Este Blog permanece ativo 24 horas por dia e somente informa os que aqui chegam, com assuntos que circulam pela internet e jornais. Não categoriza nem afirma isso ou aquilo como verdade absoluta. Não pretende desenvolver uma doutrina, nem convencer ninguém. Mas apenas que possamos refletir em assuntos importantes de nosso dia-a-dia. Portanto, tudo que for postado são de conteúdo informativo, cabendo a cada um ter suas próprias conclusões.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Mais uma Batalha Vitoriosa

Olá, Vilson!
Não sei se você já soube, mas graças à sua colaboração tivemos hoje uma importante vitória em defesa da família e da liberdade!

O famoso PLC 122, que aqui no Brasil ganhou o apelido de projeto de lei da mordaça gay, foi retirado da pauta de votação, que estava prevista para hoje!

Como explicamos no alerta enviado ontem, esse projeto representa um grave risco para a liberdade de consciência e, sobretudo, para a instituição familiar. Por um lado, o ele tem por objetivo criminalizar qualquer tipo de crítica às práticas homossexuais. Por outro lado, pretende inserir na legislação brasileira as expressões "gênero", "identidade de gênero" e "orientação sexual".

Tais expressões são instrumentos ideológicos para promover a ideologia de gênero em nosso país. Como afirmamos no texto da petição, "a palavra 'gênero', segundo os ideólogos da ideologia de gênero, deve aos poucos substituir o uso corrente de palavra "sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. 

Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: 'O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas' (trecho retirado do livro A Dialética do Sexo)

Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo "gênero" e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher."

Como você pode ver, Vilson, trata-se de uma proposta cujo objetivo é destruir a família e perverter completamente a noção de sexualidade. Porém, com o seu esforço e o de muitas outras pessoas, que telefonaram para os senadores brasileiros e enviaram e-mails através da campanha, conseguimos colocar um freio nesse projeto. Ciente de que ainda não se trata de uma vitória definitiva, gostaria de lhe agradecer e pedir que continue apoiando as outras campanhas que temos e as outras que serão publicadas. 

Além disso, peço que fique de olho nas próximas etapas dessa luta contra o PLC 122

Atenciosamente,

Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGo.

sábado, 8 de outubro de 2011

Ainda não é o fim...

Igreja Presbiteriana ordena pela primeira vez um pastor assumidamente gay

A Igreja Presbiteriana americana ordenará neste sábado pela primeira vez um pastor abertamente homossexual: Scott Anderson, que há duas décadas decidiu revelar que era gay e se viu obrigado a renunciar ao posto em sua congregação na Califórnia.

A ordenação, que marca mais um passo de uma Igreja protestante pela aceitação de homossexuais no clero, acontece após décadas de debate. Em maio deste ano, com o endosso da assembleia nacional presbiteriana, a Igreja resolveu remover de sua constituição a obrigação de um clérigo de estar "dentro do convênio do casamento entre um homem e uma mulher, ou da castidade no celibato".

Numa entrevista recente em sua atual igreja, no Winsconsin, Anderson, de 56 anos, relembrou o dia em que teve que tomar a decisão após ter sua sexualidade descoberta por um casal, que ameaçou denunciá-lo.

"Foi realmente o pior e o melhor momento da minha vida", disse Anderson. "O melhor porque pude pela primeira vez dizer que eu era gay. Mas houve também tristeza por ter que deixar o que eu amava".

Jennifer Sauer, que frequenta a atual Igreja de Anderson no Winsconsin, disse que ele está emocionado com a ordenação. "Qualquer um que conheça Scott vê seu extraordinário dom como pastor, sua habilidade de pregar a palavra, sua humildade", disse Sauer.

Conservadores questionam
Mas membros mais conservadores como Tom Hay, diretor de operações da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana, ameaçaram abandonar a Igreja. "Os episcopais, luteranos, a Igreja Unida de Cristo: todos deram esse passo e tiveram perdas", afirma Hay. "Acho que nós perderemos também".

Várias razões foram citadas pelos defensores das mudanças na Igreja Presbiteriana, entre elas a tendência à aceitação da união do mesmo sexo na sociedade americana e o pouco interesse, entre membros do próprio clero, de continuar com o debate.

O pastor Scott Anderson conta que decidiu que queria ser pastor no ensino médio, e que só anos depois descobriu sua orientação sexual. No primeiro ano como seminarista, se apaixonou por outro homem.

"Naquele momento, eu tive que tomar a decisão: Sigo a regra e continuo no armário, ou saio, passo a ser honesto comigo mesmo e deixo o seminário?", conta.
A primeira opção foi pela religião. Anderson diz que esperava que a decisão fosse recebida com rejeição, mas a resposta por parte de sua então congregação o surpreendeu: recebeu apoio emocional e um cheque para cobrir os estudos regulares. Ele acabou indo para uma congregação diferente.

A ordenação deste sábado significa que ele passará a ter as tarefas que já tem. A diferença é que poderá novamente realizar sacramentos.

Para o pastor, ao aceitar homossexuais a Igreja Presbiteriana ficará mais fortalecida."Isso realmente mostra para a sociedade que temos uma Igreja que não fala apenas em ser criado à imagem e semelhança de Deus e sim que somos criados para se relacionar uns com os outros. Isso dará à Igreja Presbiteriana muito mais integridade em seu testemunho da fé cristã", disse.

Notícias Cristãs com informações de O Globo

Nota: Apesar de ter origens na PCUSA, a IPB não mantém relações fraternas com a mesma.

Acabei de copiar do Site Notícias Cristãs, mas como SOU CRISTÂO E ÉTICO, EU CITO AS FONTES ORIGINAIS E O NOTÍCIAS CRISTÃS. Link Original:
http://news.noticiascristas.com/2011/10/igreja-presbiteriana-ordena-pela.html#ixzz1aESdQtCk

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Vergonha - Inversão de Valores - Filho assume a sua Heterossexualidade aos pais

As Famílias estão se transformando nesse últimos tempos. Estão tomando novos rumos, invertendo os valores morais, familhares, espirituais, universais e outros. Se não atentarmos para a condição humana, que se deteriora, se não cuidarmos desses valores, a ruina é certa.
O resgate dos valores verdadeiros é urgente.

Valores

1) Absolutos - Deus é soberano, por conseguinte, seus princípios e preceitos também os são (Rm. 11.34-36). O homem pode até rejeitá-los, mas a conseqüência será sua própria ruína (Dt. 12.28; Gl. 6.7,8);
2) Imutáveis – Deus não muda (Ml. 3.6; Hb. 13.8), por isso, seus preceitos e princípios jamais mudarão, de eternidade a eternidade permanece a palavra de Deus (Sl. 119.89; Mc.13.31);
3 ) Universais – Deus é único, em toda parte, apenas Ele é Deus (Dt. 6.4; II Sm. 7.22; Is. 45.21; 46.9; I Co. 8.4), portanto, seus preceitos e princípios não estão restritos a um determinado país ou região (Mt. 28.18-20) (
Invrersão de Valores )


sexta-feira, 5 de março de 2010

Canditada a presidência Marina Silva diz que não se opõe à união homossexual

A posição da candidata da igreja Assembléia de Deus contrariou o que muitos esperavam.

A senadora e candidata do Partido Verde (PV) à presidência da República, Marina Silva, revelou que, caso vença as eleições, não irá se opor à união civil entre pessoas do mesmo sexo. A candidata é evangélica e pertencente à igreja Assembleia de Deus, que, como quase todas as outras do ramo, não apoia as políticas a favor dos direitos LGBTs.

“Minha posição pessoal não se coloca relevante para o Estado, para políticas públicas. Minha posição pessoal é a luz da minha fé, não tenho como pensar diferente. Em relação a discriminar qualquer pessoa, o Estado não vai fazer isso de forma alguma.”

Ntgospel


sábado, 23 de janeiro de 2010

O dia que eu decidi parar de ser gay

Ai está uma notícia que que nos mostra que nada é definitivo na vida de uma pessoa, existe solução para tudo nesta vida. Basta nos distanciarmos, e olharmos novamente o quadro, para vermos as possibilidades existente. Essa notícia foi veiculada dia 18 de Janeiro/10 e mostra a coragem de uma pessoa, tanto para assumir a situação antiga, homossexual, como a nova, heterssexual. Será que agora ele não vai sofrer preconceito por parte de seus ex-colegas?

A Notícia:

Vinte anos depois que ele saiu de casa, Patrick Muirhead, 41, anos, explica por que ele subitamente sentiu atração pelo sexo oposto.

Patrick Muirhead já se reinventou como um piloto. Agora, ele deseja tornar-se pai.

Um pequeno incidente em uma barbearia na semana passada, ajudou-me a perceber que eu poderia deixar de ser gay.

Eu estava em Tenterden, a cidade de Kent, onde fui criado e a qual eu tenho recentemente retornado para trabalho em um aeródromo como piloto de helicóptero. Eu estava aguardando apenas as toalhas quentes serem aplicadas.

Quando um pai entrou com um pequeno menino louro ao seu lado. O homem pegou um banco e colocou a criança de olhos arregalados com orgulho em seu joelho. Era o primeiro corte de cabelo, diziam. Como um brilho estranho paternal, um sentimento de inveja tomou conta de mim. Eu não podia desviar a atenção para longe daquela cena.

De vez em quando, o pai se inclinava para a frente e sussurrava perto do ouvido de seu filho, e beijava sua cabeça. Coisas de pai.

Mas, então, baixei os olhos e fiquei fascinado com a visão do menino minúsculo com seus dedinhos rosa segurando o de seu pai, enorme. E eu fiquei fascinado.

Acho que minha vida mudou naquele momento.

Isso é amor, gente. Simples realmente. Um pai orgulhoso, um menino pequeno que mostrava uma bela exibição de dependência e de responsabilidade. Foi a epifania que eu precisava e saí com um novo corte de cabelo arrojado e um desejo de procriar.

Gays ter filhos nesses dias, é claro que eles podem, e nem sempre disfarçam. Alguns casais homossexuais adotam, outros seguem caminhos para a paternidade biológica, muitas vezes muito caro, com o envolvimento de tubos de ensaio e de dinheiro trocando de mãos.

E ultimamente eu tenho, quase que imperceptível, preparado o terreno para a paternidade acontecer a moda antiga. Eu tenho flertado com alguém do meu local de trabalho, pensando nela, às vezes me sinto estranho, com desculpas para saber se ela gosta de mim. É um pouco estranho.

Isto veio como um choque para mim e para outros, meu ex-parceiro de dez anos, amigos gays da minha carreira, mídia antiga, meus colegas heterossexuais na indústria da aviação e, não menos importante, minha família (e não espero que eu esteja passando apenas por uma fase, ainda que após de 20 anos). Bem, ela vem como um choque para mim, também.

Certa vez, assisti o casamento de um amigo gay do sexo masculino com uma garota com quem ele teve inesperadamente a cabeça voltada somente para ela em um ramançe com muito amor. Era um caso curioso com uma surpresa: a festa de casamento vasou e estava repleta de seus ex-amantes, incluindo a mim. Há um risco de minha lista de casamento possa vasar e ter os mesmos problemas.

Minha sexualidade foi formada sobre motos e nos dormitórios da escola, um padrão mais inimaginável e desastrado possível. Nesta atmosfera se formou meu estilo de vida, reforçado por um meio social de gays existente na mídia. Na BBC, onde trabalhei por sete anos, a homossexualidade era quase obrigatória.

Com essa notícia, meus amigos céticos vão fazer barulho, "Você o quê? Miss Patsy, calças de caçador, decidiu agora estar dançando na outra extremidade do salão de baile? "Eles viram pouca evidência de um interesse no sexo oposto durante minha vida adulta e nem perguntaram porquê. E esse é o argumento decisivo.

Se tivesse havido um interesse pelo sexo oposto, tornou-se superficial e coberto por outras tentações mais instantâneas, carnal, por isso nunca ganhou luz para crescer. Por 20 anos, tive uma vida que sufocou o frágil caule de um homem de família que queria nascer.

Então eu vou ter que enfrentar um maremoto de dúvida, porque estou agora tornando público a minha situação.

Pois, é verdade: eu gosto bastante as meninas. Mas não há nenhuma rosa meteoro para este anúncio.

Alguns vão julgar como heresia. Há muito que defendo que a homossexualidade é natural, mas anormal, a uma torrente de hostilidade de amigos gays, que se recusam a reconhecer que o que você é e o que você mostra na sociedade não é a mesma coisa.

Amar o seu próprio sexo ocorre na natureza, naturalmente. Mas ainda não é o comportamento normal. A homossexualidade é uma aberração, uma aberração natural. Gays são uma minoria e as minorias, embora às vezes fortes, não dominam.

Um cronista do século 12, citado pelo historiador Christopher Hibbert em sua História sobre a Inglaterra, escreveu sobre o rei homossexual William Rufus: "Todas as coisas que são repugnantes para Deus e aos homens sérios eram habituais nesta terra em seu tempo." No mundo moderno vezes, nós nos acostumamos com a anormalidade.

Mas duas décadas de brincadeira com meu próprio sexo surgiu pouca coisa de memorável, com uma grande amizade sem sexo com um ex, com quem passou uma década na minha vida; horas de numerosos encontros pela Internet, um número impressionante de uniões informais e algumas viagens a clínicas de medicina genito-urinária.

Vou poupá-los de contos de façanhas no mundo do crepúsculo dos rápidos encontros gay. Você simplesmente não acreditariam o que eu tenho visto e feito. Você não iria querer saber.

No entanto, posso divulgar que eu estava num subterrâneo gay de assombrar o ativistas de direitos homossexuais Peter Tatchell.

Em romances como Maurice de EM Forster, uma obra da literatura gay, a mensagem foi a tolerância. Ela nunca foi uma Carta para a paridade. Parcerias civis são realmente pouco mais que cenas teatrais envolvendo homens a combinar gravatas com casamento, para monstruosamente envergonharem os avós e avôs.

Eu estremecia quando namorados gays se descrevian como "maridos", subvertendo uma instituição nobre, criada para fornecer estabilidade para a educação infantil. Além disso, parece altamente perverso que os gays lutem pela liberdade dos vínculos da moralidade heterossexuais e em seguida, defina a copiar os seus opressores, criando contratos similares do seus próprios.

Eu nunca fui convencido da minha sexualidade. É verdade, eu nunca gostei de futebol ou luta mas eu faço uma bela cena quando surge a necessidade. Mas sinto-me como um gajo, eu arroto e peido sem vergonha e eu nunca realmente me considerei uma Barbra Streisand. Havia uma voz pequena, perdida há muito tempo no fundo da minha homossexualidade, que ainda me chamava calmamente, mas ainda era sufocada, era a voz de um menino que gostava de meninas.

E então, dois verões atrás, eu conheci Olga. Ela estava procurando um lutador ucraniano, que trabalhava como garçon em um café bar em Ocean City, Maryland, na costa leste dos E.U.A.. Eu estava trabalhando como piloto e grupos de aviadores paravam ali todas as manhãs para tomarem café, ovos e grãos. E para minha surpresa, ela teve um especial interesse no meu helicóptero.

Começamos uma troca de e-mail e ela me enviou diversas fotos da cidade industrial de Cherkassy, sua cidade natal, onde as pessoas que nadam nos rio da cidade, achar que eles brilham na noite. Eu gostei de Olga. Ela era bonita. Nada aconteceu, embora eu queria mais do que um selo de caçador.

Os pilotos têm o hábito de chamar a atenção do sexo feminino. Muitos Capitães de companhia aérea saem com inúmeras aeromoças . O fenômeno tem até um nome: pilotitis. Então, quando eu me tornei um instrutor de helicóptero, eu estava pronto para as pupilas dilatadas e esperava sair com estudantes do sexo feminino em direção ao céu. OK, devo admitir, eu ainda estou esperando.

Mas pela primeira vez na minha vida, eu tive de conhecer garotas. Foi uma explosão. Como professor, eu teria de encontrar as naturalmente vocacionadas para helicópteros. Elas ouvem e são boas multi-lingue. Elas são divertidas estão sempre ao redor e são bonitas.

Eu tive uma namorada uma vez, 24 anos atrás, quando eu estava na minha adolescência. Ela, a adolescência, não foi um grande sucesso como as duas décadas da homossexualidade ininterrupta que se seguiu. Nós ficamos juntos por alguns instantes. Mas ela usava pijama listrado e foi confuso. O que estou dizendo é que desta vez, estou pronto para outra, com pijama ou sem pijama.

Eu quero uma mulher para amar e proteger uma criança. E eu quero olhar para os dois e saber que eles são meus e eles saibam que eu preciso muito deles. Eu posso fazer como o operário, que segurava firmemente pelos dedinhos rosa de seu filho, na barbearia.

Isto significará que eu não gosto de homens? Não, claro que não, e eu não vou fingir. Mas nas ruas e avenidas do país, deve haver muitos maridos cujos interesses estão divididos, mas cujas escolhas não são determinadas pela sexualidade, mas emotividade.

Queres que eu seja um bom marido? Espero que sim. Será que eu vou manter a fé? Bem, eu vou tentar.

George Melly foi a primeira celebridade que eu entrevistei como um jovem repórter de rádio na minha carreira anterior, que me contou sobre a sua transformação em Damasceno. Ele tinha 30 anos e tudo aconteceu em um passeio de bicicleta com um grupo de amigos. De repente ele percebeu que estava olhando para as moças, mais do que os rapazes, e declarou a si mesmo, "Oooh, você é heterossexual agora, querida." Então ele passou a desfrutar de um casamento longo e feliz.

Então, tudo é possível. Com o tipo certo de mulher, que me compreenda, que me ame e que possui paciência, eu posso retratar-me como um bom marido e pai.

No próximo mês, estarei embarcando na primeira etapa do Catch-up, para receber instruções para voluntariado parentais, para dedicarme a ser amigo voluntário para atendimento a crianças através de uma instituição de caridade local. Após a habilitação, não há formação específica e, em seguida, um compromisso de dois anos para visitar e tirar uma criança que precisa de um amigo e uma nova perspectiva na vida.

Isso pode ser demorado, ingrato e, possivelmente, angustiante, por um lado. Por outro lado, eu começarei a ter livre acesso a diversos locais, cidades e zoológicos.

Com boa vontade é a intenção de ver um sorriso no rosto de uma criança necessitada, a minha meta será atingida. Esse é a meu objetivo. Certamente que isso não é a magia que só os pais geralmente conhecem. Mas um dia talvez eu veja um sorriso no rosto de meus próprios, filhos que serão enviados do céu.

Portanto, havia o propósito de redescobrir-me na semana passada em uma barbearia na aldeia de minha infância. O lugar da minha inocência, quando menos se espera a vida se transforma. Como diz o O Grande Gatsby: "Então vamos bater os barcos contra a corrente, voltar incessantemente para o passado." Às vezes, no passado, nós mesmos descobriremos novos caminhos para o nosso futuro.

Timesonline

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Igrejas poderão ser forçadas a ter homossexuais como líderes de jovens


INGLATERRA (*) - As igrejas britânicas serão forçadas a aceitar homossexuais ou “transexuais” praticantes em posições de líderes de jovens e funções semelhantes, sob a lei de igualdade que está para vir, disse o governo. A Lei de Igualdade do governo trabalhista proibirá que as igrejas recusem empregar homossexuais ativos mesmo que a religião delas sustente que tal conduta é pecado, disse a vice-ministra Maria Eagle, do Ministério da Igualdade.

A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.

“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminaçã o. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.

A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.

O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.

Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.

Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co. uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.

A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.

M.P.A.