terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Defendendo dos direitos dos pais
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Mãe Pai, cadê vocês?
Tempos modernos
As palavras "mãe" e "pai" serão removidas dos passaportes dos Estados Unidos e substituídas por termos neutros, disse o Departamento de Estado.
Tempos modernos Declara Brenda Sprague, directora-adjunta da Secretaria de Estado dos Serviços dos Passaportes:
As palavras na forma antiga eram "mãe" e "pai"; agora são "pai 1" e "pai 2".
Uma declaração no website do Departamento de Estado acrescenta:
Essas melhorias são feitas para fornecer uma descrição de género-neutro dos pais duma criança e reconhecer os diferentes tipos de famílias.
O Departamento de Estado afirma que os formulários para os passaportes novos, ainda não acessíveis ao público, estarão disponíveis em breve.
Sprague acrescenta que a decisão de retirar os nomes tradicionais dos pais não é uma questão de "politicamente correcto".
Os grupos de direitos gays elogiam a decisão.
Diz Jennifer Chrisler, directora-executiva do Conselho para a Igualdade Familiar.
Mudar os termos a mãe e pai em termos mais globais significa que muitos tipos diferentes de famílias possam pedir um passaporte para os filhos sem sentir que o governo não reconhece a família.
A organização pressionou o governo ao longo de muitos anos para que os dois termos fossem retirados dos passaportes.
O nosso governo tem de reconhecer que a estrutura familiar está a mudar. A melhor coisa que pode ser feita é apoiar as pessoas que estão a criar filhos numa família amorosa e estável.
SEM COMENTÁRIOS, SEM COMENTÁRIOS, SEM COMENTÁRIOS, SEM COMENTÁRIOS.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Governo italiano quer filhos fora da casa dos pais
O próprio Renato Brunetta admitiu ter saído de casa dos pais aos 30 anos, sem saber fazer a cama.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Crianças, Pais
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Uruguai ensinará português nas escolas públicas a partir de 2010
"Este ano (o ensino do português) começa nos Centros de Línguas, que são locais onde as pessoas podem aprender idiomas estrangeiros de graça. No próximo ano (letivo) vamos começar nas escolas públicas", afirmou. Além do português, os Centros de Línguas já ensinam o inglês e o francês e alguns também têm aulas de alemão e italiano.
Segundo a ministra, a introdução do português no currículo escolar deverá ser gradual. "Vamos começar pela fronteira, onde é mais fácil, por que existe o bilinguismo. Há casos de crianças cuja língua materna é o português. Muitos na região da fronteira falam uma espécie de dialeto, o portunhol, que vemos não como algo negativo, mas como uma possibilidade de ampliar os conhecimentos para as duas línguas".
Ela acredita que em cinco anos todos os estudantes uruguaios estarão aprendendo o português e em 11 o idioma será de conhecimento generalizado. "Acho que estarão todos falando português em mais seis anos, quando terminarem o ensino fundamental. Para nós, o ensino do português é o cumprimento de uma das nossas obrigações com o Mercosul e esperamos que os outros também cumpram."
Verbas
Algumas escolas poderão adiantar o processo, começando antes do que está previsto. "Na nova legislação, reservamos uma verba para cada escola - por meio dos Conselhos de Participação, em que participam os pais e a comunidade - decidir o que fazer. Podem decidir fazer uma reforma no estabelecimento ou ensinar uma língua estrangeira, como o russo, no caso de uma coletividade em que grande parte da população seja de origem russa."
Simón considera que a ampliação do ensino de línguas vai ser uma forma de diminuir o abismo social no país. "Até agora, apenas as escolas privadas ofereciam o ensino de línguas, o que gerava uma diferença de oportunidades. Sou professora titular da Universidade de Engenharia e muitos dos livros são em inglês. Nós oferecemos um curso gratuito de inglês técnico na faculdade, optativo, mas isso não é a mesma coisa."
Professores
Para as aulas de português, a ministra não prevê a contratação de professores brasileiros, mas a formação dos uruguaios. "Até agora temos intercâmbio com Portugal, que nos ofereceu os cursos de formação e livros".
Os cursos também poderão ser dados com a ajuda de computadores - no Uruguai, cada criança que está na escola tem a partir deste ano um computador. "O professor poderá atuar como mediador. Ele pode não ter a pronúncia perfeita, mas pode ajudar a corrigir quando as crianças repetirem as palavras do programa de computador de ensino do português".
terça-feira, 31 de março de 2009
Gêmeas argentinas separadas no parto se encontram 30 anos depois
Argentina - Uma juíza argentina condenou hoje a província de Mendoza a pagar uma indenização de US$ 190 mil a uma mulher e a seus pais biológicos, dos quais foi separada ao nascer em um hospital público para ser entregue a outro casal, há 35 anos, informaram fontes judiciais.
A sentença da juíza María Mercedes Herrera beneficiou Marta Chevrete e Román Chilote e Irma del Valle Falcón, seus pais biológicos, informaram as fontes.
Em 28 de abril de 1974, Del Valle Falcón deu à luz gêmeas, Marta e Pabla, na maternidade do Hospital Emilio Civit da cidade de Mendoza, capital da província homônima no oeste do país.
As autoridades do hospital entregaram Pabla à mãe e disseram que Marta tinha morrido após o parto.
O processo teve início 30 anos depois, quando as gêmeas se reencontraram por acaso em uma loja de roupas do centro de Mendoza e perceberam que eram idênticas.
Um exame de DNA confirmou, mais tarde, que eram irmãs e, com os resultados na mão, a juíza Herrera condenou o Governo da província a pagar a indenização.
Marcelo D´Agostino, advogado que representa Marta Chevrete, disse que "não há antecedentes de um caso similar" na Justiça do país.
"Não existe valor de dinheiro que possa curar o dano moral e minha ferida interior, que carregarei por toda a vida por esta separação", assegurou Marta.
Atualmente trabalhando como empregada doméstica, Marta disse que sempre soube que tinha sido adotada por um casal, e comentou que sua parte da indenização será destinada a ajudar a mãe adotiva.















