quinta-feira, 11 de novembro de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Absurdo - Mulher foi assaltada na...na...Advinha!!!
Delegacia...
SÃO PAULO - Um mulher denunciou que foi assaltada dentro de uma delegacia na cidade de Salto, no interior de São Paulo. A mulher, que pediu para não ser identificada, ficou chocada com o acontecimento.Ela havia acabado de sair de um banco, de onde sacara R$ 13.500, e fora à DP prestar queixa sobre a clonagem de seu celular quando foi surpreendida por dois homens que pediram sua bolsa. Ela se negou, entrou em luta corporal com os bandiso e jogou a bolsa para o outro lado do balcão.
Um dos bandidos pulou, pegou a bolsa e a ameaçou de morte. Enquanto tudo acontecia, os dois policiais escrivães simplesmente ignoravam o fato. Os dois alegaram ao delegado que pensaram estar diante de uma briga de marido e mulher.
- Eu nunca imaginei que seria asaltada dentro d euma delegacia - lamentou.
07:24 - 14/05/2010
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Imagens mostram a ação de quadrilha que rouba senhas
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Assaltou um banco mas deixou a carteira
Albert Vincent Perkins assaltou um banco da cidade de Kansas mas deixou a carteira no local do crime acabando por facilitar a vida da polícia que o conseguiu prender no mesmo dia em que efetuou o assalto.
Perkins teria entrado no banco e entregue um saco plástico aos caixas, dando ordens para que colocassem o dinheiro, tendo saído do banco com mais de três mil dólares (dois mil euros).
Um cliente identificou a fotografia que estava na carteira como sendo a do autor do assalto.
"Quando vai assaltar um banco, uma coisa que provavelmente você não deve fazer é levar sua carteira", disse o porta-voz do Departamento de Policia da cidade de Kansas, Darin Snapp.
Um caso semelhante aconteceu em Dayton, no estado de Ohio, quando Stanley Wright, de 49 anos, preencheu um formulário de emprego no estabelecimento, momentos antes de o assaltar. O resultado era previsível, acabando por ser preso pouco tempo depois do ocorrido.Fonte
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Bandidos usam charretes/carroças para roubar quiosque
Rio - Em vez de carros, cavalos. Divididos em duas charretes, quatro homens foram presos no início da madrugada de hoje logo após furtarem material de um quiosque na orla do Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. De acordo com policiais do 31º BPM (Recreio), os criminosos são moradores das comunidades do Karetê e da Cidade de Deus e teriam levado material do estabelecimento para vender e conseguir dinheiro.
Foram apreendidos com eles, já sobre as charretes, uma geladeira carregada com cerveja, botijões de gás, cadeiras de praia, um rádio, além de uma chapa para fazer sanduíches e uma faca de caça, a arma usada no crime. Eles ainda tentaram invadir outro quiosque a poucos metros do local, mas foram surpreendidos por um funcionário que dormia no local. O rapaz foi ameçado, mas conseguiu fugir e chamou a polícia.
Grupo é abordado por policiais militares enquanto fugia com o material roubado do quiosque. Foto: Ernesto Carriço/ Agência O Dia
O crime aconteceu pouco depois da meia-noite. José Nivaldo de Souza, de 36 anos, Francisco Geovani de Souza Caetano, de 32, Éder Viana Xavier, de 36 e R.T.S., de 17, arrombaram o quiosque Tcheca, número 174, da Avenida Lúcio Costa, antiga Sernambetiba. Eles retiraram os objetos e colocaram nas carroças. Em seguida, partiram para outro estabelecimento, onde o funcionário Francisco Eudásio Silva Vieira, de 24 anos, dormia. "Escutei um barulho na porta e saí. Quando os vi, eles vieram para cima de mim. Um deles, que estava com uma faca disse que ia me matar. Fiquei apavorado e saí correndo", contou a vítima, que correu até o Quiosque Pesqueiro, a aproximadamente 400 metros do local do crime, onde pediu a ajuda a um segurança, que, por sua vez, chamou a polícia.
Quando os cabos da PM Eduardo Farias e Renato Leite chegaram ao local passaram pelos bandidos, que seguiam tranquilamente na pista sentido Barra. Ao serem abordados, os quatro fingiram não escutar a ordem de parar e continuaram com as charretes. Os policiais os renderam, mas a princípio eles negaram o crime, alegando que o material seria levado para um homem chamado Carlão, morador da comunidade Gardênia Azul, também na Zona Oeste. Somente mais tarde, eles admitiram o crime. "Eu reconheço que estou errado, que roubei mesmo, mas não ameacei ninguém com faca", alegou Éder, que já cumpriu pena por roubo em 2002. Visivelmente embriagado, o criminoso admitiu ainda ter ingerido muita cachaça horas antes do crime. Entre os quatro, ele é o único que já possuía anotação criminal.
Os quatro foram levados para a 16ª DP (Barra), onde o caso foi registrado. A polícia vai investigar se o grupo é responsável por outros crimes que têm ocorrido na região, como furto de quiosques e de materiais de construção em canteiros de obras, de acordo com os PMs. Os dois cavalos devem ser levados para o centro de controle de zoonoses da prefeitura.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Universitários são roubados em sala de aula na UFRJ
Rio - A polícia ainda não tem pistas dos assaltantes que roubaram vários universitários no Campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ) na Ilha do Fundão, na tarde desta quinta-feira. Os dois homens renderam os alunos do 8º período de nutrição dentro da sala de aula do prédio do Núcleo de Ciência Saúde e Nutrição e roubaram pertences e dinheiro dos alunos. Os alunos ficaram muito assustados com a ação dos bandidos que invadiram a sala durante uma prova. Este foi o quarto assalto dentro de sala de aula no campus da UFRJ desde 2005.
Cerca de 6 mil alunos circulam na universidade diariamente. O prefeito da cidade universitária Helio de Matos disse que a segurança do local é feita por uma empresa terceirizada e que a Polícia Militar também faz rondas no local.
Segundo informações da rádio CBN, os alunos reclamam que a segurança no local é insuficiente. A aluna Thaís disse que o medo é tão grande que é preciso organizar grupos sempre que uma das alunas vai ao banheiro.
"A gente aqui no Campus não tem segurança. Ninguém faz ronda aqui pelo Campus e qualquer um pode entrar sem crachá, sem nada. Nós vamos ao banheiro juntas, pois temos medo de irmos sozinhas. Sempre temos que chamar alguém para ir com a gente", disse a universitária do 2º período curso de nutrição.
Já passou por algum tipo de violência no Campus da UFRJ? Mande seu relato para conexao@odianet.com.br ou comente no espaço Opine abaixo














