Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010

A Culpa é da Galinha - Reações adversas à vacina H1N1: Saiba porque a desculpa da alergia a ovo é falsa

Temos ouvido toda vez que ocorre uma reação adversa a mesma ladainha: "esta pessoa provavelmente tinha alergia a ovo".

Esta história de alergia a ovo é para tentar desviar todas as reações adversas como se fossem alergias a ovo. Estão colocando toda e qualquer reação no mesmo balaio, como se fosse por alergia a ovo.

Veja então o que nos diz no site da "Universidade Americana de Alergia, Asma e Imunologia":

Flu Shots And Egg Allergy
People with egg allergy could have a reaction when given the flu vaccine because the vaccine may contain some amount of egg protein. Fortunately, even in individuals with confirmed egg allergy, flu vaccines may be administered under certain conditions by experienced physicians. Most reactions to flu vaccines are not due to egg-allergy.

Tradução:
Vacinas contra a gripe e alergia ao ovo
Pessoas com alergia a ovo podem ter uma reação quando receberem a vacina contra a gripe porque a vacina pode conter uma certa quantidade de proteína do ovo. Felizmente, mesmo em indivíduos com alergia a ovo confirmada, vacinas contra a gripe pode ser administrada sob determinadas condições, por médicos experientes.
A maioria das reações às vacinas contra a gripe não são devidos a alergia ao ovo.

Não passa de um subterfúgio para tentar justificar as centenas de mortes que tem ocorrido neste país devido à vacina. Alguém pode me perguntar: porque o governo teria interesse em esconder as reações adversas? Eu respondo: como eu postei algumas semanas atrás, que após a repercussão como o ministério da saúde não negou que nos contratos com as empresas farmacêuticas havia uma cláusula isentando-as de qualquer ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez.

Na resposta do MS apenas diz: "Não temos essa informação". Como diz o ditado que quem não nega consente, podemos assumir que esta cláusula existe sim, e como qualquer ação na justiça iria recair sobre o governo, estão fazendo de tudo para negar que existe qualquer ligação causal da vacina e das dezenas mortes que já ocorreram.

Fontes:
American College of Allergy, Asthma and Immunology: Flu Shots and Egg Allergy
Onde estão os contratos entre as fornecedoras da vacina H1N1 e o governo brasileiro?

A Nova Ordem Mundial


segunda-feira, 24 de maio de 2010

(H1N1) A Vacina Assassina x Aids: Que história mal contada!

O que mais tem nessa vacina? Um dia dizem que é uma reação normal como todas as vacinas causam, agora ela detecta uma AIDS que não existe. Qual vai ser a próxima versão? Será que vão ter a coragem de dizer a verdade, doa a quem doer. Será que um dia vão dizer que o causador da AIDS foi a vacina e agora não tem mais jeito? (V.A.)

A Matéria:

O Ministério da “Saúde” tenta, a todo custo, esconder os efeitos colaterais que a vacina/veneno está causando. Para isso vem utilizando a velha tática da Espiral do Silêncio e a população acaba achando que tudo é “boato”.

Agora, mais uma paulada: aqueles que tomaram a vacina podem ter um “falso positivo” no exame de Aids, dentro de 30 (trinta) dias após o envenenamento. Eles justificam dizendo que o exame detecta o anticorpo…

O teste (pelos anticorpos) reduz o período de janela em média para 22 dias (e não 30). Entenda melhor clicando aqui. Há quem diga que a Aids é um sinal de falência do sistema imunológico devido à desnutrição e o uso de drogas. Além disso, nunca se ouviu falar que algum remédio ou vacina tenha causado um “falso” positivo para a AIDS. Será que o resultado é falso mesmo? O que será que tem de verdade nesta maldita vacina?

Não adianta mais falar. Quem tomou, tomou. Cada um com a sua sina. Nós fizemos a nossa parte. Só não dá para não se indignar com um governo eugenista – assassino.

Vocês acha que a despopulação é uma “teoria da conspiração”? Pois continue achando… a vacina foi feita pra você!


Senzalamundi

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Mais uma vítima da Vacina Assassina! Nesse Domingo, 16/05/2010 - Criança de 1 ano e 10 meses morre após receber a segunda dose da vacina H1N1

Mais uma morte ocorrida após a vacinação que provavelmente passará em branco como todas as outras.

A criança de 1 ano e 10 meses, Francisco Jailson, do município de Raposa, no Maranhão, após tomar a segunda dose da vacina H1N1, passou a ter febre alta, vômitos e falta de apetite. Ele chegou a ser internado na maternidade local e também no Hospital da Criança, em São Luis, e morreu na tarde de domingo. No IML deram como motivo da morte "causa desconhecida".

Pode-se ver estampado no rosto da coordenadora de vacinação, Jaqueline Rios, o nervosismo ao tentar defender a segurança da vacina. Ela diz ter ido ao município "colher dados para o caso". Eu diria que ela foi ao município para abafar o caso e se certificar de que nenhum médico ou legista iria dar como causa da morte a vacina H1N1.

Ela ainda tenta dizer que até agora nunca foi comprovado o óbito pela vacina. Mas claro, com toda esta máquina governamental para se certificar que os efeitos adversos resultantes em mortes , abortos e sequelas graves nunca terão ligação com a vacina. sempre poderão alegar que nunca existiu nenhum caso que prove que a vacina causou a morte. Nós já reportamoa aqui, que este não é o caso, que nos EUA, 66 mortes haviam sido reportadas até algumas semanas atrás.

O mais incrível foi que não consegui achar NENHUMA informação em nenhum jornal no Brasil. Se alguém encontrar, por favor, deixe um comentário.

A mãe diz não ter dúvidas que a morte do filho foi causada pela vacina, que foi só ele tomar a vacina que ele adoeceu.

Veja a reportagem do SBT no vídeo abaixo:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

A vacina contra influenza em crianças causa convulsões - Austrália


(NaturalNews) As Vacinas contra Influenza administrada em 57 crianças apresentou reações e convulsões, na Australia. Estas vacinas contra a gripe estão sendo administradas a crianças menores de cinco anos para "proteger" da gripe sazonal, mas depois de receber, as crianças começaram a ter convulsões.


Uma investigação revelou que não há nenhum problema com o controle de qualidade específico dos lotes das vacinas contra a gripe.
Todos eles passam por controle de qualidade, em outras palavras, as convulsões são causadas por que é intencionalmente colocada na vacina, não por contaminação .

Isto, claro, confunde os médicos convencionais, que têm sido informados de que as vacinas são perfeitamente seguras e nunca prejudicará ninguém.
Então, ao invés de fazer uma pausa para investigar o que poderia estar contido nas vacinas que está causando as convulsões, reforçam com a recomendação de que devem receber as vacinas.

Alan Hampson, presidente da Influenza Austrália Specialist Group ", informou ... jovens, saudáveis estão ansiosos para receber a vacina contra a gripe por considerar ser a vacina da gripe suína".
Não há nenhuma evidencia no mundo real, de algo que possa romper o mito que as vacinas têm sobre as mentes dos médicos tradicionais. Mesmo com as crianças caindo ao chão em convulsão na frente deles, eles vão continuar as vacinas em crianças.

A ilusão da eficácia da vacina

As vacinas são baseadas em uma mitologia científica que é amplamente considerada pelos médicos ingênuos e cientistas que simplesmente acreditam no que eles dizem e não o que é real.

Esta mitologia é baseada na crença de que a questão de que, injeta-la no corpo humano fará com que o sistema imunológico responsável pela adaptação ao virus não seja enfraquecida pela criação de anticorpos que lutam contra infecções futuras.
Essa explicação, no entanto, é pura mitologia. Na realidade, um sistema imunológico só poderá invocar uma resposta adaptativa, quando se está devidamente alimentado com vitamina D. E se o paciente tem quantidade suficiente de vitamina D, não precisam de vacina porque a vitamina D protege contra a gripe sazonal, em primeiro lugar.

Assim, só o trabalho das vacinas não resolve.
As pessoas que têm menos proteção contra a gripe devido à deficiência de vitamina D também tem a fraca resposta a imunização proposta pelas vacinas. As vacinas, em outras palavras, sozinha, não não resolve nada.

Crianças com neurologia particularmente fraca são altamente suscetíveis a danos neurológicos por causa da vacina.
Este dano pode assumir a forma de um coma, convulsões, autismo ou ser parcialmente paralisado. Algumas crianças que receberam vacinas, em breve encontrar-se-ão em cadeiras de rodas, impossibilitado de andar, embora, antes de vacinar vacinar foram atletas.

Se você é um pai, mãe, não exponha seus filhos à vacina! Saiba mais sobre os perigos das vacinas com nestes artigos:


Virginia atleta em cadeira de rodas depois de tomar vacinas:

http://www.naturalnews.com/027473_G... http://www.naturalnews.com/027473_G ...


Vacina contra a gripe suína ligada à paralisia:

http://www.naturalnews.com/026866_s... http://www.naturalnews.com/026866_s ...


Vacina coloca menina no hospital:

http://www.naturalnews.com/027395_s... http://www.naturalnews.com/027395_s ...


Vacinas ligados a distúrbios neurológicos:

http://www.naturalnews.com/022642_v... http://www.naturalnews.com/022642_v ...


Dez médicos se recusam a responder perguntas sobre as vacinas:

http://www.naturalnews.com/027258_v... http://www.naturalnews.com/027258_v


Contador de acesso

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Estatísticas da Vacina H1N1


Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas

Por José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico, Jornal STOP.

Os hospitais de São Paulo estão abarrotados de pessoas que se queixam de estar sofrendo efeitos danosos da vacina contra gripe suína, mas essas queixas não podem ser registradas pelos médicos, porque não existe um CID – Código Internacional da Doença – para a reação patológica à vacinação.

Em visitas a hospitais, conversando com médicos e enfermeiros da cidade de São Paulo, constatamos que cada um deles está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína. “Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente”, declarou um desses profissionais.

Multiplicando-se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma ideia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.

Apesar de todas essas centenas ou milhares de queixas diárias, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as reações à vacina não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças, que é um número dado à enfermidade para permitir a estatística computadorizada. Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente.

As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS – Organização Mundial da Saúde, para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18). Muitos colocam, simplesmente, o código das famosas “viroses”.

Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia – e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum – só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, que viraram notícia, ou processaram o governo e os laboratórios.

“Eu escrevo: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença”, disse um especialista.

As queixas mais comuns feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:

1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarréia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas. Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina.

Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina. “Os exames de Raio X não acusam nada, mas a tosse não passa”, declarou um dos médicos.

2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões.

Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarréia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, “como se as perninhas desabassem”.

(Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré – que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte – isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina.) Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.

Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do P.S. por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia. Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças.

Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados).

Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.

Obs.: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade dessas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação – que têm o dever de esclarecer a população.

Stopvacina

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Jovem pode ter tido reação à vacina contra a gripe A em Rio Grande

Paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável.

Uma jovem de 25 anos está internada no hospital Santa Casa de Rio Grande, no sul do Estado. A suspeita que está sendo investigada pela Secretaria Municipal da Saúde é de que ela pode ter tido reação à vacina contra a gripe A. A paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável.


Segundo a secretária municipal de saúde, Zelionara Branco, a doença que paralisa o corpo é chamada de síndrome de guillain-barré. A secretaria não descarta que a paciente tenha reação a algum do componente da vacina.

A Secretaria Estadual da Saúde reafirma segurança da vacina contra a gripe A. A campanha já imunizou 2,1 milhões gaúchos, registrando nove casos de reação (três quadros de paralisia facial, um caso de paralisia das pernas, e cinco de reações alérgicas em geral).

Segundo o coordenador estadual de vigilância em saúde, Francisco Paz, todos são sintomas neurológicos e reversíveis:

— Qualquer medicação pode dar esse tipo de reação. O número de reações é em número bastante pequeno. São reações individuais, que dependem de como o organismo da pessoa reage.

A secretaria orienta as pessoas que já tiveram algum tipo de reação neurológica a outras vacinas para não tomarem a dose contra a gripe A. Quem tem dúvidas, deve procurar o próprio médico para uma avaliação.

Ouça a reportagem da Rádio Gaúcha:

RBS TV E RÁDIO GAÚCHA


sábado, 3 de abril de 2010

Onde estão os contratos entre as fornecedoras da vacina H1N1 e o governo brasileiro?

Via: A Nova Ordem Mundial

No documento do Ministério da Saúde "Esclarecimentos sobre a vacina contra Influenza", onde tenta desacreditar as denúncias contra as vacinas, existe uma parágrafo que afirma:

Indústrias farmacêuticas receberam imunidade judicial quanto a ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez.

Não temos essa informação. Vale registrar que o Ministério da Saúde, Agência Nac. de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os laboratórios produtores detentores do registro são responsáveis por registrar, acompanhar e avaliar os casos de eventos adversos associados à vacinação. O sistema de vigilância de eventos adversos pós-vacinal do Ministério da Saúde possibilita a identificação precoce de problemas relacionados com as vacinas distribuídos ou pós-comercialização, como objetivo de prevenir e minimizar os danos à saúde dos usuários.
Em vários outros países, uma cláusula de imunidade para as companhias farmaceuticas foi incluída no contrato. Os EUA e Canadá estao entre estes países, como eu divulguei tempos atrás, também como a Franca. Nos posts de ontem (aqui e aqui), vimos que a Polonia nao adquiriu vacinas contra o H1N1 pois as empresas produtoras de vacinas exigiam a cláusula de imunidade contra acoes legais. Diante destes fatos, porque será que com o Brasil poderia ser diferente?

A única forma de dirimir esta dúvida é checando os detalhes destes contratos.

Eu me pergunto então, onde estão estes
contratos? Se são públicos, pagos com o dinheiro dos contribuintes, com certeza devem estar disponíveis em algum lugar para averiguação. Porque estes contratos nao foram disponibilizados para que estes ditos "rumores" e "boatos" sejam de fato esclarecidos?

De acordo com esta notícia da Agencia Brasil, o governo comprou 40 milhões de doses da GSK, no valor de R$ 444,7 milhões, 33 milhões de doses da Sanofi-Pasteur, relativo a R$ 438,9 milhões, e ainda mais 10 milhões de doses do Fundo Rotatório de Vacinas da Organização Pan Americana de Saúde (Opas) ao custo de R$ 122,5 milhões, totalizando 1,006 bilhões, que vieram de crédito suplementar de R$ 2,1 bilhões de reais.

Primeiramente eu tentei achar os gastos no portal transparencia do governo, que no meu ver não é tão transparente assim. Não consegui localizar nenhum dos gastos acima.

Próximo passo foi procurar no Diário Oficial da União pelos contratos firmados. Eu encontrei pareceres para projeto de pesquisa para producao de vacinas, Registro biológico da vacina Sanofi, e o mais quente, o "EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 2050/2009", de 29 de dezembro de 2009, no qual dispensa de licitação a aquisição de 40 milhões de doses de vacina contra o H1N1 pela GSK (GLAXOSMITHKLINE), no valor de meio bilhão de reais! Bem, até ai nenhuma novidade. O interessante é que este mesmo processo no mesmo valor aparece novamente no DOU de 21/01/2010 em um extrato de contrato , mas no NOME DE OUTRA EMPRESA! Esta outra empresa é a ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC, para a qual quase nao existe informacoes na internet. No mínimo meio suspeito, a licitação é dispensada para uma empresa, mas o contrato firmado com outra?

De qualquer forma, eu não localizei em nenhum lugar o contrato propriamente dito. Alguém saberia onde encontrar???

Eu encontrei também o extrato de convenio com o Butantan para a producao de 33 milhoes de doses, no valor de quase meio bilhao de reais. Não nos surpreende termos "especialistas" do instituto sendo entrevistados dizendo que os rumores sobre a vacina são infundados :)

Eu não encontrei no entanto o extrato de contrato com a Sanofi-Aventis, talvez porque o contrato fosse feito direto com o Butantan, que está sob controle do governo estadual de Sao Paulo?

Eu localizei um extrato de termos aditivo com a SANOFI - AVENTIS FARMACÊUTICA LTDA

Eu encontrei vários contratos com licitação para produção de vacinas para gripe sazonal que conterão também a vacina para a gripe suína. Me parece que como estão vendo que a população está temerosa para tomar a vacina contra o H1N1, a OMS está orientado para misturá-la na vacina para a gripe sazonal, já que seria um tremendo fracasso para o atual governo se viesse a tona que 2 bilhões de reais foram desperdiçados.

para o acréscimo em R$ 4.095,51, mas nada em relação ao lote principal.Os links para os DOUs estao no texto, mas eu segue mais abaixo o que eu localizei.

Cabe lembrar o que poderia ter sido feito com estes 2 bilhões de reais:

Vitamina D

Um frasco com 360 doses de vitamina D3 5.000 UI (o necessário para combater a deficiência de vitamina D) custa em torno de R$36,08. Este valor é ao varejo, com certeza poderia ser diminuído pela metade ou até mais se fosse adquirida em grande quantidade.

Com dois bilhões de reais poderia ser comprada pelo menos 55 milhões de frascos, o suficiente para quase 1/3 da população por um ano inteiro. Como a Vitamina D nao é patenteada, seria possível para o governo produzir quantidade necessária para toda a populacao com menos do que os 2 bilhoes gastos na vacina. Claro que além de proteger contra a gripe suína e outras gripes, a vitamina D teria outros efeitos benéficos, como evitar problemas de coração, osteoporose, diabetes, entre outros.

Casas Populares:

Com dois bilhoes de reais desperdicados nesta campanha de vacinacao, seria possível a construção de 90.909 casas populares. Imagine o que poderia ser melhorado na saúde pública com este dinheiro??
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Dispensa de licitacao com a GSK
DOU Nº 248, terça-feira, 29 de dezembro de 2009
LINK
DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA

EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 2050/2009
Nº Processo: 25000613161200935 . Objeto: Aquisição de 40.000.000 de doses de Vacina Humana Influenza Tipo A H1N1, vacina para
administração por injeção intramuscular - frascos com no mínimo 10
doses/frasco. Total de Itens Licitados: 00001 . Fundamento Legal:
Artigo 24, inciso IV, da Lei 8.666/93 . Justificativa: Trata-se de
aquisição emergencial visto a pandemia da influenza do tipo a H1N1.
Declaração de Dispensa em 24/12/2009 . VAGNER DE SOUZA
LUCIANO . Diretor do Depratamento de Logística . Ratificação em
24/12/2009 . VAGNER DE SOUZA LUCIANO . Diretor do Depratamento
de Logística . Valor: R$ 465.532.000,00 . Contratada :GLAXOSMITHKLINE BRASIL LTDA . Valor: R$ 465.532.000,00
(SIDEC - 28/12/2009) 250005-00001-2009NE900002

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Contrato com a
ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC
DOU de Nº 14, quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
LINK
SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS
A D M I N I S T R AT I V O S
COORDENACAO-GERAL DE SERVICOS GERAIS

EXTRATO DE CONTRATO Nº 67/2009
Nº Processo: 25000613161200935. Contratante: MINISTERIO DA
SAUDE -CNPJ Contratado: ESTRANGEIRO. Contratado : ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC. Objeto: Aquisição de
40.000.000 de doses de Vacina Humana Influenza Tipo A H1N1.
Fundamento Legal: inciso IV do artigo 24 da Leinº 8666/93. Vigência:
30/12/2009 a 30/06/2010. Valor Total: R$465.532.000,00.
Fonte: 351000000 - 2009NE904949 Fonte: 355000000 -
2009NE904950. Data de Assinatura: 30/12/2009.
(SICON - 20/01/2010) 250005-00001-2010NE900001

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Achei também algo estranho. Algo que já havia lido em outros lugares e porcamente explicado. Sendo o AH1N1 supostamente uma nova gripe, como é que existe patente da vacina em 2008? Eu achei vários diários da uniao com contratos para vacina AH1N1, como por exemplo:

RESOLUCAO-RE Nº 278, DE 31 DE JANEIRO DE 2005
AVENTIS PASTEUR LTDA 1.01609-0Cepa influenza tipo A (H3N2) + Cepa influenza tipo A (H1N1) + Cepa influenza tipo B

Pg. 36 da Seção 1 do Diário Oficial da União (DOU) de 12/03/2004
INSTITUTO BUTANTAN 1.02234-0
Cepa influenza tipo A (H3N2) + Cepa influenza tipo A (H1N1) + Cepa influenza tipo B

RESOLUCAO-RE Nº 1.082, DE 4 DE JULHO DE 2003 (*)
AVENTIS PASTEUR LTDA. 1.01609-0
CEPA INFLUENZA TP A(H3N2),CEPA INFLUENZA TP A (H1N1),CEPA INFLUENZA TP B
0801011 VACINAS
VACINA CONTRA GRIPE (VIRUS PURIFICADO 25000.006871/92-12 08/2004

  • Sistema de vigilância de eventos adversos pós-vacinal
Este sistema deveria centralizar todos os casos de reacoes adversas. Eu estou tentando obter um relatório destes eventos, estou ainda esperando resposta final das autoridades. Me parece que alguém nao quer divulgar estas informacoes, pois já fui mandado de um lugar para o outro pelo menos umas 10 vezes.

Podemos ver que está havendo uma pressao para nao admitir nenhum efeito adverso como provocado pelas vacinas. Vimos o bebe de menos de 2 anos que teve sérios problemas horas depois, que o hospital diagnosticou como "infecção no sistema nervoso e na medula.". No outro dia um outro hospital declarou que após exames se verificou que os sintomas apresentados não foram causados pela vacina. Nao é de se surpreender que as ditas autoridades da saúde gritem por aí dizendo que a vacina nao provocou nenhuma reação, já que qualquer reação que ocorre nunca terá relação com a vacina. "Boa" estratégia, mas a verdade está finalmente vindo a tona!

Feliz Páscoa!!!

Fontes:
Ministério da Saúde: Assunto: Esclarecimentos sobre a vacina contra Influenza



quarta-feira, 31 de março de 2010

Para Conselho da Europa, OMS exagerou no alerta de gripe suína

Jamil Chade, GENEBRA - O Estadao de S.Paulo

Quase um ano após os primeiros sinais do vírus H1N1, o Conselho da Europa conclui que a Organização Mundial da Saúde (OMS) exagerou no alerta em relação à pandemia de gripe suína. Em Genebra, a agência de saúde da ONU anunciou que iniciará um processo de revisão de seus trabalhos, inclusive sobre o uso da palavra "pandemia" em futuras crises. Apesar da polêmica, a OMS insistiu que o Brasil mantenha seu programa de vacinação.

Deputados no Conselho da Europa chegaram à conclusão de que a OMS colocou em risco a credibilidade de entidades internacionais ao exagerar em seu alerta sobre a gripe suína. O relatório, elaborado após três meses de investigações, aponta que essa perda de credibilidade põe em risco milhares de vidas.

O documento foi redigido pelo deputado trabalhista britânico Paul Flynn, vice-presidente do comitê de saúde do conselho. "Quando a próxima pandemia aparecer, muitos não darão credibilidade às recomendações da OMS. Eles se recusarão a ser vacinados e colocarão suas vidas e de outros em risco", diz o texto.

O relatório lembra que a estimativa oficial era de até 65 mil mortes apenas na Grã-Bretanha. Um ano depois, foram apenas 360. No mundo, 17 mil morreram pela gripe em um ano.

O documento também acusa a OMS de falta de transparência em relação à decisão de decretar a pandemia e alerta que os especialistas que tomaram a decisão poderiam estar sob influência das empresas de medicamentos.

Defesa. Ontem, o chefe da divisão de influenza da OMS, Keiji Fukuda, voltou a defender a decisão da entidade de decretar a pandemia. Ele também anunciou que a revisão das regras para futuras declarações de pandemia começa a ser revista a partir da semana que vem.

Uma das possibilidades será a de incluir nos critérios novos itens, antes de decretar uma pandemia. Na OMS, o único critério é o de que um vírus tenha uma disseminação em mais de dois continentes de forma sustentável. Esse foi o caso do H1N1. O que ninguém previa é que o vírus não seria tão severo. O resultado foram centenas de milhares de doses de vacinas encalhadas.

Fukuda admite até mesmo rever o uso da palavra "pandemia" em próximos casos de vírus.

Vacinação no Brasil

Até sexta-feira, recebem a vacina do governo as crianças de 6 a 23 meses e doentes crônicos com até 59 anos. A partir de segunda e até o dia 23, serão imunizados os adultos de 20 a 29 anos.

CLASSIFICAÇÃO

Pandemia
Ocorre quando uma nova
doença se espalha
rapidamente pelo mundo.

Fases de pandemia.
Atualmente, a OMS
divide uma pandemia
de gripe em seis fases, em níveis crescentes de
gravidade:
Fase 1 - Há circulação do vírus apenas em animais.
Fase 2 - O vírus infecta
também seres h
umanos.
Fase 3 - Pequenos
Grupos de pessoas
infectadas por animais,
mas sem transmissão
expressiva entre humanos.
Fase 4 - O vírus sustenta surtos em comunidades.
Fase 5 - Transmissão
sustentada do vírus
em dois ou mais países
de uma das seis regiões.
Fase 6 - Transmissão
em mais de uma região.

Estadao