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quinta-feira, 7 de maio de 2015

A humanidade não dura mais do que mil anos na Terra, diz Stephen Hawking

A humanidade não dura mais do que mil anos na Terra, diz Stephen Hawking
O físico britânico, famoso por ser um divulgador da ciência – cuja vida foi recentemente encenada para o cinema em A Teoria de Tudo –, disse numa conferência à distância em Sidney (Austrália) que devemos continuar a levar a sério a exploração espacial por que o nosso futuro neste planeta está condenado.
A falar a partir do reino Unido, numa transmissão por holograma a uma plateia que esgotou a sala da famosa Ópera de Sidney no fim-de-semana, Stephen Hawking sentenciou o futuro: “Não acredito que duremos outros mil anos sem sairmos do nosso frágil planeta. Por isso, lembrem-se de olhar para as estrelas e não para os pés”. 
Mas a sessão foi interrompida por uma pergunta que suscitou um fait-divers. Um dos participantes questionou o físico sobre qual seria o efeito cosmológico da saída de Zayn Malik da boysband One Direction. Após uma breve pausa, Hawking não perdeu o equilíbrio da conversa. 
“Até que enfim uma questão importante”, respondeu, perante a gargalhada geral da assistência. “O meu conselho, nesse caso, a qualquer rapariga desiludida com a saída dele da banda é que estude física teórica porque um dia poderemos provar a existência de universos múltiplos… Não seria de todo impossível que algures, fora do nosso universo esteja outro diferente. Talvez aí, nesse universo, o Zayn possa ainda estar nos One Direction”.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Terremoto do Chile encurtou os dias na Terra, diz Nasa

O terremoto chileno aconteceu nas latitudes abaixo do equador, o que o torna mais eficaz na mudança do eixo do planeta.

Reações químicas entre partículas de carbono e oxigênio podem explicar por que a Terra tem muito menos carbono em suas rochas do que seria esperado Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Cientistas da Agência Espacial Americana (Nasa), afirmam que o terremoto de magnitude 8,8 que atingiu o Chile no dia 27 pode ter reduzido a duração dos dias na Terra. Segundo a Nasa, o terremoto deve ter encurtado a duração de um dia a Terra por cerca de 1,26 microssegundos (um microssegundo é a milionésima parte de um segundo). Os responsáveis pelo estudo fazem parte da equipe do cientista Richard Gross e realizaram um cálculo por meio de complexo modelo computadorizado sobre como o abalo teria modificado a rotação do nosso planeta.

O dado mais impressionante levantado no estudo é sobre o quanto o eixo da Terra foi deslocado pelo terremoto. Gross calcula que o abalo sísmico deve ter movido o eixo do planeta (o eixo imaginário sobre o qual a massa da Terra se mantém equilibrada) por 2,7 milisegundos (cerca de 8 centímetros). Esse eixo da Terra não é o mesmo que o eixo norte-sul.

O cientista afirma que o mesmo modelo computadorizado foi usado para estimar que o terremoto de magnitude 9,1 que atingiu Sumatra em 2004 deve ter reduzido a duração do dia de 6,8 microsegundos e deslocado do eixo da Terra em 2,32 milisegundos (cerca de 7 centímetros).

Segundo o cientista, apesar do terremoto chileno ter sido muito menor do que o terremoto de Sumatra, prevê-se que ele tenha alterado mais a posição do eixo da Terra por dois motivos. Primeiro, ao contrário do terremoto de Sumatra localizado perto do equador, o terremoto chileno aconteceu nas latitudes abaixo dele, o que o torna mais eficaz na mudança do eixo do planeta.

Em segundo lugar, a falha responsável pelo terremoto Chileno foi mais profunda e em um ângulo ligeiramente mais acentuado do que a falha responsável pelo terremoto de Sumatra. Isso faz com que a falha no Chile seja mais eficaz para deslocar verticalmente a massa da Terra e, portanto, mais eficaz na sua mudança de eixo.

Os cientistas afirmam, porém, que devem aguardar maior refinamento dos dados para que ter resultados definitivos.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Descoberto planeta com tamanho próximo ao da Terra

SÃO PAULO - O astrônomo Michael Mayor anunciou nesta terça-feira, 21, a descoberta do mais leve planeta já encontrado fora do Sistema Solar. O planeta foi catalogado como o astro "e" do sistema Gliese 581 e tem pouco menos de o dobro da massa da Terra. A mesma equipe refinou op cálculo da órbita do planeta Gliese 581 d, descoberto em 2007, determinando que ela fica dentro da chamada zona habitável do sistema, onde pode existir água no estado líquido.

Ilustração do sistema de Gliese 581, com o novo planeta em primeiro plano

As descobertas foram feitas com o uso do telescópio do Observatório Europeu baseado em La Silla, no Chile.

"O santo Graal da pesquisa atual de planetas fora do Sistema Solar é a detecção de um planeta rochoso, semelhante à Terra, na zona habitável", disse Mayor, em nota sobre a descoberta.

O planeta Gliese 581 e gira em torno de sua estrela - localizada a 20,5 anos-luz, na constelação de Libra - em 3,15 dias. "Com apenas 1,9 massa terrestre. é o menos massivo dos exoplanetas já detectados e é, muito provavelmente, rochoso", disse um dos coautores da descoberta, Xavier Bonfils. O mundo recém-descoberto fica muito perto da estrela, e por isso está fora da zona habitável.

Observações anteriores já haviam revelado que a estrela Gliese 581 possui três outros planetas. Os demais mundos são Gliese 581 b, com 16 massas terrestres; Gliese 581 c (cinco massas terrestres); e Gliese 581 d (sete massas terrestres).

O planeta mais distante da estrela, Gliese 581 d, completa uma órbita em 66,8 dias. "Gliese 581 d é provavelmente pesado demais para ser feito só de rocha, mas podemos especular que este é um planeta gelado que migrou para Amis perto da estrela", disse outro membro da equipe que estuda o sistema, Stephane Udry. Novas observações revelaram que este planeta está, inegavelmente, na zona habitável. O 'd' pode até mesmo estar coberto por um grande oceano profundo. É o primeiro sério candidato a um 'mundo de água'", disse.

Fonte

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Cometa Lulin se aproxima da Terra

Jack Newton
O astrônomo amador Jack Newton tirou a foto no observatório localizado no quintal de sua casa no Arizona.
É cometa Lulin e não Lulinha.

Na madrugada do dia 24, o cometa esverdeado, descoberto em 2007, estará a uma distância de aproximadamente 60 milhões de quilômetros da Terra.

Em 1996, um menino de sete anos, na China, curvado sobre a ocular de um pequeno telescópio, viu alguma coisa que mudou sua vida ─ um cometa de rara beleza, avermelhado, brilhante, enfunado que arrastava uma imensa cauda pelo céu. De início ele pensou ter descoberto o cometa, mas, posteriormente, soube que duas pessoas com sobrenomes “Hale” e “Bopp” o haviam descoberto. Sem esconder seu desapontamento, o pequeno Quanzhi Ye, prometeu a si mesmo que um dia encontraria seu próprio cometa.

Numa tarde de julho de 2007, Ye, com 19 anos e estudando meteorologia na universidade chinesa de Sun Yat-sen, curvado sobre sua mesa, analisava uma imagem em preto e branco de um campo estelar. A foto tinha sido feita algumas noites antes pelo astrônomo, Chi Sheng Lin, durante uma “patrulha celeste” no Observatório Lulin, em Taiwan. O dedo de Ye se moveu sobre a foto lentamente ─ e parou. Uma das estrelas não era exatamente uma estrela, mas um cometa e dessa vez Ye foi o primeiro a vê-lo. A promessa feita 12 anos havia se confirmado.

O cometa que recebeu o nome do observatório onde a foto foi feita, agora se aproxima da Terra. Na madrugada de 23 para 24 de fevereiro ─ durante o carnaval ─ Lulin estará a uma distância de aproximadamente 60 milhões de quilômetros ─ 0,41 unidade astronômicas─ ou seja, menos da metade da distância da Terra ao Sol. Graças a essa aproximação poderá ser observado com a ajuda de binóculos ou telescópios.

De acordo com a revista Sky & Telescope, Lulin “poderá até ser visto a olho nu no céu sem Lua.” Estimativas atribuem ao cometa magnitude 4 ou 5. Há certa ambigüidade nas projeções do brilho de Lulin, por ser provavelmente essa, sua primeira aproximação do Sol e ninguém tem certeza de como ele reagirá. Por isso, além de céu sem Lua, recomenda-se escolher um local afastado de iluminação artificial e céu bem limpo ─ se meteorologia permitir ─ para poder observá-lo.

Para ter uma idéia aproximada da localização do cometa na madrugada do dia 24, observe na direção oeste, a partir das 4hs da manhã, próximo de Saturno, na constelação do Leão bem baixa em direção ao poente. Veja a posição dessa constelação no céu clicando Aqui

Fonte

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Planeta Terra - O Planeta está com os dias Contados...

Não, nada disso, não é o fim como você pensou, é apenas uma curiosidade, os dias vão continuar sendo contados, apenas isso.

Pelo menos até agora, em um cálculo bem simples, são 732.920 dias oficialmente, fora os dias de Antes de Cristo.

Mas isso foi só uma desculpa para te mostrar isso!!!

Veja só como é o lugar onde você mora.