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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Os Comedores de Luz, Energia - Será?

E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi. Gênesis 1:30

Em busca de uma resposta sobre a existência ou não dos comedores de luz, ele deu a volta ao mundo e gravou entrevistas com as mais diversas personagens, munido de uma pequena câmera. Straubinger falou com cientistas e com pessoas que tiveram experiências com a inédia – a renúncia total ao qualquer tipo de alimento convencional.




É possível viver sem qualquer alimento? Esta pergunta é capaz de abalar as concepções vigentes do mundo, despertar a cólera de céticos e levar até os limites da ciência. Não apenas iogues afirmam ser capazes de subsistir sem comida nem bebida: também no Ocidente, onde (quase) tudo é explicável através da lógica, há pessoas que afirmam serem capazes de renunciar permanentemente à alimentação.

O jornalista vienense Peter-Arthur Straubinger ficou fascinado pelo fenômeno. E ao mesmo tempo surpreso de que houvesse tão pouca informação fundamentada sobre esse, ao iniciar as pesquisas que levaram ao documentário Am Anfang war das Licht (No princípio era a luz).

Originalmente esses registros deveriam ser apenas sua base de pesquisa, porém grande parte das entrevistas passou a integrar o filme que estreou recentemente na Alemanha.

Temor da publicidade

Após ocupar-se do tema durante dez anos, Peter-Arthur Straubinger está agora firmemente convencido de que existem mesmo seres humanos capazes de manter o jejum, sem sucumbir à inanição e à desidratação. E também descobriu por que, antes dele, ninguém se aprofundara no assunto.

"A maior parte das pessoas que pratica a inédia evita a projeção pública, temendo ser rotulada como enganadores ou charlatães." E como, a rigor, não têm a menor necessidade de convencer ninguém de nada, elas não fazem grande alarde a respeito.
Uma exceção é Jasmuheen, considerada guru dos comedores de luz, e que ganha uma pequena fortuna com seus livros e seminários.

Fenômeno com tradição mundial

Não importa que nome se dê ao fenômeno, se bigu, prana ou respiratorianismo: culturas diversas possuem designações diferentes porque a renúncia consciente à alimentação apresenta uma longa tradição, não tendo chegado à Europa somente a partir das livrarias esotéricas e escolas de ioga.

"Por um lado, há um sem número de relatórios anedóticos, atravessando épocas, religiões e culturas, e a verificação cética sempre faz parte desses relatórios", explica o cineasta austríaco.

Já Ludwig 2º, rei da Baviera (1845-1886), mandou internar numa clínica em Munique a "Bebedora de Água de Frasdorf", e o relatório da investigação sobre o caso confirma não se tratar de uma fraude. Também consta que a criada bávara Therese von Konnersreuth (1898-1962) nutriu-se durante vários anos apenas da sagrada comunhão.

Provas empíricas

Entretanto Straubinger não se contentou apenas com exemplos históricos, hoje impossíveis de verificar. Estudos atuais, como os realizados por médicos indianos com o iogue Prahlad Jani são provas eloquentes.

Durante as duas semanas em que se submeteu a ser vigiado por câmeras de vídeo numa estação hospitalar, ele passou sem alimento ou água. Nem foi ao sanitário, embora mantendo índices sanguíneos normais e sem perder consideravelmente tecido adiposo.

Então, se toda uma equipe médica não esteve envolvida numa fraude, o fenômeno da nutrição pela luz tem que existir. Por outro lado, o tema é quase tabu para os pesquisadores contemporâneos, por confrontá-los, inevitavelmente, com as fronteiras do que é explicável pela ciência.

Energia organizada

Mesmo assim, mantém-se o desafio de explicar esse fato aparentemente inacreditável, e o documentário dá a palavra a biólogos e físicos quânticos, médicos e nutricionistas. Contudo, a questão "como funciona a inédia", é menos premente para os próprios "comedores de luz" do que para o mundo à sua volta. Dentre eles se encontra até mesmo um químico, que no filme constata de forma lapidar: "Simplesmente me sinto bem, desde que não como mais nada".

Straubinger também falou com a autora Jasmuheen, que descreve em seus livros um processo de 21 dias como caminho para inédia. No princípio era a luz adverte para os perigos de autoexperimentos ambiciosos que podem ter fim fatal. Pois geralmente a renúncia ao alimento se instaura como efeito colateral de um estado de consciência alcançado, por exemplo, através da meditação sistemática.

Essa noção se conecta com a teoria de Dean Radin, pesquisador de fenômenos da consciência que se ocupa de parapsicologia e telepatia.

"A consciência é, aparentemente, um princípio organizador. Energia organizada parece ser aquilo de que precisamos para sobreviver. Nós a consumimos normalmente com a comida, nas plantas e, indiretamente na alimentação animal, com a energia solar lá armazenada. E, em casos extremos, talvez baste mesmo para sobreviver fisicamente apenas a intenção, e já assimilamos essa energia organizada de nosso meio ambiente."

Os limites do científico

O fenômeno da nutrição através da luz permanece um enigma. Porém o documentário de Straubinger também tematiza a reação dos cientistas, quando pesquisas confirmam o aparentemente impossível.

A intenção do jornalista é chamar a atenção para a dificuldade em se admitir novos modelos conceptuais, sem abalar a credibilidade da ciência. Na realidade, seu filme não trata apenas do sensacional tema dos comedores de luz, mas também de questionar a visão materialista de mundo.

Abençoarei abundantemente o seu mantimento; fartarei de pão os seus necessitados. Salmos 132:15

E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; Mateus 4:2

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sexta-feira, 12 de março de 2010

O milagre do Elefante

Para nós é uma visão triste - um elefante magnífico se despede na sua velhice.

Mas, para os famintos do Zimbabué, é um milagre.

Até a carcaça é uma fonte vital de alimento, e centenas de moradores desesperados no Gonarezhou National Park correram até o animal morto dentro de poucos minutos de sua descoberta.

Usando facões, machados e facas feitas de latas avançaram em cima de seis toneladas de carcaça, que foi encontrado no cerrado.

Fallen gigante: O cadáver do elefante fica perturbada no cerrado  no fundo Gonarezhou National Park

O cadáver do elefante no cerrado no fundo Gonarezhou National Park

A descer desesperado: Dentro de minutos, os aldeões famintos  chegar a carcaça

A descer desesperado: Dentro de minutos, os aldeões famintos chegam a carcaça.

Lutas irrompem entre os moradores que lutam para retirar pedaços de carne do animal para alimentar suas famílias.

Demorou apenas uma hora e 47 minutos para o elefante ser reduzido a um esqueleto. Cada parte foi utilizada para a alimentação, até mesmo o tronco e as orelhas.

Os ossos do animal de 70 anos, vão à fervura para a sopa e dentro de 24 horas.

Mas estas imagens ilustram o terrível estado dos zimbabueanos que são forçados a isso para sobreviver.

Ontem, a Cruz Vermelha, advertiu que a situação na ex-colônia britânica é "crítica" com 2.17 milhões de pessos e um em cada quatro da população necessiten de ajuda alimentar urgente.

Batalha começa: Em breve, os moradores estão lutando para obter a  carne urgentemente necessária

A Batalha começa: Em breve, os moradores estãrão lutando para obter a carne urgentemente e necessária.

elefante

Audiência: As pessoas se reúnem em uma colina a uma pequena distância para assistir os homens da aldeia começarem a trabalhar.

"Emma Kundishora, da Cruz Vermelha do Zimbabué, disse: "Em algumas partes do país, a situação alimentar é tão mau até para muitos de nossos voluntários e funcionários." Mas a coisa pode piorar ainda mais.

A colheita deste ano, poderá produzir apenas 500.000 toneladas, menos de um terço da quantidade necessária para alimentar a nação.

"Ao amanhecer um morador avistou a carcaça enquanto passava em uma bicicleta.

"Foi no meio do nada, mas dentro de 15 minutos centenas de pessoas chegaram de todas as direções.

Brutalmente eficaz: nada se perde, com a pele, tronco e removidos  todos os ouvidos

Brutalmente eficaz: nada se perde, como a pele, tronco e os ouvidos.

Starving zimbabueanos lutar com outro como se ajustaram em cima do  elefante para obter carne

Um zimbabueanos luta com outro em cima do elefante para obter um pedaço carne.

Stripped: Depois de menos de duas horas, só restam os ossos. Mesmo  estes, mais tarde, ser tomadas

Depois de menos de duas horas, só restam os ossos. Mesmo estes, mais tarde, serão consumidos.

Zimbabué
Zimbabué

Um aldeão sujo de sangue e o local, completamente limpo, onde o elelefante estava inteiro a apenas 24 horas.

"As mulheres formaram um círculo em torno do elefante e os homens no interior, lutando uns com os outros para chegar à carne."

"A carne é levada para casa. Alguns comem imediatamente, mas a maioria coloca em linhas para secagem e lavagem depois armazenam para comer mais tarde.

Haverá festas nas aldeias vizinhas nas próximas duas noites.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Que fome gigantesca, Engolindo o próprio primo

Quando se está com muita fome é melhor esquecer dos peixes e ir direto para o que está a disposição, mesmo que tenha penas como você e seja seu primo de longe.

Esta bela garça fez exatamente isso com esta ave desavisada e engoliu todo o pássaro enquanto ele ainda estava vivo.

A carqueja pode ser vista com a cabeça presa entre o bico da ave poderosa, batendo as asas tentando desesperadamente escapar.

Dinner time: A garça fome pega a carqueja e começa sua refeição bem merecido
O jantar é servido: a garça se prepara para engolir a presa
Abaixo a armadilha: A garça abre para engolir toda a carqueja
Stuffed: A garça parece completa depois de terminar sua refeição extra grande

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

USA for Africa-We are the world - Michael Jackson

Em 1985, Michael Jackson reune algumas dezenas de artistas famosos para gravar uma musica para a campanha mundial contra a fome na Etiópia, Africa.
A letra, naquela época, não foi muito relevante mas vale para os dia de hoje.