segunda-feira, 8 de junho de 2020
Fé
terça-feira, 27 de março de 2018
- É o cristão de nome. A parece de vez em quando na Igreja, ou apenas aos domingos, se não houver coisas que consideram mais atraentes. Se diz cristão, mas não vivem como cristão.
- O que se percebe em um cristão nominal é a falta de compromisso com Cristo. O que vemos, é uma emoção não espiritual quando comparecem na congregação.
- Nunca se sente ferido pela Palavra. Não tem com primazia as coisas de Cristo. Conhecem a Cristo de nome, mas ainda não nasceram de novo.
- Jesus disse: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está distante de mim; em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos humanos. Mt 15:8-9.
- Muitos seguem a Cristo mas não querem servir. Apenas gostam dEle. Por simpatia, apegos a sinais ou milagres, por interesses alheios ao evangelho, para se ter uma religião e outros motivos meramente humanos se considera membros da Igreja.
Na realidade, são membros da Igreja visível, ou da instituição, mas não são membros da Igreja como Corpo vivo de Cristo. O crente nominal tem uma falsa certeza da salvação, é ritualístico, acha-se merecedor da salvação.
domingo, 10 de janeiro de 2010
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O banho das sete águas.
1) Água do mar
Na umbanda ela é uma oferenda a Yemanjá e também serve para a ativação dos chackras. Uma vez que eles estejam alinhados, o novo cidadão global vai adorar o cristo cósmico (Baha’u’llah) no lugar de DEUS.
2) Água do rioUma oferenda aos deuses da umbanda Oxum e Nanã Buruquê.
3) Água do lago
VALE DO CONHECIMENTO- “…O viajante, nesse Vale, nada vê nos desígnios do Verdadeiro senão clara providência…”
4) Água da cachoeira
Um culto a “Mamãe” Oxum
5) Água da chuvaUm culto a Yansã
6) Água da bica ou fonte
Um culto a Oxalá
7) Água da torneira ou filtro
Os mesmos deuses descritos nos ritos acima.
Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. (João 15 : 3)
Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; (Apocalipse 3 : 17)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Ex-terrorista do Fatah abraça a fé em Jesus Cristo
O nativo da Palestina Tass Saada fugiu de casa e se juntou ao movimento Fatah, quando tinha apenas 17 anos.
"Eu entrei para o movimento Fatah basicamente porque (Yasser) Arafat era o meu herói", Saada disse a Erick Stakelbeck, analistade terrorismo da CBN News em entrevista à emissora.
A vitória retumbante de Israel sobre as nações árabes vizinhas na Guerra dos Seis Dias em 1967 devastou o jovem Tass. Ele foi então logo seduzido pelas visões militantes do fundador do Fatah e amigo da família de Saada, Yasser Arafat.
"Eu costumava sentar-me mesmo em frente a ele e só olhar para ele, simplesmente fascinado", disse Saada. "Ele era um personagem muito carismático".
Em entrevista à CBN News, Saada disse que acreditava que os judeus tinham roubado a terra palestina. Ele estava determinado em ajudar Arafat e o Fatah a empurrar Israel para o mar.
"Nosso treinamento era especializado, basicamente, em habilidades de luta intensas, tipo marinhas", ele lembrou. "Nós costumávamos nos chamar de lutadores de guerrilha, lutadores de comando (commando fighters)".
Saada se tornou um franco atirador do Fatah, apercebendo-se e matando soldados israelenses. Seu apelido era "carniceiro".
"Meu trabalho era para derrubar o comandante da unidade, quem quer que fosse", disse ele.
Saada disse à CBN News que ele tomou parte em batalhas sangrentas contra o exército israelense. Ele até tentou assassinar o príncipe herdeiro da Jordânia, que ele via como hostil aos palestinos.
Porem, o trabalho de maior prestígio de Saada foi como motorista particular de seu herói: Arafat.
"Todo mundo sabe que eu era um piloto feroz", disse Saada. "E assim, quando chegou um tempo e necessidade de Arafat ser transportado de uma área da Jordânia para o outra, eles me chamaram para fazer isso."
Saada disse à CBN News que finalmente fez o seu caminho para os Estados Unidos para frequentar a escola. Naquela época, ele tinha desistido da jihad violenta, mas ele ainda odiava os judeus.
Ele tornou-se um gerente de restaurante bem-sucedido, casado com uma mulher americana e tinha dois filhos. Mas ele era miserável - vivendo cheio de amantes e bebidas.
Até que um velho amigo lhe falou sobre Jesus Cristo.
"Ele colocou a Bíblia no meio, entre nós dois. E eu só fiquei com medo e eu pulei fora da Bíblia", contou Saada. "Eu disse, 'Eu não posso tocar isso! Tem o nome de Deus, a palavra de Deus nele!" Ele disse: 'Então, você acredita que esta é a palavra de Deus? " Eu disse, 'Sim'.
"Por que eu disse 'sim', quando nós, como muçulmanos não acreditamos realmente que a Bíblia é válida como a palavra de Deus?"
Ele diz que perdeu momentaneamente a consciência naquele momento.
"A próxima coisa que eu sei, eu estou de joelhos com as mãos levantadas acima, convidando Jesus. E o resto é história".
Quando Tass disse à sua família muçulmana de volta ao Oriente Médio de sua conversão, seu irmão prometeu matá-lo, ele disse à CBN News.
Entretanto, o seu amigo cristão atirou-o para outro laço.
"Ele disse 'Tass, para ter a paz que eu tenho, você deve amar o judeu", lembrou Saada. "Eu literalmente congelei, virei-me e olhei para Charlie. Charlie sabia o quanto eu odiava os judeus."
Saada disse à CBN News que, depois de algum tempo, o ódio em sua vida acabou. Ele desenvolveu uma estreita amizade com os judeus e começou a olhar para Israel sob uma nova luz. Seu livro, "Era uma vez um homem sw Arafat (ou Once an Arafat Man)' narra sua transformação.
"Eu não acredito na solução de dois Estados", disse Saada à CBN News. "Eu não acredito nisso. Porque eu acredito que a terra pertence aos judeus. Ela não pertence a nós."
"Mas, por outro lado", continuou ele. "Acredito que temos o direito de viver naquela terra, como está registrado no Livro de Ezequiel, onde o Senhor redividiu a terra entre os israelitas e disse-lhes para dá-la a estrangeiros que viviam entre eles uma parcela igual da mesma".
Enquanto isso, em seu esforço para estabelecer um Estado palestino, o governo Obama está contando com o partido palestino conhecido como Fatah para ser o parceiro de Israel para a paz, disse Stakelbeck.
"Mas, a julgar por uma importante conferência realizada pelo grupo em Belém no mês passado, a visão do presidente Obama está muito longe de ser cumprida", diz Stackelbeck.
Stakelbeck acrescentou: "Em Belém, os líderes do Fatah reafirmaram o seu compromisso ao que eles chamam de 'resistência armada'. Eles se recusaram a reconhecer a existência de Israel como um Estado judeu. O Fatah, que governa na Cisjordânia, também reafirmou o seu desejo de assumir o controle de Jerusalém Oriental e torná-la a capital de um Estado palestino. "
Estas visões rígidas agora soam muito familiar para Saada, diz Stakelbeck.
Hoje, Saada gasta muito do seu tempo na Cisjordânia e em Gaza, ajudando a fornecer as necessidades modernas para os palestinos através de sua organização de caridade, Sementes de Esperança.
Ele diz que os muçulmanos no Oriente Médio estão se voltando para Cristo em números recordes.
"Milhões de muçulmanos de todo o mundo - especialmente os árabes na Arábia Saudita e no Catar", Saada disse maravilhado. "Em todas essas 12 nações de Ismael, todas estas nações, existe muita conversão."
Stakelbeck da CBN diz que é porque Saada está confiante de que a paz virá um dia para a região - o tipo de paz que os políticos nunca podem trazer.
Ref.
Assist News Service: www.assistnews.net
Christian Telegraph: www.christiantelegraph.com
História original em inglês no sítio http://www.christiantelegraph.com/issue6937.html
A foto é do sítio dagen.se
Menteconservadora
terça-feira, 30 de junho de 2009
Michael Jackson, teve a sua chance...agora!!!
Em 50 anos de vida, chances não faltaram. Voz privilegiada. Dança milimetricamente executada. Criatividade sedutora. Dotes artísticos reconhecidos. Michael Jackson teve tudo isso e muito mais.
Teve os três “F’s” mais desejados por todo artista: fama, fãs, fortuna. Teve mídia, governos, atletas e celebridades a seus pés. Nasceu negro, morreu esquisitamente branco. Tornou-se famoso pela voz e pelas músicas, morreu também famoso, só que muito mais pelas excentricidades e esquisitices da sua vida pessoal do que pelo talento como cantor.
Viveu o conflito da síndrome de Peter Pan, chegando aos 50 anos sem querer abandonar a infância. Tanto é assim que seu rancho, batizado de “Neverland” (Terra do Nunca), é alvo de curiosidades, histórias e críticas até hoje, seja pelas bizarrices, seja pelos supostos escândalos com abusos de crianças na propriedade.
De fato e verdade, nada se pode confirmar. Mas temos pistas. Não basta ser o “Rei do Pop”. Reis, para chegar bem ao fim da vida, precisam prestar atenção ao destaque bíblico na biografia de todos eles: devem fazer aquilo que é reto aos olhos do Senhor.
E porque devem fazer o que é reto? Porque não há segunda chance. Nossa vida é o nosso tempo. Michael teve 50 anos à sua disposição. Até o momento, Deus concedeu-me 45. Após o último e definitivo suspiro, findam-se as chances. Neste momento nossa sentença eterna já está determinada nas mãos do Pai.
Michael Jackson sabia disso. Ainda que de forma torta, inconseqüente, não importa, ele sabia. Ele cantou isso, ficou milionário cantando isso. Seu clip de maior sucesso e repercussão no mundo foi Thriller em 1982, título do seu álbum mais vendido. Essa música fala de uma emoção macabra, numa noite onde o prazer mistura-se e identifica-se com o terror. Trechos da letra assustam no significado daquilo que comunicam:
“É quase meia-noite
E algo maligno está te espreitando no escuro
Você tenta gritar
Mas o terror toma o som antes
Porque isso é terror, noite de terror
E ninguém vai te salvar
Da besta pronta pra te atacar
Criaturas da noite chamam
E os mortos começam a andar
Esse é o final da sua vida
Eles estão lá para te pegar
Há demônios chegando por todo lado
Eles vão te possuir
Eu vou te salvar
Então deixe eu te abraçar forte
E dividir uma noite de terror
Assassina, arrepiante, assustadora”.
A música tem sete estrofes, exatamente no centro, ela deixa claro o título deste texto: “Porque isso é terror, noite de terror, não há segunda chance”. Por bem ou por mal, compreendendo ou não, aceitando ou não, reis e plebeus, famosos e anônimos, todos, sem nenhuma excessão têm que encarar a mesma verdade: não há segunda chance.
Sem a intenção de espiritualizar o fato, depois do álbum Thriller, nunca mais a carreira de Jackson foi a mesma, transformando-se numa sequência de escândalos, dívidas e fracassos. Ou seja, de lá para cá sua vida tornou-se uma longa e triste “noite de terror”.
Infelizmente, Michael Jackson estava certo. As trevas são horríveis e letais. O maligno fica espreitando com demônios por todos os lados, exalando terror e morte. Fazendo do viver exatamente isso, uma noite escura, uma noite de terror, assassina, arrepiante, destruidora. E, quando ela acaba, ou nela nos acabamos, não há segunda chance.
Mas, espere um pouco, você está vivo! Bem vivo por sinal! Em vida as chances não cessam. É como bem disse nosso irmão Lutero: “Se nos quisessem devorar demônios não contados, não nos podiam assustar, nem somos derrotados. E nada nos assustará com Cristo por defesa”.
Fãs no mundo inteiro estão chorando a morte do seu ídolo. Pela família devemos orar, quanto ao mais a palavra final pertence somente a Deus. O que sabemos é que os mortos não ficam vagando por aqui a fim de provocar terror. Sabemos que os mortos em Cristo ressuscitarão para a eternidade, uma eternidade sem trevas ou demônios. Sabemos que nossa insubstituível chance foi dada na cruz. Sabemos que não importam os terrores impostos pelo nosso tempo, o nosso Deus segue sendo até o fim dos tempos um Castelo Forte, Espada e Bom Escudo!















