





















De acordo com o Instituto de Estudos Vulcânicos e Sísmicos das Filipinas, o vulcão tem expelido lava e cinzas há duas semanas e a erupção é iminente.
SANTIAGO (Reuters) - O governo do Chile disse na sexta-feira que não permitirá um "suicídio coletivo" de um grupo de pessoas que teima em não abandonar uma localidade semidestruída nos arredores do vulcão Chatién, cuja atividade voltou a provocar riscos.
As autoridades avaliam medidas para convencer as 46 pessoas, entre as quais 17 menores, a abandonarem a localidade, também chamada Chaitén, que já foi esvaziada no ano passado, quando a erupção começou.
"Não vamos permitir que haja gente que queira se imolar ou suicidar-se coletivamente", disse a jornalistas o porta-voz do governo, Francisco Vidal.
"Uma coisa é a liberdade de movimento, a liberdade de deslocamento, mas frente a um fato tão evidente como este, que além do mais demonstrou que tínhamos razão, o governo não pode deixar que nenhum chileno, por sua própria vontade, se coloque em uma situação de risco que possa terminar com a sua vida."
Para tentar resguardar a vida e a segurança de crianças e adolescentes que permanecem na zona de risco, o Serviço Nacional de Menores recorreu à Justiça na sexta-feira.
A erupção do Chaitén no ano passado obrigou à retirada de mais de 7.000 pessoas. Entretanto, dezenas de antigos moradores de Chaitén optaram por se reinstalar progressivamente no lugar, ignorando as advertências de perigo.
O vulcão aumentou sua atividade na quinta-feira depois de um rompimento da sua cúpula, razão pela qual as autoridades ordenaram a imediata retirada, via terrestre, de cerca de 160 pessoas.
O governo anunciou semanas atrás a realocação do povoado, localizado mais de 1.200 quilômetros ao sul de Santiago e a cerca de 10 quilômetros do vulcão.
(Reportagem de Mónica Vargas, com reportagem adicional de Mitzi Belmar)
TÓQUIO (AFP) - Dois vulcões entraram em erupção nesta segunda-feir ano Japão perto de grandes cidades, sem causar, por ora, vítimas ou danos materiais, informou a agência meteorológica japonesa.
As autoridades aconselharam às populações que usem máscaras nas cidades situadas perto do monte Asama, 150 km a noroeste de Tóquio, que começou a expelir lava antes das 02H00 desta segunda-feira.
Horas depois da erupção, colunas de fumaça continuavam saindo da cratera nevada do monte Asama, de 2.568 metros.
A agência meteorológica advertiu contra o perigo de projeção de rochas num perímetro de 4 km em torno do vulcão, cuja última erupção ocorreu em agosto de 2008.
No sul do país, o monte Sakurajima, de 1.117 metros, também entrou em erupção na noite de domingo, expelindo lava em oito ocasiões, perto da cidade de Kagoshima.
O Japão, arquipélago situado na convergência de quatro placas tectônicas, está submetido a uma forte atividade vulcânica e sísmica.

"Um Deus infinito pode Se dar inteiro a cada um de seus filhos. Ele não se distribui de modo que cada um tenha uma parte, mas a cada um Ele se dá por Inteiro, tão integralmente como se não houvesse outros". (Tozer)