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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Suicídio aos 95 anos - Diretor italiano Mario Monicelli

Monicelli trabalhou com vários astros do cinema italiano, entre eles Marcello Mastroiani.

O diretor italiano Mario Monicelli, considerado um dos maiores do cinema italiano pós-guerra, suicidou-se nesta terça-feira ao pular da janela de um hospital, de acordo com relatos da mídia local.

Monicelli, de 95 anos, era chamado de "pai da comédia italiana", por filmes como Meus Caros Amigos.

O diretor teria pulado do quinto andar de um hospital em Roma, onde vinha sendo tratado de um câncer terminal.

Monicelli recebeu inúmeros prêmios e foi nomeado quatro vezes ao Oscar. Mais conhecido por suas comédias, ele também dirigiu filmes sérios.

Monicelli foi internado há alguns dias no hospital San Giovanni, onde estava sendo tratado de um câncer na próstata.

Ele fez sua estréia como diretor em 1949 e recebeu o Leão de Ouro no Festival de Veneza pelo filme A Grande Guerra, 10 anos depois.

Os Eternos Desconhecidos ajudou a lançar as carreiras dos atores Marcello Mastroianni, Claudia Cardinale e Vittorio Gassman.

Mario Monicelli dirigiu 70 filmes, quase sempre com foco em histórias de pessoas comuns, diante de circunstâncias extraordinárias.

O Pequeno Burguês (1977) foi um de seus filmes mais conhecidos, e falava sobre um homem que fazia justiça com as próprias mãos, após seu filho ser morto em um assalto.

Monicelli era conhecido por ser de esquerda. Ano passado ele pediu aos estudantes para protestarem contra os cortes propostos pelo governo para a área de cultura.

BBC

sábado, 23 de maio de 2009

Suicidou-se o ex-Presidente da Coreia do Sul

Envolvido em escândalos de alegada corrupção, Roh Moo-hyun tinha 62 anos e aparentemente cometeu suicidio atirando-se de uma ravina quando estava a praticar caminhada perto de casa.



Aparentemente, Roh atirou-se do cimo de uma ravina de cerca de 30 metros de altura, deixando uma breve nota.

O antigo líder sul-coreano ocupou a presidência do país entre 2003 e 2008, período durante o qual era acusado de ter recebido seis milhões de dólares em subornos.

Roh nunca admitiu ter praticado qualquer ilegalidade.

No bilhete encontrado junto ao seu corpo, Roh Moo-hyun descreve a sua vida como sendo "difícil" e pede desculpa por ter causado "sofrimento a demasiadas pessoas".

O atual presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, já lamentou o sucedido e anunciou que o seu antecessor terá um funeral com honras de Estado.

Após a notícia do suícido de Roh ter sido conhecida, o Ministro da Justiça sul-coreano revelou que o caso de corrupção que pendia sobre ele irá ser arquivado.


Fonte

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Japão: suicídios de jovens bate recorde

O índice de suicídios de jovens atingiu um número recorde no Japão. Um total de 4850 nipónicos com menos de 30 anos puseram termo à vida em 2008, ou seja mais 1,7% do que em 2007. A informação é avançada pela polícia nipónica e divulgada pela agência EFE.

Imagem de arquivo

O grupo dos jovens foi o único em que os suicídios aumentaram. Ao todo, em 2008, o número de pessoas que se matou no Japão foi de 32249. É uma redução de 2,6% em relação ao ano anterior, mas ainda acima do objectivo do Governo. A agência local Kyodo refere que o Executivo nipónico luta para reduzir a fasquia de 30 mil mortes por suicídio por ano.

De acordo com a polícia japonesa, a principal motivação para os suicídios é a depressão, com 6490 casos, logo a seguir as dores físicas, com 5128, e as dívidas, com 1733.

A taxa de suicídios foi de 25,3 para cada 100 mil habitantes, o que coloca o Japão entre os 10 países do Mundo com mais casos. O suicídio é a sexta maior causa de morte no «país do Sol Nascente», onde não é um tabu social.

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