Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Todos os dias, em algum lugar, terremotos de graus variados ocorrem. Em agosto de 2014, uma enorme rachadura no chão apareceu perto da cidade de Hermosillo, no México.

 A fissura mede um pouco mais de um quilômetro de comprimento e está a 25 metros de profundidade. Os pesquisadores acreditam que a água é a culpado por esse gigante.

Segundo Espinoza Maldonado, chefe do Departamento de Geologia da Universidade de Sonora, a rachadura provavelmente foi causado por estarem sugando água subterrânea para irrigação, a ponto de a superfície entrar em colapso.

 Pesquisadores do Instituto de Geologia da UNAM em Hermosillo também descartou a possibilidade de que os crustáceos sejam responsáveis, ou causado por um terremoto - a área está com pouca atividade sísmica e ambos os lados da fissura são iguais ( Fonte | Foto )

A meia-milha de comprimento de crack que dividir a terra no México

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Supervulcão Yellowstone registra o maior terremoto em 34 anos

Um terremoto de 4.8 magnitudes foi registrado neste domingo na região da Caldeira deYellowstone, onde se localiza um dos mais críticos vulcões de todo o planeta. O evento é o maior dos últimos anos e trouxe à mente a possibilidade de uma possível erupção catastrófica.

Mapa da caldeira do vulcão Yellowstone
Clique para ampliar

O tremor ocorreu às 09h34 de domingo pelo horário de Brasília (12h39 UTC) e teve seu epicentro localizado a 6 km ao norte-nordeste da Bacia de Norris Geyser, noYellowstone National Park, situado no estado de Wyoming, EUA.

Este evento é parte de uma sequência de sismos iniciada no dia 27 de março e que até o momento já contabiliza 25 tremores, um deles de 3.2 magnitudes detectado na mesma região da caldeira. De acordo com o USGS, Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, o tremor de 4.8 foi sentido em diversas cidades próximas e também no Estado de Montana.

O Yellowstone é um dos mais monitorados vulcões em todo o mundo e sua possível erupção poderia provocar efeitos globais catastróficos e de longa duração, incluindo mudanças na climatologia global com potencial de extinção em massa de plantas e animais.

A região onde se localiza o vulcão registra atividade sísmica moderada e com bastante regularidade e soma centenas de abalos a cada ano. O mais violento deles ocorreu em 1959 e atingiu 7.5 magnitudes.

Sua cratera tem 90 km de comprimento por 40 km de largura e foi criada por uma explosão vulcânica há 642 mil anos. Entre julho de 2004 e dezembro de 2006 se ergueu 18 cm e segundo os pesquisadores atualmente cresce cerca de 7 cm ao ano.

Crescimento Rápido
Em trabalho publicado pela revista Science em 2007, vulcanólogos estadunidenses constataram que o ritmo de elevação da montanha vem sendo bem mais rápido do que o observado desde 1923 até os anos recentes. Uma das hipóteses para o crescimento de sua cratera seria a recarga da câmara de magma gigante situada abaixo da caldeira, constituída de rochas fundidas e de matéria sólida, além da pressão mais elevada dos fluidos hidrotérmicos.

Em relatório publicado em 3 de março de 2014, o Observatório do Vulcão Yellowstone, YVO, havia informado que a sismicidade elevada na região de crescimento já estava ocorrendo há alguns meses e que uma elevação da montanha observada entre 1996 e 2003 também gerou períodos de sismicidade elevada.

Supervulcão
A câmara de magma de Yellowstone se localiza em profundidade de entre 8 e 16 km, alimentada por um "ponto quente" localizado a mais de 600 km de profundidade. Essa concentração local de calor serve de fonte à produção de rochas. Elas são mais leves que o material circundante e sobem à superfície perfurando a crosta terrestre, como uma espécie de maçarico.

O supervulcão de Yellowstone teve no passado erupções gigantes, há 2 milhões de anos, 1,3 milhão de anos e 642 mil anos. As atividades foram centenas de vezes mais fortes e devastadoras que a erupção do Monte Santa Helena, em 1980.

Artes: No topo, montagem mostra a localização da caldeira do vulcão Yellowstone, abaixo do Parque Nacional. Abaixo da caldeira, câmara de magna se localiza entre 8 e 16 km e alimentada por um "ponto quente" localizado a mais de 600 km de profundidade. Crédito: Observatório do Vulcão Yellowstone (YVO), Apolo11.com.
 
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quarta-feira, 3 de março de 2010

Terremoto do Chile encurtou os dias na Terra, diz Nasa

O terremoto chileno aconteceu nas latitudes abaixo do equador, o que o torna mais eficaz na mudança do eixo do planeta.

Reações químicas entre partículas de carbono e oxigênio podem explicar por que a Terra tem muito menos carbono em suas rochas do que seria esperado Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Cientistas da Agência Espacial Americana (Nasa), afirmam que o terremoto de magnitude 8,8 que atingiu o Chile no dia 27 pode ter reduzido a duração dos dias na Terra. Segundo a Nasa, o terremoto deve ter encurtado a duração de um dia a Terra por cerca de 1,26 microssegundos (um microssegundo é a milionésima parte de um segundo). Os responsáveis pelo estudo fazem parte da equipe do cientista Richard Gross e realizaram um cálculo por meio de complexo modelo computadorizado sobre como o abalo teria modificado a rotação do nosso planeta.

O dado mais impressionante levantado no estudo é sobre o quanto o eixo da Terra foi deslocado pelo terremoto. Gross calcula que o abalo sísmico deve ter movido o eixo do planeta (o eixo imaginário sobre o qual a massa da Terra se mantém equilibrada) por 2,7 milisegundos (cerca de 8 centímetros). Esse eixo da Terra não é o mesmo que o eixo norte-sul.

O cientista afirma que o mesmo modelo computadorizado foi usado para estimar que o terremoto de magnitude 9,1 que atingiu Sumatra em 2004 deve ter reduzido a duração do dia de 6,8 microsegundos e deslocado do eixo da Terra em 2,32 milisegundos (cerca de 7 centímetros).

Segundo o cientista, apesar do terremoto chileno ter sido muito menor do que o terremoto de Sumatra, prevê-se que ele tenha alterado mais a posição do eixo da Terra por dois motivos. Primeiro, ao contrário do terremoto de Sumatra localizado perto do equador, o terremoto chileno aconteceu nas latitudes abaixo dele, o que o torna mais eficaz na mudança do eixo do planeta.

Em segundo lugar, a falha responsável pelo terremoto Chileno foi mais profunda e em um ângulo ligeiramente mais acentuado do que a falha responsável pelo terremoto de Sumatra. Isso faz com que a falha no Chile seja mais eficaz para deslocar verticalmente a massa da Terra e, portanto, mais eficaz na sua mudança de eixo.

Os cientistas afirmam, porém, que devem aguardar maior refinamento dos dados para que ter resultados definitivos.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O que você tem feito pelo Haiti?

SOS HAITI - APELO A TODOS CRISTÃOS

Mensagem do desafio miqueias

A Aliança Evangélica Mundial (WEA), um dos patronos do Desafio MIQUEIAS, lançou um apelo à comunidade de 420 milhões de cristãos espalhados por 130 nações para que se envolvam em oração e ajuda financeira com o povo do Haiti. O Dr Tunnicliffe, Director Internacional da WEA, fez uma apelo ao coração dos cristãos "por favor orem para que os cristãos e as igrejas locais se coloquem na linha da frente para darem uma resposta espiritual, emocional e física às necessidades das centenas de milhares de pessoas. Queremos também incentivar-vos a contribuir generosamente e a apoiar os membros da Aliança Evangélica Mundial que estão activamente envolvidos na resposta à crise no Haiti”.

Algumas organizações da Rede MIQUEIAS, incluindo a Tearfund e a World Vision, estão na linha da frente a distribuir kits de comida, sabão, roupas, água engarrafada e a prestar cuidados médicos aos sobreviventes.

Leia a mensagem enviada no dia 14 de Janeiro de 2010 por Jean Claude Cerin, representante da agência britânica Tearfund no Haiti:

Querido amigos e colegas

Agradeço muito o vosso apoio e todas as orações que têm feito por nós, aqui no Haiti. A tragédia é mesmo muito grande. Estávamos habituados a furacões, mas não sabíamos o que era um terremoto. O último grande terremoto ocorreu em 1847 no Norte do Haiti, quase há duzentos anos. As pessoas não tinham a noção de uma catástrofe desta natureza e por isso não estavam treinadas para enfrentar o sismo. O desastre foi globalmente terrível porque quando se registou o pico do terremoto, às 16:45 (hora local), muitos dos edifícios ruíram por completo, incluindo escolas, universidades, edifícios governamentais, a sede das Nações Unidas, hotéis, supermercados, Hospitais, etc. Morreram algumas pessoas importantes do Governo, da igreja e do mundo empresarial. Não conseguimos contar o número de mortos entre a população.

A atual situação é bastante crítica. Não há meios de socorro organizados por parte do Governo, que parece ter ficado paralisado com a catástrofe. Mesmo as forças das Nações Unidas estão a ser muito lentas a reagir e também registaram um elevado número de baixas entre o seu contingente, incluindo o Chefe Civil da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (MINUSTAH) e a sua assistente. A circulação faz-se como muita dificuldade porque não há combustível à venda, não há eletricidade na cidade e as comunicações internas são inexistentes. Os Hospitais que escaparam à destruição fecharam as portas porque não têm capacidade de resposta e população que se encontra ferida permanece sem cuidados médicos.

Existe um sentimento de medo generalizado entre a população que teme uma réplica do sismo. Muitos dos edifícios que estão de pé ameaçam desmoronar-se a qualquer momento. Os corpos dos mortos estão a amontoar-se e ninguém sabe o que fazer. Muitos cadáveres estão a ser depositados nas ruas à espera que o Governo faça alguma coisa. Se não forem tomadas medidas urgentes a situação pode tornar-se catastrófica com sérios riscos para a saúde pública.

Até ao momento não disponho de muita informação sobre os nossos parceiros locais porque as comunicações internas estão cortadas. Logo que as redes de comunicações sejam repostas voltarei a ter notícias e farei um diagnóstico mais preciso.

A minha casa e o meu escritório encontram-se seriamente danificados pelo terremoto. As casas dos meus dois colaboradores também foram destruídas. Felizmente não temos vítimas humanas. Gostaria que orassem pela família do irmão do meu motorista. Ele tem quatro crianças que ficaram debaixo dos destroços depois do terremoto. Duas delas foram resgatas, mas ainda continuam as buscas para salvar as outras duas.

Deixo-vos alguns assuntos para oração:

· Sabedoria para autoridades locais que parecem estar demasiado sobrecarregadas e foram apanhadas de surpresa e totalmente despreparadas para lidar com uma situação desta natureza.

· Resposta rápida por parte do Governo e da comunidade internacional na resolução desta situação critica.

· A população do Haiti que se encontra a sofrer, para maior conforto para muitos que estão a enterrar os seus mortos.

· Tratamento adequado para todos aqueles que estão feridos e carecem de assistência médica.

· Segurança dos parceiros locais e capacidade para lidarem com a perda de pessoas e bens.

· A igreja no Haiti que possa dar uma resposta de amor, cuidado e esperança para o povo que está nas ruas como ovelhas sem pastor.

· Tearfund Haiti: como dar graças a Deus pelo milagre da salvação das nossas vidas, como lidar com as nossas perdas e como podemos avaliar as necessidades para responder através dos nossos parceiros.

Com todas as bênçãos
Jean Claude Cerin

Link

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Chávez diz que arma Americana foi que causou o terremoto no Haiti

Quinta-feira janeiro 21, 2010

O Venezuelano, Hugo Chávez, acusou quarta-feira os Estados Unidos de provocar a destruição no Haiti testando uma "arma tectónica" para induzir o catastrófico terremoto que atingiu o país na semana passada.


O presidente Chávez disse que os E.U. está "brincando de Deus" por meio de dispositivos de teste capaz de criar catástrofes, o jornal espanhol ABC citou como dizendo.


Um terremoto de magnitude 7,0 sacudiu um país desesperadamente pobre em 12 de Janeiro, matando um número estimado de 100.000 para 200.000 pessoas. O Haiti olha para o mundo clamando por sustento básico, as autoridades dizem que os maiores perigos que enfrentam os sobreviventes são as feridas não tratadas e as doenças que estão aumentando.

Após o tremor, o apelo por ajuda humanitária foi respondido a nível mundial. No entanto, a nação está lutando com a violência e os saques, pois, o auxílio ainda não é suficiente para dezenas de milhares de desabrigados e feridos.

Chávez disse que o terremoto assassino seguiu um teste de "arma de terremotos" direcionados
ao Haiti. Ele não entrou em detalhes sobre a origem da sua declaração.

O líder havia anteriormente acusado os E.U. de ocupar o Haiti ", aproveitando o pretexto do desastre natural."

Pelo menos 11.000 soldados E.U. foram encaminhados para o país para dar segurança aos esforços de distribuição e ajuda.

Os Meios de comunicação venezuelanos informaram que o terremoto "pode ser associado com o projeto chamado HAARP, um sistema eco-tipo, que pode gerar mudanças violentas e inesperadas no clima."

HAARP, a High Frequency Active Auroral Research Program, é um estudo executado no Alasca dirigida à reconfiguração ocasional das propriedades da ionosfera da Terra, para melhorar as comunicações por satélite.

Ex-secretário de Defesa dos EUA, William Cohen, em 1997, manifestou preocupado com países que praticam "em eco-tipo de terrorismo que lhes permita alterar o clima, produzir terremotos, vulcões remotamente através do uso de ondas eletromagnéticas."



Fonte


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Mundo Treme


Está em Isaías 24, 3 A terra será totalmente devastada, inteiramente pilhada, porque o Senhor assim o decidiu. 4 A terra está na desolação, murcha; o mundo definha e esmorece, e os chefes do povo estão aterrados. 5 A terra foi profanada por seus habitantes, porque transgrediram as leis, violaram as regras e romperam a aliança eterna. 6 Por isso a maldição devora a terra e seus habitantes expiam suas penas; os habitantes da terra são consumidos, um pequeno número de homens sobrevive.... 10 A cidade desordenada está em ruínas, todas as casas fechadas, para que ninguém possa entrar nelas. 11 Gritam nas ruas: Não há mais vinho! Acabada a alegria, o regozijo foi banido da terra.

Haiti, Venezuela, Sul da Argentina, Irã, Paquistão, Indonésia eis alguns países que nos últimos dias foram sacudidos por terremotos de vulto, em escala acima de 5.6 graus. No mundo inteiro, nos últimos 30 anos, tem se intensificado de forma nunca vista a ocorrência destes fenômenos, de modos que é impossível que as pessoas não associem tudo isso ás palavras de Jesus, como está escrito em Lucas 21, 11 Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu. Sim, somente os terremotos acima de 4 graus na escala Richter, de 1973 até hoje, aumentaram em mais de 500%. Além disso, assustam no mundo inteiro as nuvens estranhas que se formam nos céus, fenômenos inexplicáveis acontecem todos os dias e fomes e pestes nem se precisa mencionar, é coisa já corrente. Também o Brasil treme, e não demora virar um novo Haiti. Piorado. Veremos adiante o motivo!

A grande loucura do momento é, porém a devastadora catástrofe do Haiti, nada igual naquele país de tão grave, desde que se tornou nação livre. As imagens que nos têm sido mostradas daquela hecatombe, são de uma natureza tão terrível, que não há como não chocar-se até o mais íntimo da alma. Milhares de cadáveres sendo enterrados em valas coletivas, ao tempo em que apenas uma parcela mínima de prédios que desabou foi demolido para retirar os mortos. Igrejas, seminários, palácios, hospitais, hotéis, tudo veio abaixo, e são raras as construções de uma cidade imensa, com mais de três milhões de habitantes, que sobraram de pé. Sim, sem contar as cidades menores, também atingidas com a mais assombrosa demolição. Alguns falam em 100 mil mortos, outros em 200 mil, mas o número que meus ouvidos escutaram é acima de 300 mil, porque o governo nunca saberá corretamente o número.

Que você viu no Haiti neste fim de semana? Dor > tristeza > gritos por socorro > morte e morte e morte > pranto > desolação > destruição > ruínas > saques > tiros dos bandidos > resgates > valas coletivas > milhares de casas em frangalhos > povo em desespero > fome > sede > crianças abandonadas > igrejas destruídas > casas de pobre e de ricos > um sem fim de desgraças, capazes de comover até os mais duros corações. E perguntas mil surgem, o como, o porquê, que fazer? Como ajudar? Todos falam em ajuda, em solidariedade, em reconstrução. Mas o grande fantasma que a tudo domina é o da morte de milhares de seres humanos. Mas vimos também uma Cruz de pé, Jesus de braços abertos implorando a aquele povo: voltem a mim!

Também brasileiros morreram na catástrofe, pessoas que estavam de viagem e em serviço, e com eles milhares de pessoas de outras nações, a maioria ainda sem poder retirar dos escombros, porque falta tudo. Não falta lá a confusão, pois grupos armados já promovem ataques contra a população, os saques continuam em alta velocidade, e o fato é que o Haiti de hoje, já nem se pode dizer que seja um país. Se não houvesse uma força de paz lá, neste momento as quadrilhas que escaparam ilesas das prisões, já teriam dado um banho de sangue nos que restaram. Falam todos estes presidentes de outras nações, diante das câmeras de TV e dos holofotes da mídia, em reconstrução, mas o que se vê na capital é o caos, pois em ruas inteiras, não há um só prédio de pé ou habitável. Impossível reconstruir, aquele país caiu, para nunca mais se levantar, está nas Escrituras! Para os governos ricos, porém, é bem mais fácil mandar alguns milhões de dólares – metade ficará na corrupção comunista – do que acolher pelo menos cinco milhões de pessoas, porque ali não tem mais condições de vida.

Ontem eu tirei um tempinho, e com o Google Earth passeei sobre a região, e de cara pude perceber a loucura que é aquele país, uma pequena e super-populosa Ilha, com mais de 8,9 milhões de habitantes. Marcou-me de início já a terrível devastação da área, onde fica visível um terreno arenoso, terra já infértil e exaurida, onde é possível ver um tremendo assoreamento dos rios, com erosão descontrolada. Nunca vi, em qualquer parte do mundo, nada parecido. Há um rio que deve ter uns 100 metros de largura no leito, no qual não corre mais que um filete de água. Isso tudo, sem precisar estar lá para ver de perto. Tal constatação nos leva a uma população extremamente pobre, faminta, sem estudos, sem saúde, sem nada. Especialmente, uma população sem Deus. E sem Ele é morte, é dor, é sofrimento, é o fim!

Vejam sobre o Haiti o que está em http://www.sepoangol.org/haiti.htm> A influência africana é marcante em práticas religiosas como o Vodu. Apesar de o catolicismo ser a religião do estado, 75% da população do país pratica o voodooismo (mistura do espiritismo africano e bruxaria), o qual atinge a todas as classes da sociedade. Em 1791, Haiti foi dedicado a Satanás. A Associação Nacional dos Praticantes do Vodu tem feito todos os esforços para intimidar os crentes, principalmente aqueles que pregam contra tal engano. O presidente Jean-Bertrand Aristide re-dedicou a nação ao Voodooismo em 1991 como "herança cultural" do país e logo depois foi deposto da presidência. Haiti é considerado o país mais pobre do hemisfério ocidental e o de menor índice de desenvolvimento humano. Notem bem, o vodu, tal como a macumba e o candomblé no Brasil, não são efeitos de cultura, mas de religião satânica. Vodu e macumba não são manifestações de arte, mas prestação de serviço aos demônios.

Na realidade, a história deste país é marcada pelo sangue humano. O Haiti foi de fato a segunda nação das Américas a se tornar independente, em 1804, mas esta sua independência se fez ao custo de milhares de vidas, numa disputa acirrada entre ingleses e franceses, tornando-se uma nação completa da raça negra. Mas aqui não quero discutir esta questão de raça ou de cor, apenas me interessa – como sempre – os rumos da fé escolhidos pelas nações e povos. E como viram acima, este povo, desde a raiz, escolheu para seu deus ao demônio, e isso tem implicações sérias, porque cada senhor tem suas leis, cada rei seus decretos, cada imperador seu parecer. E como se pode ver, são 219 anos de reinado da fera, os resultados disso são óbvios. O demônio só pode dar pobreza, desgraça, destruição, ruína, dor, tormento, prostituição e orgias, com todas as suas tenebrosas implicações.

Temos atrás relatei num texto um festival que lá acontece, onde tudo começa com uma Missa – que não deve durar mais de 30 minutos – e depois desanda numa orgia frenética, que dura por três dias. Mulheres completamente nuas, endemoniadas, dançam e se revolvem na lama como serpentes, num frenesi que somente a possessão explica. Tudo ao gosto dos estrangeiros ricos, ávidos por estas pestes – como a peste do nosso carnaval brasileiro – algo da mais profunda degradação. Temos ali então a nação mais pobre e faminta do ocidente, de escolaridade mínima, que vive a pobreza extrema, já nem vive apenas vegeta. É tudo o que satanás pode dar a um povo!

Você dirá que é por falta de estudo, de cultura, que um povo quase em peso adora ao demônio, mas lá não é bem assim. Tempos atrás, quando nosso governo estava enviando os primeiros soldados da força de paz, lembro que a TV Globo fez ali uma reportagem sobre o vodu, entrevistando famílias e pessoas. Numa das casas o repórter perguntou ao dono da casa, se ela não sabia que era perigosa aquela pratica, se não tinha idéia de aquilo poderia ter implicações com a sua alma e ele concordou. Este homem tinha plena consciência de aquilo era errado, e parecia conformado em ir para o inferno depois da morte. Aquilo me chocou profundamente. E penso que a maioria do povo sabe sim, que aquilo é errado, é maligno, e trás apenas desgraças.

O vodu é uma pratica satânica com rituais malignos de invocação aos demônios, que leva a espetar agulhas em bonecos, simbolizando inimigos, com todo tipo de prática ritual para fazer o mal aos outros. E como viram, apesar de ser uma nação dita católica, 75% de seu povo pratica o vodu. Houve um repórter que falou que via nas ruas as pessoas gritando: Jesus! Jesus!... Mas isso deve ser entre os 25% que vive outros credos, porque os outros nem teriam direito de invocar o nome de Deus. E podem também estar blasfemando, isso é bem possível. Porque, muitas vezes, em casos iguais, as pessoas têm o péssimo costume de blasfemar, gritando assim: onde estava Deus nesta hora! Ou: por que Deus permite uma coisa destas?

O leitor mesmo pode dar a resposta: Deus estava fora do Haiti naquele momento! E há mais de 200 anos estava fora, porque o expulsaram em troca dos cuidados de satã. É a ele que devem invocar agora, que os socorra! Que lhes de condições de reconstruir a sua nação. Se ainda der tempo! Houve um pastor americano, e até outras pessoas de importância, que disseram que o terremoto foi castigo de Deus por causa do vodu. Eles estão errados: Deus é Amor em plenitude é misericórdia infinita e bondade suprema, sendo, portanto, incapaz de castigar alguém. O que Ele, como Criador de todas as coisas fez, foi apenas determinar os limites da conduta, estabelecendo pela Lei Natural, os princípios que não podem ser ultrapassados, sob pena da justiça. No mais, os homens são livres para adorarem a quem eles quiserem. Até a Lúcifer!

Desta forma, nunca poderemos inculpar a Deus Altíssimo pelo que aconteceu nestes dias com o Haiti. Aquele povo, em sua maioria inconseqüente, escolheu seu protetor no espírito das trevas, e a ele invoca, especialmente para fazer o mal para os outros. E mal atrai o mal, a soma dos pecados é sem duvida o motivo que faz tremer a terra, porque isso dá poder ao inferno de agir sobre as forças da natureza. Claro que satanás não tem poder de mandar terremotos, porque se assim fosse, ele jamais escolheria a terra de quem o serve e sim, a terra dos católicos, o Vaticano, Israel, lugares cristãos. Mas os crimes dos homens fazem a terra perder o equilíbrio natural, e quanto mais maldade, mais perseguição, mais leis malignas, maior o estertor da natureza.

Vejam o que diz o profeta Isaias em 24, 16 Dos confins da terra, ouvimos cantar: Honra ao justo! Eu, porém, disse: Infeliz de mim, infeliz de mim! Ai de mim! Os salteadores saqueiam, os salteadores obstinam-se na pilhagem. 17 O terror, a fossa e a cilada vão apanhar-te, habitante da terra. 18 O que fugir para escapar do terror cairá na fossa, o que se livrar da fossa será preso no laço. Porque as comportas lá do alto abrir-se-ão e os fundamentos da terra serão abalados. 19 A terra é feita em pedaços: estala, fende-se, é sacudida, 20 cambaleia como um homem embriagado e balança como uma rede. Seus crimes pesam sobre ela, e ela cairá para não mais se levantar.

Bem este é ou não o quadro geral do Haiti de hoje? Num dos vídeos que passaram sobre lá, aparece a cena do asfalto sendo sacudido e dois automóveis corcoveando na rua. Realmente era como se alguém boleasse uma corda gigantesca, tudo se volteava como atingido por ondas de choque. Toda aquela pobre e insensata nação foi abalada até os fundamentos, e sem dúvida se cumpriu ali a profecia: seus crimes pesam sobre sua solo e a nação caiu para nunca mais se levantar. O Haiti nunca mais será o mesmo, primeiro porque não dará tempo de reconstruir, segundo porque sobre a terra deles pesa a maldição. E pior de tudo, a maioria deles a desejam!

Nós de fato descartamos este terremoto como um castigo divino, entretanto, a sabedoria nos manda olhar pelo prisma da justiça, como acima frisei. Tudo isso tem a ver mais como um sinal de aviso aos povos, às nações e aos seus governantes, de que o nível de pecado, as leis que os homens estão aprovando e que prepara o terreno para o domínio do anticristo, não estão agradando a Deus Criador, nem um pouco. Em outros textos, quando mencionei sobre catástrofes, sempre fiz ver que até agora, os acidentes e catástrofes de maior intensidade têm acontecido nas terras pagãs. Lembro do grande terremoto da China, o do Irã, o da Sumatra, Java e Índia onde os cristãos são perseguidos e assassinados, de um modo geral onde se afronta a Deus.

Quero, porém, mostrar um outro sinal, e uma mudança neste padrão dos acidentes da natureza, e ele se dão exatamente no momento em que nações estão insistindo naquilo que afronta a Deus. Na Colômbia, tempos atrás, na semana que se seguiu à aprovação da lei do aborto, choveu sangue humano sobre uma cidade. Recentemente, tão logo Portugal e Espanha aprovaram suas leis anti-Deus, um terremoto sacudiu suas terras. Neste fim de semana, mal aconteceu o primeiro casamento gay na Argentina, imediatamente um terremoto de 5,6% sacudiu justamente a província de Ushuaia, onde o tal casamento se deu. Embora a destruição tenha sido pouca nestes locais, importa ver que eles parecem seguir um comportamento padrão.

Agora mesmo, enquanto escrevo, ouço no programa fantástico, da dificuldade que os cientistas encontram em prever um terremoto, especialmente com antecedência de muitos dias, que permitissem evacuar as pessoas, evitando mortes pelo menos, já que evitar o desastre jamais. Vi por exemplo que os animais dão sinais de inquietação, não porque sejam mais sensitivos do que os homens, mas porque estão mais ligados em Deus que as pessoas. Destes animais nós no futuro poderemos sim perceber a sua inquietude, debandada, fuga das tocas em pleno dia, invasão de casas em busca de esconderijos, isso sem duvida. Mas quero apontar um sinal claro, capaz de prever, com absoluta segurança, onde mais dia, menos dia acontecerá um desastre de igual proporção ao do Haiti: olhem as leis que os parlamentos aprovarem!

Ouçam bem, e anotem nas agendas para comprovar mais tarde: qualquer nação que doravante aprovar leis do aborto, homossexualismo, eutanásia, macumba, que se prepare para receber algum tipo de sinal. Não de Deus, mas da natureza revoltada. Neste momento eu volto a frisar, como o fiz num artigo anterior: cuidado governo do Brasil. Não bastasse a luta incessante dele, de aprovar as leis anti-Deus, agora surge um novo componente que aproxima o Brasil do Haiti, a lei brasileira que quer obrigar o ensino dos cultos afro, macumba, candomblé e outros ritos, como manifestações de folclore e “arte” quando na verdade são ritos de uma religião. Nada mais diabólico que isso. Que olhem para as nações africanas, o que acontece em suas tribos. Desde milênios eles se revolvem em ritos tribais voltados aos espíritos das trevas, e matam-se umas as outras com ódio inigualável. E há tempos, numa resposta, Nossa Mãe disse que aqueles povos desaparecerão por si só, engolfados no próprio sangue.

Vejam que não falamos isso por serem negros, porque também outros povos e culturas celebram os mesmos rituais demoníacos. O recado de Deus está bem claro e gravado nem Deuteronômio 18, 10 Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, 11 à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou â invocação dos mortos, 12 porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações. Sim, no tempo do êxodo, grande parte das tribos que habitavam a região e foram exterminadas praticavam estas orgias.

Deus abomina estas práticas, de despachos, macumbas, feitiços e orgias, invocação dos espíritos das trevas, e coisas mais que sempre foram prática corrente na África. Não se pode negar que onde temos a presença destes povos, tais práticas são mais intensas. E por isso Deus também avisa em Sabedoria 4, 3 Foi assim que se deu com os antigos habitantes da Terra Santa. 4 Tínheis horror deles por causa de suas obras detestáveis, sua magia e seus ritos ímpios, 5 seus cruéis morticínios de crianças, seus festins de entranhas, carne humana e sangue, suas iniciações nos mistérios orgíacos, 6 e os crimes de pais contra seres indefesos; e resolvestes aniquilá-los pela mão de nossos pais... Não resta duvida hoje que estes rituais satânicos com sacrifícios humanos são comuns, a Onu calcula que mais de 50 mil crianças são imoladas, todos os anos, em rituais do tipo que se pratica no Haiti, na África, em todo mundo, e aqui.

Na realidade parecemos ver nos últimos tempos, como sinal claríssimo da proximidade do anticristo que a humanidade está afundando num lamaçal de filosofias, sociedades secretas e seitas ocultistas, igrejas de satanás, coisas que levam ao paganismo mais desenfreado. E tudo isso é prenuncio de destruição, de ruína, porque nenhuma sociedade jamais permaneceu em pé depois de se afundar nestes abismos. A sociedade moderna tem inventado – pela boca de satanás – uma série de frases de efeitos, que sustentam teorias vistosas, mas que conduzem a uma religião planetária, dita Nova Era, cujo avatar é Lúcifer. Isso aponta para decadência da nossa civilização pela degeneração do ser humano, pois que descambam para viverem as paixões mais desenfreadas, a soberba e a auto-suficiência, caminhos estes de autodestruição.

O mundo atual deixa aos poucos de lado a figura ímpar de Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor, para ligar-se a novos mestres e gurus, a falsos profetas e outros filhos do engano. Segue por ai teorias da prosperidade e teologias da libertação, que no fundo são brados erguidos contra o Altíssimo. Jamais se viu uma sociedade tão desafiadora e também tão inconseqüente como a nossa que tem sido incapaz de rever na história o que se deu com os povos que enveredaram por este caminho. Adiante é só fatalidade, é desgraça e morte, é fogo caindo dos céus, porque lá já ressoam os cantos orgíacos deste mundo louco, onde cada um se faz deus de si mesmo. Eis o que bradam estes povos insanos: não mais lei, nenhuma lei, não mais razão é a irracionalidade plena, não mais Deus, experimentemos o diabo, quem sabe ele nos dê a paz. Deu ao Haiti?

Se o Haiti quiser mesmo voltar a ser nação, deve em peso levantar-se contra o diabo a quem se entregaram seus ancestrais. Devem romper imediatamente o pacto feito por seus avós, e para isso aproveitem agora a oferta do sangue derramado por mais de 300 mil de seus filhos. Queimem tudo aquilo que têm usado para praticar o mal, e se desfaçam de seus sortilégios e feitiçarias. Olhem para aquela cruz da catedral que permaneceu em pé e está ali de braços abertos. É Jesus – caminho, verdade e vida – que está de braços abertos a espera de todos eles, desde que renunciem às suas práticas abomináveis, não misturem seus ritos satânicos com a fé católica, e O elejam como único mestre e Senhor. Fora de Deus não existe vida, nem verdade, nem caminho. Fora de Deus é apenas terremotos, avalanches, furacões, tsunamis e outros frutos do pecado. Ai de quem permanecer aferrado a ele!

Eu, de fato, tremo só em pensar no momento em que se cumprirá aquilo que sempre tenho alertado: até hoje, e nos últimos tempos, os grandes desastres naturais têm atingido apenas os povos pagãos ou paganizados, evitando os filhos, os cristãos. Mas se aproxima o tempo em que a natureza vai responder com vigor, também sobre estes países que aprovam qualquer tipo de lei contra a lei de Deus, e nisso nos incluímos. Aqui já vivemos o socialismo, o comunismo pagão, que a despeito de a maioria do nosso povo ser católico ou cristão, mesmo assim insiste em promulgar leis que violem os princípios do Eterno. O Nordeste brasileiro tem tremido muito, embora suavemente até hoje. Mas o tremor pequeno é exatamente aquele que prepara o grande.

Também os estados do sul têm sido castigados pelas enchentes e deslizamentos de terra, como o que aconteceu em Angra recentemente, e na região de Blumenau em 2008. Todo este povo que brada contra nós sua cantilena tola de satanás “isso sempre teve”, deveria ter inteligência mínima para perceber que aquelas ladeiras estão ali, e cobertas de mata nativa, desde que o Brasil foi descoberto. Como podem dizer que sempre teve estas coisas? Mas Jesus nos alertou até sobre isso, dizendo que aconteceria no fim dos tempos, os povos diriam: desde que nossos pais existem foi sempre assim! Mas lembra que, virá um dilúvio e levará a todos.

É preciso entender que a natureza existe, mas como que em simbiose com o Criador. O Criador é puríssimo perfeitíssimo, e não permanece onde o pecado habita. Assim quanto mais for o dilúvio de pecados que os homens cometem, em um país, em uma região, menos permanece ali a graça divina, e, portanto, mais sujeito está aquele país, aquela região, aos efeitos de uma natureza abandonada, que passa como que a tremer de pavor, diante da atitude cega de seus habitantes. Mas quando é o governo quem decide levantar-se contra o Altíssimo, e desafia-lO para o campo de batalha, então deve ter consciência de que qualquer parte desta terra poderá engolir seus habitantes, e não se culpe a Deus. É o que acontecerá com o Brasil...

Enfim, sem querer assustar – mas assustando – vou fazer uma colocação que poderá chocar, mas como tenho respaldo nas Escrituras, não tenho medo de errar: multipliquem por 10 mil, aquilo que aconteceu no Haiti, e terão o resultado da primeira parte do embate final com as trevas, isso em todo mundo. Quando a natureza inteira desagregar-se, tremendo de pavor diante dos passos do anticristo, seus seguidores e dos maus governos – como o nosso – que preparam o terreno para o advento desta fera, não ficará um só centímetro do planeta sem tremer. E se você viu aquele asfalto do Haiti vibrando em ondas de 20 centímetros, prepare-se para ver a terra corcovear a metros de altura, de alto a baixo, e assim o planeta inteiro. Aquele terremoto que vem, irá quebrar todos os medidores e ultrapassar todas as previsões. Eu falo em vermos isso aqui no Brasil.

O Haiti vive em cima de uma fenda, pois tudo estourou debaixo dos pés deles, mas tenham certeza de que também o Brasil tem as falhas geológicas debaixo de seus pés, e isso ainda não estourou, porque o Poderoso nos mantém seguros, pois somos a maior nação católica – também a mais pecadora – e nossa terra está sob a proteção de Maria. Não nos iludamos com esta história de que o Brasil é seguro, porque também nosso país rachará desde São Luiz até foz do Iguaçu, deixando vastos territórios para os peixes. E isso acontecerá porque nossos governantes com certeza cumprirão os planos do anticristo, implantando aqui as leis demoníacas que intentam.

Uma pergunta que nossos amigos podem fazer – falo dos ligados ao Movimento Salvai Almas – é se muitos se perderam, em vista destas praticas abomináveis. Tudo o que sei é que Deus tem seus caminhos, e julga sondando até mesmo as raízes de cada ser. Se os antigos governantes e imperadores consagraram sua terra ao inimigo, uma parte daquele infeliz povo nada tem a ver com isso. Outros fatores, como a miséria, a fome, a falta de desenvolvimento mental, a cultura quase tribal daquele povo, também por outro lado as orações de tantos que vivem para Deus e rezam tudo isso leva o Juiz a ponderar profundamente, e assim poucos devem se perder. Mas com certeza, a Mansão pagã recebeu na semana passada, uma imensa legião de inquilinos.

Tudo isso nos deve incentivar à prática da oração, principalmente em família, porque somente os ligados em Deus se tornarão pontos brancos no mapa. Um dia nós veremos, com nossos olhos de carne, o mundo inteiro em estado pior do que aquilo que vimos na semana passada. A imensa diferença virá em que naquele dia não haverá quem socorra ninguém, nem nação que ajudará a outra. Naquele dia não haverá mais transportes, nem campos de aviação, nem estradas, nem combustíveis para movimentar máquinas. Não haverá energia para atender nos hospitais, nem medicamentos em farmácias. Naquele dia futuro, e já nem tão distante, ninguém mais ajudará ninguém, porque simplesmente todos precisarão de ajuda. Naquele dia, disse Jesus: os vivos invejarão os mortos! Milhões de vivos morrerão sem socorro algum debaixo de dilúvios de escombros... Isso se irá intensificar dia a dia, na medida em que se aproxima a fera.

Assim, se o leitor ficou chocado com aquilo que viu nestes dias, prepare desde já o seu coração para o dia da ira, onde o pecado dos homens entornar o cálice da Justiça. Nós só temos mais dois anos de batalha, para alertar os que querem ouvir, abrir os olhos dos que querem ver e evangelizar com largueza. Então Deus colherá com fartura!

Depois daquele dia, nunca mais haverá terremotos. O Reino vem o Rei vem! (aarão)


Fimdos Tempos


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A verdade sobre o sofrimento do Haiti

Mesmo no seu momento de absoluta devastação, o Haiti, o país mais pobre do hemisfério ocidental, ensina ao resto do mundo algumas verdades valiosas.
por Finian Cunningham
A devastação de Port-au-Prince. Esta nação insular do Caribe com nove milhões de habitantes tem neste exato momento um terço da sua população privada de abastecimentos básicos de comida, água, remédios ou abrigo. No piscar de um olho, o terremoto que atingiu o país enterrou uma capital de três milhões de pessoas sob entulho, pelo que a contagem final de mortos pode ir de 100 mil a 500 mil pessoas. Assim, sem mais nem menos.

Tal como o fecho da porta do estábulo proverbial após a fuga do cavalo, os EUA e outras potências mundiais estão promovendo o envio de ajuda de emergência ao Haiti. É bem intencionado, sem dúvida. Mas onde estava a ajuda e a assistência ao desenvolvimento económico do Haiti (mais da metade da população vive com US$1 por dia e 80 por cento é classificada como pobre) nos anos anteriores a esta calamidade?

Após o terramoto seguiram-se incêndios. A pobreza do Haiti – tal como a de outros países pobres atingidos por desastres naturais – deixa o seu povo totalmente exposto à espécie de devastação que se abate sobre ele. E sem dúvida a pobreza do Haiti não é apenas um bocado de má sorte ou alguma coisa fundamentalmente errada quanto aos seus recursos naturais e ao seu povo. O país tem sido mantido subdesenvolvido por décadas de interferência política e económica por Washington a fim de assegurar que esta antiga colónia de escravos continue a servir como uma fonte barata de exportações agrícolas para os EUA e como uma fonte de trabalho semi-escravo para corporações americanas que fabricam têxteis e outros bens de consumo.

Enquanto Washington gasta US$1.000 mil milhões em guerras alegadamente para combater a ameaça do terrorismo, os pobres do Haiti – cuja economia é avaliada em US$7 mil milhões – mostram-nos uma sóbria perspectiva do que é uma ameaça real. Vivemos num mundo físico onde inundações, tsunamis e terramotos acontecem. Estes desastres ceifam muito mais vidas do que as ameaças que obcecam os EUA e com as quais gastam muito mais dinheiro. Pode imaginar quantas vidas poderiam ter sido salvas no terremoto do Haiti se uma fracão do dinheiro gasto em guerras fúteis houvesse sido dirigida ao desenvolvimento económico e social daquele país?

Palácio Presidencial. Naturalmente, a moral e a lógica sensata desta ideia não se aplica num mundo ditado pela política externa de Washington. Isto é assim devido aos imperativos e à lógica do capitalismo conduzido pelos EUA, o qual exige que países como o Haiti sejam mantidos num estado de pobreza em prol do lucro corporativo e que exige a fixação de ameaças ilusório para encobrir a sua necessidade de controlar recursos geopolíticos (principalmente energia). Esta é a face verdadeira do sistema económico que Washington e seus aliados impõem ao mundo. E o Haiti arrancou a máscara desta cara feia.

A angustiante aflição e o sofrimento do Haiti ensina-nos ainda outra coisa. Relatos de cortar o coração, ruas cheias de cadáveres e sangue a escorrer de debaixo do entulho, crianças a chorarem pelos pais, pais a escavarem com os seus dedos à procura dos filhos, o som de vozes moribundas a encherem a escuridão da noite. Isto é o horror de centenas de milhares de pessoas subitamente afundadas no sofrimento. Alguns observadores compararam o que aconteceu no Haiti às consequências de uma bomba atómica. De modo que da próxima vez em que numa manhã de domingo um porta-voz de Washington acenar em fóruns de chat com planos para obliterar o Irão – a outra "ameaça séria" (o que quer dizer nenhuma ameaça séria) – deveríamos recordar: isto é ao que se assemelha o sofrimento humano em escala maciça.

Original
Via. Resistir



Falsos pedidos de donativos para o Haiti escondem vírus

Foram identificados na Internet várias fraudes relacionadas com o sismo do Haiti. Muitos dos sites e mensagens escondem vírus e são enviados em nome de organizações fidedignas.

Tragédia no Haiti já está sendo aproveitada por cibercriminosos.

O alerta está sendo feito pela empresa de segurança em informática Symantec que serefere em ter identificado mensagens de spam com o pedido de donativos em resultados de motores de pesquisa que escondem programas maliciosos.

Um dos exemplos encontrados pela fabricante de antivírus diz respeito a uma mensagem de spam enviada em nome da Cruz Vermelha do Reino Unido, com a morada correta no corpo da mensagem.

A organização já afirmou que esta mensagem não é verdadeira, pois nunca pede o envio de dinheiro através do serviço Western Union, tal como surge no e-mail.

Para evitar cair neste tipo de táticas, a Symantec aconselha os utilizadores a não clicarem em links suspeitos que apareçam em mensagens de e-mail ou de programas de mensagens instantâneas.

Caso pretendam verificar o apelo das organizações, a empresa aconselha a escrever o nome da entidade no browser em vez de carregar num link específico dentro das mensagens.

Além disso os utilizadores são aconselhados a não divulgarem dados pessoais, passwords ou informação bancária através do e-mail, pois podem cair nas mãos erradas.

Sol

Haiti - Um desastre provocado pelo Homem


Enquanto a comunidade internacional procura, a todo o custo, ajudar o Haiti após o terremoto de 12 de Janeiro, Peter Hallward denuncia, no Guardian, a responsabilidade internacional na devastação económica da ilha, que deixa centenas de milhar de haitianos completamente expostos a um desastre natural de larga escala.
Port-au-Prince (Haiti), 13 Janeiro 2010. (AFP)

Port-au-Prince (Haiti), 13 Janeiro 2010. (AFP)

Um terremoto com a intensidade daquele que, em 12 de Janeiro, atingiu a capital do Haiti teria causado enormes danos em qualquer cidade do mundo. Não é contudo por acaso que uma parte tão considerável de Port-au-Prince parece agora uma zona de guerra. Boa parte da devastação causada pelo mais recente e calamitoso desastre natural é facilmente compreensível como mais uma consequência de uma horrível sequência histórica, tipicamente um produto da acção humana.

O país teve mais do que a sua quota de catástrofes. O grande sismo de 7 de Maio de 1842 matou mais de 10 mil pessoas, só na cidade de Cap Haïtien, na costa norte. Os ciclones fustigam regularmente a ilha. As tempestades de Setembro de 2008 causaram inundações na cidade de Gonaïves e destruíram boa parte das suas deficientes infra-estruturas, matando mais de mil pessoas. A amplitude total da destruição resultante deste terremoto só deverá ser conhecida daqui a várias semanas. No entanto, é já muito claro que este impacto resultou de uma ainda mais longa história de empobrecimento e perda de poder.

Haiti é o mais pobre do hemisfério ocidental

O Haiti é geralmente descrito como o "país mais pobre do hemisfério ocidental". Essa pobreza é uma herança directa daquele que talvez tenha sido o mais brutal sistema de exploração colonial da História mundial, combinado com décadas de opressão pós-colonial sistemática. A nobre "comunidade internacional", que hoje se apressa a mandar "ajuda humanitária" para o Haiti, é largamente responsável pela dimensão do sofrimento que agora pretende reduzir.

Desde que os EUA invadiram e ocuparam o país, em 1915, todas as tentativas no sentido de permitir que a população do Haiti passasse "da miséria absoluta para uma pobreza digna" (segundo as palavras do antigo Presidente Jean-Bertrand Aristide) foram violenta e deliberadamente bloqueadas pelo Governo dos EUA e pelos seus aliados. O próprio Governo de Aristide (eleito por cerca de 75% do eleitorado) foi a última vítima, quando foi deposto, em 2004, por um golpe de estado patrocinado a nível internacional, que matou vários milhares de pessoas e causou o ressentimento da maioria da população. Depois dele, a ONU tem mantido no país uma vasta força de estabilização e pacificação, cujos custos são enormes.

Centenas de milhar vivem em habitaçãoes clandestinas

Hoje, o Haiti é um país onde, segundo o melhor estudo disponível, cerca de 75% da população "vive com menos de dois dólares (1,40 euros) por dia e 56% – 4,5 milhões de pessoas – com menos de um dólar (68 cêntimos) por dia". Acordos comerciais e financeiros internacionais severos garantem que essa destituição e essa impotência continuarão, no futuro previsível, a ser um facto estrutural da vida no Haiti. Essa pobreza e essa fragilidade estão na origem da enorme escala do horror que hoje se vive em Port-au-Prince.

Desde finais dos anos 1970, os ataques neoliberais à economia rural do Haiti empurraram dezenas de milhar de pequenos agricultores para subúrbios urbanos sobrepovoados. Embora não haja estatísticas fiáveis, centenas de milhar dos residentes de Port-au-Prince vivem em habitações clandestinas sem o mínimo de condições, muitas delas empoleiradas em ravinas desflorestadas. A mistura de pessoas que vivem nesses locais e nessas condições não é, em si mesma, mais "natural" ou acidental do que a amplitude dos danos que sofreram. As infra-estruturas básicas da cidade – água corrente, electricidade, estradas, etc. – continuam a ser tristemente inadequadas e, em muitos casos, inexistentes. A capacidade do Governo de mobilizar ajuda para as vítimas é quase nula.

Na prática, a comunidade internacional tem governado o Haiti desde o golpe de 2004. Os países que agora se apressam a enviar ajuda de emergência para o país são os mesmos que, nos últimos cinco anos, têm persistentemente votado contra o alargamento do mandato da missão da ONU para além da sua finalidade militar imediata. As propostas no sentido de canalizar parte deste "investimento" para a redução da pobreza ou para o desenvolvimento rural têm sido bloqueadas, em conformidade com os velhos padrões que continuam a modelar a distribuição da "ajuda" internacional.

Se quisermos mesmo ajudar o Haiti a sair desta mais recente crise, teremos de ter em conta este ponto de comparação. Além de enviarmos ajuda de emergência, devemos perguntar-nos o que podemos fazer para facilitar a capacitação da população e das instituições públicas do Haiti. Se quisermos mesmo ajudar, temos de deixar de controlar o Governo do Haiti, de apaziguar os seus cidadãos e de explorar a sua economia. Depois, temos de começar a pagar, pelo menos por alguns dos danos que já provocámos.

Peter Hallward
Presseurop

Desgraça no Haiti está sendo boa para nós aqui, diz cônsul no Brasil; assista


Reportagem exibida ontem (14) no "SBT Brasil" mostra o cônsul geral do Haiti em São Paulo, George Samuel Antoine, afirmando que a tragédia no Haiti está tendo bons resultados para ele e atribuindo a culpa do terremoto de terça-feira (12) à religião.

Antoine deu as declarações à repórter Elaine Cortez sem saber que estava sendo gravado.

"A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido", disse o cônsul. "Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá f...", completa Antoine.

Uma das principais correntes religiosas no país é o vodu, que tem relação com outras manifestações de origem africana como o candomblé e a santeria.

Após a gravação da reportagem, o jornalista Carlos Nascimento informou que foi feito outro contato com o cônsul, que disse ser uma pessoa preparada para o cargo.

O total de mortos pelo terremoto de 7 graus pode chegar a 50 mil, diz a Cruz Vermelha no Haiti, e os desabrigados devem somar 3 milhões. O governo enterrou na quinta-feira 7.000 corpos em uma vala comum.

Dezessete brasileiros morreram no tremor que devastou a capital do país, Porto Príncipe. Há cerca de 1.310 brasileiros no país, dos quais cerca de 50 são civis. O Brasil possui 1.266 militares na missão de paz da ONU, Minustah (missão de estabilização da ONU liderada pelo Brasil), enviada ao país depois de uma sangrenta rebelião, em 2004, que sucedeu décadas de violência e pobreza.

Corpos

Na tarde desta quinta-feira, ao menos 1.500 corpos estavam empilhados dentro e fora do necrotério do hospital geral de Porto Príncipe, e caminhonetes continuam a ser usadas para transportar as vítimas do terremoto, o que indicava que o número poderia aumentar. "Não posso dizer quantos corpos serão trazidos para cá", disse o diretor do hospital, Guy LaRoche.

Ainda há muitos corpos que continuam nas ruas, a maioria coberta apenas por panos brancos sob um calor de 27ºC. Algumas pessoas enterravam seus parentes em covas rasas nas margens de uma estrada. Uma mulher foi amarrada a uma tábua e coberta com um lençol antes do enterro, enquanto fogueiras eram acesas para afastar moscas.

Outros tentaram enterrar seus parentes nas encostas, o que não foi recomendado pelos militares brasileiros --que lideram a missão de paz da ONU no país-- porque os corpos poderiam ficar expostos após a ocorrência de chuvas.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Confirmado, O cão é mais sensível que o homem

Essa cena surpreendente, é de uma estação de notícia de Arcata, Califórnia. Não se sabe por que um cão estava na sala de notícia, mas o canino sabia que algo estava para acontecer segundos antes de qualquer se humano, sentiu o terremoto que abalou o norte da Califórnia, no sábado, bem antes de qualquer um. Veja o vídeo.




quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mais de cinco mil alunos mortos em sismo

O sismo de 8,0 que abalou a província de Sichuan, na China, em Maio de 2008, matou 5.335 alunos, anunciou esta quinta-feira o responsável pelo departamento de educação desta região, citado pela AFP.

Em conferência de imprensa, Tu Wentao revelou que 546 estudantes ficaram deficientes na sequência do terramoto.

Estes números vêm confirmar a tragédia que muitos atribuem à má construção das escolas em Sichuan. 14 mil estabelecimentos de ensino ficaram danificados com o abalo, cerca de metade desmoronou por completo.

Este sismo matou cerca de 87 mil pessoas, deixou 375 mil feridos e mais de cinco milhões de pessoas sem casa.





























Fonte


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Terremoto devasta Abruzzo

Eram 3h30 da madrugada desde 6 de abril de 2009, quando um abalo sísmico de 5,8 graus na escala Richter atingiu o centro da Itália.



Para a região de Abruzzo, epicentro do terremoto, é o inferno. O governo italiano decretou estado de emergência nacional. A Suíça está pronta para ajudar.

Centenas de edifícios literalmente ruíram e milhares ficaram danificados. Há cerca de 50 mortos e centenas de feridos. Entre 45 mil e 50 mil pessoas estão desabrigadas.

Desde o amanhecer, a devastação em Aquila aparece de maneira dramática. Ao meio-dia, havia 40 mortos, entre eles cinco crianças. O balanço tende a aumentar de hora em hora.

Na região de Abruzzo, há dez km do epicentro, segundo uma primeira estimativa da proteção civil italiana (PC), de 10 a 15 mil edifícios foram danificados.

No hospital local são atendidos os feridos de menor gravidade. Muitos esperam diante da entrada principal. Os feridos em estado mais graves são transportados de helicóptero para outras localidades. O hospital ficou sem água potável e só funciona uma sala de operação. É indispensável montar um hospital de campanha, pois o número de feridos não cessa de aumentar.

Outro perigo é o de novos desmoronamentos e os socorristas trabalham em meio ao caos de tanta destruição. Os membros da PC pedem que a população libere as ruas e estradas para seus veículos. Os desabrigados são evacuados para a região do estádio para um primeiro atendimento. Rapidamente vê-se que não basta e são improvisados vários pontos de atendimento na periferia.

Aquila não é única comuna gravemente atingida. Outras comunas foram devastadas, mas as informações ainda são fragmentadas. Aparentemente a situação é pior em Onna, com metade das casas destruídas, e em Paganica.

Governo apóia Abruzzo

O primeiro-ministro Silvio Berlusconi anulou uma viagem à Rússia, agendada para hoje, e foi a Abruzzo constatar pessoalmente a situação. O ministro da Infraestrutura, Roberto Maroni, convocou um grupo de trabalho para elaborar e implementar as medidas mais urgentes.

O chefe da proteção civil, Guido Bertolaso, nomeou um comissário extraordinário do governo para a gestão da crise, depois de ter sobrevoado a região sinistrada e ter falado da "pior tragédia deste início de milênio".

Berlolaso lançou um apelo para intensificar "a colaboração dos italianos" e incitou-os a "evitar ocupar as estradas". Todas as unidades da proteção civil e dos bombeiros da Itália convergem para Abruzzo, enquanto toda a zona sinistrada é evacuada.

A Suíça está pronta para ajudar

De todas as regiões da Itália e do estrangeiro houve ofertas de ajuda. Em Berna, reuniu-se uma célula de crise do Corpo Suíço de Ajuda Humanitária (CSA), que está em contato com a Itália, disse à swissinfo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Jean-Philippe Jutzi. Inicialmente é preciso ter informações mais precisas antes de um eventual envio de socorristas suíços a Abruzzo.

Enquanto as operações de socorro se organizam e se multiplicam, na Itália já começou a polêmica acerca de uma tragédia que, segundo especialistas, poderia ter sido evitada. "Fazia meses que os abalos sísmicos ocorriam e cada vez mais fortes", afirmou uma testemunha cuja casa foi destruída, à agência de notícias francesa AFP.

Depois de forte tremor registrado em Abruzzo meses atrás, um pesquisador havia lançado o alarme no final de março. Giampaolo Guiliani, especialista do Laboratório Nacional de Sismologia de Gran Sasso, tinha prognosticado um terremoto "desastroso" na região para 29 de março. Sua previsão havia provocado uma reação de pânico e Giuliani foi acusado de "propalar alarme".

Guido Bertolaso havia criticado o comportamento do pesquisador e pediu uma punição exemplar "para aquele imbecil que difundia notícias falsas".

O terremoto realmente não ocorreu dia 29 de março, mas oito dias depois. E agora, muitos pensam que deveriam ter levado a sério a advertência de Giuliani.

O chefe da PC insiste em alegar a impossibilidade de fazer prognósticos. Betolaso garantiu que, dados os contínuos tremores, a comissão de grandes riscos – órgão máximo técnico-cientítico da Itália - tinha se reunido em Aquila e concluído que não havia riscos maiores.

Swissinfo

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Catástrofes custaram 269 bilhões de dólares em 2008

Os custos ligados às catástrofes naturais e técnicas no mundo explodiram no ano passado, atingindo um total de 269 bilhões de dólares montantes assegurados foram de 52,5 bilhões, segundo estudo divulgado pela Swiss Re, líder mundial do setor de resseguros.

Furacão em Montecito, Califórnia, em novembro de 2008.
Legenda da foto: Furacão em Montecito, Califórnia, em novembro de 2008. (Reuters)

O ano de 2008 foi um dos mais custosos da história em termos de catástrofes, afirma o estudo Sigma 2008, divulgado terça-feira (17) pela empresa suíça de resseguros Swiss Re.

As catástrofes causaram a morte de 240.500 pessoas no ano passado, a maioria na Ásia, onde ciclones tropicais, furacões e um terremoto na China provocaram a morte de 228.400 pessoas.

O terremoto da China

Em maio de 2008, no terremoto que devastou a província de Sichuan, morreram 87.400 pessoas. Essa catástrofe causou prejuízos materiais avaliados em 124 bilhões de dólares. A China já havia sido atingida em janeiro por chuvas de inverno que provocaram estragos de 1,3 bilhão de dólares.

Na Birmânia, o ciclone Nargis causou 138 mil vítimas. Nas Filipinas, 1.400 morreram na passagem do furacão Fengshen, 800 delas a bordo de um navio.

Estados Unidos na tormenta

Nos Estados Unidos, os furacões Ike e Gustav provocaram danos avaliados em 20 bilhões e 4 bilhões de dólares, respectivamente, sobretudo em plataformas de petróleo marítimas. Tempestades de vendavais provaram ainda perdas de US$ 2,3 bilhões.

A Europa também não foi poupada pelas más condições meteorológicas, principalmente no primeiro semestre de 2008. As tempestades invernais Emma e Hilal causaram prejuízos de US$ 2,3 bilhões.

Ano recorde

Das 311 catástrofes ocorridas no ano passado, 137 são consideradas como naturais e 174 como catástrofes técnicas, como incêndios e poluições de rios e mares. As perdas econômicas no ano passado foram as mais elevadas desde 2005, ano em que diversos furacões causaram prejuízos de 262 bilhões de dólares de prejuízos.

Nesse estudo, a Swiss Re insiste no impacto sobre o setor dos seguros causado pelas catástrofes naturais devido à evolução rápida da economia na região Ásia-Pacífico.

Com seu forte crescimento econômico, a China está recuperando seu atraso no setor, se comparada ao Japão e à Austrália. No entanto, a empresa suíça sublinha que, na Ásia, as pessoas físicas, as empresas e os Estados ainda devem assumir os custos dos prejuízos não segurados causados pelas catástrofes.

Fonte