal
22.50
Ljubljana, Slovenia
27.50
London, United Kingdom
16.88
Luxembourg, Luxembourg
24.32
Madrid, Spain
35.00
Managua, Nicaragua
43.29
Manila, Philippines
22.14
Mexico City, Mexico
26.40
Minsk, Belarus
25.62
Monaco, Monaco
29.50
Montevideo, Uruguay
42.09
Moscow, Russia
10.82
Muscat, Oman
72.16
Nicosia, Cyprus
25.00
Oslo, Norway
34.80
Panama City, Panama
32.47
Paris, France
30.00
Porto, Portugal
20.00
Prague, Czech Republic
19.50
Pretoria, South Africa
45.14
Quito, Ecuador
22.85
Rabat, Morocco
30.00
Reykjavik, Iceland
20.55
Riga, Latvia
25.00
Rio De Janeiro, Brasil
36.65
Rome, Italy
32.50
San Salvador, El Salvador
39.69
Santiago, Chile
18.04
Santo Domingo, Dominican Republic
26.70
Sao Paulo, Brasil
31.14
Seoul, South Korea
16.06
Singapore, Singapore
18.60
Skopje, Macedonia
10.00
Sofia, Bulgaria
13.67
Stockholm, Sweden
23.73
Sydney, Australia
30.99
Taipei, Taiwan
15.51
Tallinn, Estonia
12.78
Tbilisi, Georgia
14.43
Tehran, Iran
17.46
Tel Aviv-yafo, Israel
16.23
Teresina, Brazsil
35.14
Tirana, Albania
20.00
Tokyo, Japão
19.65
Tunis, Tunisia
28.86
Vienna, Austria
30.00
Vilnius, Lithuania
11.30
Warsaw, Poland
24.89
Washington, DC, United States
31.27
Wellington, New Zealand
44.31
Zagreb, Croatia
14.33
Zurich, Switzerland
36.49

Em vermelho o valor mais alto, em branco o mais baixo, em amarelo os dados de Brasil e Portugal.

- os dados são a média dos valores de mercado
- para poder comparar é preciso ter em conta o custo de vida de cada País e as eventuais taxas.

Mesmo assim não faltam surpresas.
O valor mais alto é o de Baghdad: mais de 900 Euros mensais para ter uma ligação internet.
Mas a guerra não tinha trazido liberdade?
Liberdade sim, mas não de informação, ao que parece.

O valor mais baixo é de Craiova, na Romenia, onde internet é um presente. Mesmo tendo em conta os baixos rendimentos, pouco mais de 4 € são um valor mesmo baixo.

Portugal e Brasil têm preços parecidos, entre os 20 € do Porto e os 36.65 de Rio de Janeiro. A excepção é Brasília, com un estrondoso e (por mim) inexplicáveis 57.85 €.

Baixos os preços do Norte da Europa: apesar de ter salários mais elevados, os preços são praticamente os mesmos de Portugal.

Também este é um sinal de civilidade.

Informacão

Contador de VISITAS

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Projeto do marco regulatório da internet deve chegar ao Congresso até março de 2010


Até março do próximo ano deve chegar ao Congresso Nacional o projeto de lei do novo marco regulatório da internet. Produzido pelo Ministério da Justiça, o marco civil, como está sendo chamado, deverá tratar de direitos fundamentais dos usuários de internet, responsabilidades desses usuários e deveres do Estado.

“A ideia é criar uma primeira camada de interpretações para assuntos legais relacionados à internet, lançando pedras fundamentais para depois tratar outras questões”, explica o coordenador do projeto, Paulo Rená da Silva Santarém.

Temas polêmicos como direitos autorais, pedofilia e outros assuntos de direito penal, contudo, devem ficar de fora do novo marco. De acordo com Rená, esses assuntos já estão com o debate mais estruturado socialmente e já possuem projetos de lei específicos. Antes de tratar deles, na opinião do coordenador, é preciso criar um mecanismo para que as decisões judiciais sobre o uso da internet sejam uniformizadas.

“Atualmente você pode ter duas decisões judiciais sobre um mesmo assunto completamente diferentes. E as duas estarão embasadas legalmente nos preceitos constitucionais. É preciso criar diretrizes para guiar essas decisões”, explica.

O texto, que teve a primeira parte em consulta pública até o último dia 17, vai ser focado em questões como anonimato, privacidade e divulgação de dados dos usuários. Sobre este último tópico ainda não está decidido o que exatamente a nova lei determinará, mas já se sabe que a orientação é para que as informações sobre a movimentação do usuário dentro de uma página não possam ser compartilhada entre empresas livremente.

O projeto surge a partir de uma exigência dos movimentos sociais ligados ao tema que cobraram do governo federal um marco regulatório. O texto vai na contramão de alguns projetos que tramitam no Congresso Nacional que buscam mais controle e restrição na rede.

Alguns desses projetos prevêem, por exemplo, a necessidade de registro biométrico para o uso da internet e a obrigatoriedade da instalação de câmeras de vigilância em lan houses. “A intenção do projeto é não começar a regular internet pela porta da cadeia, o objetivo é ampliar a liberdade”, afirma Rená.

Essa liberdade faz parte de um conjunto de diretrizes lançadas pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) órgão que cuida da governança da internet no Brasil que prevê também a neutralidade da rede, a inimputabilidade da rede pelas violação de direitos que possam ser cometidas e ambiente legal regulatório, entre outros.

Também devem ser incorporados ao projeto os princípios do Plano Nacional de Banda Larga, que será divulgado até o fim de janeiro. Junto com a previsão do plano de levar internet rápida e barata para todo o país, universalizando o acesso, o novo marco regulatório irá incluir esse acesso como preceito constitucional.

“A ideia é transformar uma política de governo em política de Estado. Como direito fundamental do cidadão, isso passará a ser um compromisso estatal”, explica o coordenador.

O novo marco civil deverá passar por uma segunda consulta pública quando a minuta do projeto estiver pronta, entre janeiro e fevereiro. A primeira consulta ficou disponível na internet durante 45 dias, quando recebeu média diária de 1,3 mil visitas.

Fonte: Terra Notícias
Via: Fimdostempos



terça-feira, 13 de outubro de 2009

A Internet nas mão de apenas 30 empresas


A Internet tem sofrido mudanças radicais de infra-estrutura e econômica nos últimos dois anos, levando ao domínio de apenas 30 grandes empresas, segundo um grande estudo da ArborNetworks e a Universidade de Michigan.

Nos dois anos de investigação foi analisado mais de 256 exabytes (um exabytes comporta 137,4 bilhões de fotos em alta resolução, com média de 6 MB por foto) de tráfego na web através de 110 operadoras de cabo backbones (espinha dorsal da Internet) de trânsito, redes regionais e provedores de conteúdo em todo o mundo, e encontrou somente 30 "hiper-gigantes" empresas que representam 30 por cento de todo o tráfego.

Arbor Networks disse que em 2009 o Relatório do Observatório da Internet mostra que durante cinco anos o tráfego da Internet foi espalhado globalmente em dezenas de milhares de empresas que gerenciam sites e servidores, mas que hoje, o conteúdo está concentrado em apenas um punhado de grandes provedores de conteúdo.

Craig Labovitz, cientista-chefe da empresa, disse que metade do tráfego da Internet em 2007 foi gerado por 5.000 e 10.000 empresas. Desde então, porém, uma maior agregação de conteúdo fez com que apenas 150 empresas são responsáveis pela mesma quantidade de tráfego em uma base diária, liderada por nomes como Google, Yahoo e Facebook.

Muito disso é devido a mudanças na economia, o colapso do tráfego IP e a ascensão do ad-driven nos modelos de negócio, ele explicou.

"A Internet é tudo conectividade, uma malha de redes conectadas entre si e o tráfego flui muito bem, e a ela é muito hierárquica financeiramente. Mas agora o conteúdo é mais valioso do que a conectividade", disse Labovitz,

Outro efeito desta mudança econômica é que, assim como a consolidação de conteúdo por grandes provedores de, como o Google estão a estabelecendo suas relações diretas com os consumidores, ignorando uma camada tradicionais fornecedores.

O relatório também destacou como as aplicações da Internet têm, no essencial, tem migrado para a web. Anteriormente, havia como aplicação muitos protocolos específicos e pilhas de comunicação porque havia desenvolvedores, mas hoje a maioria já se mudaram para um pequeno número de protocolos da web e vídeo, sendo um dos mais notáveis oFlash.

"Os primeiros 12 anos da Internet foi focado a conexão de empresas e residências. Essa foi a tecnologia que virou história. Agora, a conectividade é onipresente e os preços estão caindo devido a inovação que está acontecendo, mas ainda não no conteúdo que dependes dos consumidores e dos negócios ", disse Labovitz.

"À medida que o conteúdo está ficando melhor e mais rápido ele vai mudar a face da Internet, que é estimulante para as empresas e consumidores. Estamos entrando na segunda era da Internet."

Fonte
Contador de visitas grátis

sábado, 29 de agosto de 2009

Lei daria controle da Internet ao presidente dos EUA

Os provedores de internet e os grupos de liberdade civis estavam alarmados durante esta primavera quando uma proposta de Lei do senado dando a Casa Branca o poder de desconectar os computadores do setor privado da Internet.




Eles não ficaram nada mais contentes com a versão revisada que os assistentes do senador Jay Rockefeller, um democrata da Virgínia do Oeste, escreveram por trás de portas fechadas durantes meses. CNET News obteve uma cópia do esboçio de 55 páginas da lei S.773, que ainda parace permitir ao presidente confiscar temporariamente o controle das redes dos setores privados durante uma chamada "emergência de cyber-segurança".

A nova versão permitiria ao presidente declarar "emergência de cyber-segurança" relacionada à redes de computadores não governamentais, e fazer o que for necessário para rseponder à tal ameaça. Outras seções da proposta incluem um programa de certificação federal para "profissionais de ciber-segurança" e um requisito que certos sistemas de computadores e redes no setor privado serem gerenciados apenas por pessoas que tiverem tal certificação.

Larry Clinton, presidente da Aliança de Segurança da Internet, que conta com representantes da Verison, Verisign, Nortel e Univesidade Cornegie Mellon em seu conselho, declarou que não é claro que autoridade o senador ROckefeller pensa ser necessário ter sobre o setor privado. Ao menos isto seja esclarecido, nós não podemos analizar a proposta, e menos ainda a lei".

À Fox News, Larry declarou que "Nós achamos que isto é uma idéia terrível.. para colocar na legislação". Larry disse que a nova versão da lei melhorou do primeiro esboço, mas uma linguagem vaga poderia ainda oferecer os mesmos poderes ao presidente em caso de emergência.

Nota: imaginem se algo como a história do blackjack se tornasse real, seria isto uma emergência que desse à Obama o poder de desligar a Internet?


CnetNews: Lei daria controle de emergência da Internet ao presidente
Fox News: Lei do Senado daria ao Presidente Controle Emergencial Sobre a Internet

Fonte


terça-feira, 30 de junho de 2009

Como funcionam os sites de busca na internet?

Na essência, todos os sites de busca funcionam do mesmo jeito: montam um banco de dados com o texto de milhões de páginas e mostram aquelas que têm a ver com a palavra que você digitou na tela de procura. A diferença está nos detalhes. Tipo: que página deve aparecer primeiro? Se você digita algo como "São Paulo", o site de buscas não sabe se você está atrás de informações sobre a maior cidade do país ou sobre o santo. Mas ele tem que dar um jeito de "saber o que você está pensando". Cada site usa fórmulas específicas para ordenar os resultados de uma pesquisa. O jeito mais comum, hoje, é colocar no topo da lista as páginas que recebem mais links de outros sites.

Mas o endereço de busca mais popular na rede, o Google (www.google.com.br), inventou um jeito de ir mais longe: o link de uma página respeitada vale mais que um link qualquer. Os gênios por trás da tecnologia de busca do site são dois engenheiros da computação: Sergey Brin e Larry Page, que apresentaram o Google num artigo de divulgação científica de 1998. Na época, o site era só um projeto de faculdade, para a Universidade de Stanford, na Califórnia. Hoje, vale pelo menos 20 bilhões de dólares!

Oráculo da rede

Google usa até texto de links para ordenar páginas

1. Todo site de busca tem um gigantesco banco de dados que serve de base para as pesquisas na rede. Isso é feito por programas chamados "robôs" ou "aranhas". Eles varrem a internet e gravam o texto de todos os sites que encontram, num ritmo de algumas centenas de páginas por segundo

2. O programa de busca guarda informações como a posição de cada palavra nos sites varridos e o tamanho em que ela aparece. Por exemplo: se você digitar "beatles" no campo de busca e essa palavra estiver no título de uma página, com letras grandes, esse site tende a aparecer bem ranqueado, ou seja, entre os primeiros resultados da pesquisa

3. Mas o fator que mais influi para o ranqueamento é outro: a quantidade de links que apontam para o site. O Google atribui mais valor aos links de páginas que, por sua vez, também são apontadas por muitas outras. Então vale mais um link que esteja indicado no site da Universidade de Harvard, por exemplo, do que num blog qualquer

4. Também conta se o link que leva à página der uma informação extra. Imagine que você tenha um site sobre os Beatles e alguém digite "letras dos beatles" no Google. Se outras páginas tiverem um link escrito "letras dos beatles" que leve ao seu site, ele ganha mais valor

Fonte


terça-feira, 14 de abril de 2009

Copel começa testes de conexão pela rede elétrica

Moradores escolhidos navegam de graça com conexões de 10 Mbps depois que a Anatel regulamentou a internet pela rede elétrica.


Na semana passada, a Companhia Paranaense de Energia (Copel) iniciou com eles os seus testes de desempenho da tecnologia Power Line Communications (PLC), que converte a fiação de energia elétrica em meio físico para conexão com sistemas de comunicações e telecomunicações em banda larga.


Os 10 primeiros

Na primeira semana deste mês a Copel conectou dez dos 300 usuários que integram o grupo de amostragem da experiência. Nela, a companhia investiu R$ 1 milhão para a aquisição dos equipamentos, modems e amplificadores de origem sueca, que estão em fase final de instalação, de olho no mercado potencial dos seus 3,5 milhões de consumidores em todo o Estado.

"O usuário atualmente paga um preço determinado pela capacidade e velocidade da sua conexão, não importando se ele a utiliza bastante, pouco ou quase nada", informa Orlando César de Oliveira, coordenador do projeto de PLC da Copel.


"Imaginamos ser possível implantar um sistema de cobrança mais justo, que leve em conta a utilização real e efetiva do internauta", acrescenta. Nas simulações feitas pela empresa, a modificação na forma de cobrança pode resultar numa redução pela metade dos preços cobrados hoje pelos sistemas convencionais de conexão.


Em 2001 a Copel realizou a primeira experiência com a tecnologia PLC no Brasil, testando-a em 50 domicílios de Curitiba, mas o plano foi abandonado devido ao pouco desenvolvimento do que existia à época, onde as conexões não ultrapassavam os 2 Mbps de velocidade. A atual tecnologia possibilita velocidades de transmissão de até 200 Mbps, segundo os fabricantes.


" A inovação deve democratizar o acesso da população a esses serviços, aumentando a concorrência e servindo de alternativa às companhias que monopolizam as telecomunicações no Brasil, contribuindo para baratear os preços cobrados", disse o presidente da estatal paranaense, Rubens Ghilardi. A exploração comercial da internet pela rede elétrica foi autorizada pela Anatel, mas a de telefonia fixa ainda terá de esperar. Sua liberação é vista, porém, como questão de tempo.


Triple play é a oferta


Segundo ele, o interesse das empresas de eletricidade na PLC é o de concorrer com as operadoras de telefonia fixa oferecendo no futuro um pacote com transmissão de imagem, dados e voz. A Copel ainda não definiu um preço para o serviço, mas simulações apontaram para a possibilidade de rentabilidade de até 700%.


A maior parte da transmissão será feita pela rede de fibra óptica da companhia com 11 mil quilômetros e que já atende a 185 dos 399 municípios do estado. Com mais alguns investimentos, serão atendidos todos os seus 3,5 milhões de clientes no mais de 300 municípios do estado, onde detém 98% do mercado, com um tipo de capilaridade que somente a mineira Cemig também possui no País. "Entrar no mercado de telefonia fixa vai permitir à Copel uma alavancagem brutal em seus rendimentos futuros", imagina Rubens Ghilardi. Em 2008, a estatal paranaense faturou R$ 5,459 bilhões, lucrando R$ 1,55 bilhão.


Piloto aberto a todos


Até o final de abril, todos os demais usuários que se cadastraram voluntariamente para participar do projeto piloto estarão conectados pelas redes elétricas equipadas para, além de eletricidade, transportar sinais digitais de imagem, som e dados. Eles terão a incumbência de, durante um ano, monitorar e avaliar criticamente o desempenho da tecnologia, produzindo relatórios periódicos para a Copel.


O PLC é uma tecnologia através da qual os sinais de telecomunicação utilizam o mesmo meio físico que a energia elétrica. Como os sinais de comunicação e de energia têm frequências diferentes (alta para os de comunicação e baixa para os de energia), eles podem compartilhar o mesmo meio físico sem interferências entre si. Ou seja, além de eletricidade, uma tomada pode fornecer acesso a diversos outros serviços, como internet em banda larga.


Sistema matricial


A tecnologia consiste em instalar um modem conhecido como "master" na rede elétrica secundária da baixa tensão que, por sua vez, se comunica com outros modems instalados em qualquer tomada daquele mesmo circuito, possibilitando velocidades de transmissão de até 200 Mbps. Aos seus modems, os usuários conectam computadores ou telefones IP (internet protocol) via cabo ou wi-fi (rede sem fio). As redes elétricas secundárias se interligam a redes primárias de fibras ópticas da mesma forma que nas tecnologias ADSL das operadoras de telefone ou TV por assinatura.

Fonte