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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Defendendo dos direitos dos pais

PURCELLVILLE, Virginia, EUA, 1 de dezembro de 2011 (Notícias pró-família) — Uma organização pró-família dos EUA está buscando restringir  a crescente interferência do governo no modo como os pais criam seus filhos. Eles querem essa restrição mediante uma emenda à Constituição dos EUA com uma cláusula de Direitos dos Pais.
“Os direitos dos pais estão atualmente sob risco de ameaças do governo federal e de organizações internacionais”, disse o Dr. Michael Farris, presidente de ParentalRights.org
ParentalRights.org lançou um docudrama de 36 minutos em 17 de novembro intitulado “Overruled: Government invasion of your Parental Rights” (Detendo a Invasão Governamental nos Direitos dos Pais), retratando a encenação de casos reais onde pais e mães nos EUA perderam seus direitos de criar e educar seus filhos conforme acham melhor.
 
Num caso, um médico disse aos pais que eles não poderiam ter acesso aos resultados de um teste de drogas feito em seu filho de 13 anos sem a permissão de seu filho. Em outro caso, um pai foi preso depois que fez o que podia para que seu filho de jardim-de-infância fosse isentado de aulas que poderiam lidar com questões homossexuais. E no terceiro caso assistentes sociais trabalharam para colocar um menino de 13 anos num lar adotivo quando ele disse à psicóloga da escola que ele não queria seguir as vontades de seus pais de ir à igreja três vezes por semana.
Os produtores chamaram seu filme de desmascaramento “chocante” de como os direitos dos pais de ponta a ponta nos EUA estão sofrendo “erosão” provocada por ideologias antifamília.
“A vasta maioria dos americanos crê que as mães e os pais deveriam ter a autoridade de educar e criar seus filhos conforme acham melhor: mas o que eles não compreendem é que não há nenhum direito legal que lhes permita ter tal liberdade”, diz Rebecca Hagelin, escritora e defensora da família, no filme.
O filme argumenta que os direitos dos pais estão sendo derrotados por decisões de tribunais e interferências de extensas políticas e leis governamentais em três áreas: medicina, educação e vida doméstica.
O filme dá um alerta sobre a ameaça aos direitos dos pais se os EUA vierem a adotar a convenção da ONU dos Direitos das Crianças 
Os produtores do filme argumentam que o tratado da CDC dá aos órgãos governamentais o poder e autoridade de decidir o que está “nos melhores interessas da criança”, não os pais da criança.
Os produtores apontam para o fato de que o tratado estabelece o direito da criança à “liberdade de expressão”, que inclui o direito de receber “informações e ideias de todos os tipos, independente de limites, ou oralmente, por escrito, impresso, na forma de arte, ou por intermédio de qualquer outro meio de comunicação que a criança escolher”.
“Esse tratado que tem a pretensão de dar direitos às crianças realmente deixa as crianças mais vulneráveis à exploração e abusos”, diz Wendy Wright, ex-presidente de Concerned Women for America, no filme.
ParentalRights.org diz que acredita que o melhor jeito de proteger os direitos dos pais acima da criança é consagrar os direitos dos pais na Constituição da nação. Eles estão fazendo campanha para acrescentar três emendas:
1) “A liberdade dos pais dirigirem a criação e educação de seus filhos é um direito fundamental”.
2) “Nem o governo federal nem os governos estaduais violarão esse direito sem demonstrar que seu interesse governamental conforme se aplica à pessoa é da ordem mais elevada e não de outra forma servido”
3) “Nenhum tratado poderá ser adotado nem nenhuma fonte de lei internacional será utilizada para suplantar, modificar, interpretar ou se aplicar aos direitos garantidos por este artigo”.
Farris explica no filme que a primeira seção significa que “os pais têm o direito fundamental de fazer decisões para seus filhos”, a segunda significa que “se o governo for tentar invadir seus direitos, ele tem de ter evidências claras para fazer essa invasão”, e a terceira significa “leis internacionais, fora!”
Jonathan Horton, diretor nacional de ação comunitária de ParentalRights.org, disse para LifeSiteNews que a vasta maioria dos que assistiram ao filme mostrou uma reação muito positiva.
Horton disse que até agora sua organização coletou mais de 250.000 assinaturas em apoio à sua Emenda dos Direitos dos Pais.
ParentalRights.org está solicitando que todos os pais e mães que valorizam os direitos de criar seus filhos conforme eles acham melhor assinem sua petição para preservar e proteger esses direitos na Constituição.
Assine a petição aqui 


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mãe Pai, cadê vocês?

Tempos modernos

As palavras "mãe" e "pai" serão removidas dos passaportes dos Estados Unidos e substituídas por termos neutros, disse o Departamento de Estado.

Tempos modernos

Declara Brenda Sprague, directora-adjunta da Secretaria de Estado dos Serviços dos Passaportes:
As palavras na forma antiga eram "mãe" e "pai"; agora são "pai 1" e "pai 2".


Uma declaração no website do Departamento de Estado acrescenta:

Essas melhorias são feitas para fornecer uma descrição de género-neutro dos pais duma criança e reconhecer os diferentes tipos de famílias.

O comunicado não especifica se estas novidades abrangem apenas os pedidos de passaportes para as crianças.

O Departamento de Estado afirma que os formulários para os passaportes novos, ainda não acessíveis ao público, estarão disponíveis em breve.

Sprague acrescenta que a decisão de retirar os nomes tradicionais dos pais não é uma questão de "politicamente correcto".

Com as mudanças na ciência médica e na tecnologia, tentamos responder às situações que não eram possíveis antecipar 10 ou 15 anos atrás.

Os grupos de direitos gays elogiam a decisão.

Diz Jennifer Chrisler, directora-executiva do Conselho para a Igualdade Familiar.

Mudar os termos a mãe e pai em termos mais globais significa que muitos tipos diferentes de famílias possam pedir um passaporte para os filhos sem sentir que o governo não reconhece a família.

A organização pressionou o governo ao longo de muitos anos para que os dois termos fossem retirados dos passaportes.

O nosso governo tem de reconhecer que a estrutura familiar está a mudar. A melhor coisa que pode ser feita é apoiar as pessoas que estão a criar filhos numa família amorosa e estável.

SEM COMENTÁRIOS, SEM COMENTÁRIOS, SEM COMENTÁRIOS, SEM COMENTÁRIOS.

Informacão In - correta

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Crianças, Pais

Ledge , o cubo de vidro.

As crianças se divertem sobre a The Ledge (A Prateleira), o novo terraço de vidro que se projeta a 412 metros de altura, no 103º andar da Torre Sears, em Chicago, Illinois, EUA.

Crianças








Pais

Fonte

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Uruguai ensinará português nas escolas públicas a partir de 2010

Uruguai - A ministra uruguaia da Educação e Cultura, Maria Simón, anunciou que a partir de 2010 seu país terá o ensino do português como segundo idioma nas escolas públicas. O anúncio foi feito na 12 Conferência Ibero-Americana de Ministros da Cultura, que se realiza esta quarta-feira em Portugal, informou a BBC Brasil.

"Este ano (o ensino do português) começa nos Centros de Línguas, que são locais onde as pessoas podem aprender idiomas estrangeiros de graça. No próximo ano (letivo) vamos começar nas escolas públicas", afirmou. Além do português, os Centros de Línguas já ensinam o inglês e o francês e alguns também têm aulas de alemão e italiano.

Segundo a ministra, a introdução do português no currículo escolar deverá ser gradual. "Vamos começar pela fronteira, onde é mais fácil, por que existe o bilinguismo. Há casos de crianças cuja língua materna é o português. Muitos na região da fronteira falam uma espécie de dialeto, o portunhol, que vemos não como algo negativo, mas como uma possibilidade de ampliar os conhecimentos para as duas línguas".

Ela acredita que em cinco anos todos os estudantes uruguaios estarão aprendendo o português e em 11 o idioma será de conhecimento generalizado. "Acho que estarão todos falando português em mais seis anos, quando terminarem o ensino fundamental. Para nós, o ensino do português é o cumprimento de uma das nossas obrigações com o Mercosul e esperamos que os outros também cumpram."

Verbas

Algumas escolas poderão adiantar o processo, começando antes do que está previsto. "Na nova legislação, reservamos uma verba para cada escola - por meio dos Conselhos de Participação, em que participam os pais e a comunidade - decidir o que fazer. Podem decidir fazer uma reforma no estabelecimento ou ensinar uma língua estrangeira, como o russo, no caso de uma coletividade em que grande parte da população seja de origem russa."

Simón considera que a ampliação do ensino de línguas vai ser uma forma de diminuir o abismo social no país. "Até agora, apenas as escolas privadas ofereciam o ensino de línguas, o que gerava uma diferença de oportunidades. Sou professora titular da Universidade de Engenharia e muitos dos livros são em inglês. Nós oferecemos um curso gratuito de inglês técnico na faculdade, optativo, mas isso não é a mesma coisa."

Professores

Para as aulas de português, a ministra não prevê a contratação de professores brasileiros, mas a formação dos uruguaios. "Até agora temos intercâmbio com Portugal, que nos ofereceu os cursos de formação e livros".

Os cursos também poderão ser dados com a ajuda de computadores - no Uruguai, cada criança que está na escola tem a partir deste ano um computador. "O professor poderá atuar como mediador. Ele pode não ter a pronúncia perfeita, mas pode ajudar a corrigir quando as crianças repetirem as palavras do programa de computador de ensino do português".

Fonte


terça-feira, 31 de março de 2009

Gêmeas argentinas separadas no parto se encontram 30 anos depois

Província terá que indenizar a mulher e pais biológicos por a terem entregue a outra família.

Argentina -
Uma juíza argentina condenou hoje a província de Mendoza a pagar uma indenização de US$ 190 mil a uma mulher e a seus pais biológicos, dos quais foi separada ao nascer em um hospital público para ser entregue a outro casal, há 35 anos, informaram fontes judiciais.

A sentença da juíza María Mercedes Herrera beneficiou Marta Chevrete e Román Chilote e Irma del Valle Falcón, seus pais biológicos, informaram as fontes.

Em 28 de abril de 1974, Del Valle Falcón deu à luz gêmeas, Marta e Pabla, na maternidade do Hospital Emilio Civit da cidade de Mendoza, capital da província homônima no oeste do país.

As autoridades do hospital entregaram Pabla à mãe e disseram que Marta tinha morrido após o parto.

O processo teve início 30 anos depois, quando as gêmeas se reencontraram por acaso em uma loja de roupas do centro de Mendoza e perceberam que eram idênticas.

Um exame de DNA confirmou, mais tarde, que eram irmãs e, com os resultados na mão, a juíza Herrera condenou o Governo da província a pagar a indenização.

Marcelo D´Agostino, advogado que representa Marta Chevrete, disse que "não há antecedentes de um caso similar" na Justiça do país.

"Não existe valor de dinheiro que possa curar o dano moral e minha ferida interior, que carregarei por toda a vida por esta separação", assegurou Marta.

Atualmente trabalhando como empregada doméstica, Marta disse que sempre soube que tinha sido adotada por um casal, e comentou que sua parte da indenização será destinada a ajudar a mãe adotiva.

DC

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