Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Será que a terceira Grande Guerra vai começar e Portugal ja sabe

O governo de Portugal está fazendo uma campanha de distribuição em locais públicos de normas e procedimentos para a estocagem de alimentos, quando isto ocorre, é porque algo de grave está para acontecer, estes procedimentos são comuns quando uma guerra ou uma grande crise se aproxima.

Reservas Alimentares de Emergência em Sua Casa

Para tal está a ser distribuído nos hipermercados um folheto informativo sobre Reservas Alimentares de Emergência em Sua Casa.

A Conferência de Imprensa e Sessão de lançamento da campanha e da distribuição do folheto sobre "Reservas Alimentares de Emergência em Sua Casa", teve lugar no dia 13 de Julho, no Supermercado do El Corte Inglés em Lisboa e contou com a presença de Sua Excelência o Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas entre outras individualidades, tais como o Presidente da Comissão de Planeamento de Emergência da Agricultura (e Director do Gabinete de Planeamento e Políticas) e o Vice-Presidente do Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência.

Como podemos ver, com certeza este programa não é em vão, nestes tempos que estamos vivendo, programas como este se tornará comum entre a população, algo está para acontecer, devemos também estar preparados para estas adversidades.

Veja o Folheto_Reservas_Alimentares_Emergencia clicando Aqui

Veja a Instrução para Muchila de Reservas_Alimentares_Emergencia clicando Aqui

Juizo Final

Contador gratuito

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Alimentos pouco recomendáveis

Vinho em pó, queijos sem leite, produtos biológicos com componentes geneticamente
manipulados, frangos apátridas, laranjada sem laranja, entre outros: os nossos carrinhos de supermercado estão cheios de produtos que não têm muito a ver com que os rótulos anunciam. Em causa, as denominações impostas pela União, sob pressão dos grupos agro-alimentares.

O perigoso monstro é uma caixa quadrada em cartão plastificado, ornada de um magnífico pôr-do-sol. Foi baptizado “wine kit” [conjunto para vinho] e permite fabricar vinho em casa com cinco saquinhos de pós de perlimpimpim, nomeadamente concentrado de uva liofilizado, bentonite, dissulfito e sorbato de potássio, agentes fixadores sem qualquer identificação mais precisa. Requer vinte dias de elaboração, um processo complexo que exige tempo e um controlo preciso dos níveis de humidade e de temperatura. Se todas as condições forem cumpridas obtêm-se trinta garrafas do néctar de Baco, por quarenta euros mais portes de correio.

O pacote contém também “elegantes rótulos” que certificam que os recipientes de vidro contêm “barolo” [designação de origem de vinho produzido na região vinícola do Piemonte, Itália]. Barolo, mas em pó. Um nome sem nenhuma relação com as suas origens, ao ponto de poder-se mesmo “degustar” barolo branco.

Luca Zaia, o ministro [italiano] da Agricultura, arrumou-o muito apropriadamente naquilo a que chama “a galeria dos horrores”: um monte de “trafulhices” declaradas conformes às normas europeias e que desafiam a paciência do consumidor italiano. A Coldiretti [poderosa federação de empresas agrícolas] improvisou uma mini-exposição destes “monstros” num grande hotel de Bruxelas: queijos sem leite, produtos de agricultura biológica contaminados com OGM, frangos apátridas, laranjada sem laranja… “Todas as coisas que se encontram, sem darmos por isso, no cesto da dona de casa”, argumenta Sergio Marini, presidente da organização de agricultores. “As grandes superfícies angariam lucros jogando com a ambiguidade da informação.”

No Tribunal Europeu, essa grande copropriedade onde os intervenientes são cada vez mais numerosos, a tendência atual – fazer passar os interesses nacionais à frente dos interesses europeus – parece não ter limites. Vinho sem uva? Na Alemanha e noutros países do norte, há vários anos que se vindimam maçãs, framboesas e groselhas pretas. Nos seus mercados internos, chamam-lhe “vinho” e bateram-se para continuar a produzi-lo e até vendê-lo no estrangeiro. A Itália opôs-se, mas teve depois de resignar-se inapelavelmente ao voto maioritário que, sobre numerosas questões agrícolas, se produz por uma maioria milimétrica, de 14 (Estados da Europa do Norte e do Leste) contra 13 (países mediterrânicos e seus vizinhos). Permanece a esperança de que os consumidores identifiquem os rótulos e não se deixem confundir. A Coldiretti e o ministro não parecem convencidos disso.

No Conselho da Europa de Bruxelas são os lobbys mais fortes que levam a melhor: Alemanha, França, Escandinávia. Quase nunca é a Itália, que tem uma agricultura bastante melhor, tanto pela sua qualidade como pelas suas tradições e níveis de preços. Berlim defende com unhas e dentes as suas grandes criações e as suas imensas superfícies agrícolas. Os nossos agricultores dispõem de superfícies reduzidas e a cultura dos direitos, na Europa, é ainda uma ciência jovem, ainda presa à maldição que, na década de 1980, levou o Governo a fazer o mau negócio das quotas leiteiras em troca de apoios à siderurgia. Viu-se o resultado.

Marini quer que não se dêem tréguas a Bruxelas, para nos protegermos de ciladas. Como, por exemplo, as que se escondem por trás da abolição dos padrões e calibres mínimos para fruta e legumes, sob pena de termos no mercado produtos de refugo a preços incontroláveis. Ou ainda contra a autorização, em vigor desde Janeiro, de acrescentar até 10% de caseína no fabrico de queijos. E tem toda a razão. Mas isto não deve fazer esquecer o que a Europa fez pela nossa economia verde, a começar pela proteção das denominações controladas. No dia 1 de Julho próximo, vai chegar a classificação D.O.C para o azeite de qualidade de origens geográficas protegidas. Para os produtores, é uma vitória. A União Europeia, como todas as copropriedades, mostra ora o verso ora o reverso da medalha.

Fonte

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segunda-feira, 9 de março de 2009

Brasil adere a acordo da FAO para pesca responsável em alto-mar

Notícia:


Brasília - O Brasil foi o 38º país a aderir ao acordo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para o cumprimento de medidas internacionais de conservação e gestão dos recursos pesqueiros em alto-mar por navios de pesca. A cerimônia de adesão aconteceu ontem (2), em Roma, na Itália, e o país foi representado pelo ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca do Brasil, Altemir Gregolin.


Em seu discurso, o ministro disse que a adesão brasileira representa o compromisso do governo com a sustentabilidade da pesca em alto-mar, usando a lei e o controle dos navios pesqueiros que levam a bandeira do país. O diretor-geral adjunto de Pesca da FAO, Ishiro Nomura, felicitou a participação brasileira no acordo e disse que espera a mesma postura de outros países.

“Com a adesão de cada novo país ao acordo nos aproximamos da meta de garantir que cada barco que pesque em alto-mar realize a atividade de forma responsável, assegurando uso sustentável dos recursos pesqueiros marinhos”, afirmou durante discurso reproduzido em nota da organização.


A entrada do país no acordo aconteceu na abertura da 28ª Sessão do Comitê de Pesca da FAO. O evento conta com a participação de mais de 80 países que estão debatendo o relatório O Estado Mundial da Pesca e Aquicultura (Sofia) de 2008, divulgado ontem.


O documento propõe que as práticas de pesca responsável sejam mais utilizadas e os planos de gestão incluam estratégias que considerem as mudanças climáticas em curso no planeta.


O estudo traz dados sobre a Amazônia e mostra que a região tem um excedente de pescados ainda pouco usado para a alimentação. Cerca de 60% das populações de peixes ainda são sub-exploradas, enquanto 30% são sobre-exploradas ou estão em recuperação.


A explicação, segundo a FAO, é que a população da América Latina e do Caribe, apesar do excedente de peixes, prefere comer carne vermelha. Entretanto, o padrão de consumo deve se modificar aos poucos devido ao desenvolvimento de novos canais de distribuição e à busca crescente por alimentos saudáveis.


De acordo com o documento, a população latino-americana irá consumir cerca de 20% a mais de pescados em 2015. A pedido da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (SEAP), a FAO deu início ao trabalho de apoiar o governo para adequar as atividades pesqueiras nacionais às normas internacionais de pesca responsável.


Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças; (I Timóteo 4 : 3)


O Acordo da FAO faz parte de um processo gradativo criado por Abdu’l’bahá, onde a alimentação do povo unido deve ser constituída exclusivamente de grãos e frutas.


Pergunta: Qual será o alimento do povo unido?


Resposta: “À medida que a humanidade evolui, a carne será cada vez menos usada, pois os dentes do homem não são carnívoros.” Mais adiante ele afirma : “ Os dentes humanos, os molares, são formados para triturar grãos. Os dentes dianteiros, os incisivos, são apropriados para frutas, etc. Por isso, de acordo com os implementos para a alimentação, torna-se evidente que o alimento do homem deve ser grãos e não carne. Quando a humanidade estiver mais plenamente desenvolvida, comer carne será gradualmente abandonado. (Abdu’l’Bahá)


E assim..a Nova Ordem Mundial de Baha’u’llah prossegue até que a carne vermelha seja banida em nome do desenvolvimento sustentável.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/03/03/materia.2009-03-03.6622532338/view

Mais informação (disponível em espanhol e em inglês)

Nota à imprensa da Sede “La pesca mundial necesita prepararse para el cambio climático”: http://www.fao.org/news/story/es/item/10343/icode/

Documento “ O Estado Mundial da Pesca e Aquicultura (SOFIA) de 2008”: http://www.fao.org/docrep/011/i0250s/i0250s00.htm

Pesca – Escritório Regional da FAO para América Latina e Caribe: http://www.rlc.fao.org/es/pesca/

Subcomitê sobre Aquicultura de la FAO: http://www.rlc.fao.org/es/pesca/subco.htm

Fonte


sábado, 28 de fevereiro de 2009

Intoxicação fecha um dos melhores restaurantes do mundo

Anúncio feito pelo proprietário do The Fat Duck, em Londres

O restaurante britânico The Fat Duck, considerado um dos melhores do mundo, foi encerrado temporariamente devido suspeitas de intoxicações alimentares de alguns clientes, anunciou o proprietário, o chefe Heston Blumenthal, citado pelo jornal «Times».

Restaurante [Arquivo]

De acordo com a agência Lusa, o restaurante, premiado com três estrelas Michelin, situado em Bray, em Londres, foi encerrado terça-feira por precaução depois de vários clientes se terem sentido indispostos.

Entre 30 a 40 pessoas sentiram-se mal alegadamente devido a uma intoxicação alimentar depois de terem comido no famoso restaurante durante as últimas duas ou três semanas.

O The Fat Duck foi eleito o melhor restaurante do mundo em 2005 pela revista Restaurant.

As inspecções efectuadas pelas autoridades sanitárias locais e por especialistas que trabalham com o proprietário não deram ainda qualquer resultado.

«É verdadeiramente bizarro. Não encontrámos nada, mas não queremos arriscar e reabrir sem que sejam consideradas todas as possibilidades», indicou o proprietário ao «Times».

Heston Blumenthal é adepto da cozinha molecular.

IOL