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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

SUICÍDIO

Casos de suicídio motivam debate sobre saúde mental nas ...
SUICÍDIO - Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.

1 Tm 5:8


Um crente em Deus, seja ele quem for, de Membro a Apóstolo, conhecedor da palavra ou não, experiente ou não, nunca, definitivamente, pode cometer o suicídio.


Negar a fé, é dizer que não confia mais em Deus, é dizer que estava errado, é o mesmo que dizer Ele não existe. 


Quem nega a fé, acredita que tudo acaba por aqui mesmo, que é perda de tempo, que nem Deus nem o diabo existe, e vai gozar a vida sem regras espirituais nenhuma, diz que  após a morte física nada mais existe.


Mas se por acaso Deus e o diabo existirem, você terá  somente  duas opções de lugares para ser conduzido, e acho que você já sabe quais são.


Então, o que será "esse cuidar dos seus" no texto acima?


Isso está bem claro que você,  pensando em suicídio, estará  deixando sua família, esposa e filhos, a deriva, sem a sua proteção, está sendo egoísta e covarde, abandonando e negando aquilo que você mesmo prometeu no dia das núpcias.


Você não estará cuidando dos seus, estará abandonando toda uma família que estava a seus cuidado.


Não importando a situação., As dificuldades, a carestia e as  pequenas e momentâneas  tribulações, nem se compara com com as que virão e que será eternamente. Isso, de acordo com as escrituras, reveladas pela Bíblia Sagrada.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O Cristão Boca Suja


Efésios (4.29): “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe.

No domingo passado, ao falar sobre o desequilíbrio entre a verdade sem graça (legalismo) e a graça sem verdade (libertinagem), eu mencionei a tendência crescente entre muitos cristãos pós-modernos de soltar o verbo e liberar os palavrões como se fosse a coisa mais natural do mundo. Algumas pessoas me perguntaram se eu não estava caindo novamente no legalismo simplesmente por questionar isso. Vejamos.

Em primeiro lugar é preciso reconhecer que esta é uma questão mais complexa do muitos gostariam que fosse. Já conversei com várias pessoas sobre isso nos últimos anos e tenho a impressão de que muitos pensam que basta citar alguns versículos das Escrituras e assunto encerrado. Mas não é bem assim. O difícil é determinar quando uma palavra é torpe ou obscena uma vez que a linguagem é algo vivo e as palavras e seus significados mudam com o tempo. Algo que era considerado um palavrão nos dias de Jesus ou Paulo pode nem sequer ser utilizado hoje.

Sendo assim temos que lidar com questões sobre contexto, cultura, significado e eu entendo isso, não sou leigo no assunto e não estou tentando desprezar tais considerações.

Por outro lado, será que o valor de nossas palavras deveria ser determinado pelo meio em que vivemos? Se todos à nossa volta estão usando certas palavras, será que isso significa que nós devemos usá-las também?

Algumas pessoas dizem que o uso de palavrão se tornou natural em nossa cultura e que os únicos que ficam ofendidos são os “legalistas religiosos”. Realmente parece que cada vez mais pessoas estão usando palavrão como parte de seu vocabulário. Mas isso não torna o palavrão menos palavrão. De fato, as pessoas usam certas palavras justamente porque elas querem dizer algo para chocar, dar ênfase, ofender, etc. Ou seja, mesmo com o uso cada vez mais corriqueiro, certas palavras continuam sendo torpes e obscenas em nossa cultura.

O comediante americano George Carlin em seu show “Sete palavras que você nunca deve dizer na TV” demonstrou (mesmo que a contragosto) que há certas palavras que são inapropriadas. Bono que o diga. Por usar uma destas palavras na entrega do Globo de Ouro em 2003, ele criou problemas para a rede de TV norte-americana Fox.

Eu gosto da idéia de que se você não usaria uma determinada palavra numa conversa com sua mãe, numa reunião como igreja, numa entrevista de emprego ou para alguém que você acabou de conhecer, então essa palavra parece não ser apropriada para seu uso corriqueiro. Novamente, parece uma idéia simplista (e talvez seja), mas creio que é um começo.

Seria válido falar palavrão para se identificar com as pessoas que estamos tentando alcançar?

Eu me lembro de quando fazia visitas na antiga Casa de Detenção Carandirú em São Paulo. Os presos tinham um código de respeito para com os “crentes” que os visitavam. Não se falava palavrão perto deles. Percebi o mesmo com relação as prostitutas em alguns prostíbulos onde estive com os missionários do Projeto Toque. Quando alguma delas que não nos conhecia começava a baixar o nível das palavras, era logo censurada pelas companheiras. Fico imaginando o que essas pessoas pensariam ao ouvir um discípulo de Cristo falando as mesmas palavras que elas, apesar de usarem, reprovam. Será que elas veriam evidências de uma nova vida no falar deste discípulo?

Como eu disse em minha reflexão, precisamos rever nosso conceito de liberdade cristã. Para muitos, a nova versão de liberdade que eles estão aderindo é apenas uma revisão da velha escravidão que eles pensam ter deixado para trás.

Liberdade cristã não é liberdade para fazer o que quer que eu desejo. Liberdade cristã é liberdade para servir a Cristo e fazer o que Ele deseja. É liberdade para agradar a Deus. É liberdade no Espírito Santo. E o fruto do Espírito é amor, paz, bondade… domínio próprio.

Lutero colocou da seguinte forma em seu clássico texto Da Liberdade Cristã (1520): “Um cristão é senhor livre sobre todas as coisas e não está sujeito a ninguém – pela fé. Um cristão é servidor de todas as coisas e sujeito a todos – pelo amor.”

Quando leio passagens como Efésios 2.1-5 e 4.22, 1 Pedro 4.3, Tito 3.3, dentre outras, há uma indicação clara de que nossa vida antes de Cristo era marcada por certas coisas que já não devem mais persistir uma vez que estamos ligados à Cristo. Os verbos usados – éramos, andávamos, vivíamos – indicam uma condição passada. Mas agora, diz a Bíblia, somos novas criaturas e devemos despir (despojar) a velha condição. Me parece estranho que seguidores de Cristo queiram continuar na condição passada, exibindo os mesmos maus hábitos e caindo nos mesmos erros.

É neste contexto do novo homem que Paulo fala aos Efésios (4.29): “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe.” (ARA)

O dicionário Houaiss define TORPE como:

  1. que contraria ou fere os bons costumes, a decência, a moral; que revela caráter vil; ignóbil, indecoroso, infame
  2. que contém ou revela obscenidade; indecente
  3. que causa repulsa; asqueroso, nojento
  4. que apresenta mácula; sujo

Ou seja, mesmo considerando as mudanças do vocabulário com o decorrer dos tempos, uma palavra torpe hoje continua sendo torpe.

Algumas pessoas argumentam que xingar é ser transparente e honesto. Todavia, o próprio bom senso nos diz que não devemos ser transparentes em tudo exatamente. Ainda que não exista nada em nossa vida que esteja oculto aos olhos de Deus – não há áreas privadas diante de Deus – há todavia, áreas e coisas que fazemos que não deveriam se tornar públicas. Por exemplo, o exercício de nossas necessidades físicas. Ninguém que tenha um bom senso ira advogar que, em nome da transparência, deve-se abaixar as calças em público e se aliviar na frente de todos. Isso seria indecoroso na maioria das culturas e sociedades do nosso mundo hoje. Ou seja, a tal de transparência neste caso me parece mais uma desculpa para obscenidade do que algo sincero.

Todd Hunter, presidente do Curso Alpha certa vez disse: “Como um discípulo de Jesus usa sua linguagem? O amor deve ser o árbitro de todo o falar.”

Quando você manda alguém ir se f**** ou chama uma pessoa de filho da p***, você está demonstrando amor? Você consegue ver a atitude de Cristo nisso? Imagino que não. Não importa o quão transparente você diga que está sendo, a única coisa que sua atitude transparente está demonstrando é a ira e falta de domínio próprio.

Então ouço pessoas apontando outros pecados, dizendo que alguém não xinga, mas odeia de qualquer maneira. Ora, um pecado não justifica o outro. Deus nos chamou para uma nova vida, com novas atitudes e novos hábitos.

Creio que xingar é um mal hábito e como todo mal hábito deve ser desencorajado, procurando livrar-se dele em busca de novos hábitos. Gosto do Bono como artista. Lendo uma de suas entrevistas certa vez, achei curioso que ele mesmo considera o falar palavrão como um mal hábito que ele possui. Mesmo gostando de sua arte, não significa que eu deva gostar ou adquirir seus maus hábitos.

Jesus elevou os padrões para os seus seguidores, em vez de diminuí-los como muitos aderentes da graça barata parecem pensar que Ele tenha feito. Tiago nos chama para um viver comprometido com os pobres e oprimidos ao mesmo tempo em que nos mantemos incontaminados com o mundo – inclusive no falar (1.26-27). Uma simples leitura a carta de Tiago revela que ele tinha muito a dizer sobre o Cristianismo prático e o uso da língua.

Por tudo isso e mais um pouco, creio que os seguidores de Cristo devem evitar ao máximo o uso de linguagem torpe/obscena, especialmente em público.

Que Deus nos ajude a viver não no legalismo nem na libertinagem, mas na verdadeira liberdade no Espírito.

Sandrobaggio


terça-feira, 25 de agosto de 2009

Adolescente cristã foge de casa com medo da família muçulmana

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (*) - O líder de um ministério dedicado a ajudar ex-muçulmanos está feliz com a notícia de que um juiz na Flórida determinou que uma garota cristã de 17 anos pode continuar no estado, e não tem que retornar para sua família muçulmana em Ohio. Mas ela acredita que a batalha ainda não terminou.

Uma juíza determinou que Rifqa Bary pode continuar sob custódia enquanto as autoridades iniciam uma investigação na comunidade muçulmana em que ela mora em Ohio. A adolescente fugiu no mês passado porque acreditava que sua família a mataria por ter se tornado cristã. Seus familiares, vindos do Sri Lanka, disseram que nunca a ameaçaram.

W.L. Cati, fundadora do ministério White Horse entrou em contato com as autoridades pedindo para que eles ajam em favor da menina. No entanto, Cati não sabe se a comunidade muçulmana vai aceitar essa decisão.

“O que os muçulmanos acreditam é que ela deveria receber pena de morte por se converter ao cristianismo. E mesmo que pareça que ela está segura, e graças a Deus que o juiz tomou uma boa decisão, não sabemos o que os muçulmanos poderão fazer.”

Cati acredita que a adolescente está dizendo a verdade, baseada em sua própria experiência quando casada com um muçulmano. “Meu marido foi preso duas vezes por agredir meus filhos quando eles se converteram ao cristianismo. Rifqa Bary está dizendo a verdade”.

* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianis
mo.

P.A.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cuidado com o Chá - Jovem é agredido e morto por tomar chá exclusivo para muçulmanos


PAQUISTÃO (13º) - Radicais agrediram um cristão por ter usado uma xícara designada somente para muçulmanos. O jovem, Ishtiaq Masih, pediu chá em um restaurante na beira da estrada quando o ônibus em que viajava fez uma parada.

Quando Ishtiaq foi pagar pelo chá, o dono percebeu que ele estava usando um colar com uma cruz e o segurou e mandou seus empregados pegarem qualquer coisa com que fosse possível bater no jovem, pois havia violado um alerta, que estava na porta, de que não-muçulmanos deveriam falar sua religião antes de serem servidos. Ishtiaq não viu o aviso antes de pedir seu chá.

O proprietário e 14 de seus funcionários agrediram Ishtiaq com pedras, aros de ferro e clavas e o esfaquearam muitas vezes com facas de cozinha, enquanto Ishtiaq implorava por misericórdia.

Os outros passageiros finalmente intervieram e levaram Ishtiaq para o centro médico do vilarejo. Lá, o jovem morreu por causa dos ferimentos na coluna, cabeça e peito. O médico contou que Ishtiaq teve hemorragia interna, fratura no crânio e danos cerebrais.

O proprietário é conhecido por ser um muçulmano fundamentalista e todos os seus funcionários são estudantes em Madrassas (seminários islâmicos).

A família de Ishtiaq disse que prestaram queixa na polícia contra Ali. Apesar de ter registrado o caso, a polícia não fez nada para prender Ali ou seus funcionários.

Fonte


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Jovem é espancado por distribuir literatura cristã

BANGLADESH (43º) - Participantes de uma conferência islâmica próxima a capital de Bangladesh espancaram um aluno de escola bíblica porque ele estava distribuindo literatura cristã.

Rajen Murmo, 20, juntamente com outros 25 alunos, distribuía livros entre muçulmanos perto da escola em que estuda em Uttara, a alguns quilômetros de Tongi,onde a polícia alegou que 4 milhões de muçulmanos estavam congregados. Eles se reuniram para a Bishwa Ijtema, convocação anual muçulmana com duração de três dias.

Murmo disse que um homem com uma aparência áspera em uma longa vestimenta branca, juntamente com outros homens, se aproximaram dos jovens e disseram que os muçulmanos substituíram a Bíblia pelo Quran, pois a consideravam ultrapassada.

“De repente, alguns desses homens me agarraram e me perguntaram onde havia conseguido os livros e quem havia me entregado. Eles queriam saber os endereços de meus líderes religiosos, mas eu não falei”, disse Murmo. “Se eu tivesse dado o endereço da escola bíblica, eles teriam destruído tudo. Meu silêncio os deixou muito bravos, e eles começaram a me bater. Eles me disseram que se eu não desse o endereço, iriam me matar.”

Uma multidão de mais de 50 muçulmanos chutaram, espancaram e bateram em Rajen Murmo. Uma patrulha da polícia apareceu e resgatou o jovem. Depois, a multidão persuadiu a polícia para levar Murmo para uma delegacia próxima, e Amos Deory, o diretor da escola foi até lá soltá-lo. Deory disse que os policiais demonstraram a preocupação de que, se os agentes não tivessem chegado a tempo, os muçulmanos teriam matado Murmo.

O reverendo Kiron Roaza da igreja Believers disse que os alunos distribuíam os panfletos como parte das tarefas evangelísticas. Ele disse que o espancamento foi ilegal, já que a constituição bengalesa permite que as pessoas propaguem sua fé.

Fonte