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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Ler livro em voz alta é pirataria?

Pode ser, se a leitura for feita por meios eletrônicos. A controvérsia foi detonada pelo lançamento da nova versão do leitor de livros eletrônicos da Amazon: o Kindle 2.
O gadget possui altofalantes e uma função que permite transformar o texto em uma espécie de fala "robótica". Isso gerou polêmica entre editores e agentes literários que acreditam que o processo fere direitos autorais.

Segundo o Wall Street Journal, o presidente do sindicato dos autores, Paul Aiken, afirmou que comprar o livro eletrônico e instalar no aparelho não dá ao usuário o direito de ouvi-lo em voz alta, em áudio. Segundo ele, essa reprodução configura "um direito de reprodução auditiva, que está previsto na lei de direitos autorais".

O jornal também informou que um porta-voz da Amazon ressaltou que a função do Kindle 2 que "lê" o livro usa uma tecnologia automática que apenas transforma texto em áudio, e que os ouvintes não irão confundir esse tipo de ferramenta com a experiência proporcionada por um "audiobook", que é a gravação de uma leitura feita por um narrador humano.

De acordo com o advogado Rony Vainzof, especializado em direito eletrônico e autor de livros sobre o tema, no Brasil uma situação como essa dificilmente caracterizaria violação dos direitos autorais. "Apesar de a lei prever que qualquer transformação não-autorizada na obra poderia caracterizar infração de um direito, num caso como esse a lei de direitos autorais entraria em contraposição com as leis que preveem acessibilidade para deficientes visuais, por exemplo", explicou.

Para Vainzof, a questão depende das permissões contidas no contrato entre o autor da obra e o vendedor dela - no caso, a Amazon. Segundo ele, "se o contrato tiver uma cláusula (que permita a reprodução em áudio) isso anula a questão".

E se fosse o contrário? Será que se o Roberto Carlos estivesse cantando e o closed caption, funçao de televisores modernos que mostram legendas, se disponível, exibisse a letra da música isso seria considerado pirataria? E se isso fosse para o campo da acessibilidade? Significaria dizer que só os deficientes auditivos é que poderiam contar com o recurso e os que não fossem portadores de deficiência não poderiam usá-lo? Lá vão os detentores do direito autoral criar proteções que impeçam o recurso de leitura automática. Sei que eles precisam ganhar o metal deles. Mas a gente já tem tanta barreira para o acesso ao conhecimento...


Brasil Acadêmico

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Empresa militar britânica garante que criou reconhecimento de voz com precisão

Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. (Apocalipse 13 : 17)


Um dos principais princípios da nova economia mundial de Baha’u’llah (que significa a glória de “deus”) diz que ela deverá ser portadora do seu nome:


“Poucas pessoas deixarão de reconhecer que o Espírito insuflado no mundo por Bahá’u’lláh (…) - até que – encarne em uma Ordem portadora de Seu nome” (Shoghi Effendi- O Guardião da fé- do livro Chamado às nações).


“Misteriosamente” uma empresa militar da Inglaterra (local de onde virá o seu Anticristo, alias, “executivo mundial”), entra na disputa pela futura identificação biométrica por voz.


Noticia: Empresa cria celular que reconhece a voz do dono.


Uma empresa britânica, fabricante de equipamentos eletrônicos usados pelas Forças Armadas do país, garante que desenvolveu o primeiro telefone celular capaz de identificar e reconhecer com precisão a voz do usuário.

Guardada a sete chaves pela I A Techonology, a tecnologia usada pelo Zumba Phone permite limitar a utilização do aparelho apenas aos usuários cujas vozes tenham sido registradas.


Com isso, os fabricantes garantem que o Zumba não será cobiçado por ladrões, uma vez que eles não teriam a voz reconhecida pelo aparelho - que se negaria a obedecer seus comandos.


Segundo o criador do Zumba, Dean McEvoy, quando operado pelo aparato que dispensa o uso das mãos, o aparelho é capaz de transformar automática e imediatamente mensagens de texto em áudio.


Desta forma, o usuário pode estar dirigindo um veículo e receber mensagens de texto na forma de áudio, sem precisar tirar as mãos e os olhos do volante.


Igualmente, o usuário pode ditar sua resposta para o celular, que por sua vez se encarregará de transformá-la em uma mensagem de texto.


O presidente da I A Technology, criadora do Zumba, diz que os novos celulares deverão começar a ser vendidos pouco antes do Natal.

http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3483330-EI4796,00.html

Fonte