Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Tiro no pé

Qual é a intenção de um pastor assembleiano em reapresentar lei de uma comunista para proibir cantores de produzir músicas contra a homossexualidade quando se sabe que quem mais tem propensão de fazer músicas contra esse pecado são os cristãos, não os músicos seculares?

Julio Severo

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Pelo arquivamento do PLC 122, a lei da tirania gay!

O PLC 122/2006, projeto originário das entranhas do PT para criminalizar a chamada “homofobia” (que inclui opiniões contrárias às práticas homossexuais) tem sido barrado no Senado desde 2006, por conta da oposição da população e dos eleitores às suas medidas radicais de concederem privilégios legais e sociais para praticantes dos homossexualismo e punições rigorosas para os discordantes. 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Avanço Conservador?

Alguns líderes políticos gays foram flagrados em um evento pré-Parada Gay atacando os cristãos e suas crenças. O vídeo foi divulgado pela FENASP, Frente Evangélica Nacional de Ação Social e Política.

Entre os presentes estavam políticos como o deputado Jean Wyllys que afirmou que “um texto bíblico não deve ser interpretado como lei, mas como um mito”, ele também afirma que os textos da Bíblia são “alegóricos, que não dão conta da verdade”.

Já o deputado distrital Professor Ismael afirmou que existem conservadores “que se reúnem todos os domingos a noite para levantarem suas ideias e suas mentiras”, o deputado completou dizendo que “é preciso frear esse avanço conservador”.

O Professor também atacar a Marcha para Jesus: “não há mais Marchas para Jesus, há marchas contra os liberais”.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pauta gay domina debates na Câmara

Nem o Código Florestal, nem as denúncias contra Palocci, nem a medida provisória da Copa do Mundo. O tema que mobiliza as discussões parlamentares é a criminalização da homofobia. Quem diria? A pauta de reivindicações dos homossexuais está na ordem do dia.

Nesta terça-feira, o ambiente era de paradoxos emocionais e confrontos de opiniões que chegaram ao bate-boca. Enquanto a platéia do VIII Seminário LGTB se emocionava às lágrimas diante do depoimento da mãe de Alexandre Ivo, morto por espancamento, vítima de ataque homofóbico, no plenário da Câmara deputados se revesavam na tribuna para atacar o chamado kit-gay - o conjunto de cartilhas e vídeos propostos pelo Ministério da Educação que será distribuído nas escolas com o objetivo de combater a discriminação contra homossexuais.

O deputado Antony Garotinho (PR/RJ) chegou a propor que a Câmara não vote mais nada até que o Mec retire a proposta do kit-gay. Houve deputado que ameaçou mandar prender o professor que entregasse para sua filha estudante o material.

O deputado Miro Teixeira (PDT/RJ) chegou a propor que o kit fosse exibido no intervalo da sessão para que os deputados tomassem conhecimento do conteúdo.

Cogitou-se até promover uma Comissão Geral sobre o tema. O debate virou bate-boca entre Bolsonaro (PP/RJ) e Chico Alencar (PSOL/RJ). "Mentira! Mentira! " - gritou o segundo, interrompendo bruscamente o pronunciamento de Bolsonaro, que acusava o material de promover práticas sexuais.

A deputada Rose de Freitas (PMDB/ES), que presidia a sessão no lugar de Marco Maia, teve de interromper a discusão e impor o início da Ordem do Dia. Antes chegou a pedir calma ao deputado Bolsorano: "Assim o senhor pode até passar mal!"

Sganoticias



terça-feira, 3 de maio de 2011

A Constituição Brasileira e a Homofobia

Por Julio Severo...
Parte 1 e 2 Reprodução Contínua


A participação de Malafaia é importante, considerando que a vasta maioria dos pregadores de televisão não abre a boca para denunciar uma das crias socialistas mais monstruosas do PT — o PLC 122, que sacraliza a sodomia e criminaliza não só os cristãos, mas também qualquer cidadão que expressa uma opinião filosófica, médica ou moral contra a sodomia.

Por isso, é fundamental honrar os homens que estão tendo a coragem de abrir a boca. E assim como é apropriado destacar o papel de Malafaia nessa luta, é necessário também honrar os homens que deram início à grande mobilização que tornou o “PLC 122” um termo conhecido entre a maioria dos cristãos do Brasil.

Os católicos foram os pioneiros nessa conscientização. Em fevereiro de 2007, um grupo de influentes católicos conservadores me procurou para me convidar para participar de uma campanha de esclarecimento. Eles haviam lido os meus textos sobre a homossexualidade, preparado um documento com base nos meus artigos e queriam apenas que eu o assinasse. A parte deles seria divulgar o documento. A minha parte seria dar meu nome.

Eu lhes perguntei: “Mas não sou católico. Vocês têm nomes fortes que podem ser usados nessa campanha”. E a resposta deles foi que meu nome já era conhecido nessa luta.

E a campanha foi em frente. Depois de março de 2007, o incêndio foi aumentando até ganhar proporções imensas. Hoje, o “incêndio do esclarecimento” está “fora de controle”, tendo atingido muitas consciências.

Se não fosse por essa atitude abnegada dos católicos, não sei se o PLC 122 teria enfrentado tão grande resistência. E mesmo depois que o objetivo da campanha foi atingido, o líder do grupo católico sempre se recusou a receber qualquer reconhecimento público. Eu insisti muito com ele para citá-lo em artigos e mostrar seu importante papel no início do “incêndio”, mas ele prefere ficar no anonimato. Que Deus possa dar a todos nós essa humildade.

Antes de fevereiro de 2007, eu já tinha intenção de denunciar o PLC 122. Mas, durante os meses de novembro e dezembro de 2006 e janeiro de 2007, eu estava refugiado com minha família, devido a perseguições, num lugar sem internet.

E novembro foi justamente o mês da aprovação do PLC 122 na Câmara dos Deputados. Mesmo sem poder agir, passei várias semanas literalmente incomodando o Dr. Zenóbio Fonseca para escrever um artigo contra o projeto anti-“homofobia”, até porque seu conhecimento jurídico era vital. Seu trabalho de assessoria não lhe dava tempo. Mas finalmente ele conseguiu escrever o texto. Logo em seguida, estava pronta a mensagem de mobilização dos católicos, a qual foi enviada para incontáveis milhares de e-mails e outros meios. O resto é história.

No começo, um ou outro jurista tentou alertar, mas não houve repercussão. Somente com a ajuda católica, a reverberação ocorreu.

Os católicos, ainda que não estejam querendo aparecer, estão envolvidos nesta luta tanto quanto os evangélicos.

Graças a Deus pelo envolvimento do Pr. Silas Malafaia, e peço que muitos outros líderes o imitem sem olhar para as fraquezas do homem.

Contudo, preciso dar três sugestões para Malafaia:

1. Ele precisa fazer uma renúncia pública por ter induzido, juntamente com muitos outros pastores, o povo evangélico a votar em Lula, um socialista, para a presidência.

2. Ele precisa “induzir” o povo evangélico a renunciar publicamente a toda ligação com Lula, Dilma, PT e o socialismo.

3. Por último, ele deveria convocar o povo evangélico para uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122.

Na convocação contra o PLC 122 que ele fez em 2008, apenas 5 mil pessoas compareceram, pois ele não levou em consideração os dois primeiros itens. É preciso agora dar a atenção a esses itens, pois se o Brasil está hoje sob uma ameaça de ditadura gay apoiada pelo PT, é porque a CNBB e a liderança evangélica, em vez de nos alertarem, foram para a cama com os abutres do PT.

Tenho certeza de que Deus abençoará e honrará uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122 depois que os líderes evangélicos e católicos que se prostituíram com o PT se arrependerem e renunciarem às suas prostituições.

Divulgue este texto a todos os líderes e outras pessoas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Eu discrimino, Tu discrimina, Eles discriminam, Todos discriminam


Uma armadilha usada pelos defensores do PLC 122/2006
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Definindo os termos

Neste artigo, ao falar de homossexualismo, estou-me referindo, não à simples tendência homossexual, mas à prática da união carnal entre pessoas do mesmo sexo. Ao falar de homossexual, não me refiro às pessoas que têm tendência homossexual e a ela resistem, às vezes heroicamente, com grande mérito. Chamo de homossexual a quem voluntariamente pratica atos de homossexualismo, e deles não se arrepende.

Feitas essas distinções, prossigamos.

Discriminar é preciso

A discriminação é uma das práticas mais normais da vida social. Todos nós a praticamos dia a dia. Ao aplicar uma prova, o professor discrimina os alunos que tiraram notas altas daqueles que tiraram notas baixas. Aqueles são aprovados. Estes são reprovados. Ao escolher o futuro cônjuge, as pessoas geralmente fazem uma discriminação rigorosa, baseadas em diversos critérios: qualidades morais, inteligência, aparência física, timbre de voz, formação religiosa etc. Entre centenas ou milhares de candidatos, somente um é escolhido.

Os outros são discriminados. Ao selecionar seus empregados, as empresas fazem uma série de exigências, que podem incluir: sexo, escolaridade, experiência profissional, conhecimentos específicos, capacidade de relacionar-se com o público etc. Certos concursos para policiais ou bombeiros exigem, entre outras coisas, que os candidatos tenham uma determinada altura mínima, que não ultrapassem uma certa idade e que gozem de boa saúde. Todos esses são exemplos de discriminações justas e necessárias.

Outros poderiam ser dados. O ladrão que é apanhado em flagrante é preso. A ele, como punição pelo furto ou roubo, é negada a liberdade de locomoção, que é concedida aos demais cidadãos. A prisão é um lugar onde, por algum tempo, são discriminados — com justiça — aqueles que praticaram atos dignos de discriminação.

"Você é a favor da discriminação aos homossexuais?"
Essa pergunta é capciosa e deve ser respondida com outra pergunta: "A qual discriminação você se refere: a justa ou a injusta?"

O militar que praticar ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso, homossexual ou não, em lugar sujeito à administração militar é justamente discriminado com a pena de detenção de seis meses a um ano (cf. art. 235, Código Penal Militar, "pederastia ou outro ato de libidinagem"). Mas seria injusto discriminá-lo, por exemplo, negando-lhe a alimentação que é dada aos demais presos militares.

O homossexual, por ter escolhido livremente praticar o vício contra a natureza, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa.

Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público. Tudo isso são apenas alguns exemplos de discriminações justas, que não são nem podem ser proibidas pela lei.

Ao referir-se à "discriminação" aos homossexuais, o Catecismo da Igreja Católica teve o cuidado de distinguir: "evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta" (n.º 2358). O texto supõe, portanto, que a Igreja admite discriminações justas para com os homossexuais. E de fato admite. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado (o que vale também para qualquer outro pecado grave). Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

PLC 122/2006: a incriminação da discriminação justa
Está em tramitação no Senado um projeto de lei (PLC 122/2006) que pretende exaltar o homossexualismo e incriminar toda discriminação justa aos homossexuais. A proposição trata o vício contra a natureza como se ele fosse um direito e os opositores desse vício como se fossem criminosos ("homofóbicos").

Para facilitar a aprovação do projeto, a relatora senadora Fátima Cleide (PT/RO) em 14/10/2009 propôs um substitutivo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Esse substitutivo é menos extenso que a versão original, mas conserva toda a sua essência: punir a discriminação justa feita a alguém em virtude de sua "orientação sexual"[1].

Para disfarçar o essencial objetivo da proposta, que é exaltar o vício contra a natureza e punir penalmente seus opositores, a relatora acrescentou a "condição de pessoa idosa ou deficiente" entre as vítimas do "preconceito".

Em 10 de novembro de 2009, o substitutivo foi votado e aprovado às pressas na CAS. Ora, estava prevista a realização de uma audiência pública sobre a matéria. Por isso, ninguém esperava que a votação pudesse ocorrer imediatamente. O golpe foi dado por Fátima Cleide.

Naquele dia a senadora apresentou o requerimento nº 96, de 2009 (item 61 - extrapauta) solicitando a dispensa da audiência pública. O requerimento foi aprovado. Imediatamente, o projeto (PLC 122/2006) foi posto em votação (item 62) e aprovado. Eis a lista dos senadores que aprovaram o PLC 122/2006 na CAS por votação simbólica:

1. Senador Augusto Botelho (PT/RR)

2. Senador Eduardo Suplicy (PT/SP)

3. Senador Flávio Arns (PSDB/PR)

4. Senador Gim Argello (PTB/DF)

5. Senador Heráclito Fortes (DEM/PI)

6. Senador Inácio Arruda (PC do B/CE)

7. Senador João Durval (PDT/BA)

8. Senador Mão Santa (PSC/PI)

9. Senador Papaléo Paes (PSDB/AP)

10. Senador Roberto Cavalcanti (PRB/PB)

11. Senador Valdir Raupp (PMDB/RO)

12. Senadora Fátima Cleide (PT/RO), Relatora

A história não para aí. O projeto, já aprovado na CAS, foi enviado à Comissão de Direitos Humanos (CDH). Adivinhe quem o presidente da CDH, Senador Cristóvão Buarque (PDT/DF), escolheu como relator da matéria! Acertou: a própria senadora Fátima Cleide (PT/RO). Obviamente o seu relatório, apresentado na CDH em 17/11/2009 foi o mesmo que o que foi aprovado na CAS, com o mesmo substitutivo.

Na sessão de 18/11/2009 na CDH, o Senador Magno Malta (PR/ES) pediu vista do projeto. No dia 25/11/2009 ele apresentou requerimento para realização na CDH da audiência pública sobre a matéria, que não fora feita na CAS.

Atualmente o clima do Senado é tenso. Um novo golpe pode ser dado a qualquer momento. Há ainda o perigo de que cristãos, incluindo os pastores de almas, queiram aproveitar algo do PLC 122/2006 em vez de rejeitá-lo totalmente. Deus se compadeça de nós.

[1] O texto parte da*** premissa falsa de que existe "orientação sexual" entre dois homens ou entre duas mulheres. Na verdade, o que existe em tais casos é uma desorientação sexual.

Divulgação: Julio Severo

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