Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Ômicron provoca alta nos casos de covid nos Emirados

 Os Emirados Árabes Unidos registraram 1.846 novos casos de coronavírus somente nesta terça-feira (28). País árabe vem adotando novas medidas de prevenção.

São Paulo – A variante ômicron da covid-19, altamente transmissível, está provocando um pico de casos de covid-19 nos Emirados Árabes Unidos desde o início de dezembro. Somente nesta terça-feira (28) foram 1.846 novos casos e uma morte. A média móvel dos últimos sete dias é de 1.232 casos.

De 14 a 27 de dezembro, foram 10.171 novos casos, o que para o país de cerca de nove milhões de habitantes e que está em seu período de alta temporada no turismo, é um alto índice. Para se ter uma ideia, em 1º de dezembro a média móvel diária dos sete dias anteriores era de 67 casos.

©Karim Sahib/AFP

Emirados: 92% da população vacinada

O país árabe vem adotando novas medidas de prevenção ao vírus. O Ministério da Saúde e Prevenção dos Emirados (MoHAP, na sigla em inglês) anunciou em nota que continuará aumentando o escopo de testagem em todo o país para facilitar a detecção precoce dos casos de covid-19 e dar o tratamento adequado. O MoHAP também alertou a sociedade para cooperar com as autoridades de saúde, aderindo às instruções do país na utilização de máscaras em lugares públicos, abertos ou fechados, e na prática do distanciamento social.

Autoridades de saúde do país estão convocando residentes para tomar a dose de reforço da vacina. Mesmo com a alta, o país segue sendo um dos que melhor lidou com a pandemia, com cerca de 92% da população vacinada com pelo menos duas doses. A variante ômicron, apesar de ser mais contagiosa, é considerada menos letal, principalmente entre a população vacinada.

Os Emirados foram dos primeiros países a reabrir fronteiras durante a pandemia. Até a presente data, foram registrados 754.911 casos e 2.160 mortes pela doença desde o início da pandemia. As informações são da agência de notícias estatal do país, a WAM, com dados da Universidade Johns Hopkins.

As celebrações de Ano Novo serão mantidas em Dubai. O emirado contará com dezenas de pontos de queima de fogos, inclusive no Burj Khalifa e na região da roda gigante Ain Dubai.

Não há registro de aumento considerável no número de casos de covid-19 nos países vizinhos do Golfo.

Abu Dhabi adota novas restrições de entrada

O emirado de Abu Dhabi, que já mantinha restrições mais rígidas para a entrada e circulação de pessoas, agora atualizou seus procedimentos. De acordo com o Comitê de Emergência, Crises e Desastres de Abu Dhabi, agora a entrada na capital pelos demais emirados requer o certificado de vacinação para pessoas vacinadas e um teste PCR negativo feito até 96 horas antes para os não vacinados.

Além disso, o comitê retomou a barreira de acesso à Abu Dhabi nas rodovias, para os visitantes de outros emirados, em que passam por uma testagem via scanner, que detecta sintomas de covid-19. O teste é rápido, dura cerca de 2 segundos por pessoa. Os chamados EDE Scanners utilizam uma tecnologia de escaneamento facial capaz de detectar o vírus, segundo as autoridades de saúde.

Expo 2020 Dubai

Alguns locais da Expo 2020 Dubai podem ser fechados para higienização se casos de covid-19 forem detectados, disseram os organizadores ao jornal Khaleej Times nesta terça-feira (28). O Khaleej Times é o mais antigo jornal publicado em inglês nos Emirados. A precaução faz parte das rigorosas medidas de segurança contra a covid-19 da Expo, que visa proteger todos os funcionários, voluntários e visitantes.

AFP

Show de Natal na Expo 2020

Na semana passada, um restaurante no pavilhão do Japão foi fechado temporariamente após vários funcionários terem testado positivo para a covid-19. Os organizadores também disseram que estão dobrando seu compromisso de continuar sediando uma exposição mundial excepcional e segura.

O megaevento aumentou para quatro o número de postos de testagem no local e está oferecendo testes PCR gratuitos para todos os funcionários do pavilhão do país. Todos os funcionários da linha de frente e artistas continuam sendo testados regularmente.

Mesmo assim, alguns eventos de maior contato, como desfiles e artistas itinerantes pelas ruas e alguns espetáculos, foram temporariamente suspensos como medida de precaução de curto prazo, segundo comunicado à imprensa. Todos os visitantes e funcionários devem usar máscaras em locais fechados e abertos.

A Expo 2020 Dubai registrou 8.067.012 visitas desde sua abertura até 27 de dezembro, segundo fontes oficiais. O megaevento vai até 31 de março de 2021.

Turistas brasileiros

Para quem viaja de São Paulo para Dubai pela companhia aérea Emirates, as medidas se mantêm. É necessário realizar o teste PCR até 72 horas antes do voo, e outro teste será feito na chegada ao aeroporto de Dubai. Lembrando que muitos lugares em Dubai e demais emirados estão exigindo o certificado de vacinação.

Anba

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

H1N1 Versão 2 - Duro de Matar 3

Como não foi atingidos o objetivo das grandes industrias farmacêuticas na primeira versão das H1N1, que era 100% de lucro, será lançada a segunda versão, ou seja, as mentiras, os enganos e o medo será a estratégia. O objetivo desta versão, é alcançar aqueles que acordaram pelas denuncias da CONSPIRAÇÃO FARMACÊUTICA, que fora instalada. Creio que agora, será mais difícil, pois, as mentiras foram denunciadas em todas as partes do planeta, mas, através do medo, tudo é possível. Mas a Luta TEM continuar...

A Notícia:

Alterações detectadas no hemisfério Sul infectaram indivíduos vacinados. Em Portugal, há menos pessoas a vacinar-se contra a gripe comum, a sazonal.

O vírus da gripe A pode começando a sofrer
mutações. Uma ligeira alteração genética do A (H1N1) foi detectada no hemisfério Sul, na Austrália, na Nova Zelândia e em Singapura, onde predominou no Inverno local, revela a Eurosurveillance, publicação de vigilância, disponível na Internet, num artigo assinado por especialistas do Centro de Pesquisa e Referência sobre Influenza de Melbourne, na Austrália.

A nova variante infectou indivíduos vacinados e foi encontrada em pessoas que morreram, mas os investigadores deste centro ligado à Organização Mundial de Saúde (OMS) sublinham que a eficácia da vacina não está, por enquanto, posta em causa. São necessários mais estudos para se perceber o verdadeiro impacto desta alteração, nomeadamente se a nova variante se pode revelar mais mortal ou se pura e simplesmente vai desaparecer.

Caso represente "o início de uma deriva antigénica", pode exigir uma "atualização da vacina antes do esperado", escrevem. "O resumo do artigo é suficientemente tranquilizador. Pequenas alterações genéticas também aconteceram no Inverno passado [no hemisfério Norte, nomeadamente nos EUA, Suécia, Dinamarca, França] sem se verificarem consequências práticas", desdramatiza o virologista João Vasconcelos Costa. "Nesta fase, as alterações nos genes não resultaram em alterações antigénicas que possam tornar a vacina menos efetiva", acrescenta.

O que é importante é que o vírus continue sensível ao oseltamivir (medicamento antiviral) e a vacina não perca eficácia, destaca. Os especialistas que assinam o artigo do Eurosurveillance recordam que o vírus já apresentou mutações esporádicas, mas frisam que o problema é que esta variante se tornou predominante na Austrália e na Nova Zelândia, depois de ter sido detectada pela primeira vez em Singapura no início de 2010. "Esta variante do vírus tem sido associada à dose monovalente [da vacina] dada a adolescentes e a adultos em 2010, tal como a um número de casos fatais em que foi isolada", referem. Mas a informação não é suficiente para perceber se havia outros fatores que tornaram estes doentes mais vulneráveis.

Este ano, há menos portugueses a vacinar-se contra a gripe comum (a sazonal) do que em 2009. E não é por falta de vacinas: Portugal dispõe de 1,7 milhões de doses da trivalente, à venda nas farmácias e tem ainda 1,5 milhões de doses da monovalente (contra a gripe A) que sobraram do ano passado. Estas últimas são dadas nos centros de saúde, a todas as pessoas saudáveis até aos 65 anos, que não tenham sido imunizadas na estação anterior.

Em todo o mundo, a gripe sazonal mata cerca de 500 mil pessoas por ano, segundo a OMS. A gripe A provocou a morte de 18.450 pessoas, mas a OMS diz que só um ano após o fim da pandemia se poderá perceber o número real de casos fatais.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Gripe suína: quem pagou a pandemia fantasma?

Julio Severo | 16 Junho 2010

runkidsrunO que muita gente suspeitava está agora vindo à luz, e não é de admirar que o número de vacinados não tenha sido elevado nos EUA e Inglaterra, deixando enormes estoques parados da inútil vacina que custou milhões de dólares.

Durante muitos meses tenho acompanhado o noticiário internacional e, lendo vários jornais seculares dos EUA e Inglaterra, um fato ficou claro: a pandemia da gripe suína estava envolta em graves problemas éticos e médicos, inclusive morte de jovens vacinados. E agora sai a bomba de que a vacinação foi desnecessária.

O jornal inglês Daily Mail denunciou em manchete "A pandemia que nunca existiu: empresas farmacêuticas 'incentivaram Organização Mundial de Saúde a exagerar a ameaça da gripe suína'". A matéria então diz: "Declarar a gripe suína uma pandemia foi um 'erro monumental', impulsionado por empresas farmacêuticas que, gananciosas por lucros, espalharam medo, concluiu um influente relatório". O restante da matéria, em inglês, está aqui.

Há também o artigo "O conto da vacina suína", publicado pelo jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que expõe os escândalos envolvendo o Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o modo desonesto como a OMS mudou a definição de pandemia exclusivamente para engordar as empresas farmacêuticas, que lucraram uns 10 bilhões de dólares com a pandemia fantasma em 2009.

Essa é a mesma OMS que mudou também o sentido real da homossexualidade na década de 1990, retirando-a da lista de comportamentos pervertidos, a fim de atender aos interesses de multimilionários grupos de pressão política.

Na hora de definir o que é e o que não é, o dinheiro, a pressão e a ganância são uma formidável persuasão. Sob essa persuasão, condutas pervertidas são normalizadas e o que não é pandemia se torna pandemia!

Na questão da pandemia fantasma, o que muita gente suspeitava está agora vindo à luz, e não é de admirar que o número de vacinados não tenha sido elevado nos EUA e Inglaterra, deixando enormes estoques parados da inútil vacina que custou milhões de dólares que poderiam ter sido mais bem investidos no bem-estar da população.

Mesmo assim, as empresas farmacêuticas continuam na sua corrida louca para vender suas vacinas para países trouxas o suficiente para engolir a estória da epidemia generalizada.

Eu poderia ter avisado muito mais o público brasileiro antes, mas o Blog Julio Severo vem há anos mostrando o óbvio: O governo Lula não merece confiança. Você confiaria num governo que é a favor do aborto, que representa o assassinato covarde do mais vulnerável e indefeso dos seres humanos?

O grande responsável pela campanha de vacinação foi o ministro contra a Saúde, José Temporão, que também é a favor do aborto. Ele vê o aborto simplesmente como "questão de saúde pública", de modo que se as empresas farmacêuticas criarem uma vacina que elimine esse "problema" de "saúde", o tarado por campanhas de vacinação em massa ficará extremamente feliz de fazer mais uma parceria com elas.

Apesar disso, a população pensou que poderia confiar num aspirante a carniceiro. Foram se vacinar. A obediência - ou eu deveria dizer a estupidez? - foi tão grande que o país campeão mundial de vacinação contra a inexistente e irreal epidemia generalizada de gripe suína foi o Brasil. Mais de 70 milhões de brasileiros foram vacinados.

Agora, o governo Lula está sorrindo. O ministro contra a saúde está sorrindo. As empresas farmacêuticas, com os bolsos entupidos do dinheiro dos cidadãos do Brasil, estão mais do que felizes e pulando de alegria. E o povo está sorrindo, sem ao menos perceber o que está acontecendo. Ele paga, mediante impostos, com o dinheiro do próprio bolso as estupidezas do governo, e ainda sorri abobalhadamente.

E quem no final leva o prêmio é o governo. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como "importante promotor de estabilidade e integração na América Latina". Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a "epidemia generalizada" da gripe suína.

Uma mão lava a outra. As empresas farmacêuticas patrocinam homenagens internacionais ao ego incontrolável e insaciável de Lula, e Lula sacia a ganância incontrolável e insaciável dessas empresas, sustentando pandemias fantasmas que lhes enchem os cofres.

Mas quem pagou realmente um preço alto foram os brasileiros vacinados. Veja algumas repercussões da vacina na mídia brasileira:

Jovem morre após tomar vacina contra a gripe A em Londrina

Estudante morre após tomar vacina contra gripe

Menina morre após tomar vacina

Criança morre após tomar vacina H1N1

Bebê morre ao receber vacina contra Gripe A

Assim, governo e empresas farmacêuticas pegam seu dinheiro, fazem a farra e, para justificar tanta gastança, no final você e sua família têm de se submeter à ponta da agulha e suas conseqüências.

Um país assim é o curral perfeito para alimentar a ganância dos poderosos e corruptos, que recorreriam a qualquer artifício para deter qualquer coisa que impeça seus lucros.

Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!

Foi uma coincidência importante, que revelou que havia gente grande interessada em sabotar o impacto dos meus artigos sobre a campanha de vacinação. Conforme a informação que recebi, o Ministério da Saúde estava também planejando outras ações contra mim, inclusive legais, mas suponho que não houve tempo para executá-las, pois em poucas semanas saí do Brasil. Esse é o preço que se paga por alertar as pessoas.

Portanto, da próxima vez que o governo e sua mídia comprada aparecerem com uma campanha de medo tentando convencer você de outra pandemia fantasma, desconfie.

Como não desconfiar de um governo que só se interessa por aquilo que está no nosso bolso?

Midia Sem Mascara

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Agora é oficial, saiu no site da Folha - O conto da vacina suína


A Mídia Oficial está acordando para a realidade, e melhor, estão tendo a coragem de divulga-la, pelo menos é o que parece.


O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".

Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.

"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cientistas Internacionais Alertam para Doenças e Efeitos Colaterais Danosos Advindos das Vacinas


Contra Fatos não existe argumentos em contrário. Vejam as Fontes no final


E verdadeiramente são fatos reais, e fatos relatados e noticiados por órgãos de respeito, confiança e seriedade, como a Tv Record (Brasil), Jornal Correio da Manhã, Terra Notícias e TVI Notícias de Portugal.

Sinceramente não sei o que dizer diante de tamanha violência. Veja que os fatos abaixo tem como fonte, esses órgãos acima citados, portanto merecem confiança. Mas mesmo assim existe algo muito forte que convence a maior parte da população a pensar o contrário, ou a não acreditar nos fatos.

E os órgãos, não sustentam, não levam o fato adiante,não brigam profundamente pela verdade, existe algo que também os impede. Dinheiro, valores, poderes, concessões, ameaças, medo, cassação.

Bom, o fato é que a maioria das pessoas estão sendo condicionadas a não enxergarem os verdadeiros acontecimentos.

O Artigo

Cientistas Internacionais Alertam para Doenças e Efeitos Colaterais Danosos Advindos das Vacinas


5 de março de 2010 – José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico, editor do STOP, e dr. Roberto Giraldo, médico infectologista e imunologista.

Óbitos e reações “graves e desconhecidas” à vacina da gripe suína foram
registrados na Suíça e em outros países; vacinas em geral são questionadas há décadas.

Este artigo é constituído dos seguintes pontos:

1) Por que este artigo agora?;

2) Doenças causadas pelas vacinas;

3) Por que continuam vacinando?;

4) Como evitar legalmente as vacinas;

5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico.

1) Por que este artigo agora?

Como é do conhecimento público, em março começa a campanha massiva do Ministério da Saúde, por meio da qual pretende vacinar 80 a 90 milhões de brasileiros com a vacina contra gripe suína; porém, desde várias décadas atrás, existem cientistas e múltiplas ONGS, em praticamente todos os países do mundo, que questionam a eficiência e a segurança das vacinas, sobretudo esta, contra a denominada gripe A.

O programa de vacinação em massa no Brasil prevê iniciar pelo pessoal da saúde, índios das aldeias, mulheres grávidas, doentes crônicos, crianças de 6 meses a dois anos, adultos entre 20 e 39 anos e pessoas acima de 60 anos, com doenças crônicas graves ou com o sistema imunológico debilitado.

Na edição anterior do STOP (fevereiro 2010) publicamos que a vacina contra gripe suína foi rejeitada pelos europeus, e a própria OMS está sob suspeita em países do Velho Continente, onde Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa critica abertamente a instituição, acusando-a de ter decretado uma falsa pandemia, que favorece os laboratórios multinacionais; neste artigo mostramos que tem havido casos de morte (até de fetos) e sintomas graves após aplicação dessa vacina, que pode causar ainda uma síndrome neurológica rara, capaz de levar à morte.

Para melhor conhecimento dos leitores, postamos no site www.stop.org.br (link STOP Denúncia) os seguintes artigos: “Farmacêuticas são acusadas de alarmar governos para vender vacinas e remédios contra a gripe suína”, “Cientistas questionam validade da vacina contra gripe suína”, “Vacina contra gripe suína pode causar doença rara”, “Freira (médica) beneditina faz campanha contra a vacina da gripe H1N1”, “Por que somos obrigados por lei a sermos vacinados?”.

Postamos ainda uma lista intitulada “Alguns sites e outros documentos com informações científicas contra o uso de vacinas”, contendo 64 websites em inglês, 9 em português, 14 em espanhol, 2 em francês, 7 em sueco, 11 em finlandês, 1 em italiano, 15 em alemão; contém ainda cinco sites que instruem “Como resolver o assunto da obrigatoriedade das vacinas para as crianças nas escolas” – isenção que pode ser conseguida por motivos religiosos, por exemplo; o endereço de 6 ONGS contrárias às vacinas, 74 livros que se opõem à vacinação, bem como uma lista de 8 recentes artigos científicos defendendo a vacinação.

2) Doenças causadas pelas vacinas

Desde muitos anos atrás está cientificamente demonstrado que as vacinas não só não previnem as doenças, mas elas mesmas podem causar as enfermidades que supostamente deveriam prevenir; por exemplo, a vacina Sabin causa a maior parte dos casos de paralisia infantil, segundo admite John Salk, o qual primeiramente a desenvolveu.

Além disso, não há prova convincente alguma que as vacinas tenham feito diminuir ou erradicar moléstias; estatísticas mundiais mostram que todas as doenças, cuja extinção ou diminuição de incidência é atribuída às vacinas, já vinham declinando naturalmente, havia anos; a introdução da vacina não alterou o ritmo da queda para baixo, que se deveu a melhores condições de vida da população, sobretudo na primeira metade do século XX.

Alterações Neuropsíquicas

Entre as doenças atribuídas às vacinas (moléstias iatrogênicas) estão as alterações neuropsíquicas, que são as maiores consequências; no caso das crianças, retardam seu desenvolvimento (elas não falam, não caminham normalmente), ou apresentam deficiência de atenção, hiperatividade, autismo (cuja incidência vem aumentando assustadoramente desde que teve início a vacina tríplice (coqueluche, tétano e difteria), problema atribuído ao timerosalbebês que morrem de tanto chorar continuamente, sem conseguirem parar); esquizofrenia, paralisia cerebral, alterações do sistema imunológico, epilepsia, dislexia, alterações imunológicas, aumento da violência juvenil, crimes e suicídios. (mercúrio) utilizado como adjuvante). Aqui é bom lembrar que em 1943 começam casos de autismo; desde aquela época cientistas ligam isso ao mercúrio das vacinas – há 70 anos portanto. Também pode haver: morte súbita de berço, choro incontrolável (há

Síndrome de Guillain-Barré

A vacina da gripe suína pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome de Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte, alertou o Governo britânico, através da Agência de Proteção da Saúde (Health Protection Agency) em carta confidencial aos neurologistas do país (fato noticiado pelo Correio da Manhã (Portugal), dia 17 de setembro de 2009, com o título “Vacina da gripe A pode ser fatal”. 1

O Ministério da Saúde do Brasil admitiu em nota que “no Brasil, a possibilidade de ocorrência da síndrome em virtude da vacina, ainda que esta seja rara, será monitorada em parceria com as secretarias estaduais e municipais”; o médico Osvaldo Nascimento, professor de Neurologia da Universidade Fluminense, disse que a ocorrência da síndrome está associada a algumas vacinas; e que recebeu comunicado da Academia Americana de Neurologia alertando para o possível aumento dos casos da síndrome devido à vacinação contra a gripe suína”. 2

Suíça: Mortes e Efeitos Graves

Na Suíça, cinco das sete pessoas mortas em decorrência da gripe suína, morreram depois de terem sido vacinadas; também foi registrada a morte de dois fetos no útero após suas mães receberem a vacina; em pouco mais de um mês de campanha de vacinação, foram detectados 197 casos de efeitos secundários da vacina: 44 casos de “uma reação grave e conhecida”, prevista na bula do remédio; 28 casos de “efeitos secundários com reação grave e desconhecida”, entre elas cinco perdas de consciência após a vacinação e um caso de convulsões. A metade dos 197casos, segundo a Swissmedic, “não é atribuível à vacina” (o que significa que a outra metade…o é, ou pode ser…)3

França: Governo Recua

Na França, o governo francês cancelou em janeiro a encomenda de 50 milhões de doses de vacinas contra a gripe A, no valor de 712 milhões de euros, anunciou a ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, à rede de televisão TF1, porque o governo francês enfrentou uma onda de críticas relacionadas à compra de vacinas , o que motivou, inclusive, uma demanda de investigação parlamentar. 4

Perigo do Alumínio: miofascite macrofágica

Na verdade, há décadas, renomados cientistas advertem para os perigos crescentes desses produtos. O dr. Marc Vercoutère, no artigo “O alumínio contido nas vacinas provoca doenças graves” 5 afirma o seguinte: “Considerado um adjuvante que estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente usadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a poliomielite e as hepatites A e B. Uma patologia emergente, prejudicial, que não pára de crescer – a miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital Henri-Mondor de Cretéil.

“Recém-nascidos recebem: 20 vezes a dose tóxica de alumínio”

Sobre o mesmo assunto, Philipe Champagne, no artigo “A respeito das vacinas 6 afirma: “O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo. Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio (…) Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose tóxica! Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas.

Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam. Um médico responsável por um centro de saúde, (…) consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.”

Corrupção no Ministério da Saúde

Mais adiante, Philipe Champagne afirma: “a famosa vacina contra a hepatite B, tão aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns estabelecimentos, foi decidida por um ministro da saúde pressionado pelos laboratórios Mérieux, que havia fabricado 2 milhões de doses para um país africano, que tinha recebido da OMS a recomendação de vacinar em massa sua população. O país em questão havia feito o pedido ao laboratório francês sem saber que teria de pagar pelas vacinas. Diante da conta, cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para salvar a Mérieux” .

Morte súbita

O dr. Robert S. Mendelsonh, famoso pediatra norte-americano (1926-1988), crítico da prática pediátrica, da obstetrícia ortodoxa, da vacinação, da fluoretação da água e da medicina em geral, afirmou o seguinte: “Minha suspeita, compartilhada por outros da minha profissão, é que os cerca de 10 mil óbitos por Síndrome de Morte Súbita Infantil (SIDS) nos EUA por ano estão relacionadas a um ou mais efeitos das vacinas que são dadas rotineiramente às crianças”. Se eu fosse seguir minhas mais profundas convicções eu instaria você a rejeitar toda a vacinação para suas crianças”. As frases constam de seu artigo:

“A bomba-relógio médica da imunização contra as doenças – A maior ameaça das doenças da infância está nos perigosos e ineficientes esforços para preveni-las.) 7. Dr. Mendelsohnlecionou na Northwestern University Medical College e na University of Illinois College ofNational Helth Federation (NHF); escreveu 3 livros: Confessions ofHeretic (Confissões de um médico herético, 1980);Male Practice: How Doctors Manipulate Women (Má prática (do macho): como os médicos manipulam as mulheres, 1982); e How to Raise a Healthy Child in Spite of Your Doctor (Como criar uma criança saudável apesar do seu médico, 1987). Mais à frente, disse o seguinte: “ Medicine e foi presidente da a Medical

“Eu instaria você a rejeitar toda vacinação para suas crianças”

Segundo Mendelsohn, “Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade”. E acrescenta: “Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola”.

Segundo ele, “não há nenhuma evidência científica de que as vacinações em massa tenham eliminado qualquer doença infantil” e “a Sabin continua sendo ministrada a crianças, apesar de o dr. Jonas Salk, desenvolvedor da primeira vacina, ter dito que ela (a vacina) é agora a causa da maior parte dos casos de pólio que aparecem; os médicos consistentemente repetem seus erros.”

Indaga o renomado pediatra: “Por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.”

EUA: Processos contra laboratórios e médicos

A seguir, dr. Mendelsohn cita o exemplo do que estão fazendo nos Estados Unidos, sugerindo que o mesmo deveria ser feito em outros países: “Um número cada vez maior de pais estão deixando de vacinar seus filhos e enfrentando as consequências legais. Pais, cujos filhos foram permanentemente lesados por vacinas, não aceitam mais esse fato como destino e estão entrando com processos contra os fabricantes das vacinas e os médicos que as aplicaram. Alguns fabricantes pararam de fabricá-las e outros estão, a cada ano, ampliando a lista de contraindicações ao seu uso”.

Coleman: “Doenças Raras Serão Cada Vez Mais Comuns”

Dr. Vernon Coleman, famoso médico inglês autor dos mais populares livros sobre medicina na Grã-Bretanha, publicou o seguinte livro: “How to stop your doctor kiling you” (Como impedir seu médico de matá-lo). “Acredito firmemente que se o programa de vacinação continuar – e se for ampliado – veremos muitas doenças novas. Acredito, também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns. Os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos cerebrais), outros mais leves. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao usar vacinas de forma tão imprudente?”8

3) Por que continuam vacinando?

Cinqüenta anos atrás, as crianças recebiam, no máximo, 2 ou 3 vacinas; em 1989, nos EUA cada criança recebia 11 vacinas até os 15 anos de idade; em 1999, passou a receber 22 vacinas, e em 2009, 35 vacinas! O que todas essas substâncias vão gerar nessas crianças e adolescentes, perguntam-se alarmados, alguns cientistas honestos por esse mundo afora.

Estudos científicos de diversas partes do mundo mostram que após a introdução da vacinação massiva em diversos países a decadência na saúde desse público infanto-juvenil é notória; os problemas neurológicos crescem a velocidade alarmante, assim como distúrbios e comportamento. Antes as crianças tinham sarampo, catapora, cachumba, tosse comprida e outras doenças comuns da infância, que eram até boas para elas desenvolverem o sistema imunológico. Hoje, além de terem essas mesmas doenças – `{as vezes causadas pelas próprias vacinas} – ainda apresentam autismo, retardo no desenvolvimento etc.

O sistema imune amadurece naturalmente nos 15 primeiros anos de vida , com o que a criança come, bebe, respira e, sobretudo, com as suas emoções; as doenças da infância auxiliam sobremaneira no amadurecimento da imunologia; portanto, constitui um evidente contrassenso estimular fortemente o sistema imunológico com vacinas.

Então, por que as vacinas continuam a ser aplicadas? Aqui, segundo vários pesquisadores e políticos, como Robert Kennedy Jr., entram os lobbies dos interesses econômicos dos grandes laboratórios, que têm lucros astronômicos com as vendas de milhões de doses de vacinas para pessoas saudáveis, feitas aos países de uma só vez.

4) Como evitar legalmente as vacinas

Como vimos neste artigo, muitos médicos escapam ilegalmente de ser vacinados fornecendo atestados falsos de vacinação a suas famílias e amigos próximos, embora vacinem a população; na Alemanha, outra irregularidade, foram elaboradas duas vacinas diferentes: uma sem adjuvantes para os políticos e militares, e outra, normal, para a população (fato que gerou enorme escândalo em toda Europa ).

Para o cidadão comum, que deseja evitar consciente e legalmente a vacinação, em cada país existe uma lei do consentimento informado. As pessoas têm o direito de ser informadas detalhadamente dos riscos, dos efeitos colaterais, de ver a bula etc. e têm o direito de decidir sobre sua saúde, após saber os prós e os contras. Embora haja pressões, ninguém pode ser forçado a se vacinar por uma empresa (sob ameaça de ser mandado embora), ou por uma escola (sob ameaça de ser desligado do corpo docente ou discente); assim também, embora seja praxe não se poderia impedir de matricular uma criança na escola pública apenas porque seus pais decidiram, por motivo de convicção íntima, não vaciná-la; especialistas recomendam que um advogado seja consultado nestes casos para impor o direito do cidadão.

5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico

Por Roberto Giraldo, extrato do livro “Como Prevenir e Curar a Gripe Suína e Qualquer Outra Doença, Usando o Nosso Médico Interior” www.editoraproton.com.br

As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, mental e espiritualmente, não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da gripe suína. Insisto que esta é uma das leis fundamentais da infectologia. Desta forma, as autoridades sanitárias, em lugar de gerar pânico e terror como estão fazendo agora, deveriam utilizar os meios de comunicação para explicar detalhadamente as diferentes formas de estimular nossos mecanismos de defesa em geral e o sistema imunológico em particular.

A felicidade e alegria, enfim a satisfação pessoal são o melhor estimulante do sistema imunológico. Devemos, portanto, aproveitar os artistas, músicos, pintores, teatrólogos, escritores, dançarinas, cômicos, entre outros, para que com suas técnicas estimulem as emoções positivas e a espiritualidade das pessoas que moram nos lugares de uma possível epidemia de gripe suína ou de qualquer outra infecção. Desta forma, ninguém precisaria de máscaras cirúrgicas nem antibióticos. Todo contágio poderia ser neutralizado por sistemas sanitários saudáveis.

Os nutricionistas equilibrados poderiam explicar como uma dieta à base de frutas e verduras frescas é o ideal nas atuais circunstâncias. Como um dente de alho ao dia, junto com um pouco de suco de cenoura e limão, com propriedades antivirais, antioxidantes e imunoestimulantes, poderiam ser suficientes para lidar com o vírus da gripe suína e com qualquer outro micro-organismo potencialmente patogênico. Um pouco de exercício ao ar livre, desfrutando a beleza da criação, combinado com respiração profunda e meditação ajudaria bastante. Os professores de Ioga, Tai Chi, de Aeróbica e Pilates, poriam seu grão de areia.

Também deveriam organizar conferências, seminários e mesas redondas nos meios de comunicação, com diferentes profissionais da saúde, psicanalistas (trilógicos) e terapeutas naturais, para ensinar técnicas simples às pessoas, a fim de tornarem seus sistemas imunes mais fortes e equilibrados.

As autoridades têm a obrigação de apoiar estas atividades para benefício das pessoas e da sociedade.

A suposta epidemia de gripe suína não é outra coisa senão uma atuação dos poderosos das finanças com intenções macabras sobre as massas indefesas. A verdadeira epidemia atual é a de não aceitarmos a realidade, é uma epidemia de alienação, é uma epidemia de delírio…

Referencias
4 R7 - Site da TV Record

1 Correio da Manhã de Portugal

2 Terra Notícias

3 TVI - Notícias - Portugal

4 R7 - Site da TV Record

[5] Fonte: Vous et votre témoignage santé nº 10 – junho de 2004 http://www.taps.org.br/Vacinas

[6] Fonte: Des Clefs pour Vivre nº 49 – abril de 2004 http://www.taps.org.br/vacinart16.html

[7] Fonte: Revista Just Eat an Apple, nº 16, Primavera 2001 http://www.taps.org.br/vacinart01.html

[8] Fonte: Vernon Coleman’s Health Letter, vol. 5, nº 3, outubro 2000 http://www.taps.org.br/vacinart09.html

Via: Ecocidio

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Gripe A: Justiça manda vacinar todos os paranaenses


Justiça manda vacinar todos os paranaenses, mesmo depois de mortes
serem registradas.

Contra fatos não há argumentos.

A população do Paraná, estimada em 10,7 milhões de pessoas, deverá ser imunizada contra a influenza A (HIN1) gripe suína, conforme liminar concedida na tarde desta segunda (12) pela 2ª Vara Federal de Curitiba.


A decisão, alterando determinação inicial da campanha de vacinação, que excluía algumas faixas etárias consideradas de risco no estado, é resultado de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) no último mês de março.

A liminar determina que a União compre as vacinas em um prazo de 20 dias após tomar conhecimento da decisão, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil.

De acordo com a Justiça, o Sul do país é mais suscetível à incidência do vírus, em consequência de suas condições climáticas. O Relatório de A (H1N1) Pandêmico - Dados Epidemiológicos, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, indica uma maior incidência da doença no Paraná em relação aos outros estados brasileiros.

Entre os paranaenses, os grupos de maior risco de morte, divididos por faixa etária e obedecendo a uma ordem sequencial decrescente são: de 50 a 59 anos, de 30 a 39 anos, 40 a 49 anos e 20 a 29 anos. Entre os casos de óbitos sem comorbidades aparecem os grupos de 50 a 59 anos e o de 30 a 39 no mesmo patamar, seguidos pelos grupos de 40 a 49 anos e 20 a 29 anos.

Já o cronograma de vacinação do Ministério da Saúde contempla gestantes, doentes crônicos e crianças de seis meses a 2 anos; jovens de 20 a 29 anos; adultos de 30 a 39 anos e os idosos, com mais de 60 anos, com doenças crônicas.

De acordo com a liminar, considerando esses dados, a Secretaria de Estado do Paraná para 5.399.569 doses de vacina para imunizar o grupo de risco, isto é, pessoas de 50 a 59 anos, os de 40 a 49 anos e os de 3 a 19 anos.

A União e o estado do Paraná ainda podem recorrer da decisão.

Criança morre dia 07/04, após vacina contra H1N1 em Tanque Novo Clique Aqui e Veja

Rapaz morre dia 05/04, após vacina contra H1N1 em Londrina, 05.04.2010. Clique Aqui e Veja.

Bonde


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O contrato da vacina da Baxter confirma o custo de 10 Euros por dose

O objetivo que pretendiam parecia (para eles) facil de atingir, mas acho que cometeram um erro e não chegaram ao numero de mortes pretendidos. Com isso, precisam forçar, obrigar e violentar os direitos de cada pessoa de não querer ser vacinado.

Os dados indicam que as mortes pela Gripe Suina é infinitamente menor, que outros males mais conhecidos da população.

Qual, então, o motivo de tanto alarde, tanta pressão, será por causa dos lucros ou tem algo oculto em tudo isso?

Vejam os dados

Os dados mais recentes disponíveis mostram que apenas 5.700 pessoas no mundo morreram de gripe suína, com 4.175 desses nas Américas.

A Pandemia da influenza H1N1 está agora em quase todos os países do mundo, e as autoridades de saúde estão se preparando para um aumento de casos com o inverno que se aproxima, disseeram os funcionários da Organização Mundial de Saúde, esta manhã. (Veja Matéria Completa Aqui)

O Contrato

O contrato assinado no início de Agosto pela empresa farmacêutica Baxter para venda na França de vacinas contra a gripe H1N1 informa que o custo por dose, é de 10 euros e isenta o laboratório de qualquer efeito adverso ou ineficácia.

O contrato, no qual a AFP obteve uma cópia na terça-feira, foi inicialmente imposta uma cláusula de confidencialidade, que foi suspensa terça-feira.

A vacina, produzida pela cultura de células (um processo um pouco mais caro) e sem adjuvante, obtidos no início de Outubro, autorizou a entrada no mercado pelas autoridades europeias.

Seu custo é de 10 euros, mais imposto por dose, contra 6,5 e 9,34 euros, sem impostos de outros fabricantes.

A França ordenou 50.000 doses, das quais 12.000 doses, de acordo com o contrato foram entregues no final de Agosto. Todas as doses devem ser entregues antes do final de 2009. "A ocorrência de efeitos adversos esperados ou inesperados, ou falta de eficácia, não constitui uma violação da garantia", disse o texto do contrato.

"Em contra partida" o presente contrato, especifica que a Eprus (Estabelecimento de preparação e resposta a emergências de saúde), assinou o contrato com o compromisso de que as autoridades francesas irão adquirir as 150.000 doses de vacinas Neisvac "A vacina contra a meningite C", e de acordo com as palavras " firmarão outros contratos para entrega até 15 Dezembro , 2009.

Fonte

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Atualizando - Moça Desenvolve Doença Neurológica Estranha Após Ser Vacinada Contra Gripe Sazonal


Atualizando a Notícia veiculado dia 26/10/09: Mulher Fica Com Sequelas Para O Resto da Vida Depois De Tomar Vacina Para Gripe

Vídeo no final
Desiree Jennings, de 25 anos, treinava para uma maratona e estava prestes a virar cheerleader profissional do time Washington Redskings, nos Estados Unidos, quando sua vida sofreu uma reviravolta. Dez dias após tomar uma vacina anti-gripal em 23 de agosto deste ano, a jovem começou a sofrer de uma condição neurológica raríssima, chamada de distonia.

A distonia causa contrações musculares involuntárias e incontroláveis, e Jennings não consegue mais realizar atividades comuns, como falar ou andar. Curiosamente, a condição não afetou algumas atividades motoras da garota, que consegue andar para trás e correr normalmente. Quando corre, Jennings consegue conversar normalmente também, mas quando o seu ritmo diminui, as contrações voltam.

É muito comum que pacientes que sofrem com distonia não saibam a causa da doença, mas os médicos que diagnosticaram a jovem acreditam que a vacina contra a gripe possa ter causado o problema. Mesmo assim eles afirmam que as pessoas não devem deixar de tomar a vacina, pois tais casos são muito raros e não há certeza da conexão entre a doença e a vacina.

Dez dias após receber a vacina, Jennings ficou gripada e começou a sofrer com os primeiros sinais da distonia. "No começo eu não conseguia comer sem desmaiar", diz a garota. Agora, ela tem dificuldade para falar e para comer, além de ter um ritmo cardíaco mais alto que o normal para alguém da sua idade.

Jennings reportou o seu problema para o órgão de administração de medicamentos dos Estados Unidos, o FDA, questionando se havia algo de errado com a sua vacina. O FDA, entretanto, afirma que a vacina não apresentava problemas e que não receberam outras reclamações com relação ao mesmo lote do medicamento.

Embora a reação sofrida pela jovem seja extrema, médicos reafirmam que a vacina contra a gripe é segura, e que casos de distonia são raríssimos, e não se sabe se a causa realmente foi a vacina.