
sexta-feira, 24 de abril de 2020
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Brasil e mais 9 países saem de acordo pró-aborto da ONU


sexta-feira, 4 de outubro de 2019
“A alma entra no feto após 49 dias, através da glândula pineal”, diz cientista
Será? Vejamos:
Então, abortar antes dos 49 dias é tranquilo sem peso nenhum, sem culpa? Então antes dos 49 dias o embrião não tem vida? Observe:Pelo que sabemos já na terceira semana, já se constata a circulação sanguina entre as celulas em desenvolvimento do embrião. No vigésimo quinto dia o coração já bombeia o sangue, ou seja, há vida. Nidação, ao lado, é quando o embrião, que tem entre 5 e 6 dias de vida, se acomoda na parede do útero;
A alma, vida, está no sangue, e o sangue, é o primeiro sinal para a formação de um ser. Lv 17:11
Vejamos. Corpo, pó, Alma vida, Sangue vida, oxigênio e espírito;
Adão era somente corpo formado do pó da terra.
Então Deus soprou o folego da vida nas narinas de Adão e ele se tornou alma vivente, era somente corpo sem vida. Gn 2:7
Então a alma é a vida do corpo. Sem alma o corpo esta morto.
A vida da carne está no sangue. Lv 17:11-14
Nisso, sendo Deus Espírito, Jo 4:24, e Adão sendo feito semelhante a Deus, Adão era corpo, alma e espírito.
O filho de Adão, Sete, era a semelhança de Adão, era igual a Adão. Isso, por causa do sangue de Adão. Gn 5:3
Lembra? E de UM SÓ SANGUE fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra. At 17:26.
Este sangue já estava completo, continha a vida.
Lembre-se alma é vida, e a vida está no sangue. O sopro que deu a vida a Adão, foi a vida que soprada até os pulmões que foi distribuída pelo sangue para todo o corpo. Então a vida está no sangue.
Então toda descendência de Adão, contem o primeiro sangue que é a alma, que é a vida.
Ainda falta o espírito.
O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus porque não tem o espírito para se comunicar.
É impossível para o homem somente de corpo e alma, saber as coisas de Deus pela simples razão de que tais coisas têm a ver com o espírito, "elas se discernem espiritualmente". 1 Co 2:14
Gn 2:16-17
“E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: “De toda árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
Mas se Adão viveu 930 anos, o que foi que morreu no dia em que comeu do fruto?
Adão era corpo, alma e espírito, e seu corpo morreu muitos anos após o dia que ele comeu, então o que foi que morreu, o que se perdeu?
Deus não se contradiz, se Ele disse que alguém ia morrer é porque ia mesmo.
Na verdade foi a morte do espírito que Deus havia colocado em Adão.
E foi esse espírito que foi restaurado no dia de Pentecostes, onde o Espírito Santo tornou-se disponível, de forma que hoje podemos, se escolhermos, conectar o nosso espírito restaurado com o Espírito Santo de Deus, isso depois de crermos em Jesus Cristo, assim, somos novamente corpo, alma e espírito.
A razão porque Deus equipou Adão com espírito, foi para que pudesse comunicar com Adão e sua descendência.
Com o pecado, esse plano foi adiado até o pentecoste, ocasião em que foi restaurado e habilitado para que o homem decida e faça sua escolha.
Nós, agora, depois de crermos no Senhor Jesus Cristo e em Sua ressurreição, e compreender o dom do espírito santo, não somos mais somente corpo e alma, mas corpo, alma e espírito.
Essa é a razão porque então Paulo, em 1 Tessalonicenses 5:23 diz:
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo."
PV Ad
sábado, 24 de março de 2018
Principais causas de morte nos Estados Unidos - Arma de Fogo?
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Aborto
Obviamente, o governo tem sua culpa na agenda de gênero. Mas há outros culpados, mais por ignorância do que por maldade.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Ab Surdos, Cegos e Nús
Uivai, pastores, e clamai, e revolvei-vos na cinza, principais do rebanho, porque já se cumpriram os vossos dias para serdes mortos, e dispersos, e vós então caireis como um vaso precioso.
E não haverá refúgio para os pastores, nem salvamento para os principais do rebanho.
Jeremias 25:34-35
Pastores protestantes incentivam orações para que haja mais abortos
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| Pastores protestantes pedem orações para que haja mais abortos |
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Vida e morte nas decisões e opiniões - 180 graus.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Médicos indicam aborto, mas casal se recusa e menina sobrevive
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O melhor ginecologista
Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
O médico então perguntou:
- Muito bem.. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
-Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é crime.
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há a menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no ventre materno.
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!
**Se gostou, repasse. Juntos podemos salvar uma vida!**
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Aborto, é muita falta de sentimentos e desamor pela vida
A constatação implica que um bebê pode experimentar sentimentos como a alegria e a dor muito mais cedo do que se pensava anteriormente.
Essa constatação, contribui para que médicos e ativistas solicite baixar o limite do aborto que é de 24 semanas.
Esta varredura é de uma gravidez de 17 semanas onde o feto solta um belo sorriso.
Eles alegam que, nesse estágio o feto já pode sentir dor agonizante e, portanto, o procedimento de aborto é desumano.
Muitos especialistas contestam essas afirmações, no entanto, dizer que um feto é, naturalmente, sedado e inconsciente no útero não faz nenhum sentido.
O professor Stuart Campbell, que tirou a foto em sua clínica de Londres com 3-D e 4-D, equipamentos de digitalização, disse que não demonstra necessariamente que o feto tinha sentimentos, mas certamente exibe um comportamento humano.
"Esta é uma expressão de alegria da humanidade do feto. Eu tenho visto um feto fazer uma cara de choro em torno de 18 ou 19 semanas, mas não um belo sorriso como esse.
Eric Jauniaux, professor de obstetrícia e medicina fetal da University College London, disse: "Não há emoção ou sentimento neste momento. A evidência de dor e sentimento é a partir de 24 ou 28 semanas.
"Com 17 semanas a conexão entre o cérebro e o resto do corpo é muito limitado."
segunda-feira, 16 de março de 2009
Aborto na perspectiva da IGREJA EVANGÉLICA DE CONFISSÃO LUTERANA NO BRASIL - IECLB
Carta Pastoral da Presidência, da Pastora e dos Pastores Sinodais da IECLB
1. Como chegar a discernimentos éticos responsáveis? Trata-se de pergunta crucial nesses tempos em que a capacidade de distinguir entre bem e mal, direito e dever está definhada. Em situações consideradas normais e corriqueiras, isso pode parecer um processo simples. Bastaria seguir o bom senso, aquilo que a maioria das pessoas entenderia como a decisão correta, como atitude “de bem”. De fato, embora haja peculiaridades culturais que apontam para uma diversidade de comportamentos aceitáveis, também há uma ampla coincidência em valores básicos de conduta, nas mais diferentes culturas.
2. Contudo, a vida não é tão simples assim. Há situações limítrofes que desafiam a nossa capacidade de realizar o bem, de preservar a vida e sua dignidade. Nos últimos dias, a sociedade brasileira ficou chocada com a notícia de uma criança que, violentada sexualmente por seu padrasto desde os seis anos de idade, teve, com apenas nove anos, uma gravidez de gêmeos, cujo prosseguimento colocaria sua vida em sério risco. Nas circunstâncias de estupro e risco de vida para a mãe a interrupção da gravidez é permitida pela lei brasileira. No caso em pauta, estavam dadas ambas as condições.
3. É conhecido que a teologia oficial católica apostólica romana não prevê nem admite exceção ao direito de que a vida em gestação se desenvolva. A interrupção da gravidez é entendida como equivalente a homicídio deliberado. Por conseguinte, a autoridade eclesiástica católica anunciou – e defendeu a decisão de público com veemência –, a excomunhão da mãe da criança grávida, que autorizara o aborto, e da equipe médica que o efetuou, pena prevista no direito canônico católico. O caso ganhou as manchetes da imprensa nacional e internacional.
4. A IECLB tem sido perguntada se compartilha a posição católica ou qual seria seu posicionamento. De fato, entre a cristandade, não há consenso em relação ao discernimento ético. Mas é importante clarear precisamente onde se encontram as diferenças. Dizer que uns são a favor do aborto e outros são contra seria uma simplificação grosseira. O quinto mandamento – Não matarás – tem validade para uns e outros. Devemos adiantar também que, no caso da IECLB, temos excelentes relações de diálogo e cooperação bilateral católico-luterana em muitas áreas. Não há por que não reconhecer que a Igreja Católica tem seguido, com coerência, sua convicção baseada no critério da defesa incondicional da vida, desde seu primórdio até seu fim natural.
5. Há, porém, como é óbvio, diferenças entre nossas igrejas, tanto de ordem teológica, quanto de organização eclesiástica, mas também em concepções relativas ao discernimento ético das pessoas cristãs.
6. Antes de mais nada, chamemos a atenção para algumas preliminares: não há no âmbito de igrejas evangélicas protestantes um magistério que tenha a prerrogativa de estabelecer normas éticas que deveriam ser seguidas por todos os fiéis. Nem poderia haver. Na tradição da Reforma protestante essas igrejas não (re)conhecem uma instância eclesiástica autoritativa, muito menos infalível, em questões morais, mas seus pastores e pastoras têm a responsabilidade de, baseados na Bíblia e seus valores evangélicos, orientar as pessoas implicadas ao discernimento ético, fortalecendo-as a tomarem, simultaneamente em liberdade e responsabilidade suas próprias decisões diante de Deus.
7. Assim, não é de surpreender que se encontre no âmbito das igrejas evangélicas protestantes uma grande variedade de posicionamentos, inclusive dentro delas próprias. Naturalmente, repetimos, a orientação é que os fiéis busquem o discernimento ético a partir de critérios teológicos baseados na Escritura. No entanto, em casos limítrofes, de grande complexidade, é compreensível que haja posições diferentes e, por vezes, aparentemente antagônicas. Assim, há no interior das igrejas evangélicas não poucas pessoas – teólogos, pastores e pessoas leigas – que defendem o mesmo posicionamento expresso pela igreja católica. Mas não poucas pessoas e instâncias eclesiais divergem, com base em argumentos teológicos de peso.
8. O ponto crucial de divergência consiste em que a teologia protestante, pelo menos aquela que poderíamos chamar de tradicional ou histórica, toma estritamente a sério que há, em nossa vida e suas relações, uma tensão inevitável entre a vontade original e última de Deus para com sua criação e todas as suas criaturas e a presença efetiva do mal nas relações humanas e sua história. Não há como se colocar fora ou acima dessa tensão.
9. Sendo assim, nunca se darão situações “totalmente puras”; sempre haverá a ambigüidade da condição humana e da realidade histórica. Todo ser humano é criatura de Deus e a ele destinada; mas todo ser humano também vive distante de Deus na condição de ser pecador. Pela graça de Deus o ser humano pode ser justificado – e o é exclusivamente por essa graça –, acolhe esse pronunciamento misericordioso de Deus em fé. Desta forma e em consequência é também chamado a uma nova vida, de amor a Deus e ao próximo. Mesmo assim, enquanto viver, não escapa à sua condição de pecador e será sempre de novo carente do perdão divino.
10. Partilhando inevitavelmente dessa condição, o ser humano com frequência se vê confrontado com situações em que o discernimento ético não terá a seu dispor a opção perfeita, sequer uma opção boa. Inclusive, teologicamente, não há nessas situações opção sem pecado. A escolha deverá recair então naquela alternativa que, a melhor juízo, preserve os valores da dignidade humana e sirva à vida, em plena consciência de que também esta opção poderá estar infringindo esses valores em certa medida. A responsabilidade ética cristã não é uma grandeza que possa ser assumida de forma romântica e automática. Antes, é uma decisão extraordinariamente difícil que deverá ser pesada e tomada diante de Deus, em oração e sempre confiando em sua graça.
11. Sim, é convicção dessa teologia que Deus, em sua graça, pode até mesmo acolher, em situações limítrofes, opções carregadas de mal – pois o aborto certamente não é um bem –, como expressão de um servir responsável ao próximo em necessidade.
12. Essa teologia concorda que a legislação brasileira contemple a possibilidade de interrupção da gravidez em casos de estupro ou risco de vida para a mãe. Essa teologia, contudo, não define esse desfecho como norma moral geral, pois estaria igualmente desrespeitando o critério de que a decisão deva ser tomada pelas pessoas implicadas, em responsabilidade própria.
13. No caso específico, houve, na origem, atos criminosos de violência sexual contra uma criança, de parte de seu padrasto, que obviamente deve ser submetido aos rigores da lei penal brasileira. No entanto, o seu julgamento deve considerar um contexto maior de violência que existe na sociedade em geral e provocar não apenas a ira e a vontade de vingança, mas suscitar um debate maior sobre a realidade que hoje experimentamos. Ademais, enquanto criatura de Deus, ele está também sob o juízo desse mesmo Deus que, em seus desígnios misericordiosos, pode transformar também sua vida.
14. Atenção preponderante é devida à criança que é, indubitavelmente, vítima dessa violência, carecerá por longo tempo de todo apoio médico, psicológico e espiritual que lhe possa ser prestado, para se desenvolver livre de culpas. Nunca é demais enfatizar a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente em todas as suas implicações.
15. Também a equipe médica, que, atenta aos riscos inerentes à gravidez da criança e devidamente autorizada, efetuou o procedimento, é merecedora não de juízos morais que sobrecarreguem suas consciências, mas de conforto espiritual em sua própria angústia, um conforto que por muito mais razões deve ser estendido irrestritamente à mãe da criança que autorizou a interrupção da gravidez em sua filha. Mãe e filha experimentaram, cada qual a seu modo, uma tragédia. Contudo, também em meio à tragédia, e especialmente ali, há a necessidade da solidariedade humana e a possibilidade da graça divina.



















