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O projeto de lei 122/2006 define como crime qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo.
O pastor da Assembléia de Deus, Silas Malafaia, participou nesta quarta-feira, dia 24, do programa do Ratinho, no SBT. O debate envolveu o polêmico projeto PLC 122/06 que cria uma ditadura gay. O presidente da Associação Vitória em Cristo enfrentou a autora do projeto, a ex-deputada Iara Bernardes.
Os convidados foram recebidos pelo apresentador do programa, Carlos Massa, o Ratinho. Um vídeo explicou os fundamentos e o que propõe o PLC 122/06. No vídeo o pastor Dilmo dos Santos, da AD do Brás, lembrou os perigos da aprovação. “ Esta lei favorece alguns em detrimento de outros”, criticou. O representante da ONG Corsa, que defende a comunidade LGBT, Lula Ramires, esclareceu que o projeto equipara preconceito ao racismo. “ Ninguém é homossexual para afrontar Deus”, apontou. (Gospelprime/)
Veja o segundo debate com a transexual Rosana Star, ex-paquito Clicando Aqui

A polêmica do PL 122/2006 será assunto em pauta no Programa Ratinho (SBT), no dia 24 de Fevereiro, às 18h, quando o pastor Silas Malafaia e a ex-deputada Iara Bernardes, autora do projeto, debaterão sobre a possível aprovação dessa lei que sanciona como como crime qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo.Na oportunidade, o pastor Silas explicará as razões de a igreja evangélica se posicionar contra esse projeto de lei que, segundo ele, além de ferir a Constituição Federal, traz sérios prejuízos à célula mater da sociedade, a família, bem como às convicções religiosas.
Pastor Silas Malafaia gravou também uma entrevista no Tudo em dia, programa de TV sobre espesse bate-papo vai ao ar no dia 22 de fevereiro, às 0h3ortes e variedades, exibido pela BAND/RS, comandado por Luciano e Flávia do Valle. O resultado d0.



"Um Deus infinito pode Se dar inteiro a cada um de seus filhos. Ele não se distribui de modo que cada um tenha uma parte, mas a cada um Ele se dá por Inteiro, tão integralmente como se não houvesse outros". (Tozer)