Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010

A Estrada - Filme - Legendado PT

Direção: John Hillcoat
Gênero: Drama
Duração:
112 min.


Um evento cataclísmico atingiu a terra, devastando-a por completo. Milhões de pessoas foram erradicadas por incêndios, inundações, a energia elétrica se acabou e outras morreram de fome e desespero. Um pai e seu filho resolvem partir em uma longa viagem pela América destruída, em direção ao oceano, em uma épica jornada de sobrevivência nesse mundo pós-apocalíptico. Os dois devem permanecer unidos, contando com uma imensa força de vontade que mantém suas esperanças vivas, não importa a qual custo, para enfrentar todos os obstáculos, desde as condições adversas de temperatura até uma gangue de caçadores canibais.


Curiosidades:

Baseado no romance de Cormac McCarthy, vencedor do Pulitzer de 2007. Mesmo escritor de 'Onde os Fracos não Têm Vez'. 'A Estrada' representa uma mudança surpreendente na ficção de Cormac McCarthy e talvez seja sua obra-prima. Mais que um relato apocalíptico, é uma comovente história sobre amadurecimento, esperança e sobre as profundas relações entre um pai e seu filho.

11 Vídeos - Reprodução Automática - 112 minutos



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domingo, 4 de abril de 2010

[FILME] VACINAÇÃO: A VERDADE OCULTA

Via: Uma Nova Ordem Mundial

"Vacinação: A Verdade Oculta" é um filme produzido em 1998, mas nunca foi tão atual. Em um momento que somos instruídos no Brasil a arregaçar as mangas e tomar a vacina, mais do que nunca é necessário mostrar a realidade por trás das vacinas.

O que eu acho que vai acontecer durante essa atual campanha de vacinação é que não só a vacina H1N1 será desmascarada, mas como também a população irá abrir os olhos para a triste realidade por trás das vacinas em geral.

Vários pontos são abordados neste filme. Autoridades da saúde brandam aos sete ventos como a vacina erradicou várias doenças. Neste filme é mostrado como várias doenças já vinham diminuindo antes do início das campanhas de vacinação, ou como o diagnóstico das doenças mudaram de forma a diminuir os casos estatisticamente.

Mostra também como as vacinas podem levar consigo vírus de outros animais, que podem chegar ao ponto de geneticamente combinar com os genes humanos. Alguns dias atrás eu reportei neste blog como um DNA de um vírus de porcos foi encontrado na vacina Rotarix da GSK, um dos fornecedores da vacina contra o H1N1. Esta é uma possibilidade plausível, ainda mais no caso de uma vacina que foi produzida em tempo recorde.

Outro caso mostra como as vacinas em cachorros tem mostrado que após algumas gerações a vacinação tem afetado cada vez mais a sua saúde. O que pode ser acontecer também com os seres humanos em mais algumas gerações.

Abaixo a descrição no site do filme:

Este é um chocante, mas extremamente e eternamente informativo documentário. O filme "Vacinação - A Verdade Oculta" (1998), onde 15 pessoas incluindo o Dr. Viera Scheibner (pesquisadora PhD), cinco médicos, entre outros pesquisadores e pais, revelam o que realmente está acontecendo em relação às doenças e vacinas. Com tanta promoção do governo e dos médicos para o uso da vacinação como prevenção das doenças, ironicamente os fatos importantes aqui apresentados são provenientes de pesquisas peer-reviewed da medicina ortodoxa, da qual um total de mais de 100.000 páginas foram estudadas pelos entrevistados. O resultado é uma exposição condenante da ineficácia das vacinas e de seus efeitos, muitas vezes prejudiciais. Isso mostra que a mídia, os departamento de saúde e os estabelecimentos médicos não dizem a verdade para os pais. O médico Dr. Mark Donohoe confessa que "é um problema para mim fazer parte de uma profissão que está sistematicamente mentindo para as pessoas. " Saiba como as vacinas provaram tanto ser inúteis como ter efeitos prejudiciais para a saúde e como se acredita erroneamente muitas vezes que elas são obrigatórias (nos EUA) .

Muitas pessoas simplesmente se recusam a acreditar na verdade, independentemente de quão evidente ela é, mas a documentação impecável apresentada neste fantástico vídeo mudou a opinião de muitos que o viram.

O vídeo apresenta respostas bem documentado para perguntas como:

* Foi realmente as vacinas que nos salvaram?
* Por que eles são apenas contraproducente?
* Como muitas estatísticas são enganosas?
* O que as vacinas contêm?
* O que elas estão fazendo para nossos órgãos, o sistema imunológico, mesmo em nossos genes? * São doenças da infância realmente perigosas para as crianças saudáveis?
* Por que a vacinação continua?
* Quais são os nossos direitos?
* Os danos da vacina pode ser avaliado e combatido?
* Qual é a verdadeira chave para a imunidade?

O vídeo coloca a fundamental questão de saber se devíamos estar tentando evitar as doenças da infância em primeiro lugar, na medida em que elas contribuem para o desenvolvimento de um sistema imunológico saudável. Se o que o vídeo diz é verdade, porque a vacinação é tão fortemente pressionada pelas autoridades do governo?

No vídeo, o Dr. Viera Scheibner, que estudou quase 100.000 páginas de pesquisa médica ortodoxa de vacinação, adverte:

"Levou quase três anos de pesquisa antes de nos entreolhararmos e dizer 'As vacinas estão matando bebês'... É um fato bem documentado que a incidência e a mortalidade por doenças infecciosas diminuíram 90% bem antes mesmo de qualquer vacina ter sido introduzida."

Dr. Archie Kalokerinos, autor do livro "Toda segunda criança":

"Então era óbvio que eu, e qualquer outros médico, tinhamos sido grosseiramente enganados... Foi claramente demonstrado que as únicas pessoas que tiveram varíola duas vezes tinham sido vacinados."

Se você estiver na posição frustrante de querer informar o seu cônjuge, amigos e / ou familiares sobre a vacinação, mas eles não leriam a literatura apropriada, então este vídeo é o ideal. Este vídeo é claro, lógico e revelador. Todo médico deveria assistir e responder a ele.

Abaixo As 10 partes em reprodução contínua


terça-feira, 26 de maio de 2009

A Reforma de Lutero e a reforma do consumo


25 de maio de 2009

A Reforma Protestante foi o resultado da passagem do livro manuscrito (Livro 1.0) para o livro impresso (Livro 2.0). Assim como vivemos hoje, havia uma luta básica pela liberdade.

Por Carlos Nepomuceno

Hoje, o que muda para valer no mundo 2.0 é a forma que consumimos. Estivemos ontem terminando de assistir juntos no curso da Facha o filme Lutero.

Dividimos a sessão em duas para termos bons debates.

Vimos algumas características da evolução das redes de conhecimento. E ainda constatei que a Reforma Protestante foi o resultado da passagem no ambiente de conhecimento da escrita do livro manuscrito (Livro 1.0) para o livro impresso (Livro 2.0).

O interessante a se observar nessa passagem, igual a que vivemos hoje, é que há uma luta básica pela liberdade. O novo ambiente de conhecimento na época de Lutero, basicamente, permitiu a ele e seus seguidores irem à Igreja com mais informações.

Note que no filme ele não quer uma nova Igreja, mas o direito de ler e interpretar as escrituras com liberdade.

Como não deixaram, quiseram, inclusive, colocá-lo na fogueira, surgiu a concorrência – uma nova Igreja, com uma leitura diferenciada da mensagem de Jesus.

O que vemos naquela época, durante o filme, é basicamente a luta pelo direito da liberdade religiosa, que não havia. A Igreja queria ter o monopólio da conversa com Deus, que só falava Latim. ;)

Lutero, pelo menos no filme, não luta por uma nova Igreja, a princípio, mas ele quer ter o direito de:

  • ler as escrituras no original;
  • ter a sua própria interpretação;
  • escrever sobre o que ele acha sem que seja chamado de herege;
  • e publicar em alemão as suas conclusões.

Ou seja, basicamente a mudança na cabeça dele começa a partir do acesso aos livros manuscritos, que poucos podiam ler.

Ele passa, assim, a “consumir” religião de uma outra maneira, em função do que leu e se informou. Assim, se libertou de todo o obscurantismo que a falta de informação impunha a ele e a todos os seus contemporâneos.

Nada mais didático para entendermos o mundo atual, a chegada da internet (Web 1.0) e a explosão da colaboração (Web 2.0).

Veja que já conquistamos vários novos direitos com a rede, que começam uma grande reforma na relação do fiel (consumidor) com a sua Igreja (fornecedor de produtos e serviços), vários deles grandes monopólios, a saber:

  • temos hoje informações sobre a empresa pela web, seus diferentes produtos, o atendimento disponível, dados do manual, etc;
  • podemos comparar preços entre eles (vide sites como Bomdefaro, Buscapé, etc…);
  • conseguimos ler o que outros consumidores acham daquele mesmo produto;
  • ler mais opiniões da mídia especializada sobre o mesmo produto, tanto em português, como em outros idiomas;
  • podemos nós mesmos, ao consumir, expressar nossa opinião;
  • baixamos, copiamos, distribuímos o que é digital;
  • conseguimos ainda vender e revender ao mercado (Mercado Livre e agora com a Estante Virtual);
  • e, por fim, podemos comprar fora da nossa cidade ou do país.

Esse conjunto de informações pré-consumo e ações no mercado como também fornecedores faz do consumidor 2.0 um outro tipo de cliente completamente diferente para sacar o cartão de crédito do bolso.

Em resumo:

Não consumimos mais com a informação da Idade Mídia (termo usado pelo Luli). Temos mais informação para consumir. Estamos aprendendo a consumir com a informação da Idade da Rede Colaborativa! Sabemos mais do que o próprio fornecedor (corretor, médico, professor), que não está muitas vezes pronto para esse mundo.

E quando temos mais informação, estamos abertos à revolta, pois há uma raiva latente acumulada da exploração que sofremos no ambiente de conhecimento anterior.

  • Temos raiva de termos sido obrigados a comprar um CD com 20 músicas, a um preço abusivo, quando queríamos uma só;
  • temos ódio de termos pago a cada nova versão do Windows ou do Office um preço absurdo por algo cheio de bugs;
  • não gostamos de pagar por algo quando existe similar mais barato e melhor;
  • e vemos, por exemplo, parlamentares e governantes menos 2.0 fazendo gato e sapato com o nosso suado dinheiro.

As revoltas latentes se transformam e se transformarão em atos de rebeldia presentes e futuros.

  • Inventamos o software livre;
  • trocamos músicas e filmes pela Web;
  • pesquisamos, pesquisamos, comentamos, comentamos, ajudamos aos outros a terem cada vez mais informação para não serem enganados;
  • fazemos blogs e comunidades independentes criticando marcas, empresas, produtos, serviços, etc.

Os políticos terão também o seu troco. É uma questão de tempo e de Luteros 2.0 que aparecerão. Pelo simples prazer de nos vingar, de ajudar, de melhorar, de mudar. O recente escândalo das passagens no Congresso é algo nessa direção. As informações foram disponibilizadas na rede e o pessoal começou a estudar o assunto. Abriu-se a caixa de Pandora.

O consumidor 2.0 quer Empresas, Congressos, Governos 2.0 num mundo 2.0. Ou seja, ele antes de comprar, vai se informar muito mais do que na Idade da Mídia. Estamos abrindo as caixas lacradas do ambiente anterior, como é típico na passagem de um ambiente de conhecimento para outro.

Nesses momentos, com a rede, ganhamos a troca (consumidor-consumidor) e o acesso à informação antes secreta, fechada a sete chaves. E muito, muito mais opções no mercado.

Assim, projetos 2.0 não são formas de enrolar o novo consumidor, mas devem ser voltados para uma mudança de atitude da empresa, que terá que se reformar, para lidar com esse novo homos_informadus_consumus_est.

Essa nova espécie é informada e informante como nunca fomos no passado. Se não cair essa ficha, é melhor nem passar perto do orelhão 2.0. Índio já não quer mais só apito, quer apitar também e bem alto!

Veja o filme, chegue às suas conclusões e comente.

Carlos Nepomuceno (nepomuceno@pontonet.com.br) é professor, pesquisador e co-autor do livro Conhecimento em Rede (Editora Campus), coordenador do ICO, Instituto de Inteligência Coletiva e diretor da Pontonet. Mais dele no blog CNepomuceno

Fonte