Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

A Igreja, Viva ou de Pedra?

A Igreja, Viva ou de Pedra?

Ei você que se diz Cristão e frequenta um local designado para congregar, reunir para prestar culto, adorar, louvar e honrar a Deus, tem conhecimento de suas responsabilidades para  com a Igreja de Cristo,  a genuína, não somente a de pedra, mas principalmente a Igreja Viva, atuante.


Você tem contribuído para que ela continue viva ou é apenas um frequentador do templo de pedra, comparece quando dá, quando não tem nada pra fazer ou faz questão de se reunir? 


Que lugar ela ocupa em suas prioridades?  Qual o grau de sua fidelidade para com ela?


Você já usufruiu de algum benefício proporcionado pela igreja que você se diz membro?


Já recebeu dela um consolo, uma edificação, ou até mesmo uma exortação que teve muito efeito em sua vida?  Sem falar de um socorro financeiro ou até mesmo um cesta básica em um momento de dificuldades?


Tem dificuldade de relacionamento com alguns dos irmãos? Não gosta de alguns, por isso é indiferente e não se preocupa, não atua, não contribui?


Fique sabendo que ali é um lugar para salvação, cura e  libertação, e não somente reunião social.


Tem participado de suas ações, seu projetos, ou não está nem aí?


O que você tem feito?


Quando foi sua última ida a reunião de oração?


Saiba que essa reunião está a míngua, e você, juntamente  com outros muitos podem serem responsáveis física e espiritualmente pela morte dela.


O escravo não é membro permanente da família, mas o filho faz parte da família, para sempre.

João 8:35


E não deixemos de nos reunir, como fazem alguns, mas encorajemo-nos mutuamente, sobretudo agora que o dia está próximo.

Hebreus 10:25


VOCÊ SOZINHO, NÃO FORMA UMA IGREJA, SOZINHO NÃO É UMA IGREJA.


A Igreja toma forma quando se reúne.


Quando a reunião se desfaz fisicamente, você se torna membro da igreja, mas não a Igreja.


O Corpo de Cristo, é a Igreja verdadeira formada por vários membros. 


Quando você se isola, você está  entravando, limitando a acção do Espírito de Deus que ainda  está em você, pois você foi feito para ser Templo do Espírito de Deus.


Com esse isolamento, pode ocorrer o que Paulo disse: 


Não extingais o Espírito.

1 Tes 5:19

Já pensou nisso?

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Tiroteio em igreja nos EUA

Ataque em igreja nos EUA deixa pelo menos dois mortos 18

Ver imagem no Twitter

Fiéis de uma igreja do estado do Texas mataram um homem que abriu fogo no domingo (29) durante um serviço religioso transmitido ao vivo e matou duas pessoas, informou a polícia local. O agressor entrou na West Freeway Church of Christ, em White Settlement, uma área de subúrbio de Fort Worth, enquanto era celebrado o serviço religioso matinal, em mais um caso de violência com armas de fogo em um templo dos Estados Unidos.

"Às 10H57 locais (14H57 de Brasília), a polícia e os bombeiros de White Settlement foram alertados sobre tiros na igreja West Freeway Church of Christ", declarou à AFP Mike Drivdahl, porta-voz dos bombeiros de Fort Worth. "Quando chegaram, constataram que aconteceram os disparos", disse.

"Dois frequentadores da igreja responderam ao fogo", disse à imprensa J.P. Bevering, chefe da polícia de White Settlement. Os disparos atingiram o suspeito, que morreu no local, disse. Uma das vítimas do atirador morreu no hospital local, acrescentou Bevering, que elogiou "as ações heroicas dos paroquianos". 

Outro fiel morreu algumas horas depois, informaram as autoridades durante uma entrevista coletiva. A igreja transmite com frequência pela internet os cultos e um vídeo do ataque foi exibido ao vivo em seu site oficial. O FBI disse que está investigando a motivação do ataque.

"Os locais de culto devem ser sagrados e agradeço aos membros da igreja que agiram rápido para abater o atacante e ajudaram a impedir a perda de mais vidas", disse em um comunicado o governador do Texas, Greg Abbott. Anualmente, 36.000 pessoas morrem nos Estados Unidos - um dos países com a população mais armada do mundo - por disparos de arma de fogo, uma cifra que abrange suicídios, homicídios, acidentes e tiroteios nos quais participou a polícia.

Texas em particular tem sido cenário de tiroteios que comoveram a opinião pública e agitado ainda mais o debate sobre o direito, consagrado pela segunda emenda da Constituição dos Estados Unidos, a portar armas.

Em 3 de agosto, um homem entrou uma loja da Walmart e abriu fogo usando um fuzil AK-47 em El Paso, Texas. Deixou um saldo de 22 pessoas mortas. Em 5 de novembro de 2017, um homem matou 25 fiéis e feriu outros 20 que participavam de uma missa em uma igreja batista na comunidade rural de Sutherland Springs, Texas.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Na Itália, bebe-se cerveja grátis enquanto os padres leem a Bíblia em um bar.Pode Isso?


Na Itália, você pode beber cerveja grátis enquanto os padres leem a Bíblia em um bar.
Um brinde e amém!
De Luis Aranguren
Jesus Cristo transformou água em vinho, então beber cerveja enquanto ouve a sua palavra é um grande elogio.
Para o norte da Itália é o convento de Santa Maria Delle Grazie, um lugar onde os monges franciscanos fizeram uma sala de reuniões simples um lugar para beber cervejas. Mas não é só para beber, porque no Frei Pub eles lêem a Bíblia e têm discussões interessantes sobre religião.
Os responsáveis ​​pelo santuário citam Benjamin Franklin quando questionados sobre sua ideia particular. “A cerveja é a prova de que Deus nos ama e quer que sejamos felizes”, e é por isso que eles fazem cerveja artesanal oito vezes por ano.
Essas reuniões são geralmente frequentadas por pessoas de até 35 anos, a verdade é uma boa maneira de falar sobre Deus. Ao remover a seriedade e a etiqueta, eles tornam a noite muito mais agradável e as esposas agradecem, pois preferem que seus maridos bebam em uma igreja do que em qualquer bar.

O bar está aberto a partir das 9:30 da noite, ao entrar, os visitantes são informados sobre os temas a serem discutidos durante a noite e são informados sobre onde levar para encher seus frascos. Antes de fechar à meia-noite, fazem uma pequena catequese e agradecem a Deus por mais uma noite.

Toda a bebida dentro do lugar é incrível, tudo foi feito com madeira reciclada, tornando-se um lugar sustentável. Muitos jovens da cidade italiana participaram da construção.

A ideia era de Ivano Paccagnella, que chegou à cidade de Pádua e propôs essa ideia maravilhosa aos padres franciscanos. Eu queria que a palavra do Senhor alcançasse mais e mais pessoas e a cerveja fosse um ótimo ponto de encontro.

Monza Embora muitos critiquem essa ideia inovadora, o precursor deste bar diz que era uma prática comum entre os frades da antiguidade em Monza, que falava enquanto consumia o elixir feito por Deus . Até 190 jovens podem ser acomodados à noite e a única condição é participar, porque a sua ideia foi magnífica e a forma como todas as reservas foram abordadas é feita através de uma aplicação.
A igreja mostrou que procura abordar seus fiéis de maneira mais eficaz. O mundo evolui e a maneira como Deus alcança cada um de nós também.

terça-feira, 27 de março de 2018


O Crente Nominal
  • É o cristão de nome. A parece de vez em quando na Igreja, ou apenas aos domingos, se não houver coisas que consideram mais atraentes. Se diz cristão, mas não vivem como cristão.
  • O que se percebe em um cristão nominal é a falta de compromisso com Cristo. O que vemos, é uma emoção não espiritual quando comparecem na congregação.
  • Nunca se sente ferido pela Palavra. Não tem com primazia as coisas de Cristo. Conhecem a Cristo de nome, mas ainda não nasceram de novo.
  • Jesus disse: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está distante de mim; em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos humanos. Mt 15:8-9.
  • Muitos seguem a Cristo mas não querem servir. Apenas gostam dEle. Por simpatia, apegos a sinais ou milagres, por interesses alheios ao evangelho, para se ter uma religião e outros motivos meramente humanos se considera membros da Igreja.
                                                                                                                                                                      Na realidade, são membros da Igreja visível, ou da instituição, mas não são membros da Igreja como Corpo vivo de Cristo. O crente nominal tem uma falsa certeza da salvação, é ritualístico, acha-se merecedor da salvação.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Moons

VEJAM O ABSURDO DOS MOONS, Isso é demais, armas descarregadas, será que é por medo de não resistir a tentação e centar, centar mesmo e não sentar bala pra todo lado.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Ab Surdos, Cegos e Nús

Uivai, pastores, e clamai, e revolvei-vos na cinza, principais do rebanho, porque já se cumpriram os vossos dias para serdes mortos, e dispersos, e vós então caireis como um vaso precioso.
E não haverá refúgio para os pastores, nem salvamento para os principais do rebanho.
Jeremias 25:34-35

Pastores protestantes incentivam orações para que haja mais abortos

Um grupo de pastores protestantes liberais ligados à Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla IPPF, a maior empresa multinacional de abortos do mundo) comoveu os cristãos da Califórnia, EUA, ao lançar uma “campanha de oração” a favor do aborto e da sua milionária indústria.
O grupo Humboldt County Clergy for Choice, um comitê da IPPF em Eureka, Califórnia, lançou a iniciativa chamada “40 dias de oração e contemplação”, que começou em 18 de março e termina em 27 de abril para promover o aborto. A iniciativa protestante pró-aborto tem como objetivo ser o inverso da campanha “40 dias pela vida”, que anualmente reúne milhões de americanos em oração pelas mães e pelos bebês em gestação.
Pastores protestantes pedem orações para que haja mais abortos
Os organizadores estão divulgando um folheto sugerindo “intenções de oração” para cada um dos 40 dias.
O primeiro dia foi dedicado a “orar pelas mulheres para as quais uma gravidez não é uma boa notícia, para que saibam que elas têm a escolha de abortar”. No dia 36, a instrução é orar “pelas famílias que escolhem abortar, para que conheçam a bênção dessa escolha”. Em outros dias pedem orações para que as gestantes não deem atenção aos ativistas pró-vida, e orem pelos médicos aborteiros e para que os estudantes de medicina aprendam a realizar abortos.
No último dia pedem para que se faça uma oração de ação de graças e celebração porque “o aborto ainda é seguro e legal” nos EUA.
Com relação à iniciativa protestante pró-aborto, Shawn Carney, diretor e co-fundador da bem-sucedida campanha 40 Dias pela Vida, nos Estados Unidos, lamentou em declarações ao grupo ACI que esse grupo de protestantes use as pessoas “para orar para que mais abortos sejam feitos e para que as mulheres abortem mais”.
“Cada aborto acaba com a vida de um ser humano inocente, criado à imagem e semelhança de Deus. Temos que orar por coisas boas que vão gerar vida, não que pelas que vão tirar vidas”, comentou ele.
“Vimos a IPPF em diferentes anúncios através do país tentando burlar, de muitas formas, a campanha de 40 Dias pela Vida. Geralmente a chamam de 40 Dias de Perseguição ou 40 Dias de Intolerância”, indicou Carney, que também deplorou que as pessoas sejam manipuladas dessa forma.
Shawn Carney disse também ao grupo ACI que “a indústria do aborto está cheia de pessoas que têm mente, alma e coração. Por isso, vimos recentemente que 69 empregados de clínicas de abortos se converteram e deixaram seus empregos”.
Depois de recordar que o movimento pró-vida inclui muitas pessoas que no passado eram abortistas, Carney comentou que a campanha que ele lidera, desde o seu início, já salvou cerca de 6 mil bebês: “muitas das mães nos disseram que se levantaram naquela manhã pedindo a Deus um sinal e foram à clínica de aborto”.
Ver os ativistas pró-vida orando na frente das clínicas de abortos, disse ele, “foi esse sinal”.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os Dias São Muito Maus

Não te alegres, ó Israel, não exultes, como os povos; porque ao prostituir-te abandonaste o teu Deus; amaste a paga de meretriz  sobre todas as eiras de trigo.Oséias 9:1

Quando Deus chamou Abrao, ali estava iniciando a Igreja. Isso  mesmo com apenas uma pessoa. Dele surgiria  uma grande nação (Israel), mas ele falhou, dele surgiu Ismael e  Isac, que também falhou, surgindo de Esaú e Jacó. Dai sim, de Jacó surgiu as Doze Tribos que deu origem a grande Nação de Israel (Judeus), que também falhou. Pela desobediencia do povo de Deus, ele foi deixado de lado por um pouco de tempo, surgindo então a Igreja. Mas chegará um tempo em que Deus tratará com o povo Judeu. 

Hoje Deus está tratando com seu povo, a Igreja. Jesus, virá buscar a sua Igreja, não o povo Judeu. Um individuo Judeu que queira  ser raptado por Jesus, terá que se converter ao Cristianismo, assim como qualquer outra pessoa. Mas se ele quiser esperar o momento em que Deus tratará com eles (Judeus), talvez esse individuo não esteja mais aqui. 

Este vídeo abaixo, de produção da rede Globo, mostra que o seu povo, representado hoje pela Igreja, também está falhando, estão cometendo os mesmos erros que Israel cometeu. Mistura, prostituição, desobediencia, infidelidade, jugo desigual, idolatria. Quem é o povo de Deus ou quem é o deus desse povo? Muitos estão entrando no engano, que mudará suas vidas eternamente.




quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Igreja suspende frei que levou menor a motel

A Arquidiocese de Cuiabá, em Mato Grosso, divulgou nota ontem suspendendo o frei Erivan Messias da Silva, de 50 anos, preso em flagrante saindo de um motel com uma menor na segunda-feira, em Várzea Grande.

O religioso, das Paróquias Nossa Senhora de Guadalupe e Nossa Senhora Mãe dos Homens, já foi notificado sobre sua suspensão do exercício do ministério sacerdotal e sua destituição de pároco das duas localidades. De acordo com o comunicado, "diante dos fatos ocorridos com o frei Erivan .... manifestamos nossa consternação e repulsa pelo fato ocorrido com uma jovem de 16 anos".

"Os demais encaminhamentos serão conduzidos pelos superiores da Ordem/Congregação à qual pertence o frei", conclui a notificação. Segundo a Polícia civil, o frei franciscano já estava sendo investigado desde o ano passado por conta do relacionamento com a adolescente.

Bonde

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Eta Igreja Católica... Essa é boa...Fiéis posam nus para angariar fundos para igreja.

Fiéis posam nus para angariar fundos para igreja.

Será o Fim dos tempos?

Os moradores da cidade de Old Basing, na Inglaterra, decidiram fazer algo controverso para ajudar a igreja da cidade. Vários voluntários aceitaram ser fotografados sem roupa para um calendário que mostra-os em situações cotidianas, com0 partidas de futebol ou em atividades no seu local de trabalho.

O objetivo é arrecadar dinheiro com a venda dos calendários de 2011 e ajudar a igreja católica Saint Mary. O alvo inicial é quatro mil libras, que serão doados para a paróquia. O restante irá para uma instituição de caridade.


A fotógrafa e idealizadora do calendário, Laura Haystaff, disse que as sessões de fotos foram muito divertidas. Ela ficou muito satisfeita com os resultados.
Entre as pessoas fotografadas estão cabeleireiras, açougueiros, padeiros e jogadores do time amador local.

Laura (28) explica: “Eu queria levantar algum dinheiro para a igreja da cidade e também ajudar o fundo de assistência da Legião Real Britânica. Inicialmente procurei 13 organizações, esperando que a maioria deles fosse dizer não, mas só tive uma recusa. As pessoas estavam muito interessadas em ajudar dessa maneira.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhb2qGst_lUh5PG8dCTE4aC-oNaSwBmohOV1xFQu4P7ohfMW9TtRYJnU9KCzrGd32dRRf-VK6DsiWpcPL2Qf6CVq6TjQM_In3eFD68UMPwtcH29TYdoKk4m2eEXsHAhDOKjQfN238tDjdk/s1600/Pelados+fieis+3.jpgFiquei realmente surpresa com a vontade das pessoas de ficarem nuas para ajudar a caridade”.
Irene, uma aposentada, avó de seis crianças e que participou das fotos, afirmou ter gostado da experiência.

Ela explica: “Foi por uma causa muito boa, e nos divertimos fazendo as fotos. Não fiquei com vergonha e meu marido e filhos me apoiaram. Somos idosos, mas pensamos ‘por que não?’ Não é todo dia que podemos fazer algo assim. Certamente faria de novo”.
Graças a Deus não podemos generalizar.
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mãe se acorrenta a pilar de igreja em Campo Grande e diz que filho está sendo enganado pela instituição

Acorrentada em um dos portões da sede da Igreja Universal do Reino de Deus da Avenida Mato Grosso, uma mãe tenta convencer o filho de 17 anos a abandonar o "fanatismo".

Na tarde desta quinta-feira (13), S. F. M., 41 anos, protesta para que o adolescente deixe de ter o comportamento atual de descaso e julgamento para com a família que, segundo ela, passou a ter após ingressar na igreja.

S. argumenta que o filho vem sofrendo influências de pastores e, inclusive, tem deixado de ir à escola devido à sua devoção exacerbada. “Só saio daqui quando fizerem justiça”, diz.

Populares acionaram o 1º Batalhão da Polícia Militar, porém acabaram sendo dispensados pelo pastor que responde pela igreja, que alegou não haver necessidade da presença da polícia ali. A imprensa procurou a administração da instituição, mas ninguém quis se pronunciar.

Conforme S., o filho está na igreja há dois anos e meio. Desde então, passou a até vender as roupas para doar o dinheiro à igreja.

O rapaz é líder de um grupo jovem da instituição. S. tem outros dois filhos. Todos moram juntos numa casa no Centro, mas o filho estuda em um bairro na região do Lagoa, segundo ela. Ele teria começado a se comportar de forma fanática há cerca de 2 anos e meio, quando entrou para a igreja. Nesse período, o jovem teria vendido eletrodomésticos, roupas e calçados para poder pagar os dízimos que a instituição estaria pedindo.

Em outra ocasião, o fiho chegou a pedir a chave de uma das classes de sua escola para poder "pregar" aos colegas. Acabou sendo repreendido pela escola, conforme a mãe.

S. conta que é ex-pensionista do pai que era militar. Por enquanto, está desempregada.

Conforme ela mesma, em um momento “de desespero” em 18 de novembro, interrompeu um culto noturno na igreja para saber o que realmente estava acontecendo com o seu filho. Fez isso porque procurou diversos pastores e eles não a atendiam, afirma. Admitiu que errou e, foi levada à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) e lá teria sido agredida por um homem que se identificou como delegado de Polícia, além de esperar várias horas para ser liberada.

"Perguntava se estava presa e os policiais me diziam que eu estava detida, somente isso. Cheguei a ficar várias horas sem beber água também, só depois fui liberada". Meses depois, segundo ela, após ter o carro roubado e ir procurar a Delegacia para formular boletim de ocorrências, descobriu que estava fichada na Polícia.




Mãe mostra psicoscópio, aparelho que, segundo teriam lhe contado, seria para medir grau de possessão espiritual nas pessoas
Foto: Deurico/Capital News

Aparelho para medir possessão

S. afirma que o filho pode estar usando em outros adolescentes um aparelho denominado psicoscópio, que serviria para medição do grau de possessão em alguma pessoa. Ela conta que ouviu falar disso e que o filho, por ser um dos líderes do grupo de jovens, poderia ter acesso ao suposto equipamento. O equipamento teria sido dado pela igreja. "Depois que conversei com outras pessoas, fiquei sabendo que a igreja estaria usando um aparelho chamado psicoscópio. E que esse aparelho era dado para cada líder da Força Jovem. O meu filho é líder da Força Jovem. Esse aparelho mostra se a pessoa está ou não possuída."

Além do aparelho, S. diz que o filho está usando um óleo ungido pela igreja e passando nas partes íntimas. O motivo, de acordo com ela, seria para deixar de ter desejos carnais. "Para mim, isso é óleo de cozinha, mas, meu filho está usando. Se funciona ou não funciona, não sei, mas, meu filho está usando."

Aparentemente, ela demonstra estar bem de saúde. Ela também não aparenta ter problemas mentais.

Ela permanece esperando o filho, que, segundo ela, deve ir à igreja no fim da tarde.(matéria modificada às 16:15 para acréscimo de informações)


Ela mostra óleo que o filho usaria enganado pela igreja; utilização seria para diminuir desejos sexuais
Foto: Deurico/Capital News

Por: Marcelo Eduardo e Jefferson Gonçalves – (www.capitalnews.com.br)

Capitalnews

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Morte na Igreja

O austríaco Gunther Link, um católico devoto de 45 anos, escapou da morte quando ficou preso em um elevador. Em seguida, foi a uma igreja agradecer a Deus, mas o altar de pedra caiu sobre ele e o matou, segundo o jornal britânico “Telegraph”.

O caso ocorreu na Igreja Weinhaus, em Viena, capital austríaca. Link teve morte instantânea, segundo o jornal.

“Ele era um homem muito religioso, ficou assustado quando ficou preso no elevador e rezou para se livrar”, disse Roman Hahslinger, porta-voz da polícia.

“Pouco depois, ele saiu do elevador e foi direto à igreja para agradecer”, disse o policial. “Ele aparentemente abraçou um pilar de pedra em que o altar estava apoiado, e o altar caiu sobre ele, matando-o na hora.”

O corpo de Link foi encontrado por paroquianos que chegaram à igreja no dia seguinte para assistir a uma missa.

As impressões digitais da vítima foram encontradas no altar. O caso vai ser investigado.

Fonte

sábado, 18 de julho de 2009

Casamento/Divorcio - Se está acontecendo lá, pode esperar que chegará por aqui em breve...


Casamentos que a Igreja anulou.

"Não separe o homem o que Deus uniu." É esta a frase que remata o rito do casamento católico. Apesar de não reconhecer o divórcio, por considerar que, à luz da fé, a união entre marido e mulher é indissolúvel, a Igreja Católica admite que alguns casamentos não são válidos. Porque algo falhou: a vontade, a capacidade para cumprir os seus requisitos ou os propósitos da união. Para conferir nulidade a um casamento, o caso é analisado num tribunal eclesiástico, é moroso, sigiloso. E delicado, pois envolve a intimidade do casal. O DN foi conhecer três vidas assim. Uma das pessoas já voltou a casar e tem família. Porque, diz a Igreja, o seu primeiro casamento nunca aconteceu

Rita traz Joana pela mão e um sorriso rasgado no rosto. A barriga ainda discreta que se adivinha por baixo da camisa de Verão prova que a família está a alargar-se e, à menina de dois anos, virá juntar-se em breve um irmão. Foi com este projecto de família e de união para a vida inteira que Rita e João se comprometeram em Março deste ano. Na hora do casamento, lembra Rita, "tive a convicção de que estava a fazer algo para o resto da vida". Como prevê a Igreja Católica, a selar um contrato com Deus, não anulável, e resumido na expressão com que o padre remata o rito: "Não separe o homem o que Deus uniu."

Para poder receber o sacramento do matrimónio, no qual os católicos crêem que Deus valida de forma indissolúvel a união do casal, Rita teve de provar que o mesmo gesto que fizera sete anos antes não fora válido. Que o seu primeiro casamento realizado na Igreja, com Daniel, foi nulo, porque não assentou nos ideais- -base do matrimónio cristão: casar para toda a vida e constituir família. Através de um tribunal eclesiástico, que analisou o caso ao longo de vários meses, ficou demonstrado que o contrato estava, à partida, viciado. Apesar de na altura ter pronunciado as mesmas palavras de amor eterno, interiormente, Rita nunca quisera assumir uma relação para sempre. Nem tão- -pouco desejara ter filhos.

A Igreja não reconhece o divórcio, considerando o compromisso assumido entre homem e mulher o reflexo da relação de Deus com o homem, que é indissolúvel, eterna e geradora de vida. Mas através dos processos de nulidade matrimonial, que correm em tribunais específicos das dioceses, e cada vez com maior frequência, admite que muitos casamentos não são válidos. Não existiram, pois uma das partes não estava em condições de dizer o "sim". À luz do direito canónico, há várias causas de nulidade, que encaixam nestas ideias gerais: um dos dois não casou por vontade própria, não possuía capacidades psíquicas para assumir o compromisso, ou excluiu à partida um dos princípios basilares da união.
"Eu disse sempre que não queria ter filhos. Mas ele pensava que eu ia mudar de ideias", recorda Rita, advogada de 31 anos, recuando ao ano em que conheceu Daniel, o rapaz giro e bem-disposto com quem casaria após um ano de namoro. "Nem sei bem porquê. Talvez por ser nova e ter um feeling que aquilo não seria para sempre. E que, se tivesse filhos, se tornaria irreversível. O que me prendia para a vida, eu rejeitava", explica. Tinha 24 anos e uma educação religiosa, mas a vida espiritual ficara para trás, no colégio de freiras.

Por sua culpa, diz, casaram na igreja, embora ele nem fosse baptizado. "Achava que tinha de ser assim. E ele baptizou-se para me fazer a vontade. Não foi uma decisão madura. Foi uma experiência", conta, lembrando que nem teve noção das implicações da decisão. "Não demorei a perceber que tinha feito asneira…" A questão dos filhos tornou-se uma guerra. "Ele queria, eu não. O tempo só veio acentuar as diferenças." Atrás desta reticência vieram inseguranças e ciúmes. Ao fim de três anos de enorme desgaste e sofrimento para ambos, ganhou coragem. "Fiz a mala e fui para casa da minha mãe. Sabia que estava a dar um passo atrás para dar dois em frente", diz, sublinhando que esta já foi uma atitude ponderada, pois não queria separar-se "com a mesma leviandade" com que casou.

Só mais tarde, quando conheceu João, católico fervoroso, Rita tomou consciência do que, à luz da fé, significava ser divorciada. "Foi muito difícil de gerir. Os valores dele estavam de pernas para o ar, ao ponto de ter de escolher entre mim e a religião", recorda Rita, que, pela mão do novo namorado, se reaproximava agora da Igreja. Foi num retiro, onde foi parar sem saber bem como, que se iniciou a conversão. "A brincar, dizia que eram os amigos da hóstia. Mas a verdade é que renovei o que parecia perdido. Fui a surpresa desse encontro, um milagre, dizem", recorda, sorrindo.
Ao padre que orientava o retiro, desbobinou a história da sua vida, e este falou-lhe da hipótese de o seu casamento ser nulo. "O João ficou contente, pois assim eu poderia voltar a casar. Embora tudo isto não fosse o maior orgulho da vida dele…" A ideia ganhou consistência e um dia decidiu ir ao Patriarcado de Lisboa, de onde trouxe um inquérito para reflexão. "Fui para casa e escrevi 30 páginas com a história toda." Daí foi extraído o libelo, o documento que dá entrada do processo no tribunal. "Como sou advogada, tratei de tudo", diz Rita, que durante esse período fez uma especialização em direito canónico.

Antes que o ex-marido fosse notificado pelo Tribunal de Viseu, onde acabou por vir a correr o caso, Rita contou-lhe a sua intenção. "Não gostou muito da ideia, mas colaborou. No depoimento disse que para ele o casamento era para sempre. E que eu é que não o tinha respeitado", afirma, reconhecendo que as suas palavras duras até lhe foram favoráveis, pois comprovaram que a união estava viciada. Além de Daniel e Rita, foram ouvidas testemunhas que confirmaram o estado de espírito na altura do casamento: a exclusão dos filhos por parte dela e a imaturidade. Outra pessoa testemunhou a mudança radical na forma de encarar o casamento e o desejo de constituir família.

Prova disso foi o nascimento da filha, ainda antes de sair a sentença. E a vida religiosa, praticada agora com devoção. Ansiosos pela confirmação da decisão, Rita e João não casaram a 28 de Dezembro, dia da Sagrada Família, como tanto desejavam. Fizeram-no dois meses e meio depois. Com a igreja cheia e três padres no altar.

Alda nunca pensou repetir o gesto realizado há mais de 40 anos na Igreja do Algueirão, em Sintra, apesar de ter tido mais cinco maridos depois de Toni. Com quatro dos quais chegou mesmo a casar, não pela Igreja, apesar de a nulidade do seu primeiro matrimónio ter sido confirmada poucos anos após a separação. "O casamento é uma coisa íntima que não tem de ser sacramentalizada", afirma hoje, aos 62 anos, sem espécie de dúvida sobre o assunto.

Na altura, "casei porque era assim que as coisas se passavam. Só se não se gostasse nada é que não se casava. Era normal. Havia um medo reverencial e as meninas eram muito obedientes", explica Alda Cravo Saúde, jornalista e poeta, rindo. A história remonta a 1963 e a Luanda, onde, então menina de 18 anos, Alda namorava Manuel, com quem já tinha casamento marcado. Quinze dias antes, uma fatalidade alterou o destino. "Ele ia sempre lá a casa ao final do dia. Nesse dia não apareceu. Liguei para a base e, dois dias depois, soube que o avião onde viajava fora abatido", recorda, ainda com memória desse trágico dia. O desgosto foi enorme. "O mundo desabou em cima de mim."

Viúva antes de o ser, e findo o sétimo ano escolar, Alda regressou a Portugal. Por trazer coisas de Manecas, como era tratado Manuel, entre as quais os documentos de um carro velho, Alda e os pais encontraram-se com a família do falecido noivo. Toni era irmão de Manecas e foi nesse encontro em que o conheceu que também lhe escutou uma enigmática frase: "Disse--me que eu era a única memória do Manecas. E que talvez um dia viéssemos a conversar."

Alda era ainda uma menina à guarda dos pais e, sem se dar conta, Toni passou a ser visita da casa. "Quando descobri, estava a namorar, e, seis meses depois, pronta para casar", recorda, exibindo a fotografia a preto e branco, onde aparece vestida de noiva.

"Nunca fui de estereótipos. Já na altura se percebia isso", conta, lembrando as reticências que pôs em vestir-se de noiva a rigor. Pouco tempo após casar, já estava farta de responsabilidades como arrumar a casa ou servir o jantar à sogra. A estas reclamações, Toni respondia: "Isso é verdura."

Foi ela a primeira a reconhecer a precipitação do casamento e a querer "ir à vida". "Queria sair do quintal e não acabar como os meus pais que, depois do trabalho, chegavam a casa, calçavam as pantufas e iam para a cama", recorda, com um brilho nos olhos carregados pela pintura negra. Tinham passado três anos e Toni concordou que cada um devia seguir o seu caminho. Mas como para voltar a casar queria que fosse pela Igreja, dados os antecedentes de seminarista, tratou do processo de nulidade no Patriarcado, onde tinha relações privilegiadas.

Do processo em si, Alda pouco se recorda. Apenas que a chamaram a depor num ambiente constrangedor. "Era uma sala de audiências como num tribunal, com um Cristo enorme. Os juízes tinham um ar sinistro, fizeram-me sentir altamente culpada." À pergunta sobre porque casara feita pelo tribunal, respondeu com a vontade dos pais. Toni, na mesma linha, justificou com dramatismo: "A mãe tinha tido um AVC quando soube da morte do filho. Ele disse que casou comigo para não lhe dar mais um desgosto. E porque, para ela, a única memória viva do Manecas era eu."

Ainda hoje, Alda não sabe se terá sido essa a motivação, mas a questão também não a preocupa. A nulidade foi sustentada no medo reverencial em relação aos pais. Uma sentença que, para ser validada, os obrigou ainda a ir a Roma, onde, perante um representante do Papa Paulo VI, voltaram a expor os factos.

De volta ao estado anterior ao casamento, solteira, Alda passou novamente a casada. Não sem antes ter sido mãe de Sílvia, sua única filha, fruto da relação com um homem com o qual, curiosamente, nunca casou. Do terceiro casamento desfez-se rapidamente, seguindo para a Índia, onde voltaria a casar com um professor de música, segundo o rito hindu. A quinta cerimónia de casamento foi na Argélia, com um tuaregue, numa viagem que acabou por se estender por quatro meses.

Após mais um relacionamento conturbado, do qual prefere não falar, Alda apostou em força na carreira de jornalista e de escritora, passando pela famosa "Crónica Feminina", e contando agora várias obras publicadas. Hoje, aos 62 anos, mantém a jovialidade que lhe adivinhamos do antigamente. Estado civil: comprometida.
Aos 33 anos, Cristina já viu o seu estado civil de casada transformar-se em divorciada. Mas, para a Igreja, ainda continua casada. Porque o seu processo de nulidade ainda corre, prefere resguardar-se num nome fictício. Embora acredite que não será difícil provar que nos cinco meses em que esteve casada, em 1999, não houve sequer casamento.

António, o ex-marido, nunca se comprometeu realmente com uma união para a vida inteira, diz Cristina. E quando o verbalizou na igreja já tinha dúvidas de que o quisesse fazer, acrescenta. "Hoje, acho que ele casou só porque não me queria decepcionar, nem aos pais", conta, responsabilizando-se também pela sua "ingenuidade" que não lhe permitiu ver isso, nem que o marido andava cada vez mais "ausente".

O namoro de quatro anos não lhe deixou dúvidas nem preocupações. "Para mim estava tudo bem. Parecia-me que ele queria casar, mesmo não sendo católico." Cristina sempre foi ligada à fé, andou na catequese, no grupo de jovens e ia à missa com regularidade. Do curso de preparação para o matrimónio que fizeram antes de casar diz não retirado grande novidade, pois tudo o que lá ouviu já sabia.

O facto de António não a acompanhar na prática religiosa, nem sequer se ter envolvido na preparação do casamento, não lhe causou preocupação. "Nem fomos juntos marcar a data, tive de ir com a minha mãe. Se fosse hoje, acharia isto estranho... Mas estava tão entusiasmada que me distraí", reconhece. Hoje, Cristina interpreta este esquivar e a desculpa frequente do trabalho como uma dificuldade em assumir o compromisso. "Acho que ele já estava com dúvidas. E o facto de não se envolver, inconscientemente, era uma forma de não avançar."

Mas avançou e no dia do casamento há até quem diga que "ela estava mais feliz do que ele". Cristina não confirma. Mas diz que se aplicou ao máximo nas tarefas domésticas, e em agradar ao marido, que teimava em trabalhar demais. "Estava demasiado preocupada com a nova rotina. Hoje, acho que até fui um bocado chata a impor regras na casa", confessa. "Ele não me parecia bem. Eu perguntava-lhe o que se passava e ele dizia que era cansaço. Eu achava que era só uma fase e que tudo iria melhorar."

A fase terminou no dia em que António disse já não gostar dela como pensava. Aos cinco meses, tudo desabou. Ainda nessa noite, Cristina confirmou através do telemóvel do marido o porquê das suas ausências e da desculpa constante do trabalho. "Liguei para aquele número e confirmei que era uma mulher…", conta, sublinhando a frustração que sentiu nesse momento.

Assim que se separaram, Cristina disse que ia pedir a nulidade, pois, sendo crente, queria ter a possibilidade de reconstruir a vida. Mas só cinco anos depois, e após a conversa com um padre, deu entrada com o processo no tribunal eclesiástico. Na base da prova que vai tentar fazer está uma conversa sigilosa entre António e uma amiga, logo após a separação, a quem este confirmou as dúvidas em relação ao casamento e a falta de coragem para o travar. Se esse testemunho for validado pelo tribunal, poderá ficar provado que o contrato estava, à partida, viciado. E que pode ser nulo.

Cristina sabe que a traição não provará a nulidade, pois ao tribunal cabe avaliar as condições em que ambos estavam na altura de dizer o sim e não tanto o que ocorreu depois. O parecer da psicóloga que acompanhou António após o divórcio ajudará a comprovar um distúrbio psicossocial agudo. Até lá, resta esperar.


D.N.