Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.

sábado, 26 de setembro de 2020

Oração Genuína

A oração sincera, verdadeira, ou seja, a  genuína oração é capaz de tocar o coração de Deus a ponto de fazê-Lo mudar Suas ações em relação a toda Sua criação.

Deus conhece, tem ciência de tudo, passado, presente e futuro, sabe tudo de todas  as coisas, sabe o que já  pensamos, o que estamos pensando e o que ainda vamos pensar. 


E o mais magnífico, é que tudo isso Ele sabe ao mesmo tempo. Ele não precisa pesquisar, esperar acontecer, perguntar ou adivinhar. 


Ele sabe tudo porque para Ele, não existe tempo, o ontem, o hoje e o amanhã, Ele vê a eternidade passada, o presente e a eternidade futura ao mesmo tempo. 


É um erro pensar que tudo já está determinado e decidido.

Os sofrimentos, pode ser transformado em bênçãos e as bênçãos em sofrimentos, depende das nossas escolhas e decisões.


Ele espera, ainda que já saiba da nossas escolhas, que escolhamos o bem e não o mal.

Seria como se não soubesse de nada. Vai entender!


Mesmo onisciente, dá entender  que atua apenas no presente. Te chama, te ensina, se revela, esquece o teu passado, te perdoa, te escolhe e quer te salvar da punição maior.


Ele já testemunhou  todas as coisas, todos os acontecimentos, todas as escolhas, e isso infinitamente. 

Por isso que Ele é onisciente, onipotente e onipresente.


Nunca forçou  ninguém, todas as escolhas  foram, são e serão individuais e pessoais, usando o livre arbítrio.


Não queiramos entender como isso tudo acontece, isso será impossível. Mas apesar disso tudo, nós somos responsáveis pelas nossas ações que ocasionam as situações que estamos passando, sejam elas boas ou más. Não diga que Deus é culpado pela situação que você está passando.


Quando estamos em oração, sincera e genuína, Ele se dedica inteiramente a ouvir-nos, como se não houvesse mais ninguém no mundo, e ao mesmo tempo, se dedicando também inteiramente a todas as outras orações genuínas.


Oração genuína, só pode acontecer plenamente, quando estamos totalmente unidos, ligados as Escrituras Sagradas.


PV. 28:20 Diz claramente: 


Isso é fantástico, não queira entender isso.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

A Águia e o Corvo

O único pássaro que se atreve a atacar uma águia é o corvo. Se senta sobre suas costas e morde seu pescoço. No entanto, a águia não responde, nem luta com o corvo. Não perde tempo nem gasta energia com o corvo. Simplesmente abre suas asas e começa a subir mais alto. Quanto mais alto é seu vôo, mais difícil é para o corvo respirar, e logo o corvo cai por falta de oxigênio.
Continue seu vôo nas alturas, e os corvos, por si mesmos, despencarão.

Foto: Phoo Chan

Brasil - Portugal e Áustria e Maria Leopoldina

Maria Leopoldina, que se casou com D. Pedro I para firmar uma parceria diplomática entre Portugal e Áustria.


A independência do Brasil em relação a Portugal foi firmada, em 1822, e como o momento histórico ocorreu durante a regência da imperatriz Maria Leopoldina, ela se tornou a primeira mulher a governar o Brasil, ocupando o cargo interinamente por alguns dias.

Carolina Josefa Leopoldina de Habsburgo-Lorena nasceu em Viena, na Áustria, em 22 de janeiro de 1797, e integrava uma das famílias mais poderosas da Europa no século 18, os Habsburgo. Terceira filha de Francisco 1º, Imperador da Áustria, a princesa embarcou ao Brasil há 200 anos e mudou os rumos do nosso país.

Aos 20 anos, em maio de 1817, Leopoldina se casou à distância e por procuração com um homem que nunca havia visto: o príncipe português Pedro de Bragança, futuro Dom Pedro 1º, como forma de firmar uma aliança diplomática entre Portugal e Áustria.

Para consumar a união, Leopoldina embarcou em uma viagem de navio de seis meses de duração, rumo a um continente que o mundo pouco conhecia, a América. Na tripulação, trouxe pintores, cientistas e botânicos europeus, conhecida como Missão Científica Austríaca, para catalogarem a fauna e flora brasileiras.

"Leopoldina foi muito bem preparada para governar e aceitou de bom grado cruzar o oceano e deixar para trás tudo o que conhecia para obedecer e agradar ao pai e a sua nação, cumprindo o papel que era esperado dela como princesa", afirma a professora Maria Celi Chaves Vasconcelos, do Programa de Pós-Graduação em Educação da UERJ e especialista em educação de mulheres nobres.

Em 1822, durante uma viagem do marido a São Paulo, Leopoldina permaneceu no palácio imperial e ocupou o cargo de regente do país, período que inclui a assinatura da independência brasileira, em 2 de setembro.

Somente cinco dias depois Dom Pedro 1º foi informado sobre a notícia da independência, dando o famoso grito às margens do rio Ipiranga, sendo essa segunda data a que entrou para os livros de história como o Dia da Independência: 7 de setembro de 1822.

"O período em que a princesa exerceu o poder foi pequeno, mas fundamental para o Brasil. Além disso, ela foi a primeira mulher a exercer o governo", explica a professora de pós-graduação em História Social da USP Cecilia Helena L. de Salles Oliveira.

Apesar de ela ser retratada como uma mulher melancólica e humilhada com os escândalos e relações extraconjugais de Dom Pedro 1º, escritores têm reivindicado a Leopoldina uma imagem menos passiva na história nacional.

"As pesquisas das últimas três décadas apontam várias interpretações novas sobre a história do Brasil. Tais descobertas apresentam questões diferentes e revelam situações pouco ou nada conhecidas", explica Oliveira.

Para o escritor Paulo Rezzutti, o modo como é contada a história de Leopoldina demonstra como nosso passado tem sido narrado somente do ponto de vista masculino.

"Quando entra para a história, a figura da mulher o faz por causa de uma suposta 'santidade' ou por causa de suas relações familiares, dando a impressão que somente homens fizeram parte de assuntos como a política nacional", afirma o escritor. "D. Leopoldina ajudou a escrever nossa história política, mas é comum explicá-la apenas como mãe de D. Pedro 2º e esposa de D. Pedro 1º".

Em seu último livro, D. Leopoldina: a história não contada - A mulher que arquitetou a independência do Brasil, Rezzutti busca documentos históricos, como cartas escritas pela imperatriz para a família na Europa, para apresentar uma Leopoldina menos melancólica e mais hábil nos assuntos políticos e diplomáticos.

"Em 1822, D. Leopoldina desrespeitou as ordens das cortes constitucionais portuguesas e declarou o 'Fico' antes de D. Pedro, com uma visão muito mais astuta que o marido: a imperatriz tinha certeza que se saíssem do Brasil como os políticos portugueses desejavam, não só Portugal perderia o domínio do Brasil, como provavelmente haveria uma guerra civil aqui", explica Rezzutti.

Exímia política

A postura de Leopoldina ao se recusar a retornar a Portugal ainda divide opiniões. Enquanto para um grupo de escritores aquela foi uma atitude revolucionária, para outros a princesa foi apenas estrategista.

Para Vasconcelos, não existe o menor traço de rebeldia em qualquer escrito de ou sobre Leopoldina.

"Seria revolucionária por ter influenciado D. Pedro na Proclamação da Independência? Não creio que haja aí nenhum traço revolucionário; acho que ela era, talvez, conhecedora o suficiente da história política para fazer o julgamento correto sobre o momento vivido e o quanto ele era propício à Independência", defende a pesquisadora, se referindo ao fato de Leopoldina temer ir a Portugal em um momento de intensa movimentação popular contra o rei D. João 6º, sogro da princesa.

Além disso, Leopoldina temia revoluções populares por crescer ouvindo o exemplo deixado pela tia-avó Maria Antonieta, última rainha da França, guilhotinada durante a Revolução Francesa.

O professor do departamento de História da USP, João Paulo Garrido Pimenta, explica que todos os Habsburgo do século 19 foram criados para governar.

"Leopoldina foi educada na Áustria de maneira exemplar e comum à época: para servir aos interesses públicos de sua dinastia - os Habsburgo - e de seu Estado - o Império Austríaco", explica Pimenta.

Foi servindo os interesses da dinastia Habsburgo que a irmã mais velha de Leopoldina, a arquiduquesa Maria Luíza, se casou com o maior inimigo da família, Napoleão Bonaparte, como estratégia para deter o avanço do francês sobre a Europa. Maria Luíza era uma inspiração para Leopoldina.

"Napoleão era chamado de 'o flagelo da Europa'. Ele derrubou diversas monarquias, inclusive de parentes da realeza austríaca. Os próprios Habsburgos tiveram que fugir duas vezes de Viena durante guerras entre a Áustria e a França de Napoleão. Por isso, Leopoldina e seus irmãos tinham um boneco apelidado de Napoleão, em que eles batiam", conta Rezzutti.

Fazia parte da formação da família o aprendizado de línguas - Leopoldina falava 11 idiomas - a formação intelectual em diversas áreas do saber, além de aulas de teatro que tinham a finalidade de ensinar os Habsburgos a desempenhar o papel de monarcas diante do povo.

Diferentemente de D. Pedro, Leopoldina sabia dialogar com o povo brasileiro, mesmo sendo este tão diferente das suas raízes germânicas: a princesa incluiu o nome de Maria, passando a ser conhecida como Dona Leopoldina ou Maria Leopoldina como forma de estabelecer relações com a cultura nacional.

Independentemente dos motivos que fizeram Leopoldina permanecer no Brasil, para Rezzutti, a imperatriz deve ser interpretada como uma mulher revolucionária por ter sido a primeira a fazer política na alta esfera de decisões brasileiras.

"Além de chefiar o conselho de Estado que aconselhou D. Pedro 1º a proclamar a independência, também tomou diversas resoluções importantes, como a contratação de militares estrangeiros para chefiar o Exército brasileiro contra os militares portugueses e contra uma futura invasão de Portugal durante a Guerra da Independência", defende o escritor.

Datada ou moderna?

Apesar de reconhecer as habilidades diplomáticas e políticas de Leopoldina no cenário brasileiro, Vasconcelos defende que a imperatriz não foi uma mulher moderna para os padrões europeus do século 19.

"Como uma arquiduquesa, Leopoldina foi educada com os mais rígidos padrões de etiqueta, conduta, pensamento moral e religioso, dos quais jamais se afastou. Foi educada para ser como foi, uma imperatriz consorte, que deveria obedecer ao marido em tudo e por tudo, aceitando, inclusive, sua infidelidade, grosseria e caprichos", aponta a pesquisadora, destacando a submissão da austríaca a D. Pedro.

"É sabido que parte desse comportamento decorria de sua paixão pelo marido, mas, por outro, era um traço da educação das arquiduquesas, principalmente depois do fim trágico de Maria Antonieta em decorrência de suas extravagâncias", complementa Vasconcelos.

A amante mais famosa de D. Pedro foi a Marquesa de Santos, que teve uma filha com o Imperador e entregou a criança para crescer no palácio, junto com Leopoldina, e para ter influência no paço imperial. Pouco antes de morrer, Leopoldina era proibida de circular por determinados lugares dentro do próprio palácio para não encontrar a Marquesa.

Mesmo não se opondo ao marido, a Imperatriz fazia desabafos em cartas enviadas ao pai, tia e irmã, contando as humilhações que sofria com D. Pedro 1º. São conhecidas cerca de mil cartas escritas pela austríaca, guardadas no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.

Rezzutti conta que em uma das últimas que escreveu à família, Leopoldina chegou a afirmar que essas humilhações a levariam a morte.

Por essas cartas, Leopoldina é comumente retratada como uma mulher melancólica e triste.

"Até no seu leito de morte foi necessário que afastassem a amante do marido, a Marquesa de Santos, para que Leopoldina pudesse, pelo menos, morrer em paz", completa Vasconcelos.

Com relação às pautas sociais, como direitos e emancipação das minorias, a imperatriz foi conhecida por fazer muita caridade aos necessitados, mesmo que isso gerasse dívidas enormes ao Império, e por ser querida pelo povo.

"Leopoldina sabia falar sobre qualquer assunto, em qualquer língua mais usual e dominava ciências da natureza tão em voga naquele momento histórico. Também é sabido que era contra a escravidão", afirma Vasconcelos. "Mas o restante, o quanto ela pensava ou acreditava em termos de emancipação da mulher, por exemplo, jamais saberemos".

Para Pimenta, um dos pontos positivos de Leopoldina era que, diferentemente do marido, ela acreditava que ser princesa e imperatriz era uma função pública a serviço da nação e não somente um status social.

"Mesmo antes de conhecer o Brasil e seu futuro esposo, Leopoldina preocupava-se com o bom exercício de sua função pública como princesa que, por meio de seu casamento com D. Pedro 1º, serviria para aproximar diplomaticamente Áustria e Portugal", explica o historiador.

Legado

Durante a vida, Leopoldina procurou formas de acabar com o trabalho escravo. Em uma tentativa de mudar o tipo de mão de obra no Brasil, a imperatriz incentivou a imigração europeia para o país. Primeiro vieram os suíços, se fixando no Rio de Janeiro e fundando a cidade de Nova Friburgo. Depois, a fim de povoar o sul brasileiro, a imperatriz incentivou a vinda dos alemães.

Dona Leopoldina também contribuiu para a formação da cultura e da educação científica brasileira. Além da Missão Científica Austríaca que trouxe consigo em 1817, também trouxe para o Brasil sua biblioteca particular, dando início a uma biblioteca nas salas do Palácio em que viveu com D. Pedro 1º. A imperatriz também caçava pequenos mamíferos e coletava minerais, ajudando e incentivando estudos sobre a História Natural do Brasil.

Na Áustria, os estudos, retratos e coletas feitos pela Missão Científica fundou no país de origem da imperatriz o Museu Brasileiro, despertando interesse dos europeus em conhecer as belezas naturais do "Novo Mundo".

Outro legado de Leopoldina é a bandeira nacional. Embora a história conhecida seja a de que o amarelo representa o ouro e o verde, as florestas brasileiras, as cores do maior símbolo nacional representam as duas Casas que deram origem ao Brasil independente: o verde representa a Casa de Bragança, de D. Pedro 1º, e o amarelo representa a Casa de Habsburgo, de Leopoldina.

Apesar de dar nome a ruas, bairros e até escola de samba no Rio de Janeiro, Dona Leopoldina viveu apenas nove anos no Brasil por causa de sua morte prematura, aos 29 anos, no dia 11 de dezembro de 1826. Estava grávida, tendo abortado o filho no leito de morte.

A causa da morte da imperatriz até hoje causa divergências. As versões mais conhecidas dizem que Leopoldina, grávida, teria sofrido violência física por D. Pedro 1º, enquanto que outra versão aponta uma septicemia puerperal.

"Em uma carta de Leopoldina para a irmã, escrita na vinda para o Brasil, a princesa diz não esperar fazer nada tão especial e importante pela Áustria quanto fez Maria Luísa ao casar-se com Napoleão. Mas defendo que Leopoldina fez muito mais que a irmã, pois ela ajudou a criar um Brasil independente", defende Rezzutti.

*O texto foi publicado originalmente em 10 de dezembro de 2017.

Universa

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Libertação

 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:36

Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres?

Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.

João 8:33,34


Não é só Jesus que liberta. Muitos dizem: parei de fumar, parei de beber, parei com a jogatina e etc. Já viram alguém dizer isso? 


Sim, foram libertos,mas  pela sua própria força de vontade e persistência. Nunca preencheram o vazio com Jesus. A casa continua vazia, por algum tempo, até que alguém o encontre.


Por isso, libertação verdadeira, acontece gradativamente e só para crentes em Deus.


Primeiramente, precisa ser salvo, depois começa a libertação das ações que desagrada a Deus, como a  soberba, a avareza, a inveja, a ira, a luxúria, a violência, desejos impuros, pensamentos pecaminosos, palavrões, desamor, ódio, adultério, fornicação, desonestidade, mentira, tratamento indevido ao semelhante e etc. 


Tentar libertar uma pessoa sem que ele creia que Deus existe, e que não deseja que Jesus preencha o vazio que surgirá, é dar pérolas aos porcos.


Mt 7:6 Não dêem aos cães as coisas santas; eles podem virar-se contra vocês. Não deitem pérolas a porcos, porque as desprezarão, pisando-as.


E tudo isso só pode acontecer pela lavagem pela palavra ministrada. Se você se banha todos os dias para tirar as sujeiras do seu corpo físico, seu corpo espiritual também precisa ser lavado pela palavra todos os dias. 


1 Tes 5:23 E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.


Libertação é necessária diariamente.

Lucas 11:20


Quando se compra  uma casa, ela está toda suja, então ela precisa ser limpa e enfeitada, cuidada, para poder morar nela, sim ou não?.


Assim é Jesus quando nos comprou pelo sangue que derramou. 


Estávamos sujos, imundos. Assim como a casa precisa ser limpa a cada dia, nós também precisamos ser libertos diariamente das sujeiras que nos atinge constantemente. Isto, é libertação,  é expulsar os antigos moradores, para outro habitar.


Todos precisam de salvação, da conversão a Deus. Após a conversão, o crente precisa de LIBERTAÇÃO.  E isto se inicia, EXPONDO os pecados a Deus, antes que o inimogo das nossas almas faça.

sábado, 22 de agosto de 2020

O autoproclamado 'homem mais elegante da África' se adapta à pandemia de Covid-19

James Maina Mwangi acredita ser o homem mais inteligente de toda a África, talvez até do mundo, e olhando para suas roupas impecavelmente elegantes, é difícil discordar.

Quando ele veio para Nairóbi, no Quênia, James Maina Mwangi tinha apenas uma camisa e as pessoas riam dele porque conheciam seu pai, que era um honrado, mas pobre lutador pela liberdade. Ele pediu a Deus algo para se destacar e, aparentemente, ganhou esse estilo de moda extravagante. Ele tem usado seus ternos e acessórios de cores vivas para se destacar nas ruas da capital queniana desde então, e até mesmo atraiu a atenção internacional graças aos seus trajes.

Morcegos

 

Das cerca de 1.300 espécies conhecidas de morcego, poucas podem ser descritas como fofas e fofinhas, mas o minúsculo morcego branco hondurenho é definitivamente uma dessas raras exceções.

Morcego branco: conheça as curiosidades dessa espécie rara – UnebrasilMorcegos hondurenhos parecem bolinhas de marshmallow | Cuteness ...

Morcego Hondurenho | DOM FERNANDO !!!!

Mahau Cruz - Você já viu os morcegos brancos hondurenhos? | Facebook

GULANCIA 🇧🇷✨ على تويتر: "morcego-branco-das-honduras eles são ...

Morcegos hondurenhos parecem bolinhas de marshmallow [fotos ...

Conheça o morcego branco das Honduras - O Verso do Inverso

Conheça o morcego branco das Honduras - O Verso do Inverso


Programa da OMS para crianças menores de 4 anos: homossexualidade, pornografia, masturbação com outras pessoas

BREAKING ISRAEL NEWS) O currículo sugerido pela organização de saúde da ONU promove sexualidade aberrante para crianças, alegando que suas diretrizes substituem as diretrizes dos pais. Isso traz implicações assustadoras quando consideramos o histórico de estupro e pedofilia dentro da ONU.
Depois que a ONU lidou mal com a pandemia de COVID-19 em andamento, o Presidente Trump removeu o financiamento dos EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS). Muitas pessoas criticaram a decisão, mas um exame mais detalhado mostra que a OMS não apenas é incompetente no desempenho da função para a qual foi criada, mas também tem agendas paralelas que são realmente chocantes. Um desses programas, iniciado há mais de dez anos, tem como foco doutrinar crianças com menos de quatro anos no “gozo e prazer da masturbação” e que, mesmo para crianças, a sexualidade é uma “parte normal da vida de todos.”
O Centro Colaborador da OMS para Saúde Sexual e Reprodutiva, criado em 2003 no Centro Federal Alemão para Educação em Saúde (BZgA), focou em estabelecer padrões para a educação sexual, fornecendo orientações para a implementação e apoiando a implementação de programas de treinamento para educadores. O programa foi traduzido para vários idiomas e usado internacionalmente. O programa foi produzido em um documento-modelo para o desenvolvimento da educação sexual. Foi usado em pelo menos 14 países para desenvolver ou adaptar currículos para educação em sexualidade e/ou defesa da educação sexual para os tomadores de decisão.
O currículo da OMS sugere que as crianças de quatro a seis anos recebam informações “sobre amizade e amor com pessoas do mesmo sexo” e “relações entre pessoas do mesmo sexo” e sejam orientadas a desenvolver “uma atitude aberta e sem julgamento.”
De acordo com esse programa, as crianças menores de quatro anos são introduzidas à masturbação, inclusive “brincando de médico” (ou seja, atividade sexual com outra pessoa de idade não especificada). Crianças de 4 a 6 anos são introduzidas em “relações entre pessoas do mesmo sexo” (isto é, homossexualidade).
A OMS também remove a autoridade dos pais em tais assuntos, estabelecendo seus padrões como substituindo-os.
“Como já foi discutido” o documento diz, “pais, outros membros da família e outras fontes informais são importantes para aprender sobre relacionamentos humanos e sexualidade, especialmente para grupos etários mais jovens.
“No entanto, na sociedade moderna, isso geralmente é insuficiente, porque essas fontes informais geralmente não possuem o conhecimento necessário, principalmente quando são necessárias informações técnicas e complexas (como as referentes aos métodos de contracepção ou transmissão das DST).”
Em 2018, Andrew MacLeod, ex-chefe de operações do Centro de Coordenação de Emergências da ONU, afirmou que cerca de 60.000 casos de exploração sexual foram cometidos na última década por 3.300 pedófilos trabalhando na ONU.
“Os crimes de estupro infantil estão sendo inadvertidamente financiados, em parte, por cidadãos que pagam impostos no Reino Unido,” disse ele em entrevista ao tablóide britânico The Sun. Ao mesmo tempo, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, admitiu que a ONU “lutou por muitos anos com a questão da exploração e abuso sexual,” conforme informado pelo jornal britânico The Times. No início de 2017, o Secretário-Geral das Nações Unidas admitiu 145 incidentes envolvendo 311 vítimas apenas em 2016, principalmente em operações de paz.
Em um caso que é perturbadoramente relevante para o programa educacional da OMS, o funcionário humanitário canadense Peter Dalglish, que ajudou a fundar a instituição de caridade Street Kids International, foi preso pela polícia do Nepal por alegações de que estava envolvido em atividades pedófilas no distrito de Kavre, a cerca de 50 quilômetros norte da capital, Katmandu.
“Sob o disfarce de funcionário comunitário, alegando educar crianças pobres e fornecer o apoio necessário, ele estava explorando sexualmente essas crianças. Desenvolvemos uma rede de som para rastrear e prender pedófilos que entram no Nepal. Estávamos acompanhando as atividades de Dalglish nas últimas duas semanas, depois que fomos informados sobre as atividades dele,” afirmou Pushkar Karki, chefe do CIB e vice-inspetor geral de polícia, de acordo com o jornal Kathmandu Post.
Antes de sua passagem pelo Nepal, ele trabalhou para várias agências da ONU e foi o representante da ONU-Habitat no Afeganistão.
Ele também fez parte da Missão das Nações Unidas para a Resposta de Emergência ao Ébola na Libéria até janeiro de 2016 e foi consultor da Organização Mundial da Saúde para ajudar a combater a propagação dessa doença.

Vida Abundante


Deus nos criou para ter uma vida saudável, abundante em todas as áreas e não uma vida enfermada, escassa, carente e estéril.

Viva um Estilo de Vida Abundante na Forma de Pensar - Brecha Lucrativa

João 10:10 O ladrão só quer roubar, matar e destruir. Mas eu vim para dar vida, e com abundância.

Nem toda enfermidade, é consequência de pecados, mas todo pecado causa algum tipo de enfermidade, seja no corpo natural (físico) ou no corpo espiritual (alma e espírito).


João 5:14 Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse:  Agora você está curado; deixe de pecar, para que nada pior lhe aconteça.

A causa da enfermidade daquele homem específico, era pecados cometidos. 

Paulo diz em: 

1°Tes 5:23 Que todo o vosso ser, espírito, alma e corpo, seja conservado irrepreensível para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo!


Fazendeiro mora no meio do segundo maior Aeroporto do Japão

 Morar em um aeroporto enorme não é fácil, o som de aviões decolando e pousando sozinhos é ensurdecedor, mas para o teimoso fazendeiro japonês é o único lugar onde vale a pena morar.

A família de Takao Shito cultiva vegetais na mesma fazenda há mais de 100 anos. Seu avô era fazendeiro, seu pai também, e agora ele assumiu o mesmo manto, só que as coisas são um pouco diferentes para ele do que eram para seus ancestrais. Onde antes a fazenda Shito fazia parte de uma vila de cerca de 30 famílias cercada por campos abertos, hoje ela fica sozinha no meio do Aeroporto de Narita, o segundo maior aeroporto do Japão. Jatos voam sobre sua cabeça 24 horas por dia, e seu único caminho de ida e volta para a fazenda é por túneis subterrâneos. A maioria das pessoas morreria de vontade de se mudar, mas Takao Shito não. Ele luta para manter sua fazenda há mais de duas décadas e até recusou uma oferta de mais de US $ 1,7 milhão por suas terras.

“Estes são pedaços de terra cultivados por três gerações durante quase um século, por meu avô, meu pai e eu. Quero continuar morando aqui e cultivando ”, disse Shito à AFP , alguns anos atrás.

O pai de Takao, Toichi, era um dos mais fervorosos de um punhado de fazendeiros que vinham impedindo os planos do governo de expandir o aeroporto de Narita desde os anos 1970. A maioria dos outros fazendeiros da área foi convencida a vender suas terras por meio de incentivos financeiros, mas Toichi Shito não cedeu por todo o dinheiro do mundo. Sua condenação marcou Takao quando criança, e quando o velho fazendeiro faleceu aos 84 anos, ele largou seu emprego no ramo de restaurantes e voltou para a fazenda da família para continuar a luta.

 

Takao Shito está constantemente envolvido em batalhas legais para impedir que as autoridades o expulsem à força das terras que seu pai cultiva há mais de 100 anos, desde que ele voltou para casa. É cansativo, assim como a própria lavoura, mas ele não tem intenção de recuar. Sua luta se tornou um símbolo dos direitos civis, e centenas de voluntários e ativistas se reuniram para apoiá-lo ao longo dos anos.

“Recebi uma oferta de pagamento em dinheiro com a condição de deixar minha fazenda”, disse Takao à BBC . “Eles ofereceram 180 milhões de ienes ($ 1.687.320). Isso equivale a 150 anos do salário de um fazendeiro. Não estou interessado em dinheiro, quero continuar cultivando. Nunca pensei em sair. ”

 

O Aeroporto de Narita é o principal portal internacional de Tóquio e movimenta cerca de 40 milhões de passageiros e 250.000 voos por ano. Sua segunda pista deveria passar pelas terras de Takao Shito, mas por causa dos problemas legais, ela agora basicamente a circunda. O aeroporto tem comprado terras de outros agricultores menos teimosos, mas Shito continua sendo um espinho em seu lado.

De acordo com um artigo da Answer Coalition , o Tribunal Local de Chiba proferiu uma decisão injusta que permite a execução compulsória das terras de Takao em 20 de dezembro de 2018, mas no dia seguinte, ele ganhou outra decisão judicial que ordenou a suspensão temporária do processo de execução compulsória até o início do julgamento no Tribunal Superior de Tóquio, no ano seguinte.

Takao Shito ainda está cuidando de sua fazenda orgânica no meio do aeroporto de Narita e vendendo produtos frescos para cerca de 400 clientes. A pandemia Covid-19 não o afetou negativamente, mas tornou mais fácil viver em um dos maiores aeroportos do mundo. A queda no tráfego aéreo tornou o ar mais limpo e desanimador.

Oddity

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Nações, Reis, Luz e Honra.

nacoes-paises
Apocalipse 21:24
E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra.

Então, se táão existirá nações de salvos? Quem são e onde estarão essas nações?

Diante de qual luz andarão?

O que dizer destes Reis?

O que é essa Glória?


Ap 2:26 E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações,

Que Nações? De salvos? Então terá níveis de salvação? Muitos salvos formarão nações. E os que vencerem, que terão poder e que também serão salvos,  ficarão onde?



Apocalipse 22:2 No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.

Onde fica essa praça? Por acaso, os habitantes dessas nações ficarão enfermas? Sim ou não?


Ap 20:8 E sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha.

Quem sairá para enganar?

Que batalha é essa? Essas nações são as de salvos? Sim ou não?


Jo 14:2 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.

Afinal, quantas moradas há na casa do Pai e onde é a que Ele está preparando?

E quando se dará isso tudo?

Agora, na grande tribulação, no milênios ou após o juízo final?


Pesquise, estude e obtenha conhecimento, descubra mais por você mesmo. Isso aumentará sua confiança em Deus, ou seja, sua fé.


Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Jo 8:32