Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Unesco aprova kit gay para escolas no Brasil


“E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.” (Romanos 1 : 27)

Segundo o representante da UNESCO no Brasil, o kit gay está de acordo com os “padrões de ensino. Abaixo temos uma nota de seu ofício encaminhado a comunidade gay”:

“1. Os materiais do Projeto Escola Sem Homofobia estão adequados às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destinam, de acordo com a Orientação Técnica Internacional sobre Educação em Sexualidade, publicada pela UNESCO em 2010 (…) Estamos certos de que este material contribuirá para a redução do estigma e discriminação, bem como para promover uma escola mais equânime e de qualidade. Parabenizamos a ABGLT, o Ministério da Educação e as instituições envolvidas pela iniciativa” . (Vincent Defourny – Representante da UNESCO no Brasil)

Abaixo temos um exemplo desse novo “projeto pedagógico”.

O livro meus dois pais, de Walcyr Carrasco, acaba de ser lançado para Ipad. Nesse livro, Carrasco conta a história de um garoto chamado Naldo e suas experiências com a separação de seu pai e sua mãe; mas o seu pai se apaixona por um cozinheiro (substituindo o lugar da sua mãe) e ambos começam a morar juntos. O objetivo do livro é fazer com que as crianças aprovem o homossexualismo, indo contra a palavra de DEUS.

Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. (Romanos 1:32)

Esse é o lado amargo da aplicação dos princípios sociais da ordem mundial do cristo cósmico Baha’u’llah, a Eliminação de todos os tipos de preconceitos . É importante não só denunciar as manobras do movimento gay, mas também quem foi que criou tudo isso.

Referências:

http://itunes.apple.com/br/app/meus-dois-pais/id409401489?mt=8#

http://libertosdoopressor.blogspot.com/2011/02/unesco-aprova-material-do-projeto.html

Via: Apocalipsetotal

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Abaixo assinado contra o “kit gay” nas escolas

Meus Amigos / Minhas Amigas,

Acabei de ler e assinar o abaixo-assinado online: «Somos contra o maior escândalo deste País, o KIT GAY»

Veja o Texto do Abaixo assinado

Para:Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal; Assembléias Legislativas

Somos contra o maior escândalo deste País, o KIT GAY
Não aceitamos que nossas crianças de 7,8,9 e 10 anos recebam esse tal de KIT GAY.
Neste Kit Gay há 2 vídeos com o Titulo Contra homofobia, mas na verdade nesses vídeos contém mensagens subliminares para as nossas crianças, induzindo-as a homossexualidade.
Uma coisa é preconceito...Outra coisa é fazer apologia ao homossexualismo!!!

Neste Kit Gay, na verdade, é um estímulo ao homossexualismo e incentivo a promiscuidade e a confusão de discernimento da criança sobre o conceito de família.

Na primeira das histórias homossexuais do Kit Gay, segundo o Jornal da Câmara dos Deputados, mostra-se um garoto chamado Ricardo, de 14 anos que, certa hora, vai ao banheiro urinar e encontra um colega seu. Enquanto ele urina, Ricardo dá uma olhada para o lado e vê o pênis de seu amigo e se apaixona pelo garoto. Ao retornar para a sala de aula, a professora da classe chama o menino pelo seu nome (Ricardo), onde o mesmo cerra seus lábios, pois não quer ser chamado de Ricardo, e diz que quer ser chamado de "Bianca".

Na outra história do Kit Gay, o comportamento de duas meninas lésbicas de aproximadamente 13 anos de idade é posto como exemplar para as outras, e a comissão ainda discutiu a profundidade que a língua de uma menina deve entrar na boca da outra ao realizar o beijo lésbico para os vídeos(Kit Gay), que já estão em fase de licitação para começarem a serem distribuídos em todos a escolas estaduais e municipais do PAÍS.

Uma coisa é preconceito, outra coisa é APOLOGIA AO HOMOSSEXUALISMO!!! 

Façam valer imediatamente nossos valores contra essa imposição que querem colocar para as nossas crianças.

Essa comissão de Direitos Humanos e Minorias que nós colocar o escárnio da sociedade. Eles querem aliciar nossas crianças com esse KIT GAY.

Link para o texto acima Aqui

Para Assinar o Abaixo-assinado Somos contra o maior escândalo deste País, o KIT GAY. Clique Aqui

Via: Apocalipsetotal
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Só por Deus...

Quer queiramos ou não, o avanço mundo afora dos Evangélicos é evidente. Não há como negar. Aos poucos eles vão ocupando toda as partes do globo, seja na China, na Rússia, na Coreia ou Japão. A princípio esse ramo da cristandade denominados de Evangélicos ou Protestantes, é visto como desorganzado, formado por pessoas inculta, humildes e pobres.

Mas não é o que estamos constando, muito pelo contrário. Como poderia um grupo com as características acima, ocupar, talvez, todas as partes do mundo. Para eles, o mundo se tornou uma pequena aldeia, não existem barreiras que possam impedir seu crescimento mesmo sendo perseguidos.

Talvez eles sejam os mais combatidos entre as religiões e mesmo assim crescem assustadoramente. Primeiramente o combate é pessoal e particular entre as pessoas no campo das opiniões particulares, pelas doutrinas mais rígidas por eles adotadas. Em segundo lugar, vem os grupos maiores e organizados, vindo depois, grupos mais fortes, incluindo até governos de alguns países. Dê uma Olhada Aqui

Hoje, estamos vendo muito pouco a expressão, "Budistas são perseguidos no...", "Mulçumanos são perseguido no...", "Voduianos são perseguidos no...", "Espiritismo Afro Indígenas são perseguidos mo....". Mas Cristão são perseguidos no..., vemos algumas vezes mais.

Parece mesmo, que eles são descendentes daquele povo em que o Mar se Abriu para que eles passassem e seus perseguidores foram engolidos pelas águas, em que as águas de rios pararam para que atravessassem e que até o sol parou para que vencessem a batalha.

Algo de errado, que parece ser o certo, tem com esse povo, e isso, só pode ser Deus dirigindo seus passos. Pois, só Deus faz o impossível. E aos olhos de qualquer pessoa, esse avanço gigantesco, não seria possível para eles sozinhos. ( Deus= "Aquele que fez os céus e a terra e tudo que neles há")

A Notícia:

Portugal/DN: Há 20 anos, evangélicos tinham apenas quatro turmas. Mas, só do ano passado para este, passaram a estar em mais 34 escolas.

237 escolas com aulas de religião evangélica mostram influência do culto

Há já 237 escolas públicas com aulas de educação moral e religiosa evangélica. Mais 34 do que no ano passado, diz Isabel Pinheiro, presidente da Comissão para a Ação Educativa Evangélica (Comacep). No total são 256 turmas e perto de dois mil alunos que optaram por ter aulas dadas por um professor de denominação evangélica. Este é apenas um dos sinais da crescente presença dos evangélicos na sociedade portuguesa, que está preocupando a Igreja Católica.

"Temos mais turmas do que no ano passado e cerca de 20 escolas ainda por iniciar, por causa de dificuldades na colocação de professor, já que ninguém aceita fazer isto por dinheiro", garante Isabel Pinheiro, explicando que um professor de religião evangélica é obrigado a recebe 30 euros por mês, para lecionar uma hora por semana.

Uma dificuldade que não tem impedido o crescimento: há 20 anos, quando começaram nas escolas públicas, tinham apenas quatro turmas. O dinamismo é uma imagem de marca: usam cartazes atractivos para promover a disciplina e quando o número de alunos é inferior a dez (o mínimo para formar uma turma oficial) a Comacep não desiste: propõe a realização de atividades de enriquecimento curricular.

Os cerca de dois mil alunos estão longe dos mais de 250 mil inscritos em Religião e Moral Católica (dados de 2008), mas além destas duas religiões existe apenas outra confissão: os baha'i, que estão presentes numa escola em Guimarães. Dado que atesta bem a influência social que as igrejas evangélicas já têm em Portugal.

Para a responsável, as aulas não são um espaço de evangelização mas sim de debate dos valores cristãos. "Temos alunos ateus, agnósticos ou até alunos que eram católicos, embora não sejam a maioria", explica. A maioria são crianças cujos pais seguem uma das confissões que fazem parte da Aliança Evangélica. "Há pequenas diferenças entre estas denominações, sobretudo na forma, mas todas estão agregadas na Aliança e têm uma declaração de fé única", explica.

O aumento de turmas evangélicas exprime bem a dimensão que estas igrejas ganharam nas últimas décadas. As únicas estatística oficiais são as dos Censos, em que não aparece a designação evangélicos, levando os membros da Aliança a dividirem-se por "protestantes" e "outras religiões cristãs". Mas a Aliança estima que tenham 250 mil membros e outros tantos "aderentes", incluindo-se aqui simpatizantes e crianças, que só são batizadas na idade adulta. Estão, em todo o território, possuem mais de 1500 locais de culto, 900 ministros, 12 escolas e uma rede social com mais de 60 instituições.

Há 20 anos, o número de fiéis era de pelo menos metade do número de hoje, estima António Barata, pastor e historiador das comunidades protestantes. "Começaram a crescer nos anos 50, mas nos anos 90 houve um grande aumento com a chegada dos imigrantes", disse ao DN, explicando que estas igrejas se disseminam por células que se vão autonomizando. "Crescem de forma biológica, ou seja, pelas famílias que educam os filhos na fé, mas também à custa da imigração e de crentes de outras confissões, como os católicos", acrescenta o historiados.

A Igreja Evangélica Maranata, por exemplo, chegou a Portugal trazida por brasileiros e hoje os fiéis são maioritariamente portugueses, explica a socióloga da religião Helena Vilaça. O testemunho da conversão dos crentes, o espírito de entreajuda e de pertença, bem como o aumento da liberdade religiosa, ajudam a explicar esta expansão.

O fato de as igrejas evangélicas não obedecerem a uma estrutura hierarquizada potencia esta disseminação, explica Samuel Pinheiro, presidente da Aliança Evangélica. "A dinamização e a iniciativa são mais produtivas, pois cada comunidade vai ao encontro das necessidades locais", acrescenta.

A Igreja Católica está preocupada com este fenómeno, reconhece Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal. "As paróquias deviam ser esta comunidade de relacionamento próximo e personalizado. Mas é natural que nas comunidades mais pequenas haja esta vantagem", disse.

Para repensar a pastoral da Igreja, ou seja, a forma de transmitir a mensagem à população, foi criado recentemente um grupo de reflexão que apontará caminhos e soluções.

Você também pode querer ver: Evangélicos São Presos por Crer em Jesus

DN

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Professores suíços propõem mais aulas "sobre" religiões

O ensino de valores fundamentais nas escolas suíças provoca discussão. Enquanto a Associação de Professores que dar mais peso à formação cristã, um perito adverte sobre os risco de haver um retrocesso.

Nossos valores são religiosos ou universais?
Legenda da foto: Nossos valores são religiosos ou universais? (RDB)

O ensino de princípios fundamentais nas escolas suíças provoca discussão. Enquanto a Associação de Professores quer dar mais peso à formação cristã, um perito adverte sobre os risco de haver um retrocesso.

"Tornam-se cada vez mais freqüentes os problemas em lidar com as religiões", diz Beat Zemp, presidente da Associação Suíça de Professores (LHC), à swissinfo. Ele vê a migração como uma das razões para o aumento da heterogeneidade nas escolas.

Mas também muitas crianças suíça não pertencem mais às duas principais religiões do país: a católia e a luterana reformada. Por esse motivo, a LHC apresentou uma proposta para abordar questões religiosas e de princípios nas escolas públicas.

Ajuda concreta

Por um lado, trata-se de lembrar as bases jurídicas da liberdade religiosa. Por outro lado, essas bases geram um conflito entre o papel confessionalmente neutro das escolas de transmitir valores éticos e sistemas de valores, que questionem esses princípios.

"Liberdade religiosa e de consciência, tolerância e igualdade são valores indispensáveis à convivência e à integração", diz Zemp.

Segundo o documento, grande parte das convenções na Europa não podem ser entendidas sem conhecimento das raíses judaico-cristãs. A LCH diz que pretende ofecerer ajuda concreta aos professores quando enfrentarem problemas.

Reações positivas

"Em princípio, é correto a associação de professores lembrar que a religião faz parte da história da Suíça e assim à bagagem que todos devem receber", reforça o diretor do Instituto de Pedagogia da Universidade de Berna, Fritz Osterwalder.

Ele ressalta, porém, a necessidade de diferenciar: "Os valores que a escola querem transmitir têm origem religiosa, mas o importante para uma sociedade civil hoje é que, independentemente disso, eles possam ser partilhados. É nesse sentido que eles devem ser transmitidos".

Receios da população

A proposta da LHC foi bem recebida pelos professores, mas recebeu críticas da população. Por exemplo, que a honestidade, comportamento justo e tolerância não são valores religiosos que poderiam ser ensinados pela escola sem um tom ideológico.

Em cartas a jornais, alguns leitores do texto advertiram que a proposta da LHC seja um sinal errado para os criacionistas ou fundamentalistas religiosos. Uma crítica que Zemp rebate. "Quem afirma isso não leu a proposta", diz.

Segundo Zemp, "não se opõe com nenhuma palavra o criacionismo ao darwinismo. O texto diz apenas que as religiões também fazem parte da educação de valores. É preciso um entendimento mínimo da própria cultura e da dos outros para construir um sistema de valores supraconfessional", afirma.

Mas aqui que mora o perigo, segundo Osterwalder. "A discussão sobre um material didático usado no cantão de Berna, que fazia uma ligação estreita entre biologia e religão, mostra quanta cautela é preciso ter para não dar um passo atrás nesse assunto."

Separação entre Igreja e Estado

Para Zemp e a LHC é evidente que a separação entre Igreja e Estado deve ser mantida. "O ensino religioso, no sentido das doutrinas da Igreja, não é tarefa da escola", afirma o documento.

Visto que a convivência entre pessoas de diferentes culturas pressupõe respeito mútuo, é preciso ter um conhecimento elementar do outro. Por isso, o ensino nunca pode ser estritamente neutro.

"Nem um currículo e nem o professor isoladamente podem evitar afirmações que, no sentido amplo, têm algo de 'confessional'", escreve a Associação de Professores.


Transmitir valores comuns.

« Precisamos deferenciar entre aula sobre religião e ensino religioso. » Beat Zemp, presidente da LCH

O documento recomenda que, "por isso faz sentido reservar no currículo um espaço para 'valores e religiões '". Para tanto, seria necessário ter professores especialmente qualificados.

Na Suíça, os currículos escolares são definidos em nível estadual e há diferenças entre os sistemas de ensino dos cantões.

Segundo Zemp, não se trata de dar aulas de religião e sim aulas sobre religiões, uma educação de princípios, que aponte os valores comuns das diferentes religiões".

Zemp diz que não é possível suprimir completamente as religiões das escolas por causa do choque de diferentes sistemas de valores. "Isso pode causar problemas. Por isso, é preciso pelo menos conhecer as diferentes religiões para saber porque se jejua no Ramadã ou o que acontece durante a Páscoa".

Fonte