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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Haja Coração - Israel - Medicina



Israel provou (mais uma vez) que está 2 passos à frente de outros países rumo à Nova Era da Medicina.
Recentemente, em uma das matérias mais lidas da StartSe, uma startup israelense afirmou ter encontrado a cura do câncer, e foi assunto no mundo inteiro.
Essa semana, a Universidade de Tel Aviv deu mais um grande passo capaz de mudar o rumo da medicina tradicional.
Pela primeira vez, um coração inteiro foi criado em uma impressora 3D com tecido humano.
Tecidos, vasos sanguíneos, ventrículos e câmaras foram criados com perfeição no experimento.
Esse experimento pode ser comemorado por solucionar ao mesmo tempo três grandes problemas atuais:
  1. Ajudar a combater a maior causa de mortes no planeta, segundo a Organização Mundial da Saúde, que são as doenças cardiovasculares;
  2. Reduzir a quase zero o número de pacientes que sofrem rejeição de órgãos transplantados; e
  3. Criar uma alternativa ao baixo número de doadores de órgãos, resultado de muitas mortes de pacientes que ficam nas filas de espera.
O coração do experimento é do tamanho do de um coelho, por causa das limitações  do modelo atual de impressão 3D.
Mas a tecnologia utilizada já é o suficiente para criar corações humanos.
O líder do projeto, Professor Tal Advir, afirmou que "talvez em 10 anos, haja impressoras de órgãos nos melhores hospitais do mundo, e esses procedimentos serão conduzidos rotineiramente".
O próximo passo agora é fazer os corações impressos se comportarem como os reais. As células atualmente têm capacidade de se contrair, mas ainda não bombeiam sangue, como o órgão real.
Os pesquisadores acreditam que, dentro de 1 ano, já serão capazes de realizar transplantes de corações criados em impressoras 3D em animais. Dando mais um passo importante na evolução da medicina tradicional.
Confira abaixo a criação de um desses corações e veja o Futuro da Medicina sendo criado diante dos seus olhos.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Italianos criam cadeiras de rodas guiada pelo cérebro

Essa cadeira de rodas motorizada "inteligente" é equipada com dois computadores de bordo, que analisam as ondas cerebrais e orientam o movimento, com o auxílio de câmeras e dispositivos espalhados pela casa. Além disso, é dotada de dois sensores a laser, instalados na frente da cadeira, que reconhecem obstáculos imprevistos, como uma pessoa passando, e dependendo da distância, a cadeira pode parar ou desviar, desde que haja espaço para a manobra.

Esse protótipo, produto do esforço de um time multidisciplinar que envolveu o Departamento de Bioengenharia, responsável pela decodificação dos sinais humanos, do hospital San Camillo, em Veneza, e da clínica de reabilitação Maugeri, em Verona, foi construído pelo Departamento de Inteligência Artificial e Robótica do Politécnico de Milão e ainda está em fase de teste de aperfeiçoamento.

O projeto experimental usa processadores de última geração, com baixo consumo de energia e que são integrados a um aparelho capaz de registrar graficamente as correntes elétricas do cérebro.

A planta de um apartamento foi inserida dentro de um dos programas dos computadores. Os cômodos aparecem para o usuário em um display no braço da cadeira de rodas.

Os nomes de ambientes "sala", "cozinha", "banheiro", "quarto", "primeiro andar" e "portaria" piscam continuamente. As opções luminosas estimulam a atividade cerebral que é então capturada por eletrodos e enviadas ao computador.

Bernardo Darseno, um dos pesquisadores, comenta: "eles estão presos em uma touca que cobre a cabeça do usuário, em posição central para receber os sinais que das áreas mais profundas do córtex cerebral". Uma interface entre o cérebro e o computador completa a operação.

Matteo Matteucci, coordenador da pesquisa, destaca um problema em particular: "uma das partes mais complicadas é a análise dos sinais do eletroencefalograma, pois são muito 'sujos', sofrem algumas interferências e são frágeis. O usuário precisa de muita concentração".

A cadeira de rodas se orienta com o auxílio de uma câmera direcionada para o teto dos cômodos. Em cada ambiente existe um adesivo de plástico, cada um diferente dos demais, que permite, em tempo real, a localização do usuário com exatidão.

Os pesquisadores acreditam que a cadeira, que poderá ser usada por pessoas com diversos graus de deficiência física e dificuldades de locomoção, possa chegar ao mercado entre cinco a 10 anos. Além disso, eles apostam que o mesmo sistema poderá ser usado por cidades inteiras para permitir o deslocamento de deficientes com a cadeira "inteligente".

Fonte: Brasilacadêmico