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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Cientistas detectam resfriamento na Península Antártica

O norte da Península Antártica vem se resfriando em tempos recentes. Dados meteorológicos da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), a base brasileira no continente gelado, indicam uma tendência de resfriamento de 0,6º C por década, nas temperaturas registradas nos últimos 14 anos. A Península Antártica, como um todo, é uma das regiões do planeta que mais se aqueceu no século 20, acumulando uma elevação de temperatura de 3º C.

A reportagem é de Carlos Orsi e publicada pelo portal do jornal O Estado de S. Paulo, 07-01-2010.

"Infelizmente, não tenho um termômetro para medir as variações causadas por fenômenos naturais e outro, para a influência do homem", diz o pesquisador Alberto Setzer, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que é o coordenador do projeto de meteorologia em Ferraz, ao comentar o que o resfriamento recente poderia representar no debate sobre o aquecimento global. "Temos variações naturais que criam um ruído muito grande". Dados acumulados de 65 anos ainda indicam tendência de aquecimento, a despeito do resfriamento recente.

O cientista americano Marco Tedesco, do City College de Nova York, que estudou a relação entre fenômenos climáticos como o El Niño e o degelo na Antártida, lembra que ainda existem muito poucas informações sobre o continente, que começou a ser pesquisado há relativamente pouco tempo. Ele diz que, no Ártico, os sinais da mudança climática "são muito mais claros, e altamente significativos". "Na Antártida, as causas dos fenômenos climáticos são muito menos conhecidas".

Para 2010, Setzer espera um ano um pouco mais quente em Ferraz. "É difícil prever, mas se tivesse de chutar, diria que 2010 vai ficar na média das temperaturas, ou um pouco acima. É o que geralmente acontece, depois de um ano muito frio", diz ele. E 2009 foi excepcionalmente frio na EACF, com uma temperatura média de 2,6º C negativos. Neste século, apenas 2007 foi mais frio, com temperatura média de 3,1º C negativos.

Novembro teve a temperatura mais baixa para o mês em 11 anos, e dezembro, além de ter a terceira temperatura média mais baixa desde 2001, trouxe aos brasileiros que passaram lá o Natal e o ano-novo uma surpresa: neve, algo incomum para essa época do ano, de verão no hemisfério sul.

Segundo Heber Passos, o encarregado da estação meteorológica de Ferraz, e que ainda se encontra na Antártida, a neve foi o "destaque" do Natal. "Tivemos forte nevasca na noite de 25 e por todo o dia 26", disse ele, via e-mail. "A neve depositada na frente e no entorno da estação resistiu a 12 dias de temperaturas que superaram os 2º C positivos".

"Até boneco de neve do lado do mastro da bandeira fizemos", acrescenta o físico Luciano Marani, que está em Ferraz para cuidar do projeto de monitoramento da camada de ozônio, também do Inpe. Marani conta que também nevou no dia 31 inteiro. "Brinquei de escrever 'Feliz 2010' na rampa do heliponto", acrescenta.

Via: Unisinos


sábado, 28 de novembro de 2009

Nove religiões reunidas no Castelo de Windsor vão manipular as escrituras em nome do meio ambiente


” Se você acredita em Deus – que é o que os cristãos deveriam fazer -, então você deve sentir a responsabilidade de cuidar de Sua Criação” (Frase do Prince Philip para motivar os cristãos, especialmente evangélicos e católicos, para salvarem a “mamãe terra” ).


Inspirados nessa frase anti-bíblica as nove principais religiões que estão reunidas no castelo de Windsor anunciaram estratégias de espiritualização dos fiéis.

O destaque da apostasia climática vai para as igrejas evangélicas e o bahaismo, a religião chave do processo de unificação das religiões. As igrejas evangélicas, assim como os seguidores de Baha’u’llah (autor da nova ordem mundial), pretendem implantar o plano de sete anos para criar a consciência ambiental.

O objetivo principal é encontrar pontos em comum entre os escritos de Baha’u’llah e a Bíblia para promover essa unidade. Em outras palavras, fazer com que as igrejas evangélicas e católicas adorem a Baha’u’llah; obedecendo o clamor descrito no arigo K-75 do Kitab-i-aqdas que diz:

75.- (…) Eis, veramente, um sinal de Minha amorosa providência, a qual abrangeu todos os mundos. Convivei, pois, com os seguidores de todas as religiões, e proclamai a Causa de vosso Senhor, o Mais Compassivo. É esse o próprio diadema de todos os atos, se sois dos que compreendem(..)

E pelo jeito compreenderam bem! As nove principais religiões renderam-se ao clamor de Baha’u’llah e agora estão unidas em nome da causa ambiental.

A maioria das igrejas encontram-se nos EUA , por isso é mais fácil espalhar uma versão distorcida das escrituras em escala mundial. Isso somente será possível por que os lideres cristãos americanos são vistos como deuses, adorados e respeitados em todo o mundo. As seguintes igrejas assinaram o pacto de sete anos e outros similares:

Vineyard Evangelical

Conferência Episcopal da Inglaterra

Catholic Coalition on Climate Change

Catholic Earthcare Australia

Church of England

Igreja da Noruega Plano

Igreja do Sul da Índia

Igreja Evangélica Luterana da Tanzânia

Igreja Evangélica Presbiteriana

Igreja Batista Renovada

Igreja Ortodoxa da Polônia

Conferência Episcopal Católica

Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos. (Habacuque 2 : 5)

Referências:

http://www.arcworld.org/news.asp?pageID=358

http://www.arcworld.org/news.asp?pageID=1

http://www.arcworld.org/projects.asp?projectID=497

http://www.arcworld.org/downloads/Bahai-7YP.pdf


Via Apocalipsetotal.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Terra absorve mais gás carbônico do que se pensava, diz estudo

LONDRES - Um estudo realizado na Grã-Bretanha sugere que os ecossistemas e oceanos da terra têm uma capacidade muito maior de absorver gás carbônico do que se imaginava anteriormente.

A pesquisa da Universidade de Bristol mostra que o equilíbrio entre a quantidade do gás em suspensão na atmosfera e a que é absorvida se manteve praticamente constante desde 1850, apesar de as emissões terem saltado de 2 bilhões de toneladas anuais naquela época para 35 bilhões de toneladas anuais hoje em dia.

O resultado do estudo, publicado no site especializado Geophysical Research Letters, confronta com várias pesquisas recentes, que previam que a capacidade de absorção pelos ecossistemas e oceanos cairia conforme as emissões aumentassem, fazendo disparar o nível de gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Mas segundo o principal autor do estudo, Wolfgang Knorr, seu ponto forte é que ele se baseia apenas em dados de medidas e estatísticas, e não em modelos de clima computadorizados

Um mês antes da Conferencia de Copenhague, este estudo é uma péssima notícia para aqueles que pretendem escravizar a humanidade através da limitação e controle de emissões de carbono.

Fonte:

quinta-feira, 26 de março de 2009

Hipocrisias Ambientalistas, Como saber?

Só por Deus mesmo viu. O que nós pedemos fazer? será que só temos que ficar esperando as notícias e aguardar se é verdade ou não? Precisamos esperar que o planeta vire churrasco ou uma pedra de gelo? E os nossos representantes, podemos confiar? parece que nunca saberemos, eles são especialistas, nós leigos, eles formam opinião pública e agora? crer nessa notícia ou na outra?

Bom, já que é difícil para nos leigos, dificilmente alguém vai nos dar uma respostas que nos dê a certeza, então, temos que analisar todas as notícias para ver o que está acontecendo, se bem que não vai influir em nada, churrasco ou pedra de gelo, natural ou ação humana, o que podemos fazer? Uma só coisa, Crer no Criador de todas essas coisas, crer que Ele sabe o que faz e que tudo tem um propósito para atingir o objetivo D'Ele. E o objetivo D'Ele é bom, do contrário, já não estaríamos mais aqui.


V.A


Heitor de Paola


Todas estas besteiras foram utilizadas por hipócritas que mereciam estar na cadeia, como Al Gore et caterva, que sabem muito bem que tais idiotices não têm a menor procedência científica, mas que lhes servem como uma luva para seus propósitos destrutivos.


Estava eu fazendo uma palestra numa Faculdade de Direito e uns dos temas era aquecimento global. Eu explicava aos alunos as mentiras de Al Gore e as razões político-ideológicas para elas. Quando eu dizia que não havia provas de que houvesse algum transtorno climático causado por ações humanas um aluno faz a seguinte pergunta: “Mas, então quando a gente vê as indústrias poluindo e envenenando os rios, a pesca predatória, as espécies em extinção, etc., isto não é ação humana contra o meio ambiente?”. Como este aluno, em perguntas e comentários anteriores, já havia dado provas de ser especialmente bem dotado intelectualmente e agora estava confundindo alhos com bugalhos, me dei conta de que esta confusão, que a mim nunca ocorrera, era conseqüência de uma mistura proposital de fatos óbvios com fantasias delirantes numa salada que se utiliza dos primeiros para explicar os demais.


Esta onda ambientalista começara pela denúncia das indústrias poluidoras nos EUA, pelo risco imenso das centrais atômicas de geração de energia, pela dificuldade de armazenar lixo atômico de demorada degradação, pelos males respiratórios causados pelo escapamento dos veículos e outras causas de poluição do meio ambiente. Já então estas denúncias tinham um viés ideológico anti-capitalista até a catástrofe de Chernobyl e as evidências de que os países comunistas poluíam muito mais do que os gananciosos empresários ocidentais.


Não há dúvidas de que, descontado o viés, todas estas denúncias foram de extrema importância. Muitos morreram por ingestão de águas envenenadas dos rios - por mercúrio e outros elementos -, cardumes inteiros foram dizimados por derramamento de petróleo nos mares – alguns acidentais, outros propositais para a lavagem dos tanques dos petroleiros -, doenças pulmonares aumentaram em número pelo escapamento dos veículos, inúmeras espécies foram extintas. A lista é interminável.


A seu temo, a sociedade dos homens tomou medidas para conter as causas comprovadamente humanas de poluição.


Ao menos a sociedade com o sistema econômico mais atacado: os países do Ocidente, principalmente os Estado Unidos. Elementos filtrantes passaram a ser obrigatórios por lei para as indústrias, algumas chegaram a ser removidas, multas estratosféricas foram instituídas, regras rígidas para a lavagem dos tanques dos petroleiros foram aprovadas e até mesmo a obrigação de recuperação das áreas atingidas – o caso da Exxon no Alasca é exemplar e até hoje a Governadora Sarah Palin é o terror das petrolíferas –, catalisadores passaram a ser dispositivos obrigatórios para todos os veículos automotores, etc.


Para a recuperação das águas poluídas o exemplo do Tamisa é de longe o mais gritante: de uma torrente fedorenta amarelo-ocre tornou-se novamente um rio limpo e piscoso, espécies de peixes dadas com extintas voltaram a se reproduzir, surpreendendo os engenheiros mais otimistas do projeto.

Mostrava-se que a ação humana tanto pode degradar como recuperar os danos e se for deixado nas mãos dos homens, com a colaboração dos fenômenos naturais, o planeta continuará sua história sem grandes percalços.


Se isto satisfez os verdadeiros ambientalistas, despertou a ira de outros, cujos intentos não são de salvar o planeta, mas de destruir a civilização Ocidental judaico-cristã. Seus objetivos não sendo os mesmos dos primeiros ambientalistas não serão satisfeitos senão após levar a civilização ocidental de volta aos tempos pré Revolução Industrial. Para a maioria da população, não para os “eleitos”: Al Gore gasta mais energia e é mais poluidor na sua mansão do que uma cidade de porte médio com indústrias.


O início da “virada” foi as denúncias a respeito do “efeito estufa” (greenhouse gases) e do “buraco” da camada de ozônio. Mais uma vez, as agências criadas pelas primeiras denúncias se mexeram: novos dispositivos foram inventados até para as máquinas de lavar, proibiram-se os sprays. Tudo foi feito como o exigido pelos neo-ambientalistas. Mas ninguém entendeu e denunciou que começava uma campanha para a destruição da sociedade industrial, embora não fosse difícil deduzir porque quanto aos maiores poluidores do planeta, os países comunistas, não só não foram denunciados como financiavam a campanha!


Os ciclos naturais de temperatura terrestre foram utilizados para denunciar os “horrores” da sociedade capitalista. Na década de 70 era o resfriamento global. A Terra iria se transformar numa imensa geleira. Inúmeros filmes de ficção foram feitos para mostrar os efeitos deletérios da ação humana que ameaçavam cobrir a Terra de gelo, numa nova Idade Glacial, desta vez causada pela ação humana. Como o ciclo, como tudo que é cíclico, de inverteu, hoje o planeta aquece e, novamente, o que é da natureza passou a ser denunciado como devido à ação humana.


Os ciclos naturais passaram a ser, hipocritamente, fenômenos evitáveis derivados da ação humana. Claro, o sistema capitalista explorador. Juntaram-se comunistas que sempre denunciaram a exploração dos proletários, com ativistas da defesa de Gaia, a mãe terra, num retorno esquizofrênico a crenças pagãs politeístas baseadas numa miríade de vigarices e pilantragens “orientalistas”: antigas crenças pagãs hinduístas, xintoístas e budistas se juntaram às superstições animistas africanas num sincretismo que seduz mentes idiotas úteis sem perceberem que estão sendo enganadas por falsários e vigaristas da estirpe de Madame Blavatsky, Annie Bèsant, o pedófilo Leadbetter e seu garotinho adorado Krishnamurti.


Todas estas besteiras foram utilizadas por hipócritas que mereciam estar na cadeia, como Al Gore et caterva, que sabem muito bem que tais idiotices não têm a menor procedência científica, mas que lhes servem como uma luva para seus propósitos destrutivos. A transmutação da legítima campanha contra a poluição em ameaça climática foi paulatina e sutil, como requer uma estratégia para ser bem sucedida. Se fosse demasiado rápido o truque safado seria mais fácil de denunciar. Como foi muito bem bolado a hipocrisia ambientalista impera hoje soberana com o poderoso apoio da mídia comprada que se recusa a publicar qualquer coisa que contrarie as mentiras, como o ocorrido recentemente (8-10 de março) no 2009 International Conference on Climate Change (http://www.heartland.org/events/NewYork09/proceedings.html, http://www.theclimatescam.com/ ou site brasileiro da Metsul http://www.metsul.com/blog/). O livro The REALLY Incovenient Truths, de Ian Murray jamais será divulgado pela mídia (disponível no site do Instituto Liberdade: http://www.il-rs.org.br/site/info/livromes.php). O Instituto Liberdade tem uma página dedicada a este tema (http://www.il-rs.org.br/site/info/desenvol.php), assim como o Farol da Democracia Representativa (http://www.faroldademocracia.org/temas_det.asp?id_tema=12).


Em breve o site Papéis Avulsos (www.heitordepaola.com) fará uma edição especial contendo vários artigos sobre o assunto. Mas só temos a internet para isto. A mídia chapa branca está totalmente comprada pelos anunciantes. As empresas industriais, que deveriam estar resolutamente contra estas mentiras convenientes que as prejudica, preferem fazer propaganda de supostas medidas para evitar o “aquecimento global” em seus produtos. Todos faturam alto em cima das mentiras. A verdade não é lucrativa! Viva a hipocrisia!

http://www.midiasemmascara.org/index.php?option=com_content&view=article&id=67:hipocrisias-ambientalistas&catid=4:ambientalismo&Itemid=7

Fonte

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ar puro acelera aquecimento global, diz estudo

Uma pesquisa suíça sobre o clima revela um paradoxo: a metade do aumento da temperatura global dos últimos 25 anos se deve aos gases do efeito estufa e a outra metade à purificação do ar.

Smog sobre metrópoles como São Paulo freia o aquecimento global?
Legenda da foto: Smog sobre metrópoles como São Paulo freia o aquecimento global?

As medidas de despoluição do ar implementadas na Europa nas últimas décadas reduzem o efeito de resfriamento sobre a Terra, conclui um estudo do Serviço Suíço de Meteorogia, que prevê também uma desaceleração do aquecimento na Europa.

Uma equipe de cientistas do MeteoSwiss chefiada por Rolf Philipona analisou os efeitos dos aerosóis liberados pelo ser humano sobre o clima na Suíça e na Alemanha. Aerosóis são partículas suspensas em gás, como por exemplo, fuligem ou composições de enxofre, que refletem a luz solar e assim resfriam um pouco a Terra.

Na Europa, a poluição do ar pelo trânsito e pela indústria aumentou muito após a Segunda Guerra. Isso teve um efeito retardador da simultânea mudança climática através dos gases de efeito estufa.

De 1950 até 1980, as temperaturas na Europa continental até cairam um pouco, conformem revelam os pesquisadores na revista científica Geophysical Research Letters.

Rápido aumento da temperatura

Em função da discussão sobre a morte das florestas, países europeus e outros começaram a despoluir o ar. Ao mesmo tempo, as temperaturas começaram a subir rapidamente, no total, cerca de um grau até hoje. Por isso, há algum tempo pesquisadores presumem que os aerosóis contribuíram com a mudança climática.

A equipe de Philipona traduz pela primeira vez em número a participação das medidas de purificação do ar na mudança climática. Os pesquisadores compararam em 25 pontos da Suíça e oito da Alemanha a irradiação do sol com a turbidez do ar. Além disso, eles calcularam qual era o aumento da temperatura esperado a partir do efeito estufa.

"Descobrimos que a redução da concentração de aerosóis no ar explica pelo menos a metade do aumento da temperatura desde os anos de 1980", disse Philipona à agência de notícias SDA.

A outra metade do aumento deve ser atribuída aos gases de efeito estufa, que absorvem irradiação térmica da superfície terrestre para a atmosfera e a refletem de volta para a Terra.

Aquecimento se desacelera

Com base nesses resultados, os pesquisadores presumem que a mudança climática na Europa irá se desacelerar um pouco nas próximas décadas. Na Suíça, por exemplo, o ar hoje estaria tão limpo quanto era entre os anos de 1920 e 1930, disse Philipona.

A concentração de quase todas as substâncias poluidoras teria diminuído consideravelmente nos últimos anos. Mais reduções não teriam grande influência sobre a quantidade de raios solares que atingem a Terra. Isso significa, segundo ele, que a parte do aquecimento causada pela despoluição do ar futuramente desaparecerá.

Prognósticos diferenciados

Mas isso não deve ser entendido de forma errada, adverte Philipona. A temperatura da Terra continuará subindo consideravelmente, caso a humanidade não reduza suas emissões de gases do efeito estufa, disse. Mas o aumento não será tão drástico quanto afirmam os prognósticos mais sombrios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

O Conselho Mundial do Clima apresentou em 2007 seu último relatório sobre o clima, no qual os cientistas participantes traçaram vários cenários. Dependendo do cenário, o relatório prevê um aumento entre 1,1 e 6,4 graus da temperatura da Terra até 2100.


Legenda da foto: Smog sobre metrópoles como São Paulo freia o aquecimento global?

Fonte: http://www.swissinfo.ch/por/index.html