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terça-feira, 23 de março de 2010

Jornal escolhe Maradona como o melhor da história das Copas

Qual o melhor jogador da história das Copas do Mundo? Para o jornal britânico The Times, a resposta é Diego Armando Maradona.

O diário The Times chamou maradona de gênio imperfeito, por seus problemas com as drogas.



O diário elaborou uma lista com os dez principais jogadores da história dos Mundiais. Pelé ficou em segundo lugar e Beckenbauer foi o terceiro. Outros dois brasileiros aparecem na lista. Garrincha ficou em sexto e Ronaldo em oitavo.

Maradona, que jogou 21 partidas e marcou oito gols em quatro Mundiais que disputou, teve seu ápice em 1986, quando a Argentina foi campeã. Justamente contra os ingleses, o atual técnico da Argentina fez o gol mais bonito de sua carreira, quando partiu do campo de defesa driblando meio time adversário. Naquele mesmo jogo, Maradona ainda marcou o famoso e polêmico gol com a “mão de Deus”.

Confira a lista feita pelo The Times:

1 - Maradona
2 - Pelé
3 - Beckenbauer
4 - Giuseppe Meazza
5 - Gerard Müller
6 - Garrincha
7 - Cruyff
8 - Ronaldo
9 - Bobby Moore
10 - Puskas



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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Berço da Igreja Maradoniana, Rosário espera seu D10S de braços abertos

Seguidores costumam escrever Deus, em espanhol, com um 10 no meio. Fundador conta detalhes da inusitada religião que cultua Maradona

Junto dos também rosarinos Alejandro Verón e Hector Campomar, Amez fez de sua paixão pela história de Maradona uma religião, acompanhada por mais de 100 mil pessoas em todo o mundo. A data de fundação coincide com o aniversário do técnico da seleção argentina: 30 de outubro. Só que o ex-jogador nasceu em 1960 (por isso o ano 49), e sua Igreja, em 1998. Faz quase 11 anos, então, que para algumas pessoas Diego deixou de ter o apelido de Deus para assumir de vez tal destino.


- Maradona está ligado a um momento emocional do argentino, a um período de felicidade, depois de tanto sofrimento com a ditadura. Ele transformou o futebol, que é um esporte coletivo, em um esporte individual. Ele fez o povo ressurgir com seu brilhante gol de mão diante da Inglaterra, na Copa do Mundo de 1986 – falou Amez.

Observado por Maradona (no quadro), Hernan Amez conta sobre a Igreja

Leandro Canônico/GLOBOESPORTE.COM

Hernán Amez, ao lado de sua esposa, Marcela: provocação aos brasileiros não pode faltar

A Igreja Maradoniana, diferentemente da maioria das religiões, não tem sede fixa. Seus cultos ocorrem duas vezes por ano. Primeiro na “Páscoa”, que para eles é no dia 22 de junho, data da vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, nas quartas de final Copa do Mundo de 1986, com dois gols de Diego (um com a mão e outro genial), e depois no “Natal”, comemorado no dia do aniversário do maior ídolo do futebol argentino.

Os encontros são sempre em Buenos Aires, capital da Argentina, em um local alugado pela organização. Maradona nunca participou de um culto desses, até por uma questão de segurança – sua presença poderia tornar impossível o controle dos seguidores. Mas isso não desanima os religiosos. Apenas reforça o status de Deus que Diego tem.

- Não esperamos nenhum milagre do Maradona, apenas acreditamos e cultuamos algo que vimos, que presenciamos. Muitas pessoas nos criticam e dizem que podíamos ter pensado em algo que ajudasse os outros, mas nós queremos cultuar Maradona. Não pedimos milagres a ele. Seu milagre foi “La Mano de Dios” – comentou o fundador.


É lá que Hernan Amez, um dos fundadores, tem o seu altar em homenagem a Diego

Apaixonados por Diego Maradona, os dois estão juntos há 16 anos e têm um filho

Leandro Canônico / GLOBOESPORTE.COM

Páscoa e Natal não são os únicos pontos em comum da Igreja Maradoniana com a Católica. Embora os propósitos sejam bem distintos, os fanáticos por Diego também têm a sua Bíblia (a biografia do craque argentino, escrita pelo jornalista Daniel Arcucci) e suas versões para as orações Pai Nosso (Diego Nuestro), Ave Maria (Dios te Salve) e Credo (Creo em Dios). Todas as adaptações foram feitas em cima do futebol.

- O Maradona é um ídolo, uma pessoa que desperta uma simpatia enorme em todos os argentinos – comentou José Caldeira, autor de um livro sobre a Igreja Maradoniana.

A mão que batiza

Maquete fica na casa de Hernán, em Rosário

Transformar-se em um membro da Igreja Maradoniana requer certa habilidade: fazer gol com a mão, igual (ou parecido) com o que Diego fez na Copa do Mundo de 1986. Só assim o fã de Maradona poderá receber o título de seguidor. Para o ritual, o candidato precisa de uma trave, um amigo disposto a ser goleiro e uma bola.

A cerimônia é simples, mas às vezes não tão rápida. O responsável pelo batismo joga a bola na área, o candidato a seguidor tem de correr em direção ao goleiro e desviar com a mão esquerda (não vale se for com a direita) para as redes. Depois disso, o “padre” encerra com alguns dizeres. Acontece que em algumas oportunidades o defensor quer brilhar mais do que o atacante.

- É engraçado, porque os goleiros são apenas figurantes, mas alguns deles querem defender e vão sério na bola. Aí a pessoa tem de pegar o fim da fila – contou Hernán.

Casamento surpresa?

Hernán e Marcela durante casamento surpresa

Aqueles que fazem parte da religião que cultua a imagem de Maradona podem até mesmo casar sob suas regras. Mas nem sempre ficam sabendo com antecedência que estão prestes a dizer “sim”. Foi assim justamente com um dos fundadores da Igreja.

- Meu casamento na Igreja Maradoniana foi uma surpresa, feita pelos amigos. Nós não esperávamos – falou Amez, acostumado a celebrar os casamentos na religião.

Foi o esporte, aliás, que colocou Hernán e Marcela frente a frente. E o palco desse encontro não poderia ter sido melhor: um campo de futebol.

- Eu conheci o Hernán no estádio do Newell’s Old Boys. Ele estava trabalhando para uma revista e eu para o esporte amador do clube. O futebol, então, é o nosso ponto de união – contou Marcela Gallego Amez.


Sábado, no entanto, provavelmente eles estarão separados quando Argentina e Brasil estiverem jogando no Gigante de Arroyito. Só ele tem credencial para a partida.

DEZ MANDAMENTOS DA IGREJA MARADONIANA
1 - Amar o futebol acima de todas as coisas
2 - Declarar amor incondicional a Diego e ao futebol
3 - Espalhar os milagres de Diego em todo o universo
4 - Não proclamar Diego em nome de um só clube
5 - A bola não será manchada (sobre problemas extra campo)
6 - Defender a camisa argentina e respeitar as pessoas
7 - Honrar os templos onde jogou e seus mantos sagrados
8 - Predicar os princípios da Igreja Maradoniana
9 - Levar Diego como segundo nome e colocar no filho
10 - Não ser cabeça de garrafa térmica e que a tartaruga não fuja (frases dele)

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Brasil não precisará jogar com a Argentina, segundo Maradona, Argentina...

Se depender de Maradona, Brasil não precisa nem viajar para o jogo, pois, ele já sabe o resultado.
Brasil pode até perder, mas nem a seleção do "Peru" perde na Véspera.

A Notícia:

O técnico da seleção argentina, Diego Maradona, afirmou nesta segunda-feira que seus comandados vão vencer o Brasil na partida do próximo dia 5, válida pela 15ª rodada das Eliminatórias Sul-americanas à Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

— Vamos ganhar do Brasil porque temos os melhores jogadores. Ganhando deles, vamos mostrar tudo de bom que temos como grupo. Os rapazes estão afiados — disse o craque em entrevista à rádio "FM Palermo", de Buenos Aires.

Maradona insistiu que a mudança de sede do confronto do estádio Monumental de Nuñez, do River Plate, em Buenos Aires, para o Lisandro de la Torre, do Rosario Central, em Rosário, foi pedida pelos jogadores, e que ele se juntou aos atletas. Tanto o técnico da Argentina, quanto seus comandados, consideram que em Rosário os jogadores ficam mais próximos do público, o que ajudaria a pressionar os adversários.

Maradona completará nesta semana a lista dos jogadores convocados para o jogo contra o Brasil com sete atletas de equipes locais, entre eles os meio-campos Juan Sebastián Verón (Estudiantes), Sebastián Battaglia (Boca Juniors) e Mario Bolatti (Huracán), além dos zagueiros Emiliano Papa e Nicolás Otamendi (Vélez Sarsfield)."

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Pescadores

Nesta foto, tomada quarta-feira, 8 julho, 2009, pescadores do Sri Lanka, sentam-se no cimo de estacas fixadas no chão do oceano na área Koggala, ao sul de Galle, no Sri Lanka. (AP Photo/Gurinder Osan)

Um pescador Sri Lanka entra na água na área Koggala, Sri Lanka (AP Photo/Gurinder Osan)

Um pescador prepara sua rede para a noite no Kandalama Lake, perto de Dambulla, no Sri Lanka (REUTERS / Vivek Prakash)

Um pescador no Sri Lanka evita uma onda tentando tomar o seu lugar sobre palafitas, ao sul de Galle, no Sri Lanka
(AP Photo / Gurinder Osan)

Pescadores empurram seu barco para a terra c utilizando as ondas para ajudá-los a levá-lo para a praia em Unawatuna, Sri Lanka (REUTERS / Vivek Prakash)

Um pescador de barco no mar de gelo de Ilulissat, Gronelândia, repleto de icebergs, 3 de julho de 2009.
(Slim ALLAGUI/AFP/Getty Images)


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domingo, 14 de junho de 2009

Maradona enfrenta a desconfiança dos torcedores e a imprensa da Argentina

Ídolo maior dos argentinos, Maradona agora enfrenta resistências como técnico da seleção

Quatro jogos e duas derrotas depois de assumir o cargo de técnico da seleção argentina e de surgir como a grande esperança de reanimar a equipe, Diego Maradona começa a deixar os torcedores desconfiados. O futebol da seleção está bem longe do sonhado pelos argentinos. Não convenceu nem nas vitórias, como mostrou diante da Colômbia (1 a 0 em Buenos Aires). Quarta colocada nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, com 22 pontos, já é seguida de perto pelo Equador, por quem foi derrotada na última rodada, com 20.

Agência/EFE

A decepção começou com a goleada por 6 a 1 sofrida para a Bolívia, pela 12º rodada das eliminatórias. Meia dúzia de gols foram sentidos, nas palavras do técnico, “como punhaladas no coração”. Depois da vitória sem graça sobre a Colômbia, a seleção de Messi e Tévez tropeçou feio contra o Equador (2 a 0) e deixou constrangidos até os bem-humorados jornais argentinos.

Nesta sexta-feira, em seu site, o "Olé" montou uma galeria com dez imagens de expressões desesperadas de Maradona no último jogo, intitulada “Assim vive Diego”. Em aflição, portanto, com a falta de competência de sua seleção.

Os muros do país ainda não se encheram de cartazes pedindo sua saída – afinal, os argentinos nutrem um grande respeito pelo técnico, que tem até uma igreja própria, a Maradoniana, onde é reverenciado como um deus – mas sua permanência na seleção passa longe de ser unanimidade.

- Maradona é um grande motivador, por tudo o que representa, por sua figura. Mas há carência de planejamento tático, e a Argentina está dividida entre os que não o querem na seleção e os que ainda dão um voto de confiança – avalia Sebastián Torok, repórter do jornal "La Nación".


Messi já é criticado por suas atuações na seleção

Diante da comparação com Dunga, Torok avisa que lá não se faz essa analogia porque “o Brasil é uma potência, e a questão do técnico não é tão fundamental como é para nós”. Ainda assim, acredita que Maradona esteja aprendendo a ser técnico (ele tem como auxiliar o treinador campeão mundial de 1986, Carlos Bilardo) e aponta outra razão para a má fase argentina.

- Messi não joga na seleção nem 50% do que joga no Barcelona – diz, repetindo um mantra que os brasileiros usaram muitas vezes quando comparavam o gaúcho Ronaldinho do próprio Barcelona com o jogador discreto da seleção brasileira.

Messi é, ao lado de Riquelme, o goleador da Argentina nas eliminatórias, com quatro gols cada. Mas, para piorar a situação do treinador, além de Messi não ser o mesmo da Espanha, Riquelme cortou relações com sua seleção enquanto esta estiver sob o comando de Maradona. Disse à época:

- Não temos as mesmas ideias e não podemos trabalhar juntos.

Seu último jogo foi contra o Uruguai, quando a seleção ainda estava sob o comando de Alfio Basile.

terça-feira, 10 de março de 2009

Riquelme diz que não joga mais pela seleção argentina

Buenos Aires, 10 mar (EFE).-

O meia Juan Román Riquelme, do Boca Juniors, disse hoje que não jogará mais pela Argentina, ao alegar diferenças com o técnico da seleção, Diego Maradona.

"Temos posturas diferentes e maneiras diferentes de pensar. Por isso, não podemos continuar trabalhando juntos", assegurou o jogador em entrevista em Buenos Aires. EFE

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