Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
Mostrando postagens com marcador aborto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aborto. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Brasil e mais 9 países saem de acordo pró-aborto da ONU



Conferência fala sobre medidas de controle populacional Foto: EFE/Edwin Álvarez Toro controle populacional falava em “direitos sexuais e reprodutivos”

Nesta quinta-feira (14), dez países se desligaram do acordo da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, que pede controle populacional. Uma das medidas do documento é a manutenção de “direitos sexuais e reprodutivos”, que permitiria o aborto.PUBLICIDADE
Os Estados Unidos foram o primeiro país a se manifestar contra o tratado.
– Não há um direito internacional ao aborto. Na verdade, as leis internacionais dizem, de forma clara, que todo mundo tem direito à vida – defendeu a representante dos Estados Unidos, Valeria Huber.
As dez nações então assinaram um manifesto comum que rejeita “referências a documentos internacionais com termos e expressões ambíguas, tais como direitos sexuais e reprodutivos, que não têm um consenso internacional”




Conferência fala sobre medidas de controle populacional Foto: EFE/Edwin Álvarez Toro

Os países são: Brasil, Estados Unidos, Hungria, Polônia, Belarus, Egito, Senegal, Uganda, Haiti e a ilha caribenha Santa Lúcia. Entre as críticas está a recusa em apoiar o que consideram “uma educação sexual que não consegue manter os pais envolvidos e promove o aborto como uma forma de planejamento familiar”.
A Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento promove uma cúpula nesta semana em Nairóbi, no Quênia. Muitos temas abordados desde terça-feira causaram controvérsia com grupos ultraconservadores e religiosos.
Eles envolvem a igualdade de gênero, o direito ao aborto, os direitos sexuais das pessoas com necessidades especiais, o planejamento familiar, a violência machista, entre outros
Pleno.News

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

“A alma entra no feto após 49 dias, através da glândula pineal”, diz cientista

“A alma entra no feto após 49 dias, através da glândula pineal”, diz cientista. Veja a Matéria Aqui.

Será? Vejamos:

Então, abortar antes dos 49 dias é tranquilo sem peso nenhum, sem culpa? Então antes dos 49 dias o embrião não tem vida? Observe:

Pelo que sabemos já na terceira semana, já se constata a circulação sanguina entre as celulas em desenvolvimento do embrião. No vigésimo quinto dia o coração já bombeia o sangue, ou seja, há vida. Nidação, ao lado, é quando o embrião, que tem entre 5 e 6 dias de vida, se acomoda na parede do útero;


A alma, vida, está no sangue, e o sangue, é o primeiro sinal para a formação de um ser. Lv 17:11

Vejamos. Corpo, pó, Alma vida, Sangue vida, oxigênio e espírito;


Adão era somente corpo formado do pó da terra.
Então Deus soprou o folego da vida nas narinas de Adão e ele se tornou alma vivente, era somente corpo sem vida. Gn 2:7

Então a alma é a vida do corpo. Sem alma o corpo esta morto.
A vida da carne está no sangue. Lv 17:11-14

Nisso, sendo Deus Espírito, Jo 4:24, e Adão sendo feito semelhante a Deus, Adão era corpo, alma e espírito.

O filho de Adão, Sete, era a semelhança de Adão, era igual a Adão. Isso, por causa do sangue de Adão. Gn 5:3

Lembra? E de UM SÓ SANGUE fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra. At 17:26. 

Este sangue já estava completo, continha a vida.

Lembre-se alma é vida, e a vida está no sangue. O sopro que deu a vida a Adão, foi a vida que soprada até os pulmões que foi distribuída pelo sangue para todo o corpo. Então a vida está no sangue.

Então toda descendência de Adão, contem o primeiro sangue que é a alma, que é a vida.

Ainda falta o espírito.

O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus porque não tem o espírito para se comunicar.
É impossível para o homem somente de corpo e alma, saber as coisas de Deus pela simples razão de que tais coisas têm a ver com o espírito, "elas se discernem espiritualmente". 1 Co 2:14

Gn 2:16-17
“E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: “De toda árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.

Mas se Adão viveu 930 anos, o que foi que morreu no dia em que comeu do fruto?
Adão era corpo, alma e espírito, e seu corpo morreu muitos anos após o dia que ele comeu, então o que foi que morreu, o que se perdeu?

Deus não se contradiz, se Ele disse que alguém ia morrer é porque ia mesmo.

Na verdade foi a morte do espírito que Deus havia colocado em Adão.

E foi esse espírito que foi restaurado no dia de Pentecostes, onde o Espírito Santo tornou-se disponível, de forma que hoje podemos, se escolhermos, conectar o nosso espírito restaurado com o Espírito Santo de Deus, isso depois de crermos em Jesus Cristo, assim, somos novamente corpo, alma e espírito.

A razão porque Deus equipou Adão com espírito, foi para que pudesse comunicar com Adão e sua descendência.

Com o pecado, esse plano foi adiado até o pentecoste, ocasião em que foi restaurado e habilitado para que o homem decida e faça sua escolha.

Nós, agora, depois de crermos no Senhor Jesus Cristo e em Sua ressurreição, e compreender o dom do espírito santo, não somos mais somente corpo e alma, mas corpo, alma e espírito.

Essa é a razão porque então Paulo, em 1 Tessalonicenses 5:23 diz:

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo."

PV Ad

sábado, 24 de março de 2018

Principais causas de morte nos Estados Unidos - Arma de Fogo?

PA esquerda tem obsessão por impor o desarmamento na população civil, como se armas de fogo fossem a principal causa de morte. Mas as estatísticas oficiais nos EUA indicam que os esquerdistas estão errados. A principal causa de assassinato nos EUA é de longe o aborto provocado, que é totalmente protegido por esquerdistas com várias leis absurdas. Enquanto a função da arma de defesa é proteger vidas contra criminosos armados, a função do aborto legal é matar vidas inocentes.
O aborto legal, protegido por esquerdistas, provoca mais de 600 mil assassinatos por ano. Armas de fogo nas mãos de criminosos provocam apenas 12 mil assassinatos por ano, e não estão entre as principais causas de mortes. Mas se os cidadãos americanos fossem desarmados, como quer a esquerda, o número de assassinatos aumentaria drasticamente, como mostra o mau exemplo do Brasil, onde políticas desarmamentistas dominam historicamente, e o resultado previsível é mais de 60 mil assassinatos por ano.
Tenho certeza de que se o desarmamentismo for aprovado nos EUA, a violência armada se tornará uma das principais causas de morte nos EUA, porque os criminosos terão o monopólio das armas, como acontece no Brasil católico.
Principais causas de morte nos Estados Unidos (a menos que indicado, todos os dados se referem a 2015), com base nos dados oficiais dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), uma agência federal dos EUA que é o principal instituto nacional de saúde pública dos Estados Unidos.
* Abortos legalmente provocados: 652.639 (2014) mortes. Isso é cerca de 2.000 mortes por dia.
* Doença do coração: 633.842
* Câncer: 595.930
* Fumar cigarros: 480.000 mortes por ano, inclusive mais de 41.000 mortes resultantes de exposição ao fumo passivo. Isso representa uma em cada cinco mortes anualmente, ou 1.300 mortes por dia.
* Erros médicos: 250.000 mortes por ano (Johns Hopkins Medicine).
* Doenças respiratórias crônicas: 155.041
* Acidentes (ferimentos involuntários): 146.571
* Derrame cerebral (doenças cerebrovasculares): 140.323
* Doença de Alzheimer: 110.561
* Álcool: 88.000
* Diabetes: 79.535
* Infecção hospitalar: 75.000 mortes (2014).
* Overdose de drogas: 63.600 (2016).
* Gripe e pneumonia: 57.062
* Nefrite, síndrome nefrótica e nefrose: 49.959
* Automutilação intencional (suicídio): 44.193
* Homicídios por armas de fogo: 12.979

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Aborto

Toda vez que uma mulher casada compra um produto contraceptivo muito provavelmente ela está financiando a IPPF (Federação Internacional de Planejamento Familiar) e seu horrendo trabalho de contracepção, aborto e educação sexual, inclusive a agenda de gênero. Ela se torna financiadora dessa agenda maligna. Ela se torna culpada por ignorância.

Obviamente, o governo tem sua culpa na agenda de gênero. Mas há outros culpados, mais por ignorância do que por maldade.

A maior entidade de planejamento familiar do mundo, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla IPPF), é a maior promotora mundial de contracepção, aborto e educação sexual, inclusive a agenda de gênero. A IPPF é culpada por maldade.
A IPPF está por trás da legalização do aborto em vários países, inclusive nos EUA.
A IPPF ajudou a financiar a invenção da pílula anticoncepcional, que tem também função micro-abortiva.
A IPPF foi fundada pela ocultista americana Margaret Sanger.
O melhor livro sobre a IPPF e suas origens tenebrosas foi escrito pelo pastor presbiteriano George Grant. O título é: “Grand Illusions: The Legacy of Planned Parenthood” (Grandes Ilusões: O Legado do Planejamento Familiar). Recomendo esse livro porque eu o li pela primeira vez há 22 anos. Desde então, eu o reli várias vezes. Para comprá-lo em inglês, clique aqui.
Hoje, as grandes empresas farmacêuticas que vendem produtos contraceptivos destinam parte de seus lucros para vários grupos de controle populacional, especialmente a IPPF, como gratidão pelo trabalho que essa entidade faz alastrando o planejamento familiar no mundo inteiro.
Resumo: toda vez que uma mulher casada compra um produto contraceptivo muito provavelmente ela está financiando a IPPF e seu horrendo trabalho de contracepção, aborto e educação sexual, inclusive a agenda de gênero. Ela se torna financiadora dessa agenda maligna. Ela se torna culpada por ignorância.
Mas agora que você não mais está inocente sobre a realidade, o que você fará?
Você continuará a financiar a ideologia de gênero?
Fonte: Julio Severo

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Ab Surdos, Cegos e Nús

Uivai, pastores, e clamai, e revolvei-vos na cinza, principais do rebanho, porque já se cumpriram os vossos dias para serdes mortos, e dispersos, e vós então caireis como um vaso precioso.
E não haverá refúgio para os pastores, nem salvamento para os principais do rebanho.
Jeremias 25:34-35

Pastores protestantes incentivam orações para que haja mais abortos

Um grupo de pastores protestantes liberais ligados à Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla IPPF, a maior empresa multinacional de abortos do mundo) comoveu os cristãos da Califórnia, EUA, ao lançar uma “campanha de oração” a favor do aborto e da sua milionária indústria.
O grupo Humboldt County Clergy for Choice, um comitê da IPPF em Eureka, Califórnia, lançou a iniciativa chamada “40 dias de oração e contemplação”, que começou em 18 de março e termina em 27 de abril para promover o aborto. A iniciativa protestante pró-aborto tem como objetivo ser o inverso da campanha “40 dias pela vida”, que anualmente reúne milhões de americanos em oração pelas mães e pelos bebês em gestação.
Pastores protestantes pedem orações para que haja mais abortos
Os organizadores estão divulgando um folheto sugerindo “intenções de oração” para cada um dos 40 dias.
O primeiro dia foi dedicado a “orar pelas mulheres para as quais uma gravidez não é uma boa notícia, para que saibam que elas têm a escolha de abortar”. No dia 36, a instrução é orar “pelas famílias que escolhem abortar, para que conheçam a bênção dessa escolha”. Em outros dias pedem orações para que as gestantes não deem atenção aos ativistas pró-vida, e orem pelos médicos aborteiros e para que os estudantes de medicina aprendam a realizar abortos.
No último dia pedem para que se faça uma oração de ação de graças e celebração porque “o aborto ainda é seguro e legal” nos EUA.
Com relação à iniciativa protestante pró-aborto, Shawn Carney, diretor e co-fundador da bem-sucedida campanha 40 Dias pela Vida, nos Estados Unidos, lamentou em declarações ao grupo ACI que esse grupo de protestantes use as pessoas “para orar para que mais abortos sejam feitos e para que as mulheres abortem mais”.
“Cada aborto acaba com a vida de um ser humano inocente, criado à imagem e semelhança de Deus. Temos que orar por coisas boas que vão gerar vida, não que pelas que vão tirar vidas”, comentou ele.
“Vimos a IPPF em diferentes anúncios através do país tentando burlar, de muitas formas, a campanha de 40 Dias pela Vida. Geralmente a chamam de 40 Dias de Perseguição ou 40 Dias de Intolerância”, indicou Carney, que também deplorou que as pessoas sejam manipuladas dessa forma.
Shawn Carney disse também ao grupo ACI que “a indústria do aborto está cheia de pessoas que têm mente, alma e coração. Por isso, vimos recentemente que 69 empregados de clínicas de abortos se converteram e deixaram seus empregos”.
Depois de recordar que o movimento pró-vida inclui muitas pessoas que no passado eram abortistas, Carney comentou que a campanha que ele lidera, desde o seu início, já salvou cerca de 6 mil bebês: “muitas das mães nos disseram que se levantaram naquela manhã pedindo a Deus um sinal e foram à clínica de aborto”.
Ver os ativistas pró-vida orando na frente das clínicas de abortos, disse ele, “foi esse sinal”.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vida e morte nas decisões e opiniões - 180 graus.

O documentário pró-vida de 33 minutos tem uma abertura com cenas perturbantes de vários jovens que não conseguem reconhecer Adolf Hitler, uma ignorância que o autor e entrevistador Ray Comfort liga à aceitação generalizada do moderno Holocausto: o aborto legalizado. Enquanto jovens adultos que são entrevistados no filme são forçados a conectar a matança legalizada de judeus com o fato de que a sociedade está aceitando a matança de bebês em gestação, eles são vistos mudando de opinião, passando a se opor ao aborto.
“Assistir ao 180 é como andar na montanha-russa — uma experiência que provoca emoções —, pois assistimos pessoas se contorcendo enquanto são colocadas num dilema moral com perguntas do tipo ‘se enterraríamos judeus vivos (algo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial), sob a ponta de um revólver nazista’”, disse Comfort. “O filme testa o caráter para mostrar o quanto as pessoas valorizam a vida humana. Ficar ignorante do que é possivelmente a parte mais sombria da história humana inevitavelmente resultará na desvalorização da vida, e uma repetição do Holocausto”.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Médicos indicam aborto, mas casal se recusa e menina sobrevive

Com 19 meses, a inglesa Charley-Marie surpreendeu especialistas ao sobreviver mesmo com tumor no coração




Quando a inglesa Heather Skinner's estava com cerca de 21 semanas de gravidez, os médicos a aconselharam a interromper a gestação, pois dificilmente a menina, que já tinha ganhado o nome de Charley-Marie, sobreviveria. Por meio de exames, os especialistas descobriam que havia um tumor na parte esquerda do coração da garota, o que fazia com que o fluxo sanguíneo fosse prejudicado, noticiou o jornal britânico Daily Mail. Porém, Heather e o marido, Andy, decidiram que iriam ter a filha, pois preferiam que, se fosse mesmo o caso, a menina morresse naturalmente a induzir um aborto.

Mesmo com a decisão, os médicos disseram para o casal iniciar os preparativos para o funeral. Eles ainda tiveram de contar aos outros cinco filhos que eles provavelmente não teriam mais uma irmãzinha. Heather disse ao jornal que quando soube da notícia, ela e o marido ficaram em um quarto do hospital e a única coisa que conseguiam fazer era chorar. Já em casa, contaram com o apoio de uma parteira que os ajudaria a lidar com o inevitável.

“Todos os dias eu me perguntava se ela ainda estava viva dentro de mim”, contou Healther. Mas, contra todas as probabilidades, Charley-Marie surpreendeu os médicos e sobreviveu. Ela nasceu em janeiro do ano passado, três semanas antes do previsto. Imediatamente após o nascimento, a garota foi levada para a UTI do hospital para que fossem realizados exames no seu coração. O tumor ainda estava lá, contudo, de alguma forma, o coração da menina encontrou uma maneira de bombear o sangue.

As primeiros 48 horas de vida de Charley-Marie foram críticas e família ficou sem saber o que aconteceria. Mas três dias após o nascimento, ela foi autorizada a ir para casa com os pais. A família, que esperava pelo pior, sequer tinha preparado o enxoval do bebê. “Não tínhamos nem comprado roupas para ela, apenas um cobertor que seria usado em seu enterro”, contou Andy ao jornal.

Apesar da alegria inicial, os médicos novamente foram taxativos: a menina não sobreviveria ao primeiro aniversário. Com 5 meses, ela foi diagnosticada com esclerose tuberosa, uma doença rara que causa tumores benignos em órgãos vitais. Não há cura e os especialistas disseram que uma cirurgia não adiantaria.

Mais uma vez contrariando as expectativas, Charley-Marie teve, sim, sua festa de aniversário de 1 aninho, com direito à família reunida e fogos de artifício. Hoje, aos 19 meses, a menina se comporta com qualquer criança de sua idade, segundo a mãe. “Os médicos não tem ideia do que vai acontecer com o coração dela. E nós apenas esperamos pelo melhor”, afirmou.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O melhor ginecologista


Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
O médico então perguntou:

- Muito bem.. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
-Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...

A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é crime.
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há a menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no ventre materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!
**Se gostou, repasse. Juntos podemos salvar uma vida!**



Via: E-mail


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Aborto, é muita falta de sentimentos e desamor pela vida

Com um sorriso radiante, este é o pequeno rosto de um feto apenas 17 semanas de idade.

A constatação implica que um bebê pode experimentar sentimentos como a alegria e a dor muito mais cedo do que se pensava anteriormente.

Essa constatação, contribui para que médicos e ativistas solicite baixar o limite do aborto que é de 24 semanas.

<span class=

Esta varredura é de uma gravidez de 17 semanas onde o feto solta um belo sorriso.

Eles alegam que, nesse estágio o feto já pode sentir dor agonizante e, portanto, o procedimento de aborto é desumano.

Muitos especialistas contestam essas afirmações, no entanto, dizer que um feto é, naturalmente, sedado e inconsciente no útero não faz nenhum sentido.

O professor Stuart Campbell, que tirou a foto em sua clínica de Londres com 3-D e 4-D, equipamentos de digitalização, disse que não demonstra necessariamente que o feto tinha sentimentos, mas certamente exibe um comportamento humano.

Pais orgulhosos: <span class=
Pais orgulhosos: Louise e Sam Henry

"Esta é uma expressão de alegria da humanidade do feto. Eu tenho visto um feto fazer uma cara de choro em torno de 18 ou 19 semanas, mas não um belo sorriso como esse.

Eric Jauniaux, professor de obstetrícia e medicina fetal da University College London, disse: "Não há emoção ou sentimento neste momento. A evidência de dor e sentimento é a partir de 24 ou 28 semanas.

"Com 17 semanas a conexão entre o cérebro e o resto do corpo é muito limitado."

Notícia Completa Aqui
Contador de acessos

segunda-feira, 16 de março de 2009

Aborto na perspectiva da IGREJA EVANGÉLICA DE CONFISSÃO LUTERANA NO BRASIL - IECLB


Discernimento ético – uma perspectiva evangélica de confissão luterana

Carta Pastoral da Presidência, da Pastora e dos Pastores Sinodais da IECLB

1. Como chegar a discernimentos éticos responsáveis? Trata-se de pergunta crucial nesses tempos em que a capacidade de distinguir entre bem e mal, direito e dever está definhada. Em situações consideradas normais e corriqueiras, isso pode parecer um processo simples. Bastaria seguir o bom senso, aquilo que a maioria das pessoas entenderia como a decisão correta, como atitude “de bem”. De fato, embora haja peculiaridades culturais que apontam para uma diversidade de comportamentos aceitáveis, também há uma ampla coincidência em valores básicos de conduta, nas mais diferentes culturas.

2. Contudo, a vida não é tão simples assim. Há situações limítrofes que desafiam a nossa capacidade de realizar o bem, de preservar a vida e sua dignidade. Nos últimos dias, a sociedade brasileira ficou chocada com a notícia de uma criança que, violentada sexualmente por seu padrasto desde os seis anos de idade, teve, com apenas nove anos, uma gravidez de gêmeos, cujo prosseguimento colocaria sua vida em sério risco. Nas circunstâncias de estupro e risco de vida para a mãe a interrupção da gravidez é permitida pela lei brasileira. No caso em pauta, estavam dadas ambas as condições.

3. É conhecido que a teologia oficial católica apostólica romana não prevê nem admite exceção ao direito de que a vida em gestação se desenvolva. A interrupção da gravidez é entendida como equivalente a homicídio deliberado. Por conseguinte, a autoridade eclesiástica católica anunciou – e defendeu a decisão de público com veemência –, a excomunhão da mãe da criança grávida, que autorizara o aborto, e da equipe médica que o efetuou, pena prevista no direito canônico católico. O caso ganhou as manchetes da imprensa nacional e internacional.

4. A IECLB tem sido perguntada se compartilha a posição católica ou qual seria seu posicionamento. De fato, entre a cristandade, não há consenso em relação ao discernimento ético. Mas é importante clarear precisamente onde se encontram as diferenças. Dizer que uns são a favor do aborto e outros são contra seria uma simplificação grosseira. O quinto mandamento – Não matarás – tem validade para uns e outros. Devemos adiantar também que, no caso da IECLB, temos excelentes relações de diálogo e cooperação bilateral católico-luterana em muitas áreas. Não há por que não reconhecer que a Igreja Católica tem seguido, com coerência, sua convicção baseada no critério da defesa incondicional da vida, desde seu primórdio até seu fim natural.

5. Há, porém, como é óbvio, diferenças entre nossas igrejas, tanto de ordem teológica, quanto de organização eclesiástica, mas também em concepções relativas ao discernimento ético das pessoas cristãs.

6. Antes de mais nada, chamemos a atenção para algumas preliminares: não há no âmbito de igrejas evangélicas protestantes um magistério que tenha a prerrogativa de estabelecer normas éticas que deveriam ser seguidas por todos os fiéis. Nem poderia haver. Na tradição da Reforma protestante essas igrejas não (re)conhecem uma instância eclesiástica autoritativa, muito menos infalível, em questões morais, mas seus pastores e pastoras têm a responsabilidade de, baseados na Bíblia e seus valores evangélicos, orientar as pessoas implicadas ao discernimento ético, fortalecendo-as a tomarem, simultaneamente em liberdade e responsabilidade suas próprias decisões diante de Deus.

7. Assim, não é de surpreender que se encontre no âmbito das igrejas evangélicas protestantes uma grande variedade de posicionamentos, inclusive dentro delas próprias. Naturalmente, repetimos, a orientação é que os fiéis busquem o discernimento ético a partir de critérios teológicos baseados na Escritura. No entanto, em casos limítrofes, de grande complexidade, é compreensível que haja posições diferentes e, por vezes, aparentemente antagônicas. Assim, há no interior das igrejas evangélicas não poucas pessoas – teólogos, pastores e pessoas leigas – que defendem o mesmo posicionamento expresso pela igreja católica. Mas não poucas pessoas e instâncias eclesiais divergem, com base em argumentos teológicos de peso.

8. O ponto crucial de divergência consiste em que a teologia protestante, pelo menos aquela que poderíamos chamar de tradicional ou histórica, toma estritamente a sério que há, em nossa vida e suas relações, uma tensão inevitável entre a vontade original e última de Deus para com sua criação e todas as suas criaturas e a presença efetiva do mal nas relações humanas e sua história. Não há como se colocar fora ou acima dessa tensão.

9. Sendo assim, nunca se darão situações “totalmente puras”; sempre haverá a ambigüidade da condição humana e da realidade histórica. Todo ser humano é criatura de Deus e a ele destinada; mas todo ser humano também vive distante de Deus na condição de ser pecador. Pela graça de Deus o ser humano pode ser justificado – e o é exclusivamente por essa graça –, acolhe esse pronunciamento misericordioso de Deus em . Desta forma e em consequência é também chamado a uma nova vida, de amor a Deus e ao próximo. Mesmo assim, enquanto viver, não escapa à sua condição de pecador e será sempre de novo carente do perdão divino.

10. Partilhando inevitavelmente dessa condição, o ser humano com frequência se vê confrontado com situações em que o discernimento ético não terá a seu dispor a opção perfeita, sequer uma opção boa. Inclusive, teologicamente, não há nessas situações opção sem pecado. A escolha deverá recair então naquela alternativa que, a melhor juízo, preserve os valores da dignidade humana e sirva à vida, em plena consciência de que também esta opção poderá estar infringindo esses valores em certa medida. A responsabilidade ética cristã não é uma grandeza que possa ser assumida de forma romântica e automática. Antes, é uma decisão extraordinariamente difícil que deverá ser pesada e tomada diante de Deus, em oração e sempre confiando em sua graça.

11. Sim, é convicção dessa teologia que Deus, em sua graça, pode até mesmo acolher, em situações limítrofes, opções carregadas de mal – pois o aborto certamente não é um bem –, como expressão de um servir responsável ao próximo em necessidade.

12. Essa teologia concorda que a legislação brasileira contemple a possibilidade de interrupção da gravidez em casos de estupro ou risco de vida para a mãe. Essa teologia, contudo, não define esse desfecho como norma moral geral, pois estaria igualmente desrespeitando o critério de que a decisão deva ser tomada pelas pessoas implicadas, em responsabilidade própria.

13. No caso específico, houve, na origem, atos criminosos de violência sexual contra uma criança, de parte de seu padrasto, que obviamente deve ser submetido aos rigores da lei penal brasileira. No entanto, o seu julgamento deve considerar um contexto maior de violência que existe na sociedade em geral e provocar não apenas a ira e a vontade de vingança, mas suscitar um debate maior sobre a realidade que hoje experimentamos. Ademais, enquanto criatura de Deus, ele está também sob o juízo desse mesmo Deus que, em seus desígnios misericordiosos, pode transformar também sua vida.

14. Atenção preponderante é devida à criança que é, indubitavelmente, vítima dessa violência, carecerá por longo tempo de todo apoio médico, psicológico e espiritual que lhe possa ser prestado, para se desenvolver livre de culpas. Nunca é demais enfatizar a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente em todas as suas implicações.

15. Também a equipe médica, que, atenta aos riscos inerentes à gravidez da criança e devidamente autorizada, efetuou o procedimento, é merecedora não de juízos morais que sobrecarreguem suas consciências, mas de conforto espiritual em sua própria angústia, um conforto que por muito mais razões deve ser estendido irrestritamente à mãe da criança que autorizou a interrupção da gravidez em sua filha. Mãe e filha experimentaram, cada qual a seu modo, uma tragédia. Contudo, também em meio à tragédia, e especialmente ali, há a necessidade da solidariedade humana e a possibilidade da graça divina.

Walter Altmann
Pastor Presidente

Fonte