segunda-feira, 28 de julho de 2014
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Cem Reais (R$100,00)

Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinquenta e Nove Reais) no mesmo banco.
Ou seja: se tivesse usado R$ 100,00 do Cheque Especial hoje estaria devendo o equivalente a nove carros populares. Já com o valor da poupança conseguiria comprar apenas dois pneus.
Não é à toa que o Bradesco teve em torno de R$ 2.000.000.000,00 (Dois Bilhões de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre de 2013, seguido de perto pelo Itaú.
Dá para comprar um outro banco por semestre! Campanha pela Reforma Tributária e Financeira no Brasil, já! Se você passar para frente esta mensagem, já estará contribuindo!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Comendo a prova do crime
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Banco do Capeta - A alma como garantia de empréstimo
Agora nem se escondem mais.
É duro de acreditar, mas uma empresa de finanças chamada Kontora, na Letônia (país do leste europeu) diz estar fazendo empréstimos tendo apenas a alma dos clientes como garantia. Não precisa ter o nome limpo, não precisa comprovar renda… nadinha.
Só precisa assinar um documento dizendo que, caso não honre a dívida, sua alma será para sempre deles. Os empréstimos têm juros de 1% ao dia e o prazo para quitação é de três meses. Os valores variam entre US$ 100 e US$ 1.000. Se você não pagar, pode renegociar a dívida para ter a alma de volta.
Na reportagem do Russian Today sobre o assunto, um representante da empresa defende a transação. “Negócios são negócios. Nós damos dinheiro vivo para as pessoas. Se elas dão valor a suas almas, pagarão o empréstimo com certeza. Acho a troca justa. Todos podem decidir o que é mais importante”, afirma. Eles ouvem também o padre da igreja ortodoxa Holy Trinity. “É uma troca perigosa. Como você pode vender sua alma? É imortal! Se uma pessoa entrega sua alma está renunciando a Deus, e não terá vida eterna”, diz o padre.
No vídeo abaixo, vai a sugestão de um funcionário para cobrar dos caloteiros:
Fonte
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Assaltou um banco mas deixou a carteira
Albert Vincent Perkins assaltou um banco da cidade de Kansas mas deixou a carteira no local do crime acabando por facilitar a vida da polícia que o conseguiu prender no mesmo dia em que efetuou o assalto.
Perkins teria entrado no banco e entregue um saco plástico aos caixas, dando ordens para que colocassem o dinheiro, tendo saído do banco com mais de três mil dólares (dois mil euros).
Um cliente identificou a fotografia que estava na carteira como sendo a do autor do assalto.
"Quando vai assaltar um banco, uma coisa que provavelmente você não deve fazer é levar sua carteira", disse o porta-voz do Departamento de Policia da cidade de Kansas, Darin Snapp.
Um caso semelhante aconteceu em Dayton, no estado de Ohio, quando Stanley Wright, de 49 anos, preencheu um formulário de emprego no estabelecimento, momentos antes de o assaltar. O resultado era previsível, acabando por ser preso pouco tempo depois do ocorrido.Fonte
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Oswald Grübel nomeado para dirigir o UBS
Marcel Rohner pediu sua demissão, declarou o UBS na quinta-feira (25 de fevereiro) através de um comunicado de imprensa.
O conselho de administração nomeou como sucessor Oswald Grübel, "que dispõe de uma vasta experiência na recuperação de empresas", justificou o maior banco suíço.
"Oswald Grübel foi arquiteto de uma reforma frutífera na qual ele conseguiu restabelecer a confiança no banco, enquanto este atravessava uma fase de turbulência", revela o UBS. Uma competência útil para a instituição em tempos de grande crise.
Início da carreira no Deutsche Bank
Nascido em 1943 na Alemanha do leste e órfão da II. Guerra Mundial, Oswald Grübel iniciou sua carreira de banqueiro no Deutsche Bank em Mannheim, depois em Frankfurt.
Ele entrou para o Credit Suisse em 1970 através da sua filial de investimentos em Londres, a White Weld Securities, da qual acabou por assumir a direção em 1978.
Oswald Grübel galgou na hierarquia do grupo ocupando diversos postos de responsabilidade, notadamente no Credit Suisse First Boston (CSFB). Em 1991, ele assumiu um cargo no comitê executivo do Credit Suisse como responsável pelos mercados financeiros.
Oswald Grübel assumiu a divisão de banco privado em 1998, depois o Credit Suisse Financial Service. Após uma breve saída do grupo em 2001, ele tornou-se co-diretor e depois diretor-geral do Grupo Credit Suisse.
Quando o Credit Suisse registrou mais de três bilhões de francos de perdas anuais em 2002, o grupo o requisitou como co-executivo juntamente com John Marck. Depois ele assumiu solitariamente os comandos do grupo de 2004 a 2007, revertendo completamente a estratégia fortemente criticada de seu predecessor Lukas Mühlemann.
Oswald Grübel conseguiu no período colocar o Credit Suisse nos trilhos, tendo sido responsável pelos mais de 11 bilhões de francos de lucros em 2006. Porém a recuperação não ocorreu sem dor: foi necessário reestruturar através da supressão de milhares de postos de trabalho.
Reação positiva na bolsa
As mudanças na direção do UBS, com a chegada de Oswald Grübel na direção do grupo, provocou uma forte alta na bolsa. As ações do banco tiveram uma alta de 15%, passando para 11,60 francos.
A substituição foi saudada pelos investidores, que veem o banco passar por uma crise sem precedentes. Considerado como uma transferência de peso, a escolha do ex-chefe do Credit Suisse foi elogiada.
Vários analistas falam de uma escolha bastante judiciosa, alguns se expressando mesmo com adjetivos como "fantástica". Eles confiam na grande experiência de Oswald Grübel, que havia contribuído para recuperar o Credit Suisse a partir de 2003, após um ano de 2002 marcado por perdas de 3 bilhões de francos suíços.
Swissinfo















