terça-feira, 2 de outubro de 2018
ISRAEL E A POLÍTICA MUNDIAL
Uma nação, é considerada por indivíduos que mesmo dispersos pelo mundo afora, (em outros países) estão unidos por identidade de origem, de costumes e de religião. Lembrem-se: as Escrituras nos fornece fortes indícios de que o anti-cristo será um Judeu. Dn 11:37-39.
Entre Judeu e Israelita, existem diferenças que nos alertam quanto a verdadeira liderança de Israel. A liderança da nação talvez ainda não esteja nas mãos de verdadeiros Israelitas.
Nm 24:9 - Quem abençoar o povo de Israel será abençoado; e quem o amaldiçoar será amaldiçoado.
Esteja quem estiver na liderança de Israel, é prudente abençoá-la.
O presidente eleito que não se posicionar a favor de Israel, colocará o seu país em apuros. O cidadão que se unir a tal candidato/presidente, será conivente e sofrerá as consequências. Mas se na sua individualidade, abençoar Israel, na sua individualidade será abençoado e não amaldiçoado, mesmo diante das crises que passa o país.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
O pastor-candidato que pode levar a eleição presidencial para o 2º turno
Felipe Frazão
Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC à Presidência da República discursa na Marcha dos Prefeitos, em Brasília (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
"Uma grande parte dos evangélicos vota apenas por causa da palavra 'pastor'", Bispo Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra
A cinco meses das eleições, pela primeira vez, pesquisas de intenções de votos indicaram que a disputa pelo Palácio do Planalto não deverá ser decidida no dia 5 de outubro, cenário que já tira o sono da presidente Dilma Rousseff e dos idealizadores da sua candidatura à reeleição. A queda de Dilma nas sondagens feitas pelos institutos de pesquisa provocou o natural crescimento das intenções de votos dos seus adversários. Na última rodada de pesquisas, um nome chamou a atenção no meio político: com 3% da preferência do eleitorado, segundo o Datafolha, o pastor Everaldo Pereira, do nanico Partido Social Cristão (PSC), pode ser decisivo para levar a eleição para o segundo turno.
O desempenho do pastor Everaldo nas pesquisas recentes evidencia o peso de um segmento da sociedade brasileira que, em 2010, ultrapassou 42 milhões de pessoas: os evangélicos. Everaldo é vice-presidente nacional do PSC e pastor auxiliar da Assembleia de Deus, maior igreja evangélica do país, com 12,3 milhões de fieis – 28% do total. Ele nasceu e foi criado na Assembleia de Deus Ministério Madureira – dissidência fundada no Rio de Janeiro que, estima-se, reúne a segunda maior quantidade de seguidores, superada apenas pelo Ministério Belém, o mais tradicional.
É fato que a pré-candidatura de Everaldo possui uma série de fragilidades e seria difícil encontrar alguém hoje que apostasse na sua vitória. O PSC é um partido pequeno, ainda não tem nenhuma aliança formalizada e deve conseguir tempo reduzido no horário eleitoral na TV – cerca de 1 minuto e 30 segundos. O maior ativo do PSC é justamente o potencial de votos que o pastor pode arregimentar no meio religioso, caso consiga unificar os apoios declarados das igrejas pentecostais e neopentecostais. Para isso, terá de desenvolver propostas convincentes que ainda são uma incógnita até para os líderes evangélicos.
Biografia
Everaldo Pereira, de 58 anos, é casado com a cantora gospel capixaba Ester Batista e tem três filhos, um deles o deputado Filipe Pereira (PSC-RJ). Nasceu em uma casa de religiosos, filho do pastor Heraldo e da missionária Dilma. A residência da família em Acari, bairro pobre da Zona Norte do Rio de Janeiro, era um núcleo da Assembleia de Deus Ministério Madureira. Na infância, vendeu frutas e louças como camelô na Feira de Acari, comércio onde se encontra toda sorte de quinquilharia. Também trabalhou como ajudante de pedreiro e contínuo. Formou-se em Ciências Atuariais (FEFRJ) e abriu uma corretora de seguros própria. Ele entrou na política nos anos 1980, filiado ao extinto Partido Democrata Cristão (PDC), no qual nunca militou de fato. Seu objetivo era fazer campanha para o ex-governador Leonel Brizola (PDT). Everaldo se manteve nos bastidores da política carioca até se sagrar vitorioso com a chapa Anthony Garotinho (PR) e Benedita da Silva (PT), ambos evangélicos, no governo do Estado. Eles tiveram o apoio do ex-deputado bispo Manoel Ferreira (PSC), líder da igreja de Everaldo. Em 2003, filiou-se ao PSC como vice-presidente. Após mais de uma década no comando da legenda, ele decidiu concorrer a um cargo majoritário pela primeira vez. A única experiência similar foi como candidato – derrotado – a suplente de senador na chapa de Jorge Picciani (PMDB-RJ), em 2010. No Rio, estabeleceu laços ainda mais fortes com os peemedebistas: conseguiu emplacar duas secretarias no governo Sérgio Cabral, uma delas para o filho Filipe Pereira. É amigo do líder da bancada na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também evangélico.
"Uma grande parte dos evangélicos vota apenas por causa da palavra 'pastor'", vaticina o bispo Robson Rodovalho, fundador da Sara Nossa Terra e ex-deputado federal . "Há uma pré-disposição geral do evangélico e do cristão em ver o pastor Everaldo combons olhos. Grande parte das igrejas tende a estar com ele, se ele conseguir responder às expectativas na formação das demais agendas."
A tendência é que Everaldo receba adesão de igrejas que tradicionalmente indicam voto em candidatos antipetistas, enquanto a presidente Dilma deve manter a aliança com a Igreja Universal do Reino de Deus, do bispo Edir Macedo, cuja moeda de troca é o Ministério da Pesca, hoje chefiado pelo pastor Eduardo Lopes (PRB). Igrejas tradicionais, como a Batista e Presbiteriana, tendem a "liberar o voto", sem indicar candidatos.
A Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Concepab), que reúne líderes das principais igrejas evangélicas, definirá na próxima semana um calendário de sabatinas com a presidente Dilma, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). A entidade quer conhecer o posicionamento dos três pré-candidatos mais bem posicionados nas pesquisas sobre os valores cristãos. "O evangélico busca alguém que o represente na questão do aborto, do casamento tradicional, vida, família e que valorize a fé e a igreja. Estamos num momento muito intenso, de muita pressão e militância das minorias", afirma Rodovalho. No caso de Everaldo, que também será convidado, as igrejas querem descobrir que plano de governo ele apresentará ao país.
"As pessoas já sabem o que o pastor Everaldo defende: sou a favor da vida sempre, e casamento para mim é entre homem e mulher", diz Everaldo.
Privatização – O pastor se define como um político liberal-conservador, de centro-direita, e prega o Estado mínimo. Promete reduzir a cota de cargos comissionados no governo federal e manter apenas vinte ministérios: "Nós vamos passar tudo o que for possível para a iniciativa privada. Vamos privatizar de verdade, não esse engodo aí de concessão com dinheiro do BNDES".
"O balanço contábil é uma maquiagem, os setores produtivos estão penalizados, com carga tributária de primeiro mundo e serviços prestados de submundo. As desonerações são analgésicos e não vão ao cerne da questão", critica.
Everaldo defende a redução da maioridade penal, fala em reequipar as Forças Armadas e as polícias. Uma das apostas dele é incentivar a formação profissionalizante na educação militar. Sobre os protestos de rua, afirma que teria "tolerância zero com baderneiros". "O governo implantou a desordem nesse país. O cidadão de bem está preso em casa e os bandidos estão nas ruas", diz.
Ele convidou o ex-senador Marcondes Gadelha (PSC-PB) para coordenador o programa de governo e Antonio Cabrera, ex-ministro da Agricultura de Fernando Collor, para criar as propostas nos setores agrícola e ambiental. Suas inspirações são dois políticos mineiros, o ex-vice-presidente Pedro Aleixo e o ex-presidente Itamar Franco: "Ele arrumou o país e elegeu um sucessor que não era do seu partido [Fernando Henrique Cardoso]".
PT – Com discurso de oposição, Everaldo nem parece um ex-apoiador da presidente Dilma. Nas eleições de 2010, o PSC chegou a negociar o apoio ao tucano José Serra, mas fechou aliança com a petista. O pastor participou inclusive da frente evangélica em defesa da presidente no debate sobre a legalização do aborto, que marcou a campanha.
Em março deste ano, o PSC anunciou o desembarque da base de Dilma. Everaldo afirma que a legenda havia optado por lançar um candidato à Presidência há dois anos. "Nós decidimos ter candidato próprio em janeiro de 2011, porque o governo do PT aparelhou o Estado para atender seus interesses partidários. Nós não indicamos nem um garçom", diz Everaldo. "O governo deixou de ser dos brasileiros para ser de um partido só, para a hegemonia de um sistema que está vencido no mundo. Não queremos que o Brasil se torne uma Cuba nem uma Venezuela."
Everaldo nega que a candidatura do PSC tenha sido influenciada pela superexposição que a legenda ganhou ao emplacar o deputado Marco Feliciano (SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara. Ao dar espaço a projetos de lei incentivados por religiosos, o parlamentar foi atacado por partidos de esquerda. "Foram uns detratores e baderneiros. Pior que o Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos foram os mensaleiros na Comissão de Constituição e Justiça", diz Everaldo.
Palanques – Além do provável voo solo na disputa pela Presidência, o PSC tentará dobrar a bancada na Câmara – hoje tem doze cadeiras – e eleger, pela primeira vez, um governador de Estado. Nos principais colégios eleitorais brasileiros, porém, o partido não terá candidatos próprios por estar vinculado aos nomes situacionistas – fator desfavorável à candidatura de Everaldo. O PSC apoia gestões do PSDB em Minas Gerais, no Paraná, onde indicou o deputado Ratinho Júnior para uma secretaria estadual, e em São Paulo, com a nomeação de Gilberto Nascimento Júnior para a chefia adjunta da pasta de Desenvolvimento Metropolitano. No Rio, o PSC abocanhou duas secretarias no governo Sérgio Cabral (PMDB): Ronald Ázaro (Turismo) e outra com o filho de Everaldo, deputado Filipe Pereira (Prevenção à Dependência Química).
Na contramão, Everaldo garantiu recentemente espaço nos palanques do senador Pedro Taques (PDT), candidato ao governo de Mato Grosso, e do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), postulante ao governo do Rio Grande do Norte. Agora, negocia apoio ao senador Lobão Filho (PMDB) à sucessão do clã Sarney no governo do Maranhão. É o que o pastor chama de "remover as pedras no caminho", em alusão a passagens bíblicas. Fiel a sua religiosidade e confiante em uma intervenção divina para chegar ao Palácio do Planalto, Everaldo repete quase em ladainha: “Sou um homem de fé e acredito em milagre”.
Fonte: Revista Veja
sábado, 2 de outubro de 2010
Voto nulo, 51%
voto nulo são apenas registrados para fins estatísticos, não sendo computados para nenhum candidato ou partido político.
No voto nulo digita-se o número de um partido que não existe. No voto em branco, aperta-se a tecla Branco na urna.
POR FAVOR… LEIAM! É IMPORTANTÍSSIMO!!
Vamos divulgar para todos os nossos contatos, vamos fazer uma limpeza neste país e deixar que nossos filhos e netos tenham uma vida melhor que a nossa, livres dessas mal intencionadas, mentirosas e debochados.
Você sabe para que serve o VOTO NULO ?
VOTO NULO = 000 + TECLA VERDE
Imagine uma eleição qualquer, onde os candidatos sejam: Lula, Paulo Maluf, José Dirceu, Marcos Valério, Delúbio Soares, Roberto Jefferson, Fernando Henrique, ACM… Entre outros.
Campanha vai e campanha vem, você não quer, mas se acha na obrigação de escolher uma dessas figuras (o tal do “menos ruim”) e com isso acaba afundando mais o nosso país !!!
Mas, aí você diz: “Nesse caso, não temos saída!” Engano seu!
O QUE VOCÊ TALVEZ, NÃO SABE, É QUE SE UMA ELEIÇÃO FOR GANHA POR “VOTOS NULOS” É OBRIGATÓRIO HAVER NOVA ELEIÇÃO COM CANDIDATOS DIFERENTES DAQUELES QUE PARTICIPARAM DA PRIMEIRA!!!
Se, no exemplo de eleição acima, você e todo mundo votasse nulo, seria obrigatório haver uma NOVA ELEIÇÃO e esse pessoal não poderiam concorrer ao mesmo cargo político pelo menos por mais 4 anos!
Você sabe como eliminar 90% dos políticos corruptos em uma única vez?
Saia com a consciência limpa de que não estará participando dessa imundice que elege pastores, bispos, padres, apóstolos, celebridades, atores, cantores e muitos outros parasitas para viverem do dinheiro que pagamos em impostos.
Nesse meio, há pessoas que são corruptas, subornam, enganam, faltam com a honestidade, mentem, dão exemplos inaceitáveis, desviam verbas, se enriquecem da noite pro dia e a cada eleição estão la de novo e, por incrível que pareça, sempre estão se elegendo.
Temos a obrigação de pelo menos tentar eliminar essas pessoas da política.Talvez você pense, ai vou ter que votar em um desconhecido que também vai se corromper e vai dar na mesma!!!. Não, ele só vai ficar no máximo 4 anos, se houver Impeachment, terá que sair antes do tempo. Na próxima eleição, faremos o mesmo, na outra a mesma coisa, até que haja alguém honesto, insubornável, que não se corrompa e que pratique a justiça. O maior risco será colocar uma laranja saudável em um cestos cheio de laranjas podres. (V.A.)
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Está chegando a ´´Hora``...
Isso não importa agora, o que vale é você cumprir com o dever de cidadão e comparecer para escolher aquele que você acha que é honesto, que não se corromperá, que não é subornável, que não fará conchavos, não roubará a nação e que trate os cidadãos com justiça. Difícil, mas teria que ser assim.
Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja.
Mas se aquele que você escolheu honestamente, não vencer, tenha paz no coração e saiba que você fez o melhor.
Veja isso:
Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas, seja quem estiver lá.
Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos.
Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá.
Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não segura a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal.
Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência.
É por isso também que pagamos imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho.
Dêem a cada um o que lhe é devido: Se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra.
Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a lei.
Qual a diferença entre voto em branco e voto nulo?
O voto nulo ocorre quando o eleitor digita, de propósito, um número errado na urna eletrônica e confirma o voto. Para votar em branco, o eleitor aperta o botão "branco" do aparelho. Antes de existir urna eletrônica, quem quisesse anular o voto rasurava a cédula de papel ? tinha gente que escrevia palavrão e até xingava candidatos. Quem desejasse votar branco, simplesmente deixava de preencher os campos da cédula.
As dúvidas sobre esse assunto sobrevivem porque, até 1997, os votos em branco também eram contabilizados para se chegar ao percentual oficial de cada candidato. Na prática, era como se os votos em branco pertencessem a um "candidato virtual". Mas os votos nulos não entravam nessa estatística.
Com a lei 9.504/97, os votos em branco passaram a receber o mesmo tratamento dos votos nulos, ou seja, não são levados em conta. A lei simplificou tudo, pois diz que será considerado eleito o candidato que conseguir maioria absoluta dos votos, "não computados os em brancos e os nulos".
Mas por que então os votos em branco eram contabilizados antes? Há controvérsia sobre isso. Alguns juristas e cientistas políticos sustentam que o voto nulo significa discordar totalmente do sistema político. Já o voto em branco simbolizaria que o eleitor discorda apenas dos candidatos que estão em disputa. Daí, ele vota em branco para que essa discordância entre na estatística. Porém, depois da mudança da lei essa discussão perdeu o sentido, já que tanto faz votar branco ou nulo.
Vale a pena lembrar também que nas últimas eleições tem circulado e-mails que pregam anular o voto como forma de combater a corrupção na política.
Esses textos dizem que se houver mais de 50% de votos nulos e brancos a eleição será cancelada e uma nova eleição terá de ser marcada, com candidatos diferentes dos atuais. Puro engano. Tudo isso não passa de leitura errada da legislação, segundo as mais recentes interpretações do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
quarta-feira, 24 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Alguns Vídeos Interessantes
Conexão Igreja da Unificação / CONAMAD
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Protestos e violencia na vitória de Ahmadinejad
Ahmadinejad obteve 62,6% dos votos, o que torna desnecessário um segundo turno.
O resultado desagradou o candidato opositor Mir Hussein Moussavi e seus partidários, que exigiram o cancelamento do pleito.
O líder supremo da Irã, aiatolá Ali Khamenei, saiu em defesa da vitória de Ahmadinejad e pediu aos candidatos derrotados que aceitem os resultados das eleições.
Ainda na noite de sexta-feira, após o anúncio de Moussavi, forças de segurança e soldados antidistúrbios expulsaram com violência centenas de pessoas que se concentravam nas proximidades da sede de campanha do candidato, disseram testemunas à Agência Efe.
No começo da manhã do dia 13, novos enfrentamentos entre a polícia e seguidores de Moussavi se repetiram em alguns pontos de Teerã.
Em um documento publicado neste mês pela Aliança Evangélica Internacional, a Aliança afirma que o presidente Mahmoud Ahmadinejad teria pedido o fim do crescimento do cristianismo no Irã. Por isso, o atual resultado das eleições deve motivar a comunidade cristã internacional a interceder por esta nação, pelo seu líder e, em especial, pela Igreja.
A Portas Abertas, em breve, lançará uma campanha de Ações Institucionais em favor da Igreja Perseguida iraniana, que consistirá de uma campanha de cartas ao presidente eleito. (BBC e EFE)
Portas Abertas
Mir Hossein Moussavi, à esquerda, numa conferência de imprensa na noite antes do resultado eleitoral ser declarado. William Hague, à direita, manifestou sua preocupação com as alegações de fraude eleitoral
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Israel - Com 99,5% dos votos apurados, Kadima vence eleições em Israel
O partido centrista Kadima, representado pela atual chanceler e candidata a primeira-ministra, Tzipi Livni, conseguiu uma apertada vitória nas eleições gerais desta terça-feira, em Israel, ao obter 28 das 120 cadeiras do Parlamento, apenas uma a mais que o direitista Likud, do principal adversário, o ex-primeiro ministro, Binyamin Netanyahu (1996-1999), após terem sido apurados 99,5% dos votos, informaram fontes eleitorais.
O Yisrael Beitenu, (ultradireita), aparece em terceiro lugar, com 15 assentos, e o tradicional Partido Trabalhista (centro-esquerda) fica com 13 cadeiras. Em quinto lugar vem o Shas (ultraortodoxo), com 11 parlamentares eleitos.
Em princípio, caso não haja grandes mudanças nesses votos, os resultados confirmarão as previsões da boca-de-urna, que situavam o partido de Tzipi Livni na frente e o Likud em segundo lugar, ainda que as pesquisas apontassem uma distância maior entre as duas legendas.
No entanto, a contagem indica também que a direita obteve mais cadeiras do que a centro-esquerda, o que pode dificultar a formação de um governo por Livni e favorecer seu maior rival, o ex-premiê Binyamin Netanyahu, líder do Likud. Os dois partidos declararam vitória.
O resultado final da apuração será divulgado nas próximas 48 horas, e a pequena margem de diferença em relação ao Likud, que obteve 27 deputados, pode ainda fazer variar a composição do Paramento. Os votos que completam a apuração correspondem aos de membros do Exército e do corpo diplomático no exterior.
A distribuição das cadeiras dos partidos nanicos está com o Judaísmo Unido da Torá (cinco), Raam (quatro), União Nacional (quatro), Hadash (quatro), Meretz (três), Lar Judeu (três) e Balad (três).
Os outros dos 34 partidos que apresentaram listas de candidatos ao pleito ficaram fora da representação parlamentar ao não superarem a barreira exigida dos 2%.















