O gerente de comboio foi demitido e o motorista foi suspenso sem pagamento pora 10 dias.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Uma mulher foi arrastada pelo trem do metrô ao tentar embarcar.
O gerente de comboio foi demitido e o motorista foi suspenso sem pagamento pora 10 dias.
terça-feira, 17 de março de 2009
Sarney ordena destituição de todos os diretores do Senado
A informação foi divulgada pela assessoria da Presidência da Casa. A destituição faz parte de uma reforma geral dos quadros da instituição que deve ser divulgada amanhã.
Desde que tomou posse no dia 1º de fevereiro, José Sarney não consegue colocar nenhuma matéria importante em votação. A pauta do Senado tem sido atropelada por frequentes denúncias de irregularidades praticadas pela administração da Casa.
Na sexta-feira (13/3), o diretor de Recursos Humanos do Senado, João Carlos Zoghbi, pediu demissão do cargo. Ele havia sido acusado de ter utilizado apartamento funcional da Casa para acomodar parte da sua família. Zoghbi era um dos "candidatos" a substituir Agaciel Maia, afastado da Diretoria-Geral do Senado após denúncia de não declarar à Receita Federal a posse de uma casa de R$ 5 milhões.
Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), a decisão do presidente Sarney foi tomada devido à forte pressão sofrida pelos escândalos recentes na Casa. "O presidente está pressionado pela opinião pública, mas deve estar impressionado pela quantidade de denúncias", afirmou.
Ele acredita que a medida é positiva, pois podem ser retirados diretores ligados a gestões antigas. Apesar da possibilidade de o novo diretor-geral poder manter todos os diretores nos cargos, ele acredita que isso não ocorrerá.
"Tenho certeza que uma grande parte dos diretores será trocada, senão a totalidade dele."
Neste fim de semana, Sarney foi surpreendido com a denúncia de que diretores do Senado empregavam parentes em empresas prestadoras de serviço terceiros para burlar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que proíbe a prática de nepotismo da administração pública.
Heráclito Fortes já pediu uma lista completa de todos os servidores terceirizados, que trabalham no Senado, para identificar os casos de parentesco com funcionários do quadro permanente de pessoal.
Outra denúncia publicada ontem, pelo site Congresso em Foco, informou que a líder do governo no Congresso Nacional, Roseana Sarney (PMDB-MA), teria utilizado passagens aéreas de sua cota parlamentar para trazer amigos e parentes, no último fim de semana, de São Luiz para Brasília.
A senadora divulgou uma nota da agência de viagens, que presta serviços ao Senado, que teria sido a fonte do Congresso em Foco, informando que a senadora não emitiu bilhetes de sua cota parlamentar para nenhum dos nomes apontados pela matéria.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Oswald Grübel nomeado para dirigir o UBS
Marcel Rohner pediu sua demissão, declarou o UBS na quinta-feira (25 de fevereiro) através de um comunicado de imprensa.
O conselho de administração nomeou como sucessor Oswald Grübel, "que dispõe de uma vasta experiência na recuperação de empresas", justificou o maior banco suíço.
"Oswald Grübel foi arquiteto de uma reforma frutífera na qual ele conseguiu restabelecer a confiança no banco, enquanto este atravessava uma fase de turbulência", revela o UBS. Uma competência útil para a instituição em tempos de grande crise.
Início da carreira no Deutsche Bank
Nascido em 1943 na Alemanha do leste e órfão da II. Guerra Mundial, Oswald Grübel iniciou sua carreira de banqueiro no Deutsche Bank em Mannheim, depois em Frankfurt.
Ele entrou para o Credit Suisse em 1970 através da sua filial de investimentos em Londres, a White Weld Securities, da qual acabou por assumir a direção em 1978.
Oswald Grübel galgou na hierarquia do grupo ocupando diversos postos de responsabilidade, notadamente no Credit Suisse First Boston (CSFB). Em 1991, ele assumiu um cargo no comitê executivo do Credit Suisse como responsável pelos mercados financeiros.
Oswald Grübel assumiu a divisão de banco privado em 1998, depois o Credit Suisse Financial Service. Após uma breve saída do grupo em 2001, ele tornou-se co-diretor e depois diretor-geral do Grupo Credit Suisse.
Quando o Credit Suisse registrou mais de três bilhões de francos de perdas anuais em 2002, o grupo o requisitou como co-executivo juntamente com John Marck. Depois ele assumiu solitariamente os comandos do grupo de 2004 a 2007, revertendo completamente a estratégia fortemente criticada de seu predecessor Lukas Mühlemann.
Oswald Grübel conseguiu no período colocar o Credit Suisse nos trilhos, tendo sido responsável pelos mais de 11 bilhões de francos de lucros em 2006. Porém a recuperação não ocorreu sem dor: foi necessário reestruturar através da supressão de milhares de postos de trabalho.
Reação positiva na bolsa
As mudanças na direção do UBS, com a chegada de Oswald Grübel na direção do grupo, provocou uma forte alta na bolsa. As ações do banco tiveram uma alta de 15%, passando para 11,60 francos.
A substituição foi saudada pelos investidores, que veem o banco passar por uma crise sem precedentes. Considerado como uma transferência de peso, a escolha do ex-chefe do Credit Suisse foi elogiada.
Vários analistas falam de uma escolha bastante judiciosa, alguns se expressando mesmo com adjetivos como "fantástica". Eles confiam na grande experiência de Oswald Grübel, que havia contribuído para recuperar o Credit Suisse a partir de 2003, após um ano de 2002 marcado por perdas de 3 bilhões de francos suíços.
Swissinfo















