Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Agora é oficial, saiu no site da Folha - O conto da vacina suína


A Mídia Oficial está acordando para a realidade, e melhor, estão tendo a coragem de divulga-la, pelo menos é o que parece.


O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".

Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.

"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Você confia no seu médico? (Parte I)

Você iria a um médico sabendo que ele recebe da farmácia mais 30% do que prescreve ao paciente? O Fantástico faz agora uma denúncia grave. Vamos mostrar situações que já foram muito faladas, mas que até hoje não tinham sido mostradas: o pagamento de comissões a médicos para que eles indiquem farmácias.

Você deve conhecer esta situação: o paciente sai do consultório do médico com o endereço da farmácia colado na receita. Para investigar por que muitos médicos encaminham pacientes direto para uma determinada farmácia, durante dois meses, o repórter Eduardo Faustini se apresentou como doutor Carlos Renato, endocrinologista.

Fez contatos com farmácias de manipulação no Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador. Descobriu que elas oferecem comissões aos médicos - uma prática proibida pelos códigos de ética.

Veja o Vídeo




Fantástico: Como a gente pode trabalhar?
Any: Todos os médicos aqui, a gente tem uma parceria.

Repórter:
Dra., Teresinha é o Dr. Carlos Renato. Nós vamos inaugurar agora em abril essas clínicas de endócrino. O que eu gostaria de saber com a senhora, é possível fazer uma parceria?
Teresinha: Olha, eu vou ser sincera para você. Aqui eu dou 25% de parceria.
Fantástico: OK: 25% em cima da receita?
Teresinha: Em cima da receita.

Romilson:
Eu falei com o senhor que seria até uns 30% ou se fosse até umas 30 fórmulas, dava para gente fazer uns 40%. Acima disso, a gente poderia sentar e conversar.

Com uma câmera escondida, o repórter se encontrou com farmacêuticos e representantes comerciais das farmácias.


Fantástico:
Você está acostumada a trabalhar com médico?
Mulher: Sim. Aqui é só assim. É só assim.
Fantástico: Assim como?
Mulher: Só parceria em Curitiba.
Fantástico: Como?
Mulher: É só parceria. Em Curitiba é só assim, porque se eu ficar esperando o cliente vir, que mandar o amigo. Não sobrevivo. É parceria. Tem o valor repassado.

No computador, o funcionário de outra farmácia no Rio de Janeiro revela como é calculado o repasse. Ele dá o exemplo de um médico chamado Fernando:


Funcionário:
Esse aqui é quantas fórmulas ele colocou na minha farmácia até o dia 25/03.
Fantástico: Quantas fórmulas?
Funcionário: Ele colocou um total de 3.390 fórmulas.
Fantástico: Deu um total de venda?
Funcionário: de R$ 92.350.
Fantástico: Quanto foi o repasse dele?
Funcionário: O repasse dele foi 35%. Eu vou tirar os 35%

Feitas as contas, o médico Fernando teria recebido R$ 32.323 de comissão por suas receitas ou fórmulas. O percentual repassado ao médico varia entre 25% e 45% do total das receitas encaminhadas à farmácia. Para burlar o imposto de renda, veja o que faz Teresinha, dona da farmácia A terapêutica em Salvador.


Fantástico:
E o pagamento, como é feito?
Teresinha: Todo final de mês.
Fantástico: Sabe que não pode ter depósito.
Teresinha: Não. Você vem aqui pegar. Eu te dou um cheque.
Fantástico: Cheque?
Teresinha: Pelo amor de Deus. Eu não dou conta de tirar o dinheiro. Não me comprometa. Não existe isso, doutor. Um dia você coloca no nome da sua mulher. Outro, no nome da mãe, da avó, da tia. Ninguém desconfia. Essa médica, esse mês, fez R$ 21,3 mil. O que ela fez? Como o volume dela é grande, dei quatro cheques para ela. Ela deposita lá no dia primeiro, no dia não sei o que. Chega no final do mês, ela recebeu tudo. Você entendeu? Ela divide. Ela não joga os R$ 20 mil de uma vez. Também joga no nome do marido dela, do irmão dela e vai deitando e rolando.

Fantástico:
Ela recebeu só de repasse?
Teresinha: Só de comissão
Fantástico: Quanto?
Teresinha: R$ 21,3 mil.

Não é só em dinheiro que as farmácias retribuem a indicação dos médicos. Veja o caso da rede de farmácias Natura Ativa, no Rio de Janeiro.


Funcionário:
Doutor, mesmo com parceria eu já mobiliei escritório, consultório. Há pouco tempo, em Madureira, não fui nem eu, foi em Madureira, um médico ganhou uma TV de 42 polegadas para botar no consultório dele.
Fantástico: Vocês que deram.
Funcionário: A gente que deu. Natura Ativa que deu.
Fantástico: Qual o critério que vocês usam para essa parceria?
Funcionário: Movimentação. Tudo é movimentação. Dependendo da força de prescrição do médico, a gente vai fazer tudo para agradar, blindar o médico.
Fantástico: Hoje vocês trabalham com quantos médicos mais ou menos na sua empresa?
Funcionário: Eu tenho uma carteira hoje de 140 médicos.
Fantástico: Só você? Na sua área?
Funcionário: Só eu. Tem muito mais médicos. Mas não me interessa médico que manipula R$ 100, R$ 200. Não me interessa cair uma, duas receitas por mês. Mas eu tenho 140 médicos na minha carteira. Não são todos parceiros, porque tem médico que não gosta de parceria.

Na Bahia, um médico, que não aceita comissão faz uma pergunta que vai além da ética: e o compromisso com a saúde do paciente?


“Você iria a um médico que você sabe que está ganhando 30% da sua receita? Duvido que você vá, porque você vai desconfiar. Você vai pelo menos se questionar de que se ele está ganhando 30% da receita, ele tem uma tendência a prescrever mais e possivelmente de forma indevida para ganhar mais”, questiona Djalma Duarte.


Para ganhar mais, algumas farmácias e médicos cometem um crime previsto no Código Penal. Os médicos prescrevem uma combinação de remédios da lista daqueles conhecidos como receita azul, ou controlados: na maioria dos casos, anfepramona e femproporex, dois medicamentos muito comuns no tratamento para emagrecer. A associação desses remédios pode provocar alucinações e crises de convulsão e o uso prolongado leva a dependência química.


A delegada Paula Brisola, do núcleo de repressão a crimes contra a saúde, é clara: receitar ou vender essa combinação é crime.


“Vai ser imputada a prática da infração criminal. Tráfico de drogas”, diz Paula Brisola.


Para burlar a fiscalização da Vigilância Sanitária, a gerente de uma farmácia em Salvador diz como o médico deve prescrever esses remédios ao paciente.


Gerente:
O femproporex vai no nome dele e a anfepramona no nome de outra pessoa.
Fantástico: Pode ser quem?
Gerente: Um irmão, uma mãe, pai. Outra pessoa.
Fantástico: Vai precisar de identidade dessa pessoa? Alguma coisa?
Gerente: Nada, só o nome..

No encontro com Dona Teresinha, ela dá um exemplo:


Teresinha:
Maria precisa do femproporex, anfepramona e daquele composto grande. O femproporex e o composto no nome de Maria. Arranja um João para botar a anfepramona, porque no mesmo nome da pessoa não pode.
Fantástico: Isso me resolve. Eu te pergunto, se eu mandar isso, o seu pessoal sabe o que fazer?
Teresinha: Estamos preparadíssimos...
Fantástico: Não vai se enrolar? Não vai dizer para o paciente "olha, isso aqui não pode tomar junto?"
Teresinha: É eu e minha filha. Minha filha é a farmacêutica e eu comando. Então, o que acontece: nada se passa sem o meu conhecimento e o conhecimento dela. Aqui não existe empregado mandar.

A dona da farmácia ainda facilita para o médico: “O que você podia fazer e os médicos estão fazendo. Não vou nem falar alto. Você passa um medicamento para o cliente, os dois. Eu invento o RG. Você manda as receitas para mim, eu mando o motoboy. No final de mês está faltando tantas. Você me manda e eu preencho. Pode fazer assim, um acordo entre eu e você”.


Em Joinville (SC), essa prática criminosa adotada por vários médicos e farmácias acabou em prisão. Durante uma operação da Anvisa na semana passada, os fiscais encontraram um bloco de receituário de remédios controlados em branco, carimbado e assinado por um ginecologista.


“É uma infração sanitária gravíssima porque, a partir daí, qualquer pessoa que não fosse médico poderia preencher esse receituário e ali colocar qualquer tipo de substância sob controle especial”, alerta o chefe de segurança da Anvisa, Adilson Bezerra.


O ginecologista confirmou que assinatura era dele e foi indiciado por tráfico de drogas. A farmacêutica e a dona da farmácia foram presas pelo mesmo crime. A farmácia está interditada e pode ter a autorização de funcionamento cassada. A dona da farmácia ainda responde por processo administrativo sanitário e vai receber uma multa que pode chegar a R$ 1,5 milhão.


Se você acha que já viu tudo, ouça a proposta indecente que Dona Terezinha faz ao repórter.


Teresinha: Quem sabe a gente não vai trabalhar tão bonitinho tão direitinho que vamos abrir uma farmácia juntos.
Fantástico: Pode ser. Eu não posso.
Teresinha: Pode sim...
Fantástico: No meu nome não.
Teresinha: Mas no sobrenome pode. Eu tenho uma no interior com um médico. Eu e um médico.
Fantástico: É mesmo? E ele receita?
Teresinha: Fatura legal, legal!

O comportamento antiético e criminoso de alguns profissionais acaba prejudicando os que trabalham dentro da lei. A farmacêutica de Curitiba, Cibele Kurkievicz, que não faz acordo com médicos, diz que perde clientes: “A gente poderia estar muito melhor se não fosse esse trabalho antiético. Não pago comissão para médico. Nunca paguei e nunca vou pagar”.


“Se algum médico disser que acredita que esses 30%, 45% que ele está recebendo está vindo da farmácia, ele é extremamente ingênuo, porque não é da farmácia que está vindo. É do bolso do paciente”, lembra o médico Djalma.


O Conselho Federal de Farmácia diz que farmacêuticos que oferecem comissões podem ser punidos.


“Nosso código de ética previne que acumpliciar-se com outras profissões poderá dar em até um ano de suspensão dos direitos profissionais ou até a cassação de direitos”, explica Jaldo Santos, do Consenho Federal de Farmácia.


“Entendemos que para o conselho que é uma falta gravíssima o médico participar de uma fraude dessas”, afirma Desiré Callegari.


“Isso é caso de polícia. Os pacientes estão sendo roubados. Roubados e o médico está ajudando a roubá-los. Isso é prostituição da medicina”, lembra Djalma
.

Gerente:
Tem muito médico que recebe de comissão. R$ 20 mil.
Funcionário: Tem médico que incorpora isso aqui ao salário dele. Se ele não receber isso aqui dentro daquele mês, ele não consegue pagar as contas dele.
Teresinha: Graças a Deus, nunca fui pega.

Veja Aqui a Parte II

sábado, 26 de dezembro de 2009

Perspectivas para 2010


É, faltam cinco dias para o ano 2010 começar e eu ainda não fiz meus planos, nem a curto, médio e o que direi então do a longo prazo.

Sei que precisamos traçar metas, traçar mesmo, não apenas pensar, "vou fazer isto, depois isto e depois aquilo outro". É preciso escrever, é preciso planejar com cuidado, projetando cada etapa em seu devido tempo e ir executando cada uma delas sem pular nenhuma. Não adianta irmos para uma etapa sem concluir a anterior.

A cada etapa concluída, você se sentirá mais animado, mais fortalecido para a próxima etapa, que com certeza não será mais fácil que a anterior. Podemos então dividi-lo em semanal, quinzenal, mensal, ou bimestral, mais que isso, nos leva a ir prorrogando e acabaremos não executando nosso projeto.

Então, qual é a sua prioridade?
Entrar para a Faculdade, Seu primeiro emprego, Seu primeiro Carro, Uma Bela Viagem, Uma Bela Casa, Seu Casamento, Filhos, Aposentadoria,
Felicidade?

Bem, para quaisquer que sejam o seus Sonhos, tenho certeza que vai precisar de algo
imprescindivel.

Para qualquer dos sonhos acima, você vai precisar, com certeza, de
Dinheiro , mesmo que você já tenha algum, você vai precisar de mais, muito mais. Você vai precisar de dinheiro a vida toda. Até para morrer vai ter que ter algum, imaginem, então para viver.

E
Dinheiro, é o que não falta nesse mundo. Já percebeu a quantidade de dinheiro que tem na sua cidade, no seu estado, no seu país, nos outros países. Então imaginem no planeta, é uma quantidade imensa, e, acredite está à sua disposição, esperando por você. O dinheiro a princípio não tem dono, ele passa de mão em mão, conta em conta, ele está sempre circulando, basta , quando ele passar por você, com honestidade e sabedoria, agarra-lo com toda firmeza e pronto.

Dinheiro é uma coisa que não vemos em quantidade, como os postes nas ruas, as estrelas no céu, a torcida do Flamengo, a torcida do Corinthians, mas acredite, eles estão por ai e bem pertinho de você.

Mas por quê estou escrevendo sobre Dinheiro?

Porque acredito ser a prioridade da maioria das pessoas. Alguém vai ter que pagar pelos seus sonhos e seus desejos, seus estudos seu lazer e etc., ou não? E não há nada mais honesto, honroso, gratificante, do que você mesmo arcar com suas despesas e seus gastos.

Lembro muito bem do meu primeiro emprego, meu primeiro salário, meu primeiro carro, minha casa, meu casamento, meu primeiro filho, ah, e minha faculdade, mas lembro ainda, da minha aposentadoria e minha felicidade. A cada conclusão dessas etapas experimentei uma alegria imensa, cada uma delas representava o meu trabalho, o meu esforço para atingí-lo. Agora, imaginem vocês mesmo os frutos.

Eu desejo a você, que no seu projeto de vida para 2010, tenha como etapa final, a
felicidade e que a primeira etapa seja aquela que vai dar uma trajetoria honesta e cheia de vitórias para você. Lembre-se nada é construído sem esforço, sem trabalho e sem dedicação, o que passar disso é ilusão.

O segredo de progredir é começar. O segredo de começar é dividir as tarefas árduas e complicadas em tarefas pequenas e fáceis de executar, e depois começar pela primeira.

Espero que não, mas daqui a alguns anos você poderá estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte suas amarras neste ano de 2010. Afaste-se do porto seguro e da acomodação. Agarre o vento em suas velas. Explore, Sonhe, Descubra.

Desejo a você que em 2010 seja um ano Próspero, Cheio de Paz Alegria e Feilicidade.


Para quem quer ter uma nova vida em 2010. Clique
Aqui ou Aqui e aproveite.

V.A

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Você sabe a diferença entre Capitalismo e Socialismo?


Confira a aula do professor de Sorocaba, São Paulo, Claudinei Perencin sobre as diferenças entre o capitalismo e o socialismo. O professor se utiliza de conceitos econômicos para marcar os objetivos de cada sistema, que no capitalismo é o lucro e no socialismo é o social.


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

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