
segunda-feira, 8 de junho de 2020
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Gastamos muito dinheiro para tratar pessoas normais, diz psiquiatra.
Milhões de pessoas sadias estão sendo prejudicadas com diagnósticos psiquiátricos equivocados e tratamentos desnecessários enquanto os que têm doenças mentais verdadeiras não têm acesso às terapias que precisam.
O alerta vem do psiquiatra norte-americano Allen Frances, 73, professor emérito na Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), autor do livro "Voltando ao normal" (Versal Editores), recém-traduzido para o português.
Frances, que participa na quinta (15) de palestras no Rio de Janeiro sobre a sua obra, diz que a tendência atual é de uma sociedade em que todos, em algum momento, sofrerão de algum transtorno.
Sua crítica é centrada particularmente no DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), de 2013, um guia tido como a "bíblia da psiquiatria".
Frances liderou a versão anterior, o DSM-4, cuja diretriz foi tentar conter a inflação de diagnósticos, que já se espalhava na psiquiatria e na medicina em geral.
Folha - " O sr. diz que há uma tendência crescente de medicalização da vida, de excesso de diagnósticos psiquiátricos. Como voltar ao normal?
Allen Frances - Temos de aceitar que nem toda angústia humana é transtorno psiquiátrico e que não há uma pílula para cada problema. Muitas emoções e comportamentos são simplesmente parte da natureza humana.
Por exemplo: as pessoas no Brasil estão enfrentando neste momento muitos desafios na economia, na política, na saúde e nas questões sociais. Isso compreensivelmente causa angústia e ansiedade. Mas as soluções estão em melhores políticas, mais coesão social, menos corrupção e na nossa resiliência natural, não na medicalização desnecessária ou em pílulas mágicas.
Qual é a sua maior preocupação com o DSM-5? Corremos o risco de todos sermos considerados doentes mentais?
O DSM-5 expandiu ainda mais o que já era um sistema de diagnóstico muito vagamente definido. Tristeza normal, como o luto, por exemplo, torna-se transtorno depressivo maior; comer em excesso, torna-se transtorno da compulsão alimentar; ataques de birras de crianças podem se tornar "transtorno do temperamento irregular"; o esquecimento na velhice passa a ser transtorno neurocognitivo leve; e as crianças normais são diagnosticadas com déficit de atenção e hiperatividade.
Qual a influência que as grandes farmacêuticas exercem nessa tendência?
As multinacionais farmacêuticas não têm qualquer influência direta sobre as decisões do DSM, mas aproveitam qualquer oportunidade para criar novas desordens psiquiátricas. Se existir brecha no DSM para alguma coisa ser mal utilizada, isso vai acontecer. Eu acredito, por exemplo, que as farmacêuticas sejam as responsáveis por essas falsas epidemias de TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade) e transtorno bipolar.
Como frear isso?
A indústria do tabaco foi domada quando o ultraje público se tornou mais poderoso do que seus grandes lobbies e patrocínios a políticos. A ganância das farmacêuticas está agora criando o mesmo tipo de indignação.
Essa nossa cultura hedonista, que busca o bem-estar a qualquer preço, também não tem participação nessa tendência?
Os maiores contribuintes para a "cultura da pílula" são as farmacêuticas, que empurram suas drogas, e os médicos descuidados ou com excesso de trabalho. Mas os pacientes também são responsáveis porque esperam uma solução medicamentosa rápida para os problemas da vida, que são complicados. A medicação psiquiátrica é essencial para tratar os verdadeiros problemas psiquiátricos, mas não são eficazes para os problemas cotidianos enfrentados pelas pessoas e pela sociedade. Um diagnóstico psiquiátrico preciso pode melhorar muito a vida de uma pessoa. Mas um impreciso provoca estigma e leva a tratamentos desnecessários.
O sr. diz que as pessoas que têm transtornos psiquiátricos graves estão sendo ignoradas. Como é isso?
Há um paradoxo preocupante. Gastamos muito dinheiro com tratamento para as pessoas normais, os "doentes de preocupação", que vão ser prejudicados por essas drogas, enquanto faltam recursos para quem está de fato doente e desesperado por tratamento. Dois terços dos que têm depressão severa não são tratados, e muitos dos que sofrem de esquizofrenia acabam na prisão ou nas ruas, sem moradia.
Remédios controlados são prescritos por médicos. Então, se há excesso ou má indicação, eles são responsáveis...
Os médicos precisam ser extremamente cautelosos na prescrição de quaisquer opiáceos ou benzodiazepínicos. Ele podem fornecer alívio de curto prazo da dor e da ansiedade, mas com enorme risco de morte e invalidez.
São crescentes os diagnósticos de doença mental em crianças. Elas estão mais perturbadas do que eram antes ou há excesso de diagnóstico?
A natureza humana é constante, os hábitos de diagnóstico é que são muito inconstantes. As crianças são as mais difíceis de diagnosticar porque elas mudam muito de semana para semana e respondem fortemente a circunstâncias externas.
O diagnóstico deve exigir um longo período de observação, muitos informantes, e tentativas de aconselhamento antes de considerar a medicalização.
Folha
terça-feira, 5 de agosto de 2014
sábado, 11 de setembro de 2010
Não existe qualquer lei que proíba alguém de dar o próprio dinheiro a pessoas estranhas!
Um homem na Baviera andou, na quinta-feira, a distribuir dinheiro na rua para festejar aposentadoria. O gesto, de tão inusitado, gerou desconfiança... Um dos transeuntes pensou que se tratava de algum tipo de fraude e chamou a polícia.
De acordo com a Reuters, o pensionista, não identificado, posicionou-se na propositalmente escolhida ´´Frohsinnstrasse`` (Rua da Alegria), na cidade de Aschaffenburg.
O aposentado pendurou uma placa ao pescoço, com uma inscrição a explicar a generosidade: ´´Não sou desempregado ou sem-abrigo. Tenho esposa. Não estou louco. É por isso que quero dar-te um euro``.
Pouco convencida do gesto filantrópico, uma pessoa que passou pelo homem decidiu chamar a polícia. Os agentes que se dirigiram ao local ficaram surpreendidos ao verificarem que o homem só queria mesmo partilhar a alegria por se ter aposentado.
Após a explicação, o pensionista foi autorizado a continuar com a comemoração. E a razão é simples, explicou a polícia: não existe qualquer lei que proíba alguém de dar o próprio dinheiro a pessoas estranhas!Então, se você tiver vontade de distribuir seu dinheiro, não tenha medo, mãos a obra.
IOL
sexta-feira, 21 de maio de 2010
O Euro já Era - Um banqueiro suíço anuncia o fim do euro
Numa incrível entrevista ao jornal suíço “La Tribune de Geneve”, Alexander Wohlwend, proprietário do Arabesque Wealth Management, está convencido de que o euro não irá sobreviver à crise actual.
Melhor do que isso, ele confirma as nossas previsões mais sombrias sobre os acontecimentos actuais: para que a moeda única se mantenha, seria preciso alinhar ao mesmo nível todas as economias da zona euro, que é exactamente o que o poder autoritário europeu está a pôr em prática com a tutela dos Estados implicados.
Sem papas na língua, Sr. Wohlwend explica também que “os Estados Unidos planearam e desejaram a criação do euro, com a cumplicidade da Comunidade Europeia, para infectar a Europa com o seu conceito de globalização”.
Como a entrevista não está disponível no site do diário, colocamos abaixo os principais trechos, e o fac-símile da versão impressa.
Clique na imagem para ver maior
Alexander Wohlwend para o “La Tribune de Genève” (trechos):
Eu acredito que a Constituição da Europa em volta da moeda única tem um sentido não-político, económico e cultural. A história mostrou que qualquer moeda, multi-nacional é condenada a explodir quando há desequilíbrios nas economias de quem a partilha. (…)
O euro não escapará à regra pois as diferenças culturais e económicas na Europa são imensas. A crise na Grécia, é apenas o primeiro sintoma. (…)
Poderá ser muito rápido. Eu acredito que dentro de cinco anos os países europeus terão, em grande parte, começado a retirar-se da zona euro. (…)
[O plano de 750 biliões é] uma fuga em frente. (…) A Europa está eufórica pois está drogada com dívida. Esta solução só aumenta a dose da droga criando ainda mais divida! Todo esse dinheiro acabará por ser extraído dos contribuintes, o que poderá conduzir a graves crises sociais. (…)
Foram os Estados Unidos que planearam e desejaram a criação do euro, com a cumplicidade da Comunidade Europeia, para “contaminar” a Europa com o seu conceito de globalização e de lucro máximo a curto prazo. O problema é que, eles criaram uma dívida insondável e desmantelaram a sua indústria, rapidamente imitado pelos Estados europeus.
Além disso, uma vez que eles separaram o dólar do padrão do ouro, eles criaram a moeda a qualquer custo, até baixar de 98% o valor do dólar em relação à onça de ouro. O dólar também está moribundo e o desaparecimento do euro irá beneficia-lo, permitindo-lhe temporariamente permanecer vivo. (…)
Com 2,2 triliões de dólares que a China detém em títulos do Tesouro americano, cada chinês tem uma dívida de 15 mil dólares para com os Estados Unidos. Por enquanto, não é do interesse da China ver a queda do dólar, ela continuará a aumentar suas reservas em títulos do Tesouro, que eventualmente usará para comprar uma grande parte da indústria americana.
E, provavelmente, no meio da confusão, com os países ocidentais, se estes não se protegerem retornando à sua soberania monetária e territorial para reconstruir a base industrial, o único vencedor de uma estabilidade económica de longa duração.
Entrevista por Barraud Emmanuel da TDG
Fonte: Mecanopolisquinta-feira, 6 de maio de 2010
Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Lucas 12:20
Lucas 12:20 Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?
Manda quem quer, Obedece quem não tem Juizo...
A Notícia:
No Brasil, o pastor Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus em Cristo, pediu aos seus fiéis (que não têm casa própria e moram em imóvel alugado) parte do dinheiro do aluguel e 30% de dízimo para receber nova benção. Silas Malafaia é um dos ícones da Igreja Evangélica no Brasil.
Nesta campanha, Silas Malafaia convidou os fiéis do seu “rebanho” que moram em casa alugada a doar para igreja uma parte do dinheiro destinado a essa despesa. Em troca, Malafaia prometeu que Deus fornecerá recursos financeiros para que se possa comprar uma casa própria. “Vai ser a sua semente para que você tenha uma casa”, disse Silas Malafaia.
“Durante todo esse ano é você quem vai fazer conforme quiser. Em um envelope especial você vai oferecer um aluguel seu. Pega esse aluguel, de abril a dezembro, e divide. Por exemplo: eu pago R$ 500,00 de aluguel e vou oferecer uma semente de um aluguel para que o Senhor possa abrir as portas para que eu tenha uma casa própria. Então, você pode pegar esses R$ 500,00 e dividir, de abril a dezembro. Uma vez você dá R$ 50,00 e na outra dá R$ 30,00. É você quem vai dizer e colocar em um envelope especial”, explicou Silas Malafaia aos fiéis.
Até para os fiéis que pagam prestações da “casa própria” o pastor Malafaia tem uma mensagem. Para eles, Malafaia disse que, para que Deus continue abençoando, eles também devem pegar o valor de uma mensalidade e dividir, como quiser, “para que Deus te dê os recursos até o final para quitar (prestações) essa casa”.
Silas Malafaia comparou o dinheiro investido a uma semente, fazendo relação com “plantar e colher”, e disse que ao se adotar essa prática será possível ser abençoado por Deus.
Além dessa campanha, Malafaia também explicou sobre o dízimo de 30%, destinado especialmente às pessoas que estão desempregadas, que moram com os pais ou de favor, e que também desejam ter uma “casa própria”.
“E alguém pode dizer: pastor, eu estou morando de favor porque a coisa está feia para o meu lado. Então eu vou te dar uma dica. Você vai pegar 30% do que você ganha em um mês. Mas se você está desempregado, se alguém te ajuda ou se você recebeu um resgate de, por exemplo, R$ 300,00, então a tua semente vai ser R$ 90,00 para um ano, entendeu? Ou se você está empregado, ganha R$ 600,00 e está morando com seus pais, você tem R$ 180,00, de abril a dezembro, para plantar”.
O pedido de 30%, ao invés dos 10% preconizados pela Bíblia Sagrada, conhecido como “trízimo”, foi inventado pelo Apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, em uma campanha lançada em 2009.
Veja os Vídeos
ANTONIO CARLOS LACERDA
Pravdaterça-feira, 13 de abril de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
A verdade sobre o sofrimento do Haiti
A pobreza do Haiti – tal como a de outros países pobres atingidos por desastres naturais – deixa o seu povo totalmente exposto à espécie de devastação que se abate sobre ele. E sem dúvida a pobreza do Haiti não é apenas um bocado de má sorte ou alguma coisa fundamentalmente errada quanto aos seus recursos naturais e ao seu povo. O país tem sido mantido subdesenvolvido por décadas de interferência política e económica por Washington a fim de assegurar que esta antiga colónia de escravos continue a servir como uma fonte barata de exportações agrícolas para os EUA e como uma fonte de trabalho semi-escravo para corporações americanas que fabricam têxteis e outros bens de consumo.
Enquanto Washington gasta US$1.000 mil milhões em guerras alegadamente para combater a ameaça do terrorismo, os pobres do Haiti – cuja economia é avaliada em US$7 mil milhões – mostram-nos uma sóbria perspectiva do que é uma ameaça real. Vivemos num mundo físico onde inundações, tsunamis e terramotos acontecem. Estes desastres ceifam muito mais vidas do que as ameaças que obcecam os EUA e com as quais gastam muito mais dinheiro. Pode imaginar quantas vidas poderiam ter sido salvas no terremoto do Haiti se uma fracão do dinheiro gasto em guerras fúteis houvesse sido dirigida ao desenvolvimento económico e social daquele país? Naturalmente, a moral e a lógica sensata desta ideia não se aplica num mundo ditado pela política externa de Washington. Isto é assim devido aos imperativos e à lógica do capitalismo conduzido pelos EUA, o qual exige que países como o Haiti sejam mantidos num estado de pobreza em prol do lucro corporativo e que exige a fixação de ameaças ilusório para encobrir a sua necessidade de controlar recursos geopolíticos (principalmente energia). Esta é a face verdadeira do sistema económico que Washington e seus aliados impõem ao mundo. E o Haiti arrancou a máscara desta cara feia.
A angustiante aflição e o sofrimento do Haiti ensina-nos ainda outra coisa. Relatos de cortar o coração, ruas cheias de cadáveres e sangue a escorrer de debaixo do entulho, crianças a chorarem pelos pais, pais a escavarem com os seus dedos à procura dos filhos, o som de vozes moribundas a encherem a escuridão da noite. Isto é o horror de centenas de milhares de pessoas subitamente afundadas no sofrimento. Alguns observadores compararam o que aconteceu no Haiti às consequências de uma bomba atómica. De modo que da próxima vez em que numa manhã de domingo um porta-voz de Washington acenar em fóruns de chat com planos para obliterar o Irão – a outra "ameaça séria" (o que quer dizer nenhuma ameaça séria) – deveríamos recordar: isto é ao que se assemelha o sofrimento humano em escala maciça.
Via. Resistir
Falsos pedidos de donativos para o Haiti escondem vírus
O alerta está sendo feito pela empresa de segurança em informática Symantec que serefere em ter identificado mensagens de spam com o pedido de donativos em resultados de motores de pesquisa que escondem programas maliciosos.
Um dos exemplos encontrados pela fabricante de antivírus diz respeito a uma mensagem de spam enviada em nome da Cruz Vermelha do Reino Unido, com a morada correta no corpo da mensagem.
A organização já afirmou que esta mensagem não é verdadeira, pois nunca pede o envio de dinheiro através do serviço Western Union, tal como surge no e-mail.
Para evitar cair neste tipo de táticas, a Symantec aconselha os utilizadores a não clicarem em links suspeitos que apareçam em mensagens de e-mail ou de programas de mensagens instantâneas.
Caso pretendam verificar o apelo das organizações, a empresa aconselha a escrever o nome da entidade no browser em vez de carregar num link específico dentro das mensagens.
Além disso os utilizadores são aconselhados a não divulgarem dados pessoais, passwords ou informação bancária através do e-mail, pois podem cair nas mãos erradas.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Perspectivas para 2010
Sei que precisamos traçar metas, traçar mesmo, não apenas pensar, "vou fazer isto, depois isto e depois aquilo outro". É preciso escrever, é preciso planejar com cuidado, projetando cada etapa em seu devido tempo e ir executando cada uma delas sem pular nenhuma. Não adianta irmos para uma etapa sem concluir a anterior.
A cada etapa concluída, você se sentirá mais animado, mais fortalecido para a próxima etapa, que com certeza não será mais fácil que a anterior. Podemos então dividi-lo em semanal, quinzenal, mensal, ou bimestral, mais que isso, nos leva a ir prorrogando e acabaremos não executando nosso projeto.
Então, qual é a sua prioridade?
Entrar para a Faculdade, Seu primeiro emprego, Seu primeiro Carro, Uma Bela Viagem, Uma Bela Casa, Seu Casamento, Filhos, Aposentadoria, Felicidade?
Bem, para quaisquer que sejam o seus Sonhos, tenho certeza que vai precisar de algo imprescindivel.
Para qualquer dos sonhos acima, você vai precisar, com certeza, de Dinheiro
E Dinheiro, é o que não falta nesse mundo. Já percebeu a quantidade de dinheiro que tem na sua cidade, no seu estado, no seu país, nos outros países. Então imaginem no planeta, é uma quantidade imensa, e, acredite está à sua disposição, esperando por você. O dinheiro a princípio não tem dono, ele passa de mão em mão, conta em conta, ele está sempre circulando, basta , quando ele passar por você, com honestidade e sabedoria, agarra-lo com toda firmeza e pronto.
Dinheiro é uma coisa que não vemos em quantidade, como os postes nas ruas, as estrelas no céu, a torcida do Flamengo, a torcida do Corinthians, mas acredite, eles estão por ai e bem pertinho de você.
Mas por quê estou escrevendo sobre Dinheiro?
Porque acredito ser a prioridade da maioria das pessoas. Alguém vai ter que pagar pelos seus sonhos e seus desejos, seus estudos seu lazer e etc., ou não? E não há nada mais honesto, honroso, gratificante, do que você mesmo arcar com suas despesas e seus gastos.
Lembro muito bem do meu primeiro emprego, meu primeiro salário, meu primeiro carro, minha casa, meu casamento, meu primeiro filho, ah, e minha faculdade, mas lembro ainda, da minha aposentadoria e minha felicidade. A cada conclusão dessas etapas experimentei uma alegria imensa, cada uma delas representava o meu trabalho, o meu esforço para atingí-lo. Agora, imaginem vocês mesmo os frutos.
Eu desejo a você, que no seu projeto de vida para 2010, tenha como etapa final, a felicidade
O segredo de progredir é começar. O segredo de começar é dividir as tarefas árduas e complicadas em tarefas pequenas e fáceis de executar, e depois começar pela primeira.
Espero que não, mas daqui a alguns anos você poderá estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte suas amarras neste ano de 2010. Afaste-se do porto seguro e da acomodação. Agarre o vento em suas velas. Explore, Sonhe, Descubra.
Desejo a você que em 2010 seja um ano Próspero, Cheio de Paz Alegria e Feilicidade.
Para quem quer ter uma nova vida em 2010. Clique Aqui ou Aqui
sábado, 28 de novembro de 2009
Empresários precisam se preparar para desafios que vêm pela frente, adverte Meirelles
São Paulo - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, advertiu hoje (28) que apesar do momento de sucesso pelo qual o país passa, é preciso que os empresários se prepararem para os desafios que vêm pela frente.
Segundo ele, os empresários estrangeiros mostram euforia em investir no Brasil, mas para atender essa demanda o empresariado brasileiro tem que dispor de mão-de-obra qualificada.
“A próxima década será de investimentos no Brasil e o empresariado tem que se preparar para a competitividade internacional e para o negócio do futuro que será a exportação de commodities. Mesmo com alguns problemas, o empresariado está otimista porque o mundo todo quer vir para o Brasil e esses empresários já estão aqui”.
Em palestra para empresários no 32º Prêmio dos Líderes Empresariais, do Fórum de Líderes Empresariais, Meirelles disse que preocupa o Brasil ter crescido rapidamente e também ter se recuperado rápido da crise econômica.
“O governo tem que se preocupar em oferecer recursos e insumos aos empresários para manter o crescimento sustentável. De todos os países do mundo, o Brasil, assim como a China, é o que está sendo visto como o mais promissor”.
Sobre a moratória anunciada pelo governo de Dubai para pagamento de dívidas do fundo de investimentos Dubai World, o presidente do Banco Central evitou fazer análises e disse que prefere esperar até a próxima semana para emitir opinião.Agencia Brasil
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Alguém Já Leu o Acordo do Tratado de Copenhague?
No Tratado de Copenhague sobre mudanças climáticas, o mundo estará sujeito a algumas surpresas desagradáveis. Ai vai o esboço. Se você ainda não ouviu falar sobre isso, é porque nenhum dos nossos eloquentes líderes políticos têm se incomodado em nos dizer o que os autores deste esboço criaram para que seja aprovado pelos líderes mundiais. E da mesma forma os meios de comunicação também não divulgaram.
Surge então Lord Christopher Monckton. O ex-conselheiro de Margaret Thatcher fez uma palestra na Universidade Bethel, em St. Paul, Minnesota, no início deste mês que causou enorme alvoroço. Pela primeira vez, o público ouviu falar sobre as 181 páginas, datadas de 15 de setembro, que compõem a Convenção sobre o Framework das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, um rascunho do que pode ser assinado em dezembro.
Até agora, o vídeo de sua palestra teve mais de um milhão de acessos no YouTube. E ele merece mais milhões de acessos, porque Lord Monckton adverte que o objetivo do projeto do tratado de Copenhague é a criação de um governo "transnacional", em uma escala que o mundo nunca viu. (Veja o vídeo no final do texto)
O "esquema para o novo arranjo institucional no âmbito da Convenção", que começa na página 18 contém a provisão de um "governo". O objetivo é dar a um organismo ainda sem nome da ONU o poder de intervir diretamente nos assuntos financeiros, económicos, fiscais e ambientais de todas as nações que assinarem o tratado de Copenhague.
A razão para esta tomada de poder é bastante clara: Complicadas cláusulas após cláusulas do projeto obriga os países desenvolvidos a pagar uma "dívida de adaptação" aos países em desenvolvimento para supostamente apoiar a mitigação das alterações climáticas. A cláusula 33 na página 39 diz que "até 2020 a escala dos fluxos financeiros para apoiar a adaptação dos países em desenvolvimento deve ser pelo menos de 67 bilhões de dólares ou na faixa de 70 a 140 bilhões de dólares por ano."
E como é que os países desenvolvidos providenciarão este fluxo financeiro para o mundo em desenvolvimento? O texto do projeto define várias alternativas, incluindo a opção sete, na página 135, que prevê "a taxa global de 2 por cento nas transações monetárias do mercado financeiro internacional dos países do Anexo I". O países do Anexo 1 são os países industrializados, que incluem entre outros os Estados Unidos, Austrália, Grã-Bretanha e Canadá.
Para ter certeza, os países que assinam tratados internacionais sempre cedem poderes a um órgão da ONU responsável pela execução das obrigações do tratado. Mas a diferença é que este tratado parece ter sido sujeito a tentativas incomuns para ocultar seu complicado conteúdo. E, além da dificuldade de tentar decifrar o palavreado da ONU, há uma abundância de cláusulas descritas como "alternativas" e "opcionais" que deve aumentar ainda mais a ira dos países livres e democráticos preocupados em preservar sua soberania.
Lord Monckton mesmo só tomou conhecimento dos poderes extraordinários a serem investidos neste governo mundial quando um amigo seu encontrou um obscuro site da ONU e pesquisou através de várias camadas de hiperlinks, antes de descobrir um documento que não é nem chamado de "esboço de tratado." Ao contrário, é rotulado de "nota do Secretariado"
Entrevistado pelo repórter de rádio Alan Jones em Sydney nesta segunda-feira, Lord Monckton disse que "esta é a primeira vez que eu vi qualquer tratado transnacional referindo-se a um novo órgão a ser criado no âmbito do tratado como um "governo". Mas são competências que serão dadas a este governo totalmente desprovido de eleições é que são tão assustadoras." Ele acrescentou: "A ambição absoluta deste novo governo mundial é enorme desde o início, mesmo antes de começar a dar poderes para si próprio como estas entidades normalmente o fazem".
Os críticos têm admoestado Senhor Monckton por sua linguagem colorida. Ele certamente tem sido vigoroso. Em sua exposição sobre o esboço do tratado de Copenhague, em St. Paul, ele advertiu os americanos de que "nas próximas semanas, a menos que vocês impeçam isso, seu presidente vai assinar sua liberdade, sua democracia e sua prosperidade para sempre." No entanto, os seus críticos não conseguem lidar com a substância do que ele diz.
Pergunte a si mesmo esta pergunta: Tendo em conta que nossos líderes políticos gastam centenas de horas conversando sobre a mudança climática e a necessidade de um consenso global em Copenhague, por que nenhum deles falou abertamente sobre os detalhes deste tratado sobre mudanças climáticas? Afinal, os signatários do tratado final estarao vinculados a ele por anos. O que exatamente eles estão escondendo? Graças ao Lord Monckton agora sabemos alguma coisa de seus planos.
Janos Pasztor, diretor do Secretário-Geral da Equipe de Apoio sobre Mudanças Climáticas, disse aos repórteres em Nova York nesta segunda-feira que com o Congresso dos EUA ainda para votar um projeto de lei sobre mudanças do clima, um tratado global sobre mudanças climáticas é agora um resultado improvável em Copenhague. Vamos esperar que ele esteja correto. E obrigado América.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Banco do Capeta - A alma como garantia de empréstimo
Agora nem se escondem mais.
É duro de acreditar, mas uma empresa de finanças chamada Kontora, na Letônia (país do leste europeu) diz estar fazendo empréstimos tendo apenas a alma dos clientes como garantia. Não precisa ter o nome limpo, não precisa comprovar renda… nadinha.
Só precisa assinar um documento dizendo que, caso não honre a dívida, sua alma será para sempre deles. Os empréstimos têm juros de 1% ao dia e o prazo para quitação é de três meses. Os valores variam entre US$ 100 e US$ 1.000. Se você não pagar, pode renegociar a dívida para ter a alma de volta.
Na reportagem do Russian Today sobre o assunto, um representante da empresa defende a transação. “Negócios são negócios. Nós damos dinheiro vivo para as pessoas. Se elas dão valor a suas almas, pagarão o empréstimo com certeza. Acho a troca justa. Todos podem decidir o que é mais importante”, afirma. Eles ouvem também o padre da igreja ortodoxa Holy Trinity. “É uma troca perigosa. Como você pode vender sua alma? É imortal! Se uma pessoa entrega sua alma está renunciando a Deus, e não terá vida eterna”, diz o padre.
No vídeo abaixo, vai a sugestão de um funcionário para cobrar dos caloteiros:
Fonte
domingo, 14 de junho de 2009
Três Nomes que tem muito mais que "nomes" em comum, Ronaldo, Ronaldinho e Ronaldo o Cris...
Vídeo
As Fotos abaixo são do Mail On Line
quarta-feira, 20 de maio de 2009
É Curioso Demais Para não Reler
Diamantina, interior de Minas, 1914.
O jovem Juscelino Kubitschek, de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos. Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu Medicina e se especializou em Paris. Como presidente, modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e amantes; humilde e obstinado, é (e era) querido por todos.
Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não ter estudado. Acha bobagem falar inglês. "Tenho diploma da vida", afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que ler é um hábito chato. Quando era sindicalista, percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje, ao que parece.
Londres, 1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha mais velha entra no exército britânico; como tenente-enfermeira, sua função é recolher feridos em meio aos bombardeios. Hoje ela é a rainha Elizabeth II.
Brasília, 2005.
A primeira-dama Marisa requer cidadania italiana – e consegue. Explica, candidamente, que quer "um futuro melhor para seus filhos".
E FUTURO DOS NOSSOS FILHOS?
Washington, 1974.
A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando. Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.
Brasília, 2005.
Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante as muitas provas, Lula repete o "eu não sabia de nada!", e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi "traído", mas não conta por quem.
Londres, 2001.
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair, que vai sozinho à delegacia buscar o filho, numa madrugada chuvosa. Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.
Brasília, 2005.
O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu filhinho nessa "sujeira".
Qual sujeira?
Nova Délhi, 2003.
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente, brasileiríssimo BEM-195, da Embraer, por US$ 10 milhões.
Brasília, 2003.
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio anglo-alemão. Gasta US$ 57 milhões e manda decorar a aeronave de luxo nos EUA.
E você, já decidiu o que vai fazer nos próximos cinco minutos?
Vamos repassar esse e-mail para a maioria dos nossos contatos?
Vamos dar ao BRASIL uma nova chance?
Ele precisa voltar para o caminho da dignidade.
Nós não merecemos o desgoverno que se instalou em nosso País e precisamos acordar e lutar antes que seja tarde.
Perca mais cinco minutos e converse com todos os seus amigos que não têm acesso a internet.
Aproveitando a oportunidade, vamos dar uma lição a todos os políticos adeptos da lei do Gerson e que não souberam honrar os votos que receberam na última eleição.















