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sábado, 19 de junho de 2010

Alemanha e Austrália causa morte na Africa do Sul


JOHANNESBURG (AP) -
Segundo a polícia, um homem Sul Africano que queriam assistir ao jogo da Copa do Mundo, em vez de um programa religioso foi espancado até a morte por sua família no nordeste do país.

David Makoeya, um homem com 61 anos, na província de Limpopo, brigou com a esposa e dois filhos pelo controle remoto da TV, no domingo, porque ele queria ver a Alemanha jogar com a Austrália na Copa do Mundo e os outros, porém, queriam assistir um show gospel.

"Ele disse, 'Não, eu quero ver futebol", informou o porta-voz policial Mothemane Malefo nesta quinta-feira. E foi quando começou a a briga.

"Em tese, eles começaram a agredir-lo."

Malefo disse que Makoeya levantou-se para mudar o canal com a mão depois de ter sido recusado o controle remoto e foi atacado por sua mulher Francina, de 68 anos e dois filhos, Collin de 36 e a filha Lebogang de 23 anos.

Malefo ainda não tinha certeza o que a família usou para matar Makoeya.

"Parece que bateram a cabeça dele contra a parede", disse Malefo. "Eles telefonaram para a polícia depois de te-lo ferido gravemente , mas quando a polícia chegou o homem já estava morto."

Todos os três foram presos na noite de domingo, mas Lebogang liberada por uma fiança de 200 dólares.

"Ele sempre foi um homem feliz, não violento", disse as sobrinhas Makoeya, Miriam e Ana, ao jornal Daily dom. "No sábado, nós o vimos pela última vez em um funeral."

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terça-feira, 27 de abril de 2010

Brutal Agressão no Metrô

Um jovem de 18 anos denunciou uma brutal agressão em um Metro de Madrid, quando viajava no dia 12 de Março/2010 próximo a estação de Delicias. Veja o Vídeo.

EUROPA PRESS 27-04-2010



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Violência de Novo, Boliviano e Uruguaio - 23.08.09

Aconteceu ontem 23.08.09 violência

Sérgio Jauregui, do Blooming da Bolívia, e o uruguaio Medina, do Oriente Petrolero também da Bolívia, foram expulsos.

Jauregui inconformado agrediu Medina atingindo a a cabeça de Medina com muita violência, que precisou ser internado em um hospital. Medina terá de usar uma proteção cervical sem previsão de alta médica.

O agressor foi processado criminalmente pelos promotores de justiça de Santa Cruz de la Sierra.

Veja o vídeo.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cuidado com o Chá - Jovem é agredido e morto por tomar chá exclusivo para muçulmanos


PAQUISTÃO (13º) - Radicais agrediram um cristão por ter usado uma xícara designada somente para muçulmanos. O jovem, Ishtiaq Masih, pediu chá em um restaurante na beira da estrada quando o ônibus em que viajava fez uma parada.

Quando Ishtiaq foi pagar pelo chá, o dono percebeu que ele estava usando um colar com uma cruz e o segurou e mandou seus empregados pegarem qualquer coisa com que fosse possível bater no jovem, pois havia violado um alerta, que estava na porta, de que não-muçulmanos deveriam falar sua religião antes de serem servidos. Ishtiaq não viu o aviso antes de pedir seu chá.

O proprietário e 14 de seus funcionários agrediram Ishtiaq com pedras, aros de ferro e clavas e o esfaquearam muitas vezes com facas de cozinha, enquanto Ishtiaq implorava por misericórdia.

Os outros passageiros finalmente intervieram e levaram Ishtiaq para o centro médico do vilarejo. Lá, o jovem morreu por causa dos ferimentos na coluna, cabeça e peito. O médico contou que Ishtiaq teve hemorragia interna, fratura no crânio e danos cerebrais.

O proprietário é conhecido por ser um muçulmano fundamentalista e todos os seus funcionários são estudantes em Madrassas (seminários islâmicos).

A família de Ishtiaq disse que prestaram queixa na polícia contra Ali. Apesar de ter registrado o caso, a polícia não fez nada para prender Ali ou seus funcionários.

Fonte


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Policiais, Policiais!!! 2

O incidente aconteceu durante a madrugada de segunda-feira em Alta Parliament Street, Nottingham, Inglaterra, no Reino Unido.

A Polícia tinha sido chamada depois de uma denúncia de funcionários em um local próximo a uma discoteca.

O homem é acusado de ter agredido um oficial, então, que necessitou de tratamento hospitalar.

O homem foi depois detido sob suspeita de causar ofensas corporais graves.

Chris Huhne, o porta-voz dos Liberais Democratas assuntos internos, disse: "Estas cenas chocantes põe em dúvida o uso pela polícia de armas de choques.



Fonte

quinta-feira, 21 de maio de 2009

EUA: novo vídeo de violência policial divulgado

Um novo vídeo de violência policial foi divulgado nos Estados Unidos, levando ao despedimento de cinco agentes. O incidente aconteceu no estado de Alabama e o caso torna-se mais grave porque a vítima da agressão estava inconsciente.

No entanto, mais grave ainda é o facto de o vídeo ter um ano e só ter sido conhecido em Março, por um mero acaso.

O vídeo mostra claramente como o suspeito em fuga é expelido do carro depois do capotamento. Inconsciente no chão, o homem é depois agredido por cinco agentes.

Antes da agressão, os agentes perseguiram este suspeito durante vários quilómetros por alegado envolvimento em tráfico de droga.

O chefe da polícia de Birmingham diz que só teve conhecimento do vídeo no passado mês de Março, apesar de o incidente ter tido lugar em Janeiro do ano passado. Para além da gravidade da agressão, juntam-se ao caso sinais de encobrimento e de obstrução à justiça.

A defesa do agredido acredita que a polícia encobriu o incidente durante mais de um ano e por isso vai iniciar um processo por danos, embora o seu cliente esteja agora preso a cumprir uma pena de 20 anos pela prática de outro crime, que confessou, e tenha que responder ainda pelos ferimentos causados a um agente na perseguição que agora foi totalmente conhecida.

Veja o vídeo,

Parecem Abutres...

IOL Portugal Diário - Fotos, vídeos e áudios

IOL


sábado, 28 de fevereiro de 2009

Suiça - Advogado de Paula O. diz que confissão de farsa não é válida

Para o advogado Roger Müller, indicado pelo Procuradoria Geral de Zurique para defender a brasileira Paula O., a confissão feita à polícia não tem validade. Ele também acha pouco provável que ela tenha simulado o ataque para obter indenizações por danos morais.

A estação de trem de Stettbach, onde Paula O. afirmou inicialmente ter sido atacada por skinheads.
Legenda da foto: A estação de trem de Stettbach, onde Paula O. afirmou inicialmente ter sido atacada por skinheads. (Keystone)



Autoridades diplomáticas brasileiras confirmam a presença da consulesa durante o interrogatório de 13 de fevereiro. Ministério Público cogita três saídas possíveis.

A reportagem publicada na semana passada pelo semanário "Weltwoche" elucidou parte dos mistérios relacionados ao caso da advogada brasileira Paula O., como admitiu há poucos dias a Procuradoria Geral de Zurique. Porém a história é mais complexa do que parece.

Como confirmam representantes do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, a cônsul-geral Victoria Cleaver esteve presente no interrogatório da manhã de 13 de fevereiro, onde Paula O. teria assinado uma confissão. "Ela esteve não apenas presente nesse dia, como em todos os outros nos quais havia sido convidada pela família da brasileira para prestar-lhes assistência", confirma conselheira Marisa Baranski.

O Consulado do Brasil em Zurique limita-se agora ao trabalho de acompanhamento. "Trata-se de um caso policial. Só iremos observar para que nenhuma injustiça seja cometida", afirma a diplomata.

Roger Müller é o advogado escolhido pela Procuradoria Geral de Zurique para defender Paula O. Fluente em português, ele é especializado em questões ligadas aos dois países e já está em contato próximo com a brasileira. Sem entrar em detalhes ao falar da estratégia de defesa, Müller explicou à swissinfo, por telefone, nesta quarta-feira (25), que considera inválida a confissão feita por Paula O. Justificativa: um advogado não estava presente no momento. Na entrevista, ele explica porque considera pouco provável a hipótese levantada pela "Weltwoche" de interesses pecuniários por trás dos atos da brasileira (ouça os áudios na coluna à direita).

Swissinfo: Como o Sr. foi escolhido para defender Paula O. nesse caso?

Roger Müller: Existe um departamento do Tribunal do Distrito de Zurique que se chama "Escritório para mandatos públicos". Ele é que escolhe normalmente um advogado em casos onde o nosso Código de Processo Penal prevê que um acusado ou, em certos casos até uma vítima, tem de ser representado por um advogado. Esse departamento é chefiado pelo vice-presidente do tribunal, o Dr. Max Hauri, que me ligou para dizer que precisava de um advogado que falasse português e conhecesse a cultura brasileira, para poder se comunicar com a cliente, os familiares e também com o Consulado do Brasil. Ele perguntou se eu queria assumir a causa.

E o Sr. aceitou?

Sim. Eles me contrataram, pois conhecem o meu perfil. Eles sabem que eu tenho um escritório de advocacia especializada em assuntos suíços e brasileiros.

Paula O. e sua família aceitaram que Sr. os representassem?

Sim. Estamos tendo um bom relacionamento.

Qual é o atual estado de saúde de Paula O.?

Ela ainda está emocionalmente muito abalada, mas seu estado de saúde melhorou.

Ela já soube da repercussão do caso?

Ela não está a par de todas as notícias, mas de uma parte sim.

Paula O. já foi interrogada?

Pela polícia sim, mas não pela Procuradoria Geral de Zurique.

A revista semanal "Weltwoche" publicou há poucos dias informações sobre sua confissão. Ela já teria sido feita?

O que foi dito ocorreu durante um depoimento prestado diante da polícia e não do promotor do Ministério Público. E como o advogado estava ausente, ele não tem valor de prova.

Isso significa que a confissão não poderia ser utilizada no processo?

Não. Daqui para frente só pode ser utilizado no processo o que será dito ao promotor do Ministério Público. Se ela confessou ou não, isso ainda não tem nenhum significado para o que está para acontecer.

Mas a reportagem do "Weltwoche" indicou que ela até chegou a assinar protocolos da confissão na presença dos agentes de polícia. Esses documentos não poderiam ser utilizados no processo?

Se ela não confirmar na presença do Ministério Público, também não.

Então ela pode posteriormente negar tudo que disse aos policiais frente ao promotor?

Correto!

E o que o Sr. indicou a ela para fazer? Negar?

É claro que eu não posso responder a essa pergunta sobre o conteúdo da nossa defesa por sigilo profissional.

Pessoalmente ela fez uma confissão sobre seus atos ou admitiu algum erro?

Também não posso aprofundar-me sobre esse tema, pois não quero antecipar o interrogatório com o Ministério Público.

Como será a estratégia de defesa de Paula O.?

Estamos avaliando as três opções que temos, mas não quero antecipar nada, pois não houve um interrogatório no Ministério Público. Para nós ainda é muito cedo. Para a imprensa parece que o caso está quase terminado, mas não é nada disso. Ainda estamos muito no principio das investigações.

Uma das opções é o lúpus, a doença que seria sofrida pela advogada brasileira, não?

Como eu disse, essa é uma das opções. Mas eu tenho de me aprofundar nela, pois sou um jurista e não médico.

Já existe uma data marcada para o interrogatório do promotor Marcel Frei?

Deve ocorrer nos próximos dias, possivelmente ainda nessa semana.

Ela está em condições de saúde de prestar todas as informações em um interrogatório?

Sim. Ela está emocionalmente abalada, mas as condições de saúde dela são tais que poderia passar por um interrogatório.

Caso seja condenada por falso testemunho, Paula O. ficaria sujeita a que tipo de pena?

O Código Penal prevê uma pena privativa de liberdade de até três anos (reclusão) ou uma pena pecuniária (multa). Mas na prática e nesse caso, na pior das hipóteses que ela seja condenada - apesar de ainda não estar nada certo - creio que receberia somente uma pena pecuniária e ainda condicional, por ela não ter antecedentes criminais, vinculada a um tempo probatório de dois anos. Isso seria realista se a investigação levar de fato à condenação de Paula O.

Como advogado o Sr. tem orientado Paula O. e a família a como se comportar futuramente, inclusive no contato com a imprensa?

Trabalhamos juntos e combinamos coordenar nossos passos frente ao público. Acho que faz sentido a família trabalhar junto com a pessoa que está defendendo a sua filha.

Qual o papel do namorado de Paula O, o suíço Marco T. no caso? Sua ausência desde que a imprensa começou a cobrir a história é objeto de muitas conjecturas?

Ainda não sei.

O Sr. já teve contato com ele?

Apenas uma vez.

Ele está envolvido diretamente no caso?

Até o momento não.

A matéria da "Weltwoche" afirma que a polícia vê como muito provável que Paula O. tenha cometido esses atos somente para ser indenizada através da Lei de vítimas. Os valores pagos seriam algo entre 50 e 100 mil francos. Qual o fundamento dessa afirmação?

R.M.: Isso não é uma afirmação que o "Weltwoche" tirou de alguma fonte, mas pura especulação. Eu posso claramente rejeitá-la. Em primeiro lugar, na Suíça nunca é possível receber uma indenização moral desse montante como a "Weltwoche" publicou. Talvez na teoria, mas na prática nunca foram pagas indenizações morais desse nível. Isso é simplesmente errado. Em segundo lugar, ele não levou em consideração que a Paula vem de uma família bem situada no Brasil, de renome e patrimônio. Ela própria tinha uma vida boa na Suíça. Ela não precisa desse dinheiro!

Existe de fato essa Lei de vítimas na Suíça? Alguém poderia receber indenizações morais desse valor?

Na teoria sim, mas na prática não.

Com toda a repercussão que teve na mídia e até no relacionamento entre a Suíça e o Brasil, como o Sr. vê o caso Paula O.?

O problema foi muito mais uma falha na comunicação entre os jornalistas e as pessoas envolvidas, como a família ou o consulado brasileiro. Nunca houve muita informação por parte do Ministério Público e assim os jornalistas tenderam a fazer afirmações ou interpretações muito ousadas, que permitiram pensar que o caso era mais importante do que o era. Eu penso que o caso não foi tão grave como transpareceu para o público. Se uma pessoa é atacada por três desconhecidos ou induz uma autoridade a um erro, isso é de relevância menor.

O advogado Roger Müller.
O advogado Roger Müller. (www.rms-law.ch)

As queixas de familiares de Paula O. e de diplomatas brasileiros de falta informação por parte das autoridades é fundada? A Polícia de Zurique levou três dias para fazer uma coletiva de imprensa e informar o público.

A polícia não têm obrigação nenhuma de informar. Existem os interesses da vítima a serem protegidos. Existe também uma investigação que precisa ser mantida sob sigilo. Eu creio que nada ocorreu de errado. O público parece pensar que o caso está para terminar, mas ainda estamos no princípio dessa investigação. Nessa fase é claro que nenhuma autoridade envolvida pode dar amplas informações, muito menos a polícia que está sendo chefiada pelo Ministério Público. Se cabe a alguém informar o publico, esse é o promotor ou a chefia do Ministério Público, mas com certeza não a polícia.

O passaporte de Paula O. está bloqueado. Quanto tempo essa medida fica em vigor?

Essa medida cautelar só pode ser aplicada enquanto o exige a situação. Do momento que o promotor do Ministério Público colher informações suficientes para saber como ocorreu verdadeiramente a história, ele deve cancelar essa medida. Isso pode ocorrer em breve.

Três possibilidades para o fim do caso

Questionado pela swissinfo, Rainer Angst, porta-voz da Procuradoria Geral de Zurique, confirmou as afirmações do advogado de defesa de Paula O. na questão da confissão. "Ela pode teoricamente negar as informações que deu durante o interrogatório policial, pois não havia a presença de um advogado", admite, mas lembra que existe o perigo também de contradições.

Sem dar informações sobre uma possível data para o primeiro interrogatório com o procurador Marcel Frei, o porta-voz explicou que vê três saídas prováveis para o caso da brasileira. "A primeira seria a formalização da queixa contra Paula O. e então teremos um julgamento. A outra seria o arquivamento do processo em caso de falta de provas ou outras questões e, finalmente, pronunciar uma pena pecuniária (multa)".

Swissinfo


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Brasileira é agredida por neonazistas na Suíça

Paula Oliveira estava grávida de gêmeos e acabou perdendo as crianças

A advogada brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi agredida na noite de segunda-feira (9) por três homens brancos, com cabelos raspados, em Dubendorf, cidade perto de Zurique, na Suíça. Paula estava grávida de gêmeos de três meses e acabou perdendo as crianças, além de sofrer cortes em todas as partes do corpo.

Barriga da advogada ficou com marcas, supostamente feitas por estiletes - Reprodução, AE
Barriga da advogada ficou com marcas, supostamente feitas por estiletes
Foto:Reprodução, AE

As informações são do site G1. Conforme relatos que fez ao pai, a brasileira havia acabado de sair do trem e estava indo em direção à casa onde reside com o companheiro, Marco Trepp, quando foi surpreendida por três homens, aparentemente neonazistas.

— Deram socos, chutaram e a cortaram com estiletes no corpo inteiro — afirmou Paulo Oliveira, por telefone, de Zurique.

O pai da brasileira informou ainda que os agressores tinham suásticas na cabeça. Paulo, que é secretário parlamentar, foi avisado pela filha sobre o ocorrido, por telefone, na madrugada de terça-feira (10), pelo horário de Brasília. Logo em seguida, ele avisou o deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), para quem trabalha, e pegou o primeiro voo em direção a Zurique, juntamente com a mãe de Paula, Geni.

Nesta quarta-feira, Paula foi encaminhada ao Hospital da Universidade de Zurique. Conforme o pai da brasileira, ela foi chamada para tomar vacinas antivirais. Como foi ferida por objetos cortantes, os estiletes poderiam estar contaminadas com hepatite ou outra doença.

Paulo contou, também, que a polícia ainda não procurou a filha para recolher mais informações sobre o ataque.

— Eles aparentaram nenhum interesse. Aparentemente estão trabalhando sem nos dar informação. Porém, neste momento, a prioridade é cuidar da minha filha. Ela está em estado de choque — completou o pai da vítima.

Paula e os pais devem voltar para Recife em uma semana. Paulo não tem previsão do que irá acontecer depois.

— Ela trabalha para uma empresa aqui e precisa ver o que a empresa vai querer. Não sabe ainda se voltará para Zurique — completou.

Fonte