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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

É preciso PERDOAR: ciência confirma ligação da mágoa com infarto

É preciso dizer: "Eu te perdoo". A conclusão é da Medicina e da Psicologia que, juntas, começam a comprovar que o corpo reage negativamente a sensações como o ressentimento e a raiva. Os infartos, por exemplo, são associados, em alguns casos, a pessoas que não conseguem perdoar. 
Enquanto isso, o perdão tem sido visto como a possibilidade de viver melhor e com mais saúde. Uma questão não apenas subjetiva, mas que faz parte do campo da saúde. 
A atenção da ciência em relação ao assunto ganhou força nos últimos 15 anos. Os exames mais modernos de imagem como os eletromagnéticos começaram a medir com mais precisão a reação do cérebro e, consequentemente, do coração a situações de estresse similares ao perdão. 
É do cérebro que partem estímulos nervosos para o coração e o resto do corpo. 
A Psicologia, principalmente depois do advento da Psicanálise, em 1920, sempre se interessou pelos processos inconscientes e subjetivos dos seres humanos.  
Em uma mesa do 40º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), em junho deste ano, a psicanalista Suzana Avezum apresentou uma pesquisa que mostra relação entre o enfarte agudo do miocárdio, quando a circulação de sangue para uma parte do coração é interrompida, e a dificuldade em perdoar. 
A pesquisadora entrevistou 130 pacientes que enfartaram, de 2016 a 2018, e encontrou maior incidência do problema entre aqueles que diziam ter dificuldade para perdoar.  Segundo a Secretaria de Saúda da Bahia (Sesab), neste ano, 2,8 mil pessoas foram internadas depois de sofrerem infarto do miocárdio. Não é possível determinar a causa direta de cada infarto. 
Na Bahia, o tema do perdão na saúde é tratado diretamente por médicos desde 2017, Foi quando surgiu o chamado Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular (Genca), ligado à Sociedade Brasileira de Cardiologia na Bahia. São 14 médicos dedicados no estado.
"Estamos num momento muito aberto uma Medicina um pouco diferente, sem tanta medicação, mas mais sutil, peculiar do ser humano", explica Lucélia Magalhães, cardiologista coordenadora nacional do Genca.   
Até agora, descobertas comprovam, e explicam, como o ato de perdoar age bioquimicamente a ponto de fazer bem ao coração.  
Como o corpo reage 
Todas as situações traumáticas ficam, de alguma forma, registradas no corpo. No corpo, perdoar significa diminuir a quantidade de hormônios de estresse e de desgaste emocional como o cortisol , explica Lucélia,  
É quando a mágoa deixa de ser exclusivamente subjetiva e passa a ser passível de observação, física, palpável. Não há estudos que deem conta dos efeitos medicinais do perdão no corpo de quem o  recebe. Mas quem estuda o perdão está certo de efeitos positivos para ambos.
"Em alguém com raiva crônica, o cérebro fica modificado. Conseguimos ver, com marcadores cintilográficos [método de diagnóstico por imagem] alterações", explica.   
As lesões no coração podem ser causadas justamente nesse processo de alterações que levam a um aumento da frequência cardíaca e até a um processo de inflamação do endotélio, a parte mais interna do coração. 
A médica afirma que os estudos já conseguem apontar possíveis relações entre o câncer e sentimentos como a mágoa, a partir da produção excessiva do hormônio cortisol. Não há, no entanto, nenhum consenso científico sobre essa relação. 
Por enquanto, relata a cardiologista e psicoterapeuta Rosário von Flach, a ciência já atesta que qualquer momento estressante eleva a frequência cardíaca. 
São chamados de momentos estressantes qualquer episódio em que o corpo se vê obrigado a dar um resposta rápida a uma situação. É o que acontece, por exemplo, quando a mente recebe a notícia de uma  traição. 
Se os batimentos cardíacos são mais fortes, é porque o coração está sendo requisitado além da conta, pontua a médica. Outro ponto é que, na resposta a esse estresse, o corpo pode iniciar um processo inflamatório, que é uma resposta natural do corpo a uma possível desregulação interna ou externa como alterações de níveis de hormônios ou lesões físicas.
“O processo que leva ao infarto é justamente a formação de placas interna no endotélio”, ressalta.
O perdão é a possibilidade de deixar de reviver traumas e, com isso, ativar sensações e dores passadas. O ciclo de ativar substâncias danosas, então, é rompido. Não por isso, perdoar significa esquecer. 
Quando falam de perdão, as especialistas também falam de um processo de ressignificação de um trama. E não adianta ser apenas da boca para fora, pois o corpo não pode ser enganado.
“Um dia, algo que tem importância, perde sua força. Quando falo de esquecer, eu falo disso”, ressalta Von Flach.
Mas como perdoar?  
A Medicina já possui um vocabulário próprio para falar do perdão. Aquele que perdoa, por exemplo, é chamado de "magoado", e o outro a quem se destina o perdão, de "objeto". Para medir a disposição para o perdão, geralmente são aplicados questionários que supõem situações hipotéticas nas quais os pacientes precisam se colocar. 
"Medir, diretamente, não conseguimos, porque é uma coisa muito subjetiva. Mas costumamos perguntar: em tal situação, você seria capaz de perdoar?", explica o doutor em Cardiologia Luiz Ritt e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.  
Um momento traumático é registrado pelo corpo e o ressentimento - o ato de sentir de novo - traz à tona sensações passadas. Se a pessoa não conseguir ressignificar o sentimento, haverá um dano no corpo toda as vezes em quea pessoarelembrar um trauma passado. Isso porque as lembranças reativarão os mesmo processos bioquímicos, como a liberação de hormônios, como a situação fosse revivida.  
Embora seja possível comprovar que o perdão é curativo, não há receita de bolo, nem tempo específico, para perdoar. A médica Rosário Von Flach sugere momentos de busca pelo perdão. 
Primeiro, é preciso admitir que o sofrimento existe. Também é necessário dar espaço à vazão de sentimentos que aparecerão, como raiva e ódio. E compreender a humanidade do outro. Se quem magoou é humano, é esperado que erros sejam cometidos - falhas que são, inclusive, recíprocas. Nessa lógica, ninguém é vítima, ninguém é algoz.
O resultado é que quem errou começa a ser colocado numa posição de "educador".
“Quando colocamos aquele que nos agrediu como nosso mestre, porque todo trauma nos ensina, passamos a honrá-lo como nosso mestre”.
Se, até agora, você ainda acha que o perdão é impossível, vale dizer que os traumas, na verdade, são nossas primeiras experiências de vida.  O primeiro grande trauma sofrido é o próprio nascimento, quando somos lançados a força do único mundo conhecido a um universo completamente novo. 
“É uma situação traumática gravíssima. Você  lembra? Eu não. Mas o que foi difícil, depois de sermos bem recebidas, alimentadas, tudo aquilo fica como uma memória traumática que não reativa“, diz a médica. Então, se o nascimento pode ser perdoado, atesta a ciência, tudo pode. 
'Achavam que falar de perdão não era ciência'
Quando, há 10 anos, começou a se interessar pelo tema do perdão, a cardiologista Lucélia Magalhães lembra que, em todo Brasil, eram apenas ela e outros seis médicos. A comunidade médica acreditava que aquilo sequer era ciência. 
“Lá dentro, havia um debate que aquilo não era ciência, mas provamos que é ciência, é baseado em estudos. Achavam que falar de perdão não era ciência", lembra a médica. 
Os seis médicos, ao longo dos anos, viraram 930 - quantidade de médicos cadastrados no Genca Brasil. Se antes, também era escassas as produções científicas, entre cinco e seis no ano, hoje, a média anual é mais que o triplo.  
O assunto do perdão faz parte de um tópico chamado de "espiritualidade" pela Medicina. A espiritualidade, explica o cardiologista Luiz Ritt, é compreendida não sob o ponto de vista religioso, mas como “conjunto de valores morais, mentais e emocionais que norteiam pensamentos, comportamentos e atitudes nas circunstâncias da vida de relacionamento inter e intrapessoal”. 
Neste ano, a Sociedade de Cardiologia lançou uma diretriz especifica espiritualidade e saúde. O documento sugere que os médicos perguntem de modo aberto sobre os valores dos pacientes, por exemplo. 
Hoje, em Salvador, duas faculdades de Medicina têm matérias específicas sobre espiritualidade, segundo Lucélia Magalhães - a Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e o Centro Universitário UFTC. 
Em agosto de 2017, quando o Genca Bahia foi lançado, em média 240 pessoas se reuniam para discutir questões mais subjetivas ligadas à Medicina.
"Só tende a crescer. Tínhamos que começar com embasamento científico, se não, não conseguiríamos sobreviver", opina Lucélia. 
O doutor em cardiologia Luiz Ritt afirma que ainda não é padrão, nos hospitais, levantar a rotina psicológica do paciente, como ele se relaciona nos momentos de raiva, do que ele sente raiva, se ele é capaz de perdoar. 
A incorporação das demandas ditas espirituais nas consultas depende, no entanto, de cada médico. E das próprias demandas dos pacientes, opina Ritt, que cada vez mais solicitam abordagens mais pessoais e subjetivas. “As pesquisas, nesse sentido, são mais recentes. Acho que estamos num processo de difundir mais esse conhecimento”, finaliza.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Haja Coração - Israel - Medicina



Israel provou (mais uma vez) que está 2 passos à frente de outros países rumo à Nova Era da Medicina.
Recentemente, em uma das matérias mais lidas da StartSe, uma startup israelense afirmou ter encontrado a cura do câncer, e foi assunto no mundo inteiro.
Essa semana, a Universidade de Tel Aviv deu mais um grande passo capaz de mudar o rumo da medicina tradicional.
Pela primeira vez, um coração inteiro foi criado em uma impressora 3D com tecido humano.
Tecidos, vasos sanguíneos, ventrículos e câmaras foram criados com perfeição no experimento.
Esse experimento pode ser comemorado por solucionar ao mesmo tempo três grandes problemas atuais:
  1. Ajudar a combater a maior causa de mortes no planeta, segundo a Organização Mundial da Saúde, que são as doenças cardiovasculares;
  2. Reduzir a quase zero o número de pacientes que sofrem rejeição de órgãos transplantados; e
  3. Criar uma alternativa ao baixo número de doadores de órgãos, resultado de muitas mortes de pacientes que ficam nas filas de espera.
O coração do experimento é do tamanho do de um coelho, por causa das limitações  do modelo atual de impressão 3D.
Mas a tecnologia utilizada já é o suficiente para criar corações humanos.
O líder do projeto, Professor Tal Advir, afirmou que "talvez em 10 anos, haja impressoras de órgãos nos melhores hospitais do mundo, e esses procedimentos serão conduzidos rotineiramente".
O próximo passo agora é fazer os corações impressos se comportarem como os reais. As células atualmente têm capacidade de se contrair, mas ainda não bombeiam sangue, como o órgão real.
Os pesquisadores acreditam que, dentro de 1 ano, já serão capazes de realizar transplantes de corações criados em impressoras 3D em animais. Dando mais um passo importante na evolução da medicina tradicional.
Confira abaixo a criação de um desses corações e veja o Futuro da Medicina sendo criado diante dos seus olhos.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Cardiologista indica dois sinais para detectar doenças cardíacas

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Cardiologista intervencionista. Doutor em cardiologia pela USP; Atendimento: Clinmed (65) 30559353, IOCI (65) 30387000 e Espaço Piu Vita (65)30567800
As doenças cardíacas geralmente se desenvolvem com o tempo. Você pode ter sinais ou sintomas precoces muito antes de ter problemas cardíacos graves. Ou, você pode não perceber que está desenvolvendo uma doença cardíaca. Os sinais de alerta de doença cardíaca podem não ser óbvios. Além disso, nem todas as pessoas têm os mesmos sintomas.

Certos sintomas, como dor no peito, inchaço no tornozelo e falta de ar, podem ser sinais de que algo está errado. Aprender os sinais de alerta pode ajudá-lo a receber tratamento e evitar um ataque cardíaco ou derrame.


1- Dor torácica


Dor no peito é desconforto ou dor que você sente ao longo da frente do corpo, entre o

pescoço e a parte superior do abdômen. Existem muitas causas de dor no peito que não têm nada a ver com o coração.

Mas a dor no peito ainda é o sintoma mais comum de fluxo sanguíneo inadequado para o coração ou ataque cardíaco.  Este tipo de dor no peito é chamado angina.


A dor no peito pode ocorrer quando o coração não está recebendo sangue ou oxigênio suficiente. A quantidade e o tipo de dor podem variar de pessoa para pessoa. A intensidade da dor nem sempre está relacionada à gravidade do problema.

Algumas pessoas podem sentir uma dor esmagadora, enquanto outras sentem apenas um leve desconforto. Seu peito pode parecer pesado ou como se alguém estivesse apertando seu coração. Você também pode sentir uma dor aguda e ardente no peito. Você pode sentir a dor sob o esterno (no esterno) ou no pescoço, braços, estômago, mandíbula ou parte superior das costas.

A dor no peito causada pela angina geralmente ocorre com atividade ou emoção e desaparece com o repouso ou com um medicamento chamado nitroglicerina. Má indigestão também pode causar dor no peito. Mulheres, idosos e pessoas com diabetes podem ter pouca ou nenhuma dor no peito.  Eles são mais propensos a ter outros sintomas além da dor no peito, como:

Fadiga
Falta de ar
Fraqueza geral
Alteração da cor da pele ou palidez acinzentada (episódios de alteração na cor da pele associados à fraqueza)

Outros sintomas de um ataque cardíaco podem incluir:
Ansiedade extrema
Desmaio ou perda de consciência
Tonturas ou tonturas
Náusea ou vômito
Palpitações (sentindo que seu coração está batendo muito rápido ou irregularmente)
Falta de ar
Sudorese, que pode ser muito pesada

A maioria de nós sabiamente pensa em "ataque cardíaco" quando alguém tem dor no peito. Mais de 1 milhão de pessoas sofrem um ataque cardíaco a cada ano.

Aqui estão algumas informações adicionais que você deve saber sobre ataques cardíacos:

Ataques cardíacos podem ser complicados. Embora seja incomum, nem todo mundo que está tendo um ataque cardíaco tem dor no peito. As mulheres podem sentir falta de ar, fadiga, fraqueza repentina que se assemelha à gripe. Diabéticos e idosos podem sentir-se mal, tonto ou fraco.  Eles podem estar com falta de ar.

A dor no peito pode vir de um dos outros órgãos do seu peito,que não o coração.  De fato, para cerca de 25% das pessoas com dor no peito, a fonte não é o coração.  A fonte pode ser seus pulmões, esôfago, diafragma (o músculo que atrai ar para os pulmões) ou o fígado.  Você também tem outros músculos, tendões, costelas e muitos nervos no peito que podem ser uma fonte de dor no peito.
A dor no peito pode ser causada por:

- Queimação do coração (doença do refluxo gastroesofágico - DRGE), úlceras estomacais, inflamação do revestimento do estômago (gastrite) ou cálculos biliares.
- Problemas pulmonares, como coágulos sanguíneos, uma infecção (pode resultar em pneumonia) ou um pulmão colapsado.
- Um músculo do peito ou tensão no tendão.
- Asma.
- Ataque de pânico.  Esse tipo de ataque pode acontecer sem aviso.

Ouvimos muito sobre dor no peito do lado esquerdo e sua relação com doenças cardíacas, mas e quanto à dor no peito do lado direito?  O que causa esse sintoma?  E, o mais importante, quando você deve se preocupar?

A dor que ocorre principalmente no lado direito do peito tem muitas causas possíveis, assim como a dor no peito do lado esquerdo.  Eles podem incluir pulmão, distúrbios digestivos, musculoesqueléticos e, sim, até cardiovasculares.

Como os ataques cardíacos que envolvem a artéria coronária direita tendem a não ser tão rapidamente fatais quanto os da esquerda, é menos provável que uma pessoa reconheça que está tendo um ataque cardíaco.

Também é importante ter em mente que os sintomas cardíacos nas mulheres geralmente são diferentes dos homens.  As mulheres são menos propensas a sentir a clássica dor no peito do lado esquerdo e, em vez disso, podem notar uma sensação de queimação em ambos os lados do peito ou mesmo nenhuma dor.  Em caso de dúvida, verifique imediatamente.

Existem outras emergências que podem apresentar dor no peito do lado direito.  Estes incluem êmbolos pulmonares (coágulos sanguíneos nas pernas que se rompem e viajam para os pulmões) e dissecação de aneurismas da aorta (nos quais a aorta protrai anormalmente).

2 - Falta de ar
 
Quando o coração não consegue bombear o sangue tão bem quanto deveria, o sangue volta às veias que vão dos pulmões ao coração.  O líquido vaza para os pulmões e causa falta de ar.  Este é um sintoma de insuficiência cardíaca.

Você pode notar falta de ar:
Durante a atividade
Enquanto você está descansando
Quando você está deitado de costas - pode até acordá-lo do sono

É fácil ignorar a falta de ar como um sinal de que estamos simplesmente ficando velhos ou inaptos.  Quando você pratica exercícios de intensidade moderada, como andar de bicicleta ou caminhar rapidamente, é normal respirar um pouco mais - embora você ainda consiga falar - mas sem fôlego enquanto realiza atividades diárias, especialmente se você nunca experimentou isso antes,  pode ser um sinal de uma condição cardíaca potencialmente grave.

Condições cardíacas comuns e tratáveis, como doença cardíaca coronária (a causa de ataques cardíacos), insuficiência cardíaca e ritmos cardíacos anormais, como fibrilação atrial, podem causar falta de ar.

Se sua falta de ar for intensa, surgir repentinamente ou estiver associada a sintomas de dor no peito, tosse com sangue, tontura, dor, inchaço ou vermelhidão nas pernas, ou se você sentir que algo pode estar seriamente errado, procure um médico.

Algumas das causas da falta de ar podem ser fatais e precisam de atenção médica imediata.  Se você não tiver certeza de que precisa de cuidados de emergência, erre com cautela.

Em 85% das pessoas, condições relacionadas ao coração e pulmões são responsáveis ​​pela falta de ar.  Embora a maioria de nós pense nos pulmões primeiro se sentir falta de ar, as condições do coração precisam ser cuidadosamente consideradas.

É importante levar a sério a falta de ar e conversar com seu médico o mais rápido possível.  A maioria das doenças cardíacas é tratável, mas é importante que seja diagnosticada antes que seja tarde demais.

Olhar Conceito

segunda-feira, 10 de março de 2014

Isso fará o Seu Coração Sorrir - Isaias 11:5-9


Isaias 11:5-9
5  E a Justiça SERÁ O cinto dos SEUS Lombos, e a Fidelidade o cinto dos Rins SEUS.
6  E o lobo com o cordeiro Morará, E O leopardo com o cabrito se deitará, E O Bezerro, E O Filho de Leão E O animais Cevado andarão juntos, e hum Menino Pequeno OS guiará.
7   A vaca e a ursa pastarão juntas, SEUS Filhos se deitarão juntos, E O leão Comerá palha Como o boi.
8   E brincará a Criança de peito sobre a toca da ASPIDE, e  a desmamada colocará a SUA Mão na Cova do basilisco.
9   Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Médicos indicam aborto, mas casal se recusa e menina sobrevive

Com 19 meses, a inglesa Charley-Marie surpreendeu especialistas ao sobreviver mesmo com tumor no coração




Quando a inglesa Heather Skinner's estava com cerca de 21 semanas de gravidez, os médicos a aconselharam a interromper a gestação, pois dificilmente a menina, que já tinha ganhado o nome de Charley-Marie, sobreviveria. Por meio de exames, os especialistas descobriam que havia um tumor na parte esquerda do coração da garota, o que fazia com que o fluxo sanguíneo fosse prejudicado, noticiou o jornal britânico Daily Mail. Porém, Heather e o marido, Andy, decidiram que iriam ter a filha, pois preferiam que, se fosse mesmo o caso, a menina morresse naturalmente a induzir um aborto.

Mesmo com a decisão, os médicos disseram para o casal iniciar os preparativos para o funeral. Eles ainda tiveram de contar aos outros cinco filhos que eles provavelmente não teriam mais uma irmãzinha. Heather disse ao jornal que quando soube da notícia, ela e o marido ficaram em um quarto do hospital e a única coisa que conseguiam fazer era chorar. Já em casa, contaram com o apoio de uma parteira que os ajudaria a lidar com o inevitável.

“Todos os dias eu me perguntava se ela ainda estava viva dentro de mim”, contou Healther. Mas, contra todas as probabilidades, Charley-Marie surpreendeu os médicos e sobreviveu. Ela nasceu em janeiro do ano passado, três semanas antes do previsto. Imediatamente após o nascimento, a garota foi levada para a UTI do hospital para que fossem realizados exames no seu coração. O tumor ainda estava lá, contudo, de alguma forma, o coração da menina encontrou uma maneira de bombear o sangue.

As primeiros 48 horas de vida de Charley-Marie foram críticas e família ficou sem saber o que aconteceria. Mas três dias após o nascimento, ela foi autorizada a ir para casa com os pais. A família, que esperava pelo pior, sequer tinha preparado o enxoval do bebê. “Não tínhamos nem comprado roupas para ela, apenas um cobertor que seria usado em seu enterro”, contou Andy ao jornal.

Apesar da alegria inicial, os médicos novamente foram taxativos: a menina não sobreviveria ao primeiro aniversário. Com 5 meses, ela foi diagnosticada com esclerose tuberosa, uma doença rara que causa tumores benignos em órgãos vitais. Não há cura e os especialistas disseram que uma cirurgia não adiantaria.

Mais uma vez contrariando as expectativas, Charley-Marie teve, sim, sua festa de aniversário de 1 aninho, com direito à família reunida e fogos de artifício. Hoje, aos 19 meses, a menina se comporta com qualquer criança de sua idade, segundo a mãe. “Os médicos não tem ideia do que vai acontecer com o coração dela. E nós apenas esperamos pelo melhor”, afirmou.

sábado, 18 de julho de 2009

Checap-se, Morte jogando bola.

Você está preparado para ir ao céu? Então cuide do seu coração, fisico e espiritual.

Jeremias 17:9 Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?

A Notícia:
Um homem de 45 anos morreu esta noite (17) vítima de parada cardíaca enquanto jogava bola, na quadra da Epesmel, Zona Norte de Londrina.


Carlos Natal Mendes estava de goleiro, quando caiu na quadra sentindo dores no peito. Imediatamente, as pessoas que também estavam jogando tentaram reanimá-lo.

Os Bombeiros foram chamados para prestar atendimento. Uma ambulância do Samu também foi deslocada para o local, mas o homem não resistiu.


Fonte


sábado, 14 de março de 2009

Bebê Nasce com coração fora do peito

Um bebé paquistanês nasceu com o coração fora do peito. A criança recebeu, este sábado, três dias após o seu nascimento, tratamento num hospital local em Quetta, Paquistão, informa a agência EPA. Os médicos do hospital informaram que é necessária uma operação urgente para salvar a vida do recem-nascido. No entanto, os pais da criança afirmam que são demasiado pobres para conseguir pagar qualquer tratamento necessário para o filho.

Se quiser ver as Fotos - Aqui

Fonte