sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
UFC na Prisão
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Prisões Eletrônicas
Apple, Google e Microsoft Colocam "Interruptor Mortal" em Seus Telefones
Quando você compra um videogame, você não dá o varejista o direito de entrar em sua casa sempre que quer. Então, por que dar essa permissão para empresas de software?A maioria dos sistemas operacionais dos smartphones mais populares e outros aparelhos eletrônicos incluem o que pesquisadores de segurança chamam de "interruptor mortal" (kill switch em inglês).
Esse recurso permite que a empresa que fabrica o software operacional possa enviar um comando através das redes da Web ou sem fio, que altera ou remove certas aplicações dos dispositivos.
Apple, Google e Microsoft incluem essa função em suas plataformas, descrito em algumas linhas de seus acordos de uso que descreve a política. Os executivos do Google e da Apple dizem que essa característica é importante para proteger contra softwares maliciosos.
"Tomara que nunca precisemos puxar essa alavanca, mas seríamos irresponsáveis de não ter um interruptor como este para usar", disse o CEO da Apple Steve Jobs disse ao The Wall Street Journal em 2008. Está lá como uma medida de segurança para quando os guardiões da App Store erroneamente aprovarem um aplicativo que tem problemas, disse ele.
A Apple parece não ter usado este recurso nos quatro anos desde a introdução do iPhone. Um porta-voz da Apple preferiu não comentar sobre o assunto.
Andy Rubin, diretor de desenvolvimento do Google Android, disse algo parecido em uma entrevista com repórteres nesta terça-feira. Ele descreveu o interruptor mortal como uma "alavanca de segurança" ou "dispositivo de malware", utilizada para "remover o material malicioso de dispositivos, quando este caia por engano no Android Market"
A Google utilizou este procedimento de segurança duas vezes, uma no verão passado, quando um pesquisador de segurança independente desencadeou um programa potencialmente problemático, e novamente em março, depois de alguns programas maliciosos se espalharam por celulares com Android. Neste último caso, o Google acionou o interruptor cerca de 50 minutos após saberem do problema, disse Rubin.
Estes dois incidentes foram as únicas vezes que o Google tem utilizado a função, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto. Um porta-voz do Google não quis comentar.
É necessário concordar que o Google possa apagar remotamente o software de seu aparelho para que você possa usar o android market para baixar os aplicativos. Não está claro se os fabricantes de telefones, que por vezes alteram o software básico, podem também adicionar um "interruptor mortal" próprio. A Samsung Telecommunications, um fabricante top de aparelhos portáteis Android, não respondeu a um pedido de comentário.
Research in Motion, que produz o BlackBerry, e Symbian da Nokia não acrescentam este tipo de interruptor em seus aparelhos.
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A Microsoft é de do eugenista Bill Gates, e tanto ela quanto o Google são membros Premium do CFR, conselho de relações exteriores, um órgão controlado pela elite globalista que manda e desmanda na política externa americana. Por outro lado a Apple tem Al Gore em sua diretoria,um dos maiores alarmistas do aquecimento global que já apareceu.. Não está bem claro qual o limite de controle sobre os smartphones que estas empresas têm.
Realmente ficamos em uma sinuca de bico para escolher um celular que não nos deixe na mão quando a m....a for jogada no ventilador... Como um usuário do android, acho realmente preocupante que existam tais brechas que permitam alterar meu celular sem minha prévia autorização. Mas entre o android, o iphone ou o windows mobile, ainda fico com o android , mais especificamente um Nexus S, que entre nós dá um banho no IPhone em termos de aparelho :). Blackberry e Nokia infelizmente estão defasados em termos de usabilidade e funcionalidades, o que torna inútil o fato de eles não terem o tal do "kill switch".
Fontes:
CNN: Why gadget makers wield a 'kill switch'
Google flips Android kill switch, destroys a batch of malicious apps (update)
Engadget: Google flips Android kill switch, destroys a batch of malicious apps (update)
Via: Anovaordemmundial
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Condenado a 278 anos de Prisão
Abdelmassih, um dos mais renomados especialistas em reprodução assistida do Brasil, com um luxuoso escritório na Avenida Brasil, chegou a ficar preso de 17 de agosto a 24 de dezembro de 2009. O então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu ao médico o direito de responder o processo em liberdade. Por causa dessa liminar, que ainda não tem uma decisão definitiva, o condenado poderá aguardar em liberdade.
Mais de 200 pessoas foram ouvidas no processo. Entre elas, há 130 testemunhas de defesa e 35 mulheres que dizem ter sido atacadas dentro da clínica do médico. Algumas afirmam que sofreram mais de um abuso sexual. Em interrogatório à Justiça, o médico teria negado os abusos e dito que apenas dava beijos no rosto das pacientes. Segundo ele, o cumprimento afetuoso é uma característica familiar, sem qualquer outra intenção.
Primeiras denúncias
As primeiras denúncias de pacientes foram feitas no início de 2008. Policiais civis e promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) começaram a investigação. Com a divulgação das denúncias, outras supostas vítimas entraram em contato com o Ministério Público e a polícia para relatar abusos.
Abdelmassih foi indiciado em junho de 2009 por estupro e atentado violento ao pudor. A prisão dele, decretada pela 16ª Vara Criminal da capital paulista, foi revogada pelo STF.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Artigo 286
Pais podem ir para a cadeia se filhos não retornarem à escola na Serra.
Quem não obedecer ao artigo 286 do Código Penal pode ter de cumprir pena de detenção de 15 a 30 dias ou pagar uma multa
É dever dos pais prover a educação aos filhos. E para que este dever seja cumprido, o projeto Pró-Escola foi colocado em prática na Serra com o objetivo de diminuir o número de evasão nas escolas. Na tarde desta segunda-feira (23) a Secretaria de Educação do município realizou uma Audiência Pública do Pró-Escola com 293 pais ou responsáveis pelos alunos para que pudessem explicar o motivo dos estudantes terem acima 25 faltas não justificadas.
No encontro, a titular do Primeiro Juizado Especial Criminal da Serra, Hermínia Azoury, esclareceu para os pais que quem não obedecer ao artigo 286 do código Penal em que crianças fora da sala de aula é crime de abandono intelectual na Serra pode ter que cumprir a pena de detenção de 15 à 30 dias ou pagar uma multa.
"Eu esclareci para eles que agora seria apenas o momento de conscientização. A partir de hoje até 30 dias se eles não colocarem em prática aquela conscientização serão intimados. Por isso fiz questão que eles repetissem comigo o código assim eles estão tomando conhecimento do dever deles".
Gazeta
quinta-feira, 4 de março de 2010
Casal cristão paquistanês recebe 25 anos de prisão por "ofensas ao Alcorão" (acusados de tocar o Alcorão sem lavar as mãos)
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| Munir Masih e Ruqqiya Bibi conversando com representante do CLAAS no Paquistão. |
De acordo com o Centro de Assistência Judiciária, Assistência e Liquidação (CLAAS) UK Munir Masih e Bibi Ruqqiya foram acusados de tocar o Alcorão sem lavar as mãos.
Um outro caso, de blasfêmia foi registrado contra Ruqqiya Bibi e seu marido Munir Masih, em 19 de Dezembro de 2008 sob o número 295-B do Código Penal Paquistão (ofensa que carrega uma prisão perpétua, se for condenado) em Mustafabad Esquadra de Kasur, uma cidade perto de Lahore.
Sr. Nasir Saeed, diretor-UK CLAAS disse ao correspondente da BBC que os dois foram libertados sob fiança, mas os muçulmanos tem alegadamente pressionado polícia para condená-los por cometer blasfêmia contra o profeta Maomé, um delito que carrega sentença de morte, se for condenado.
ANS tem conhecimento de que o casal conseguiu se salvar novamente.
As alegações finais do caso foram apresentados perante o Tribunal de Justiça em 18 de fevereiro de 2010 pelo advogado CLAAS, Mr. Tahir Gul Sadiq
A ativista britânica dos direitos humanos disse que Ruqqiya Bibi e Munir Masih foram condenados a 25 anos de reclusão pelo juiz, Sr. Ajmal Kasur Hussein no dia 2 de Março de 2010.
Saeed contou ao nosso correspondente que Masih e a esposa haviam recebido apoio financeiro do CLAAS desde que começou a ter problemas relacionados com blasfêmia.
A polícia, disse que os presos Ruqqiya Bibi e seu marido Munir Masih serão enviados pelo Tribunal, Masih à prisão do distrito Kasur e Ruqqiya para a cadeia da Mulher em Multan.
O CLAAS se ressente do triste fim da história e vai apresentar um recurso no Tribunal Superior de Lahore, em nome da Ruqqiya Bibi e seu marido Munir Masih contra os seus 25 anos de prisão", disse Saeed.
Assist News
domingo, 23 de agosto de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Padre condenado a prisão perpétua por Genocídio em Ruanda
KIGALI, Ruanda (AFP) - Um padre católico hutu ruandês, Aime Mategeko, foi condenado a prisão perpétua depois de ter sido considerado culpado de participação no genocídio contra os tutsis de 1994.
Mategeko, 45 anos, foi julgado em um tribunal popular "gacaca" de Gihundwe, sudoeste de Ruanda.
Ele foi condenado por incitar as matanças dos tutsis que haviam se refugiado na paróquia de Shangi, na antiga capital de Cyangugu.
Durante o genocídio, Mategeko era padre de Hanika, outra paróquia católica da região.
Inspirados pelas antigas assembleias locais nas quais os sábios solucionavam as divergências sentados na grama (gacaca, no idioma do país), os tribunais "gacaca" são responsáveis por julgar os acusados pelos genocídio de 1994, com exceção daqueles que planejaram o crime a nível nacional.
Executado pelos extremistas hutus, o genocídio deixou mais de 800.000 mortos, segundo a ONU, essencialmente entre a etnia tutsi, entre abril e julho de 1994.
Fonte
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Pastor, 79 anos de prisão
Os crimes, conforme a denúncia, teriam sido praticados no interior de uma igreja evangélica na qual ele era pastor e em outras localidades. Ainda conforme os autos, o denunciado teria usado de violência real (ameaças aos adolescentes com arma) ou violência presumida (com menores de 14 anos). O magistrado, que proferiu a sentença, em atenção às particularidades do caso, não concedeu a possibilidade do réu apelar em liberdade. Nenhum nome foi revelado.
Conforme o magistrado, a materialidade do crime restou comprovada na confissão extrajudicial do acusado, ocorrida na fase de inquérito policial; nos depoimentos das próprias vítimas e testemunhas; na apreensão de objetos; além de outras constatações. Ressaltou que a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça já decidiu em diversos recursos criminais, em situações semelhantes, que a confissão feita no inquérito policial.
Ao final da sentença, o juiz Anderson Candiotto determinou que fossem extraídas cópias dos depoimentos das vítimas e testemunhas para serem encaminhadas à Delegacia de Polícia para instauração de novo inquérito, para investigar os mesmos crimes possivelmente praticados contra outras vítimas indicadas nos depoimentos apresentados em Juízo.
A título de orientação, o magistrado explanou o “modus operandi” utilizado em crimes sexuais contra crianças e adolescentes, em especial nesse caso em que o réu usava do artifício de ser pastor da igreja para assediar os meninos. Explicou que, segundo os manuais de psicopatologia, a pedofilia é caracterizada como ato ou fantasia de ter contato sexual com crianças em fase de desenvolvimento anterior à puberdade (igual ou inferior a 13 anos).
Ainda dos referidos manuais, o magistrado extraiu que o pedófilo procura uma vítima indefesa, normalmente muito próxima, embora possa também pertencer a um espaço exterior à família ou ao seu meio natural que, por coação, é por ele silenciada. “Infere-se que os pedófilos repetem, com frequência os seus comportamentos, e tentam justificar os seus atos dizendo que os mesmos têm valor educativo para a criança; que a criança tem prazer sexual, e que são elas quem os provocam”, sublinhou o magistrado, acrescentando que os pedófilos, por regra, não sentem remorso ou mal-estar pela prática dos seus atos.
Fonte
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Procura-se Delinquentes, Ladrões e Bandidos, desesperadamente!!!
Prisões fecham por falta de criminososOs responsáveis pela área da Justiça nos Países Baixos, acabam de anunciar o encerramento de oito cadeias, por falta de deliquentes. Os guardas prisionais não estão contentes com esta decisão.
Os Países Baixos têm falta de delinquentes e, por isso, vai ser necessário fechar oito prisões. A Câmara dos Deputados organiza a partir de hoje um debate sobre a questão: como diabo se chegou aqui e a quem pedir responsabilidades?
Para resolver o problema, vamos importar delinquentes belgas, com vista a mantermos o nosso sistema penitenciário. Já estou a ver o nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, Maxime Verhagen, a implorar aos colegas estrangeiros para expedirem os seus excedentes de bandidagem para o nosso país, a fim de manter os postos de trabalho no nosso regime penitenciário.
O debate foi pedido pelo VVD (liberais de direita) e o PVV (extrema-direita). O SP (Partido Socialista) também participa: querem garantias de emprego para o pessoal penitenciário. Verdadeiros socialistas, não percebem nada das leis do mercado. Está bem, vou explicar-lhes uma última vez: a baixa da oferta de bandidos provoca a baixa da procura de carcereiros.
O projeto da secretária de Estado da Justiça, Nebahat Albayrak, foi especialmente mal acolhido pelo VVD e pelo PVV, o que é lógico. A mensagem é demasiado positiva e corta-lhes os pezinhos cerce.
Há anos que os partidos de direita fazem crer aos seus eleitores holandeses que a criminalidade excede todos os limites, que a partir das 18 horas é um risco sair à rua, que os seus bairros se transformam em altenticos guetos. Dizem-lhes que é necessário um pulso de ferro, fechar esses indivíduos em prisão perpétua depois de lhes dar um tiro nos joelhos. Dizem que o corpo de polícia é constituído principalmente por polícias agorafóbicos e que os juízes são medíocres e demasiado tolerantes:
É necessário ter exterminado a família toda antes de receber finalmente um lugarzinho num desses hotéis de grande luxo, super-equipados, a que chamamos, por aqui, “prisões”. Por um mês, no máximo. É por isso que as celas estão vazias, dizem. É um milagre que ainda haja pessoas aferrolhadas, dado o número de penas transformadas em trabalho de interesse público e as que são enviadas para esses espaços especializados no acolhimento de tipos agressivos.
Pois é, senhoras e senhores, vejam onde chegou o nosso país!
Felizmente, existem alguns piratas no mar, que podemos encarcerar por cá, se não teria sido necessário fechar ainda mais prisões. De resto, não é de excluir que esses indivíduos em breve se andem a passear com uma pulseira electrónica numa rua comercial perto de si ou a caminho da Universidade, para estudar à nossa custa Oceanologia ou Literatura Africana.
Oh pobre Holanda!
Em suma, este discurso era fácil de fazer engolir aos eleitores, mas eis que a Albayrak nos vem dizer o contrário: que é necessário fechar prisões, devido à baixa de criminalidade. É um golpe baixo na direita. É como se levassem com um pano encharcado na cara. Não há nada mais mesquinho. É realmente o tipo de má farsa em que Nebahat Albayrak é especialista.
Vi o antigo procurador Fred Teeven (liberal de direita) no noticiário da televisão, no outro dia. Tinha um ar desesperado. É como se a Albayrak, com o seu infausto projecto, lhe tivesse retirado a razão de ser. Não me surpreenderia que Fred assaltasse um banco ou roubasse a carteira a uma velhinha antes do debate de emergência, só para mostrar que a luta contra a criminalidade não vai no bom caminho.
Fred Teeven sabe muito bem que a criminalidade está a baixar desde 1995, que as alternativas às penas de prisão dão frequentemente bons resultados e que os Países Baixos são afinal um país bastante seguro. Mas pronto, o medo constitui a base do negócio dele, do VVD e sobretudo do PVV, e não têm vontade nenhuma que lho tirem.
Fonte
sábado, 18 de abril de 2009
Prenderam a Capivara
São Paulo Uma capivara invadiu o quintal de uma casa, se escondeu nos fundos da residência, foi perseguida pelas ruas da região e só foi retirada após quatro policiais militares e 10 moradores se esforçarem no resgate do animal em Américo Brasiliense, interior de São Paulo. Após ser laçado, o roedor foi levada para uma área de preservação ambiental na Zona Rural de Américo, em uma viatura da Polícia Militar (PM).
Na foto, o animal recém capturado no quintal de uma casa no interior de São Paulo
Na cidade não existe Corpo de Bombeiros. Os policiais improvisaram uma corda e um pedaço de madeira para laçar o animal de aproximadamente 50 kg e 1 m. O soldado Wagner Dolce, da PM, foi o primeiro a chegar à casa. "Ela (capivara) estava escondida atrás das telhas. Tentamos cercar, mas o povo foi chegando e os cachorros latindo. Ai, ela saiu, deu a volta na casa e começou a correr na rua", conta o soldado.
Policiais e moradores correram atrás da capivara no meio do mato e também por mais de 10 m até conseguirem prendê-la na calçada. O roedor foi colocado dentro do compartimento onde vão os presos na viatura e, segundo o PM, solta em uma área de preservação ambiental na zona rural de Américo Brasiliense. "Eu nunca tinha visto isso e achei que nunca fosse acontecer", disse o policial. "Moro há dois anos aqui e, apesar do mato, não achei que teria uma visita de capivara", brincou a moradora.
quarta-feira, 11 de março de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
É muito dinheiro!!!
207 Milhões de dolares
Essa apreeenssão aconteceu em 20 de março de 2007
O dinheiro encontrado escondido dentro de paredes, armários e malas em um dos bairros mais ricos da Cidade do México, vieram os lucros das metanfetaminas vendidas nos Estados Unidos, [chefe DEA Karen Tandy] disse.
Sete pessoas foram presas.
Além dos dólares, os funcionários encontraram € 200.000 e 157.500 pesos.
Procurador-geral mexicano Eduardo Medina Mora disse que o dinheiro foi ligado a uma das maiores redes do hemisfério para o tráfico pseudoefedrina, o principal ingrediente de metanfetaminas.
A operação deve reduzir o fornecimento de metanfetaminas para os Estados Unidos, onde gangues mexicanas controla pelo menos 80 por cento do mercado, Tandy disse.
"Com a maior apreensão de droga em dinheiro na história, os grandes narco-traficantes estão agora $ 205 milhões mais pobres. Esta apreensão inédita de dinheiro de droga mexicano, foi na Cidade do México na semana passada, também levou à prisão de vários importantes narco-traficantes.
Agindo com dados fornecidos pelo E.U. Drug Enforcement Administration. Agentes apreenderam em casa na Cidade do México um indivíduo ligado à UNIMED farmacêutica corporação de Hong Kong, China. Sete pessoas foram presas até agora e as autoridades estão à procura de mais suspeitos.
Autoridades acreditam UNIMED está relacionado com tentativas, em dezembro de 2006 e fevereiro de 2007, para contrabandear grandes quantidades de produtos químicos tóxicos utilizados para produzir metanfetaminas através dos portos de Michoacán e Colima.















