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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Assembleia de Nova Iorque aprova casamento gay

O estado de Nova Iorque aprovou esta terça-feira um projecto-lei que permite o casamento entre homossexuais, avança a agência «EFE». O documento foi aprovado por 89 votos a favor e 52 contra.

Lisboa - (João Relvas/foto Lusa)

Agora, a medida terá de ser aprovada pelo Senado, onde se espera que encontre uma maior oposição, adianta a «EFE».

O Partido Democrata possui agora 32 senadores em Nova Iorque, contra 30 do Republicano, mas ainda não está claro um documento como este terá o apoio da maioria.

Esta é a segunda vez em dois anos que a Câmara Baixa nova-iorquina aprova um projecto-lei nesse sentido, e desta vez contou ainda com o voto a favor de cinco republicanos.

O governador de Nova Iorque, David Paterson, apresentou no dia 16 de Abril o projecto para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e equiparar os direitos aos das uniões entre heterossexuais. O documento recebeu o apoio do presidente da câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, e dos activistas da comunidade gay.

Com esta votação, Nova York dá mais um passo para se juntar a Massachusetts, Connecticut, Maine, Vermont e Iowa, onde o casamento entre homossexuais já foi aprovado.

Fonte

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Tiroteio em centro de imigração em Nova Iorque deixa ao menos 12 mortos

Nova Iorque (EUA) - Pelo menos doze pessoas morreram em um tiroteio registrado hoje nos escritórios da organização American Civic Association da localidade de Binghampton, no estado de Nova Iorque, informou a rádio local "WNBF".

Foto: Reprodução Internet
Suspeito foi descrito por testemunhas como um homem asiático, cerca de 20 anos, com 1,80 m de altura (Foto: Reprodução Internet)

"Entre 12 e 13 pessoas teriam morrido, e poderia haver 40 dentro do edifício", informou o diretor da emissora de rádio local, Bob Joseph, à rede de televisão "CNN".

Pouco antes, o diretor do serviço de emergências do condado de Broome, Brett Chellis, informou à emissora de televisão que tinha havido um tiroteio na American Civic Association, e que agentes da Polícia foram ao local e estabeleceram um perímetro de segurança em torno do prédio.

Questionado sobre quem tinha confirmado as informações, Joseph ressaltou que as fontes eram "duas pessoas em posição de saber o que está ocorrendo: uma vinculada à polícia e outra, à cidade".

As imagens de televisão mostram vários agentes da polícia local e estadual cercando o edifício do centro de imigração, situado nas proximidades da escola local, que foi evacuada.

Além disso, também foram mobilizados agentes do FBI (Polícia federal americana), que transferiram ao local algumas equipes de atendimento a reféns e um negociador.

Por sua parte, o prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, disse ao jornal local "Binghamton Press & Sun-Bulletin" que "um homem armado com uma espingarda" estava no edifício desse centro social e que os prédios e apartamentos em torno do mesmo já tinham sido evacuados.

Assista vídeo com a movimentação dos policiais em Nova Iorque


Ele informou ainda que quatro pessoas saíram do edifício e que foram transferidas até um hospital, e na televisão apareceram imagens dos serviços de emergência evacuando várias pessoas em macas.

Segundo essas fontes, 41 pessoas permanecem no prédio retidas por um jovem que, segundo algumas informações, teria origem asiática.

Há informações de que 15 reféns teriam sido trancados em um armário e outros 26, no quarto das caldeiras.

A American Civic Association dá assistência a imigrantes e refugiados em uma série de assuntos, como aconselhamento pessoal, regularização da situação nos Estados Unidos e ajuda no reencontro de familiares, por exemplo.

O Dia

quarta-feira, 11 de março de 2009

Cinco prisioneiros assumem culpas pelo 11 de Setembro e mostram-se orgulhosos

Cinco presos de Guantánamo, acusados de conspiração nos atentados de 11 de Setembro, entregaram esta terça-feira um documento ao tribunal em que se declaram culpados e orgulhosos dos seus actos contra os Estados Unidos.

O documento, tornado público por um juiz do tribunal militar, é assinado por Khaled Cheikh Mohammed - que se pensa ter sido o cérebro do ataque às torres gémeas de Nova Iorque a 11 de Setembro de 2001 -, Ali Abd al-Aziz Ali, Wallid bem Attash, Ramzi ben al-Shaiba e Mustapha al-Hawsawi.

Estes cinco prisioneiros deverão responder em tribunal por crimes de guerra, que lhes podem valer a condenação à morte, apesar de o julgamento estar suspenso desde Dezembro para avaliar o estado psicológico de dois deles.

No documento entregue, de seis páginas e com o título «A resposta islâmica às nove acusações do governo», os acusados classificam os Estados Unidos de «criminosos de guerra de primeira classe» e justificam o seu ataque com a necessidade de «defender o país, a religião, a terra».

«Matar-vos, combater-vos, destruir-vos e aterrorizar-vos, responder aos vossos ataques são acções consideradas como um dever legítimo à luz da nossa religião. Nós oferecemos estes actos a Deus», lê-se no texto.

Entretanto, o porta-voz do Pentágono, Jeffrey Gordon, considerou este documento uma «tentativa destes acusados de fazerem mais publicidade» à Al-Qaeda.

Fonte